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Foram encontradas 4.898 questões.

1421682 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Leia um dos poemas mais conhecidos de Carlos Drummond de Andrade e responda a questão.
Enunciado 1421682-1
“No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.”
Para análise e compreensão do poema de Drummond, o leitor deverá observar o contexto extralinguístico em que as palavras estão inseridas, considerando-se o seguinte aspecto:
 

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1420817 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Assinale a alternativa que NÃO caracteriza a estética Parnasiana.
 

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Leia a notícia abaixo :

“Semana Monteiro Lobato de 2018 tem programação divulgada

A Prefeitura de Taubaté – SP divulgou a programação da 66ª Semana Monteiro Lobato. A abertura oficial do evento ocorreu no dia 17 às 19h30 no Teatro Metrópole, e as atrações seguiu até o dia 22.”

( Disponível em: https://guiataubate.com.br)

A semana Monteiro Lobato ocorreu em que mês?

 

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1409688 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PROMUN
Orgão: Pref. Redenção-CE
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Observe os textos para responder a questão:

Texto I

Canção do exílio

Gonçalves Dias

Minha terra tem palmeiras

Onde canta o Sabiá,

As aves, que aqui gorjeiam,

Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,

Nossas várzeas têm mais flores,

Nossos bosques têm mais vida,

Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,

Que tais não encontro eu cá;

Em cismar – sozinho, à noite –

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,

Sem que eu volte para lá;

Sem que desfrute os primores

Que não encontro por cá;

Sem qu’inda aviste as palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

Cinco estrelas.Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. Coleção Literatura em Minha Casa.

Texto II

Enunciado 1409688-1

O texto I, cujo autor é Gonçalves Dias, representa qual Movimento Literário?

 

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1406694 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
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1. Nós queremos cantar o amor ao perigo, o hábito da energia e da temeridade.
2. A coragem, a audácia, a rebelião serão elementos essenciais de nossa poesia.
3. A literatura exaltou até hoje a imobilidade pensativa, o êxtase, o sono. Nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insônia febril, o passo de corrida, o salto mortal, o bofetão e o soco.
4. Nós afirmamos que a magnificência do mundo enriqueceu-se de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um automóvel de corrida com seu cofre enfeitado com tubos grossos, semelhantes a serpentes de hálito explosivo... um automóvel rugidor, que parece correr sobre a metralha, é mais bonito que a Vitória de Samotrácia.
5. Nós queremos entoar hinos ao homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada também numa corrida sobre o circuito da sua órbita.
6. É preciso que o poeta prodigalize com ardor, fausto e munificiência, para aumentar o entusiástico fervor dos elementos primordiais.
MARINETTI, F. T. Manifesto futurista. In: TELES, G. M. Vanguardas
europeias e Modernismo brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1985.
O documento de Marinetti, de 1909, propõe os referenciais estéticos do Futurismo, que valorizam a
 

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1406686 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: FADIP
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O texto representa a poesia lírica pertencente ao Arcadismo no Brasil.
Lira 77
Eu, Marília, não fui nenhum vaqueiro,
fui honrado pastor da tua aldeia;
vestia finas lãs e tinha sempre
a minha choça do preciso cheia.
Tiraram-me o casal, e o manso gado,
nem tenho a que me encoste um só cajado.
Para ter que te dar, é que eu queria
de mor rebanho ainda ser o dono;
prezava o teu semblante, os teus cabelos
ainda muito mais que um grande trono.
Agora que te oferte já não vejo,
além de um puro amor, de um são desejo.
Se o rio levantado me causava,
levando a sementeira, prejuízo,
eu alegre ficava, apenas via
na tua breve boca um ar de riso.
Tudo agora perdi; nem tenho o gosto
de ver-te ao menos compassivo o rosto.
(GONZAGA, Tomás Antônio. Marília de Dirceu. São Paulo: Ática, 1999. Fragmento.)
Analise as seguintes características.
I. Morbidez.
II. Bucolismo.
III. Pastoralismo.
IV. Manutenção do soneto.
V. Elementos da cultura greco-latina.
De acordo com a tradição árcade, é possível reconhecer no poema apenas:
 

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1402695 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
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A viagem
Que coisas devo levar
nesta viagem em que partes?
As cartas de navegação só servem
a quem fica.
Com que mapas desvendar
um continente
que falta?
Estrangeira do teu corpo
tão comum
quantas línguas aprender
para calar-me?
Também quem fica
procura
um oriente.
Também
a quem fica
cabe uma paisagem nova
e a travessia insone do desconhecido
e a alegria difícil da descoberta.
O que levas do que fica,
o que, do que levas, retiro?
MARQUES, A. M. In: SANT’ANNA, A. (Org.). Rua Aribau.
Porto Alegre: Tag, 2018.
A viagem e a ausência remetem a um repertório poético tradicional. No poema, a voz lírica dialoga com essa tradição, repercutindo a
 

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1401416 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
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Toca a sirene na fábrica,
e o apito como um chicote
bate na manhã nascente
e bate na tua cama
no sono da madrugada.
Ternuras da áspera lona
pelo corpo adolescente.
É o trabalho que te chama.
s pressas tomas o banho,
tomas teu café com pão,
tomas teu lugar no bote
no cais do Capibaribe.
Deixas chorando na esteira
teu filho de mãe solteira.
Levas ao lado a marmita,
contendo a mesma ração
do meio de todo o dia,
a carne-seca e o feijão.
De tudo quanto ele pede
dás só bom-dia ao patrão,
e recomeças a luta
na engrenagem da fiação.
MOTA, M. Canto ao meio. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1964.
Nesse texto, a mobilização do uso padrão das formas verbais e pronominais
 

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1398688 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: FADIP
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“O texto literário tem como características uma perspectiva subjetiva, função utilitária e linguagem predominantemente conotativa.” A afirmativa anterior acerca do texto literário apresenta uma incorreção quanto a:
 

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1392291 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
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Uma ouriça
Se o de longe esboça lhe chegar perto,
se fecha (convexo integral de esfera),
se eriça (bélica e multiespinhenta):
e, esfera e espinho, se ouriça à espera.
Mas não passiva (como ouriço na loca);
nem só defensiva (como se eriça o gato);
sim agressiva (como jamais o ouriço),
do agressivo capaz de bote, de salto
(não do salto para trás, como o gato):
daquele capaz de salto para o assalto.
Se o de longe lhe chega em (de longe),
de esfera aos espinhos, ela se desouriça.
Reconverte: o metal hermético e armado
na carne de antes (côncava e propícia),
e as molas felinas (para o assalto),
nas molas em espiral (para o abraço).
MELO NETO, J. C. A educação pela pedra. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1997.
Com apuro formal, o poema tece um conjunto semântico que metaforiza a atitude feminina de
 

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