Foram encontradas 5.028 questões.
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Roca Sales-RS
Conforme BAKHTIN, analisar a sentença abaixo:
A fala só existe, na realidade, na forma concreta dos enunciados de um indivíduo: do sujeito de um discurso- fala (1ª parte). O discurso se molda sempre à forma do enunciado que pertence a um sujeito falante e não pode existir fora dessa forma (2ª parte).
A sentença está:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Roca Sales-RS
Em conformidade com SAUSSURE, sobre os sistemas de escrita, analisar a sentença abaixo:
Existem alguns sistemas de escrita, sendo os dois principais: o ideográfico e o dito comumente “fonético” (1ª parte). A escrita chinesa é um exemplo clássico do sistema ideográfico (2ª parte).
A sentença está:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Roca Sales-RS
“A ficção introspectiva encontrou neste(a) autor(a) o(a) seu(sua) intérprete mais sofisticado(a). Remetida por comparação às obras de Joyce e Faulkner, sua literatura guarda, desses modelos, o fluxo de consciência, o predomínio do monólogo interior”. Dentre as principais obras deste(a) autor(a), destacam-se Perto do coração selvagem, A paixão segundo G.H. e A hora da estrela. Trata-se de:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Roca Sales-RS
Em conformidade com JAKOBSON, sobre Linguística e Poética, analisar os itens abaixo:
I. A análise do verso é inteiramente da competência de Poética, e esta pode ser definida como aquela parte da Linguística que trata a função poética em sua relação com as demais funções da linguagem.
II. A Poética, no sentido mais lato da palavra, ocupa-se da função metalinguística não apenas na poesia, onde tal função se sobrepõe às outras funções da linguagem, mas também fora da poesia, quando alguma outra função se sobreponha à função conativa.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Roca Sales-RS
Em conformidade com SAUSSURE, sobre os caracteres da língua, analisar os itens abaixo:
I. A língua é um objeto bem definido no conjunto heteróclito dos fatos da linguagem.
II. A língua, distinta da fala, é um objeto que se pode estudar separadamente.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Flores Cunha-RS
O termo gênero, segundo Abaurre, é utilizado, nas diferentes formas de arte, para denominar um conjunto de obras que apresentam características semelhantes de forma e conteúdo. No Renascimento, a grande valorização da poesia lírica, desencadeada pela produção de Petrarca e seus seguidores, consolidou o estabelecimento de três categorias básicas ou gêneros literários: o épico, o lírico e o dramático, classificação que continua sendo usada até hoje. Avalie as assertivas abaixo que relacionam os gêneros literários e as obras que os exemplificam, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Gênero Épico – Odisseia, de Homero.
( ) Gênero Lírico – Os Lusíadas, de Camões.
( ) Gênero Dramático – Medeia, de Eurípedes.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
Leia atentamente o poema Amar, de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1951, para responder às questões de 1 a 3.
AMAR
Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer,
Amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor a procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
Amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – Para o eu-lírico, amar é um ato linear.
II – Na terceira estrofe, os objetos da ação “amar” são elementos vazios, ou sem vida ou violentos.
III – No poema, o amor se apresenta em “concha vazia”, retratando a capacidade de saciar a carência do eu-lírico.
É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Queluz-SP
Leia atentamente o poema Amar, de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1951, para responder às questões de 1 a 3.
AMAR
Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer,
Amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor a procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
Amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – O ato de amar é retratado, no poema, de maneira disfórica.
II – Existe, no poema, um tom de amargura, já que o amor é vinculado à negatividade, ingratidão, vazio e inutilidade.
III – Segundo o eu-lírico, é sina de todas as criaturas, que estão entre criaturas, amar.
É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Para muitos escritores [brasileiros] do século XVII e de grande parte do XVIII, a linguagem metafórica e os jogos de argúcia do espírito barroco eram maneiras normais de comunicar a sua impressão a respeito do mundo e da alma. E isto só poderia ser favorecido pelas condições do ambiente, formado de contrastes entre a inteligência do homem culto e o primitivismo reinante, entre a grandeza das tarefas e a pequenez dos recursos, entre a aparência e a realidade. Como a desproporção gera o senso dos extremos e das oposições, esses escritores se adaptaram com vantagem a uma moda literária que lhes permitia empregar ousadamente a antítese, a hipérbole, as distorções mais violentas da forma e do conceito. Para eles, o estilo barroco foi uma linguagem providencial e, por isso, gerou modalidades tão tenazes de pensamento e expressão que, apesar da passagem das modas literárias, muito delas permaneceu como algo congenial ao país.
No Brasil, sobretudo naqueles séculos, esse estilo equivalia a uma visão — graças à qual foi possível ampliar o domínio do espírito sobre a realidade, atribuindo-se sentido alegórico à flora, magia à fauna, grandeza sobre-humana aos atos. Poderoso fator ideológico, ele compensa de certo modo a pobreza dos recursos e das realizações; e, ao dar transcendência às coisas, a fatos e a pessoas, transpõe a realidade local à escala do sonho.
Antonio Candido. Literatura de dois gumes. In: A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: Ática, 1989, p. 168 (com adaptações).
A partir do texto precedente, julgue o item a seguir, considerando as relações entre o estilo barroco e a realidade brasileira do século XVII.
O contraste “entre a aparência e a realidade” diz respeito tanto às contradições da vida social brasileira no século XVII quanto a um dos eixos centrais do estilo barroco: “o senso dos extremos e das oposições”.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL

Luís Gama. Quem sou eu? In: Sílvio Romero. História da literatura brasileira.
Rio de Janeiro: Garnier, 1888. Internet: <www.brasiliana.usp.br>
A partir do texto do poeta romântico Luís Gama, julgue o seguinte item, quanto à representação literária dos tipos sociais e dos costumes da sociedade burguesa no Brasil do século XIX.
O ritmo do poema e a lista de enumerações burlescas dos tipos sociais conferem ao poema o colorido mestiço da realidade nacional da época.
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