I. Deve ser garantido, por parte do poder público em geral e organizações concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais - Libras como meio de comunicação objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil.
II. Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz.
De acordo com o autor Daniel Gile (1997), havia numerosos erros omissões, limitações e falhas de desempenho na interpretação, mesmo as realizadas por intérpretes experientes e até especialistas em áreas que exigem vocabulário mais técnico. Dessa forma, lança um olhar singular ao processo de interpretação e o identifica como um processo de esforços cognitivos culminando no desenvolvimento de Modelos de Interpretação. Dentre eles, destaca-se a Teoria do Modelo de Esforços da interpretação, que toma como base a interpretação simultânea. Dados os itens,
I. Esforço de audição e análise.
II. Esforço de produção.
III. Esforço de memória de curto prazo.
IV. Esforço de capacidade disponível.
verifica-se que os principais esforços do respectivo modelo são apenas
De acordo com a Lei nº 10.436/2002, que reconhece como meio legal de comunicação e expressão a Libras e outros recursos de expressão a ela associados, define-se Língua Brasileira de Sinais como
I. É vedado às organizações concessionárias de serviços públicos, buscar formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).
II. É vedado aos sistemas educacionais municipais estimular a inclusão nos cursos de formação de Magistério do ensino da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).
A difícil tarefa do tradutor/intérprete pode ser definida como um dilema: de um lado evitar impor o modo de ser de uma cultura, repetindo palavras e metáforas que a ela pertencem, e de outro impor ao texto a ser traduzido o modo de ser de sua própria cultura, obscurecendo estilos e ênfases que dão vida e especificidade ao texto (LACERDA, 2013). Logo, manter esse difícil equilíbrio é necessariamente um ato ético, um ato de resposta e de responsabilidade, um ato de arbitragem honesta, de negociação entre culturas que busca chegar ao acordo que é o texto fiel (SOBRAL, 2006). Nesse contexto, dadas as afirmativas,
I. O tradutor intérprete de Libras precisa ter conhecimento e domínio das inúmeras possibilidades linguísticas que perpassam o saber gramatical.
II. A competência desse profissional depende do conhecimento em ambas as línguas, fonte e alvo, e da multiplicidade de possibilidades de produção de sentido.
III. O TILS atua diretamente com o sentido da língua de origem, caso seja Libras para o Português, e da língua alvo se for Português para Libras.
Par mínimo é uma estratégia metodológica para identificar os segmentos que possuem valor distintivo numa língua (fonemas) e os segmentos que não fazem distinção de significados (alofones). Para isso, procura-se comparar duas palavras semelhantes e alterar apenas um único segmento, a fim de verificar se essa alteração mudou o significado. Por exemplo: pato e bato. Em Língua de Sinais, essa estratégia surgiu na relação da língua com os parâmetros CM (Configuração de Mãos), L (Locação), M (Movimento) e O (Orientação). Na tabela, cada número equivale a um par de sinais, ainda que não apresentados. Esses pares devem obedecer à configuração apresentada na tabela, onde = significa parâmetro igual e ≠ significa parâmetro diferente.
Nesse contexto, quais dos números da tabela correspondem a pares mínimos?
A Libras é o meio de interação da comunidade surda brasileira. É considerada língua natural, por compartilhar, uma série de características que lhe atribuem caráter linguístico. Os sinais podem ser definidos como icônicos e arbitrários.
Assinale a alternativa em que todas as palavras são expressadas por sinais arbitrários.
Considerando os tipos de interpretação, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
Na interpretação consecutiva, a mensagem na língua fonte é feita com pausas e é nesse momento que o intérprete realiza a interpretação para a língua meta.