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Considere a afirmação a seguir:
Na Libras, os pronomes demonstrativos e os advérbios de lugar estão relacionados às pessoas do discurso e representam, na perspectiva do emissor, o que está bem próximo, perto ou distante; a sinalização dos pronomes demonstrativos e dos advérbios de lugar mantém a configuração de mãos dos pronomes pessoais, mas os pontos de articulação e as orientações do olhar são diferentes. Além disso, os pronomes demonstrativos não possuem marca para gênero masculino e feminino.
(Tanya Felipe, Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista, 2007. Adaptado)
Com base na afirmação, é correto afirmar que a representação correta de ESS@/AÍ seria apontar para o lugar
Na Libras, os pronomes demonstrativos e os advérbios de lugar estão relacionados às pessoas do discurso e representam, na perspectiva do emissor, o que está bem próximo, perto ou distante; a sinalização dos pronomes demonstrativos e dos advérbios de lugar mantém a configuração de mãos dos pronomes pessoais, mas os pontos de articulação e as orientações do olhar são diferentes. Além disso, os pronomes demonstrativos não possuem marca para gênero masculino e feminino.
(Tanya Felipe, Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista, 2007. Adaptado)
Com base na afirmação, é correto afirmar que a representação correta de ESS@/AÍ seria apontar para o lugar
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Observe a imagem a seguir:
(Tanya Felipe, Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista, 2007)
Na Libras, o verbo “ir” tem uma forma neutra, como a maioria dos verbos da Língua, mas tem também formas que marcam flexões pessoais que podem ser empréstimos da forma verbal em português, representadas através de sinais soletrados ou do uso do parâmetro direcionalidade.
Nessa concepção, a imagem apresentada corresponde ao sinal de
(Tanya Felipe, Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista, 2007)
Na Libras, o verbo “ir” tem uma forma neutra, como a maioria dos verbos da Língua, mas tem também formas que marcam flexões pessoais que podem ser empréstimos da forma verbal em português, representadas através de sinais soletrados ou do uso do parâmetro direcionalidade.
Nessa concepção, a imagem apresentada corresponde ao sinal de
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Observe a imagem a seguir:
(Tanya Felipe, Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista, 2007)
Quanto aos pronomes interrogativos na Libras, a pergunta com “quando” está relacionada a um advérbio de tempo na resposta ou a um dia específico. Por isso, há mais de um sinal diferente para “quando”.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta corretamente o sinal representado na imagem.
(Tanya Felipe, Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista, 2007)
Quanto aos pronomes interrogativos na Libras, a pergunta com “quando” está relacionada a um advérbio de tempo na resposta ou a um dia específico. Por isso, há mais de um sinal diferente para “quando”.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta corretamente o sinal representado na imagem.
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De acordo com Tanya Felipe (Libras em contexto: curso
básico, livro do estudante cursista, 2007), as línguas de
sinais utilizam as expressões faciais e corporais para
estabelecer tipos de frases como as entonações na
Língua Portuguesa, por isso é necessário estar atento
às expressões facial e corporal feitas simultaneamente
com certos sinais ou com toda a frase – por exemplo:
sobrancelhas levantadas e um ligeiro movimento da
cabeça inclinando-se para cima e para baixo, que pode
ainda vir também com um intensificador representado
pela boca fechada com um movimento para baixo.
As expressões faciais exemplificadas referem-se às frases
As expressões faciais exemplificadas referem-se às frases
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Na publicação de Lacerda e Santos (Tenho um aluno
surdo, e agora? Introdução à Libras e educação de
surdos, 2014), a autora Neiva de Aquino Albres exemplifica que, na Libras, a frase “O menino subiu na árvore”
pode ser expressa por /PESSOA-SUBIR-ÁRVORE/, pois
o sinal /ÁRVORE/ é realizado com uma das mãos, e os
sinais /MENINO-SUBIR/ são feitos com a outra mão; pela
configuração da mão, expressam-se as pernas do menino agarrado ao tronco da árvore, enquanto o movimento
para cima expressa a subida na árvore.
Esse exemplo demonstra uma das peculiaridades no nível sintático das línguas de sinais, bastante comum em gêneros narrativos e descritivos, denominada de
Esse exemplo demonstra uma das peculiaridades no nível sintático das línguas de sinais, bastante comum em gêneros narrativos e descritivos, denominada de
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Com relação à construção dos sinais e sua mobilidade específica, a autora Neiva de Aquino Albres (em
Lacerda e Santos, Tenho um aluno surdo, e agora?
Introdução à Libras e educação de surdos, 2014) afirma
que, na língua de sinais, existe um conceito que parte
da propriedade dos sinais de tomar, como base para a
sua criação, as características físicas do referente, parte deste com o todo ou mesmo a relação cultural que as
pessoas têm com esse referente. Como exemplo desse
conceito, tem-se, na Libras, o sinal de árvore, que tem o
tronco, a copa e a base como motivação.
Com base na autora, esse conceito é denominado de
Com base na autora, esse conceito é denominado de
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Na publicação de Lacerda e Santos (Tenho um aluno
surdo, e agora? Introdução à Libras e educação de surdos, 2014), no capítulo de Maria Cecília de Moura, são
explicitadas as relações entre linguagem e surdez e
como se dá a aquisição da língua de sinais pelos surdos.
Com base na autora, é correto afirmar que
Com base na autora, é correto afirmar que
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Na educação de surdos, autores como Lacerda e Santos
(Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução à Libras e
educação de surdos, 2014) e Almeida, Santos e Lacerda
(O ensino do português como segunda língua para surdos: estratégias didáticas, 2015) propõem que o uso de
vídeos, imagens, figuras e gráficos, tão presentes no
cotidiano da vida moderna, deve ser explorado e incorporado nos discursos que circulam no ambiente escolar, além das expressões faciais e corporais. Tal prática
é necessária para atender às necessidades dos alunos
surdos, pois o processo de significação para eles, muitas
vezes, se dá somente a partir das imagens.
A prática descrita é a definição de
A prática descrita é a definição de
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Observe o exemplo que Elidéa Bernardino (Absurdo
ou lógica: os surdos e sua produção linguística, 2000)
fornece comparando o que é português sinalizado (PS) e
o que é Libras (Li):
Frase: Eu não tenho dinheiro: estou duro!
PS: [EU NÃO TER DINHEIRO, ESTAR DURO]
Li: [DINHEIRO TER-NÃO DURO] (expressão facial de bochechas chupadas).
Com base na autora, assinale a alternativa que exemplifica corretamente uma produção em português sinalizado.
Frase: Eu não tenho dinheiro: estou duro!
PS: [EU NÃO TER DINHEIRO, ESTAR DURO]
Li: [DINHEIRO TER-NÃO DURO] (expressão facial de bochechas chupadas).
Com base na autora, assinale a alternativa que exemplifica corretamente uma produção em português sinalizado.
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Sobre o desenvolvimento de linguagem da pessoa surda
e as diferentes propostas educacionais, o autor Gérison
Kezio (“Oralismo, comunicação total e bilinguismo: propostas educacionais e o processo de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita de surdos”, 2016) afirma
que “a abordagem do oralismo é insuficiente, pois parte
de uma noção de língua e linguagem que provoca nos
surdos um atraso de linguagem e suas consequências”.
Para esse autor, o oralismo
Para esse autor, o oralismo
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