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Na publicação de Lacerda e Santos (Tenho um aluno
surdo, e agora? Introdução à Libras e educação de
surdos, 2014), a autora Neiva de Aquino Albres exemplifica que, na Libras, a frase “O menino subiu na árvore”
pode ser expressa por /PESSOA-SUBIR-ÁRVORE/, pois
o sinal /ÁRVORE/ é realizado com uma das mãos, e os
sinais /MENINO-SUBIR/ são feitos com a outra mão; pela
configuração da mão, expressam-se as pernas do menino agarrado ao tronco da árvore, enquanto o movimento
para cima expressa a subida na árvore.
Esse exemplo demonstra uma das peculiaridades no nível sintático das línguas de sinais, bastante comum em gêneros narrativos e descritivos, denominada de
Esse exemplo demonstra uma das peculiaridades no nível sintático das línguas de sinais, bastante comum em gêneros narrativos e descritivos, denominada de
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Com relação à construção dos sinais e sua mobilidade específica, a autora Neiva de Aquino Albres (em
Lacerda e Santos, Tenho um aluno surdo, e agora?
Introdução à Libras e educação de surdos, 2014) afirma
que, na língua de sinais, existe um conceito que parte
da propriedade dos sinais de tomar, como base para a
sua criação, as características físicas do referente, parte deste com o todo ou mesmo a relação cultural que as
pessoas têm com esse referente. Como exemplo desse
conceito, tem-se, na Libras, o sinal de árvore, que tem o
tronco, a copa e a base como motivação.
Com base na autora, esse conceito é denominado de
Com base na autora, esse conceito é denominado de
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Na publicação de Lacerda e Santos (Tenho um aluno
surdo, e agora? Introdução à Libras e educação de surdos, 2014), no capítulo de Maria Cecília de Moura, são
explicitadas as relações entre linguagem e surdez e
como se dá a aquisição da língua de sinais pelos surdos.
Com base na autora, é correto afirmar que
Com base na autora, é correto afirmar que
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Na educação de surdos, autores como Lacerda e Santos
(Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução à Libras e
educação de surdos, 2014) e Almeida, Santos e Lacerda
(O ensino do português como segunda língua para surdos: estratégias didáticas, 2015) propõem que o uso de
vídeos, imagens, figuras e gráficos, tão presentes no
cotidiano da vida moderna, deve ser explorado e incorporado nos discursos que circulam no ambiente escolar, além das expressões faciais e corporais. Tal prática
é necessária para atender às necessidades dos alunos
surdos, pois o processo de significação para eles, muitas
vezes, se dá somente a partir das imagens.
A prática descrita é a definição de
A prática descrita é a definição de
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Observe o exemplo que Elidéa Bernardino (Absurdo
ou lógica: os surdos e sua produção linguística, 2000)
fornece comparando o que é português sinalizado (PS) e
o que é Libras (Li):
Frase: Eu não tenho dinheiro: estou duro!
PS: [EU NÃO TER DINHEIRO, ESTAR DURO]
Li: [DINHEIRO TER-NÃO DURO] (expressão facial de bochechas chupadas).
Com base na autora, assinale a alternativa que exemplifica corretamente uma produção em português sinalizado.
Frase: Eu não tenho dinheiro: estou duro!
PS: [EU NÃO TER DINHEIRO, ESTAR DURO]
Li: [DINHEIRO TER-NÃO DURO] (expressão facial de bochechas chupadas).
Com base na autora, assinale a alternativa que exemplifica corretamente uma produção em português sinalizado.
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Sobre o desenvolvimento de linguagem da pessoa surda
e as diferentes propostas educacionais, o autor Gérison
Kezio (“Oralismo, comunicação total e bilinguismo: propostas educacionais e o processo de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita de surdos”, 2016) afirma
que “a abordagem do oralismo é insuficiente, pois parte
de uma noção de língua e linguagem que provoca nos
surdos um atraso de linguagem e suas consequências”.
Para esse autor, o oralismo
Para esse autor, o oralismo
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A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva
da Educação Inclusiva (Brasil, 2008) estabelece diretrizes quanto à educação de estudantes surdos.
Essa política menciona que a educação bilíngue desenvolve o ensino escolar na Língua Portuguesa e na língua de sinais, o ensino da Língua Portuguesa como segunda língua na modalidade escrita para alunos surdos, bem como a oferta de serviços de
Essa política menciona que a educação bilíngue desenvolve o ensino escolar na Língua Portuguesa e na língua de sinais, o ensino da Língua Portuguesa como segunda língua na modalidade escrita para alunos surdos, bem como a oferta de serviços de
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A respeito da linguagem e da cognição, assinalar a
alternativa CORRETA.
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Considerando-se as características da língua de sinais,
assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE as
lacunas a seguir.
Um aspecto que se sobressai no contraste entre as modalidades visuoespacial e oral-auditiva é a questão da _________________ do signo linguístico. Esse conceito estabelece que não existe nada na forma do significante que seja motivado pelas propriedades da substância do conteúdo (significado). Uma característica das línguas de sinais é que, diferentemente das línguas orais, muitos sinais têm _________________. Não é difícil supor que esse contraste se explique pela natureza do canal perceptual: na modalidade visuoespacial, a articulação das unidades da substância gestual (significante) permite a representação de traços semânticos do referente (significado), o que explica que muitos sinais reproduzam imagens do referente.
Um aspecto que se sobressai no contraste entre as modalidades visuoespacial e oral-auditiva é a questão da _________________ do signo linguístico. Esse conceito estabelece que não existe nada na forma do significante que seja motivado pelas propriedades da substância do conteúdo (significado). Uma característica das línguas de sinais é que, diferentemente das línguas orais, muitos sinais têm _________________. Não é difícil supor que esse contraste se explique pela natureza do canal perceptual: na modalidade visuoespacial, a articulação das unidades da substância gestual (significante) permite a representação de traços semânticos do referente (significado), o que explica que muitos sinais reproduzam imagens do referente.
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Considerando-se o histórico da Língua Brasileira de
Sinais, analisar os itens.
I. No Brasil, a história dos surdos começou por volta de 1855, quando Dom Pedro II, que tinha um familiar surdo, trouxe o professor francês surdo Eduardo Huet, que implementou o alfabeto manual e a Língua de Sinais da França.
II. Os surdos só ganharam um lugar para serem atendidos em 1857, quando foi fundado o Instituto Nacional de Educação Surdos-Mudos, atualmente Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES).
III. Em meados de 1987, foi fundada a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), no Rio de Janeiro, composta por pessoas preocupadas com a surdez. Trata-se de uma unidade filantrópica, com objetivo educacional.
Está CORRETO o que se afirma:
I. No Brasil, a história dos surdos começou por volta de 1855, quando Dom Pedro II, que tinha um familiar surdo, trouxe o professor francês surdo Eduardo Huet, que implementou o alfabeto manual e a Língua de Sinais da França.
II. Os surdos só ganharam um lugar para serem atendidos em 1857, quando foi fundado o Instituto Nacional de Educação Surdos-Mudos, atualmente Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES).
III. Em meados de 1987, foi fundada a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), no Rio de Janeiro, composta por pessoas preocupadas com a surdez. Trata-se de uma unidade filantrópica, com objetivo educacional.
Está CORRETO o que se afirma:
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