Considerando que o problema cosmológico foi a primeira preocupação dos filósofos gregos,
Mondolfo concebe, como Werner Jaeger, que, a rigor, trata-se antes de uma projeção dos problemas de
ordem antropológica para o universo físico, baseando-se no argumento de que tal fato se deve ao (à):
A filosofia não pode analisar todas as formas individuais de cultura, uma vez que tem como
propósito uma visão sintética universal. Ainda que reconheça a diversidade da produção cultural,
Cassirer concebe essa possibilidade. Segundo o autor, para alcançar tal propósito é necessário:
Cassirer afirma que o círculo funcional do homem sofreu uma mudança qualitativa graças à
aquisição de um sistema simbólico que lhe proporciona novos meios de adaptação. A questão é saber
como Cassirer pôde diferenciar o homem dos animais, se ele mesmo reconhece também a existência
de um comportamento simbólico em todo o reino animal. A razão deve-se, segundo ele, a uma distinção
entre sinais e símbolos, na medida em que
Grande parte do nosso conhecimento é adquirida pela vivência. É um conhecimento intuitivo,
carregado de signos que evidenciam o nosso universo cultural. O ponto de partida ideal para a
transformação do saber intuitivo em saber consciente, do conhecimento adquirido pela vivência em
conhecimento sistematizado é