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Considere o texto a seguir para leitura e reflexão.
Quando um enunciado é feito, duas questões importantes podem ser imediatamente colocadas: De que maneira chegou a ser concebido? Que razões existem para aceitá-lo como verdadeiro? Trata-se de duas questões diferentes. Seria um grave erro confundi-las, e um erro pelo menos tão sério quanto esse é confundir as respostas. A primeira pergunta relaciona-se com a descoberta; as circunstâncias lembradas por ela formam o contexto da descoberta. A segunda relaciona-se com a justificação; assuntos que aqui se tornam relevantes cabem no contexto da justificação.
[...] Mas, então, para que serve a Lógica? A Lógica oferece-nos métodos de crítica para avaliação coerente das inferências. É nesse sentido, talvez, que a Lógica está qualificada para dizer-nos de que modo deveríamos pensar. Completada uma inferência, é possível transformá-la em argumento, e a Lógica pode ser utilizada a fim de determinar se o argumento é correto ou não. A Lógica não nos ensina como inferir: indica-nos, porém, que inferências podemos aceitar. Procede ilogicamente a pessoa que aceita inferências incorretas.
[...] A Lógica interessa-se pela justificação, não pela descoberta. A Lógica fornece métodos para a análise do discurso, e essa análise é indispensável para exprimir de modo inteligível o pensamento e para a boa compreensão daquilo que se comunica e se aprende.
SALMON, W. Lógica. Rio de Janeiro: Guanabara/Koogan, 1987, p.28-29.
Considerando o texto e os critérios de validade e correção de um argumento, assinale a alternativa CORRETA quanto à sua recusa ou aceitação.
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Assinale a alternativa correta que define exatamente a característica central do liberalismo político moderno (séc. XVI – XVIII).
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A concepção de Kant (séc. XVIII) sobre o gosto é compreendida no âmbito da absoluta harmonia entre entendimento e imaginação, sem utilidade alguma.
Assinale a alternativa que apresenta a definição kantiana de gosto.
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O ceticismo moderno (séc. XVI – XVIII) emerge num contexto histórico em que existiam muitas verdades absolutas e estabelecidas.
Qual a perspectiva que melhor define o ceticismo moderno?
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Estudo da sífilis não tratada de Tuskegee
“O estudo da sífilis não tratada de Tuskegee foi um experimento médico realizado pelo Serviço Público de Saúde dos Estados Unidos (SPS) em Tuskegee, Alabama, entre 1932 e 1972. (...)
Foram usados 600 homens afro-americanos sifilíticos (infetados com sífilis) como cobaias em um experimento científico: 399 para observar a progressão natural da sífilis sem o uso de medicamentos e outros 201 indivíduos saudáveis, que serviram como base de comparação em relação aos infectados. Os doentes envolvidos não foram informados sobre seu diagnóstico e jamais deram seu consentimento de modo a participar da experiência. Eles receberam a informação que eram portadores de "sangue ruim", e que se participassem do programa receberiam tratamento médico gratuito, transporte para a clínica, refeições gratuitas e a cobertura das despesas de funeral. Em 1943, a penicilina passou a ser usada no tratamento da doença, com resultados efetivos e sem os riscos de tratamentos anteriores. Mas os pacientes nunca foram informados.
A manutenção do estudo Tuskegee, mesmo após a descoberta de tratamento eficaz, levanta reflexões sobre a relação entre ciência, poder e ética. Sobre essa relação, é correto afirmar:
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Durante a pandemia da COVID-19, a circulação de notícias falsas sobre vacinas mostrou como a informação pode ser manipulada em larga escala. Além desse fato, temos atualmente nas redes sociais pessoas que se autointitulam “influenciadores”, que constroem estilos de vida idealizados e perfeitos, muito distantes da realidade cotidiana, e que vem moldando comportamentos. À luz da obra “Simulacro e Simulação” de Jean Baudrillard, podemos concluir:
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O contexto da Modernidade propiciou o desenvolvimento do método enquanto um instrumento de verificação e conformação do conhecimento científico, conferindo a este a chancela de conhecimento sistemático, indubitável e inequívoco, caracterizando o cientificismo e o positivismo. Considerando o contexto de grande avanço tecnológico, paralelamente à constatação de erros em algumas teorias científicas, vemos que
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Descartes e Hume representam tradições distintas na Teoria do Conhecimento no que se refere à investigação acerca da origem do conhecimento. Nesse contraste, pode-se afirmar:
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A questão do Conhecimento é presente na análise dos filósofos desde os primórdios. Platão e Aristóteles oferecem concepções distintas sobre a natureza do conhecimento. Nesse sentido, é correto afirmar:
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Uma diferença fundamental entre a teoria de origem do Estado de Marx e Engels e as teorias clássicas do Estado é a perspectiva histórica. Enquanto Hobbes, Locke e Rousseau viam o Estado como uma instituição necessária e duradoura, Marx e Engels afirmavam que
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