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Foram encontradas 6.733 questões.

3892832 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
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Se alguém afirma que uma ação é considerada moralmente boa por alguma característica da própria ação, não porque o produto da ação seja bom, essa pessoa está fazendo referência
 

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3890880 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Bom Jardim Serra-SC
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Segundo Immanuel Kant, no Crítica da Faculdade de Julgar, o juízo estético puro:

I. Está subordinado à moralidade e à função prática da arte.

II. É desinteressado e livre de conceitos, baseado apenas no prazer ou desprazer que a obra provoca.

Das assertivas, pode-se afirmar que:

 

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3886446 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FGV
Orgão: TCE-PE
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Na chamada falácia da ladeira escorregadia, rejeita-se uma ideia, alegando, sem fundamentação suficiente, que sua adoção desencadearia uma sequência inevitável de eventos que culminaria em um desfecho extremo e indesejável.

Assinale a opção que apresenta um caso da falácia da ladeira escorregadia.
 

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3877444 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FGV
Orgão: EBSERH

A bioética estabelece princípios e diretrizes para orientar decisões e condutas, promovendo o respeito pela vida, a dignidade humana e o bem-estar de todos os seres vivos. Contudo, a relação entre a ética e a bioética não é linear.

Nesse sentido, para manter a conformidade com a razão teórica e atender aos requisitos da razão prática, devemos usar as seguintes ferramentas

 

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3856546 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Águas Chapecó-SC
Ao estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto, denominamos:
 

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3855033 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
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No contexto da hermenêutica jurídica, os juristas utilizam diversas abordagens para compreender o significado de uma norma. Uma das mais importantes é a interpretação teleológica. Esse tipo de interpretação busca identificar
 

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3854326 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
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Observe estes trechos da obra Introdução à Lógica de Cezar A. Mortari, em que se explica detalhadamente sobre a quantidade de formas válidas de silogismo:

“Se fizermos as contas, começando com AAA, AAE e indo até OOO, veremos que existem 64 modos de silogismo categórico. Combinando isso com as quatro figuras, temos como resultado 4 x 64 = 256 formas diferentes de silogismo. Nem todas, claro, são formas válidas”
(MORTARI, Cezar A. Introdução à Lógica. 2. ed.. São Paulo: Editora Unesp, 2016. p.495).
Continuando, Mortari relata que
“Aristóteles identificou 14 formas válidas de silogismo [...]. Com o passar do tempo, contudo, outras formas foram identificadas por lógicos posteriores [...] e chegou-se ao número de 24 formas válidas. Cada uma dessas formas foi recebendo um nome padrão no decorrer da história.”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 499).
Segue a lista das formas válidas de silogismo para os lógicos medievais, listadas pelos seus nomes-padrão: Formas de primeira figura: Bárbara, Celarent, Darii, Ferio, Barbari, Celaront. Formas de segunda figura: Cesare, Camestres, Festino, Baroco, Cesarop, Camestrop. Formas de terceira figura: Darapti, Felapton, Disamis, Datisi, Bocardo, Ferison. Formas de quarta figura: Bamalip, Calemes, Dimatis, Fesapo, Fresison, Calemop.
Fonte:(Cf. MORTARI, 2016. p. 500)
No entanto, de acordo com o autor, a introdução do método dos diagramas de Venn-Euler como forma de demonstrar a validade de silogismos revelou que algumas daquelas formas aceitas pelos medievais eram, na verdade, inválidas: “assim, teremos apenas 15 formas válidas, em vez das 24 tradicionais”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 520).
O especialista explica:
“O conflito entre a lista elaborada pelos medievais e o resultado dos diagramas de Venn-Euler [...] tem a ver com o fato de que, do ponto de vista contemporâneo, proposições universais não têm conteúdo existencial, ao contrário das particulares. Para a interpretação tradicional dos silogismos, contudo, proposições universais também tinham conteúdo existencial”
(MORTARI, 2016. p. 521).
Isto significa que, pela compreensão contemporânea,
“qualquer silogismo que tenha duas premissas universais e uma conclusão particular será inválido”
Fonte: (MORTARI, 2016. p. 520).

Tendo em vista estas informações, marque a opção que apresenta quatro formas de silogismos ainda válidas após a inclusão do método dos diagramas de Venn-Euler.
 

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3854325 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
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Podemos definir paradoxos como sentenças cujos valores de verdade são impossíveis de determinar, isto é, sentenças que não podemos dizer que nem são verdadeiras, nem falsas.
Conversamente, definimos falsos paradoxos como sentenças que dão a impressão de serem paradoxos, e até mesmo historicamente já foram consideradas paradoxos, mas cujos valores de verdade são determináveis se analisadas da maneira correta.

Levando em consideração as definições acima, marque a opção que contém um falso paradoxo. 
 

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3854323 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
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O trecho citado a seguir mostra como, de acordo com Karl Popper, os positivistas lidavam com o chamado “problema da demarcação”, a saber, a questão de conseguir delimitar a área do científico frente ao não científico, isto é, separar a ciência de outras áreas e saberes, por exemplo, da metafísica. Como bem se sabe, a filosofia da ciência popperiana dedica profundas críticas a essa e outras teses positivistas.

“Os velhos positivistas só desejavam admitir como científicos ou legítimos os conceitos (ou noções, ou idéias) que, como diziam, ‘derivassem da experiência’, ou seja, os conceitos que acreditavam ser logicamente reduzíveis a elementos da experiência sensorial [...]. Os positivistas modernos têm condição de ver mais claramente que a Ciência não é um sistema de conceitos, mas, antes, um sistema de enunciados. Nesses termos, desejam admitir como científicos, ou legítimos, tão-somente os enunciados reduzíveis a enunciados elementares (ou ‘atômicos’) da experiência – a ‘juízos de percepção’ [...]”
(POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 11. ed. São Paulo: Editora Cultrix, 2010. p.35-36).

Podemos afirmar que Popper rejeita a tese positivista da demarcação da ciência porque esta
 

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3854322 Ano: 2025
Disciplina: Filosofia
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-PE
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Hans Jonas trata da sempre crescente expansão da tecnologia como um trunfo que aumenta exponencialmente o poder transformador da humanidade e, ao mesmo tempo, aprisiona o homem em uma determinada mentalidade – uma certa visão da natureza e uma compreensão cada vez mais limitada de si mesmo.

“O triunfo do homo faber sobre seu objeto externo significa, ao mesmo tempo, o seu triunfo na constituição interna do homo sapiens, do qual ele outrora costumava ser uma parte servil.” “[...] O próprio homem passou a figurar entre os objetos da técnica. O homo faber aplica sua arte sobre si mesmo e se habilita a refabricar inventivamente o inventor e confeccionador de todo o resto.”
Fonte: (JONAS, Hans. O princípio responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica. Rio de Janeiro: Contraponto, 2006. p. 43 e p. 57, respectivamente).

De acordo com o autor d’O princípio responsabilidade, as consequências que já estariam delineadas no futuro próximo da humanidade, uma vez assumidos os triunfos da técnica e da compreensão da natureza humana como homo faber em vez de homo sapiens, são:
 

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