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Sendo a sequência de n ensaios binomiais independentes, tendo a mesma probabilidade \( \theta \) de “sucesso” em cada ensaio, se Sn = X1 + X2 + ... + Xn é o número de sucessos nos n primeiros ensaios, então \( { \large S_n \over n} \vec{p} \theta \), ou seja, \( { \large S_n \over n} \) converge em probabilidade para \( \theta \). O enunciado da Lei dos Grandes Números a que se exprime esse resultado é a Lei dos Grandes Números de
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- Distribuições de ProbabilidadeDistribuições DiscretasBinomial
- ProbabilidadesTeorema Central do Limite
Considere Sn o número de sucessos em n provas do tipo Bernoulli, ou seja, binomial, independentes com probabilidade \( \theta \) de sucesso em cada prova, 0 < \( \theta \) < 1 e considere também p = \( \theta \) e q = 1 - \( \theta \). Então, \( { \large S_n - E(S_n) \over \sqrt{V(S_n)}} = { \large S_n - np \over \sqrt{npq)}} \) converge em distribuição, quando n vai para o infinito, para a Normal Padrão, ou seja, N(0, 1) na forma \( { \large S_n - np \over \sqrt{npq)}} \vec{D}\,Z \sim N(0,1) \) O resultado de convergência que tem esse enunciado é
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Um estudo tem o objetivo de verificar se existe independência entre tipos de crimes e regiões de um país. A seguinte Tabela de Contingência mostra os números observados em uma amostra aleatória de tamanho n = 789 casos registrados nas regiões.
| Tipo de Crime | ||||
| Região | C1 | C2 | C3 |
C4 |
| R1 | 92 | 15 | 5 | 112 |
| R2 | 390 | 132 | 155 | 677 |
| Total | 482 | 147 | 160 | 789 |
Sabe-se que \( X_2^2 = 27,91 \) e \( P( X_2^2 > 27,91) = 0,0000 \). Então, é correto afirmar que as frequências esperadas das células (C1, R2) e (C3, R1), o valor-p e a decisão quanto à relação entre Tipo de Crime e Região, do teste da hipótese de independência entre Tipo de Crime e Região, serão:
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Supondo que [X1, X2 , ... , Xn] seja uma amostra aleatória da variável aleatória X com distribuição Poisson com parâmetro \( \theta \), ou seja, P(\( \theta \)), é correto afirmar que
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A forma geral de representar uma classe de séries temporais não estacionárias é o modelo autorregressivo integrado médias móveis de ordem (p, d, q), ou seja, ARIMA(p, d, q), em que p é o grau do polinômio característico da parte autorregressiva ⌀(B), q é o grau do polinômio característico da parte média móveis ϴ(B) e d é o grau de diferenciação \( \triangledown^d \), ou seja, \( \phi (B) \triangledown^d Z_t = \theta (B)a_t \) em que \( \triangledown^d Z_t = \omega_t \). Desse modo, tem-se \( \phi(B) \omega_t = \theta(B)a_t \) que é um modelo ARMA(p, q).
A uma determinada série temporal, ajustou-se um modelo da classe ARIMA(p, d, q), e os resultados do ajuste estão expostos a seguir:
Modelo ARIMA ajustado à série temporal
| Parâmetro | Estimativa | Erro padrao | t | Valor- p p |
| AR(1) | 0,352075 | 0,0771099 | 4,56589 | 0,000009 |
| MA(1) | -0751233 | 0,0559583 | -13,424 | 0,000000 |
| Média | 0,071711 | 0,0369133 | 1,94269 | 0,053479 |
| Constante | 0,0464633 |
Então, é correto afirmar, com aproximação de três (03) casas decimais, que
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Considere a seguinte série temporal:
| t | 1 2 3 4 5 |
| Zt | 20 21 25 24 28 |
É correto afirmar que a média, a variância e a autocorrelação de defasagem 2 dessa série temporal, assumindo o estimador de máxima verossimilhança para a variância, são, respectivamente:
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Os seguintes gráficos correspondem a determinada série temporal e foram obtidos em uma análise exploratória antes de ajustar um modelo de previsão:


Observando os gráficos, é correto afirmar que
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Seja a amostra aleatória de tamanho pequeno [X1, X2, ... , X10] de uma variável aleatória X com distribuição de probabilidade normal com média \( \mu \) e variância \( \sigma^2 \), então, as estatísticas \( { \large \bar{x} - \mu \over ^\sigma/_ \sqrt{10}}, { \large \bar{x} - \mu \over ^s/_ \sqrt{10}}, { \large x - \mu \over \sigma} \) e \( { \large x - \mu \over s} \) têm quais distribuições, respectivamente?
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Em uma amostra aleatória com n = 25, observações da variável aleatória X que representam uma característica quantitativa foram obtidas por um estatístico que precisa estimar a média \( \mu \) e o desvio -padrão \( \sigma \) da população (distribuição) de onde a amostra foi tomada por intervalo de nível 95% de confiança. A análise dos dados forneceu os seguintes resultados: média amostral \( \bar{x} = 21,980 \)e desvio- padrão amostral s = 2,11877. O teste de Shapiro- Wilk, para verificar a Normalidade dos dados, resultou em W = 0,972867 e valor-p p = 0,721053; o escore t24,0975 = 2,0639 e os escores \( X_{24;0975}^2 \).
Então, é correto afirmar que os intervalos de confiança para a média \( \mu \) e o desvio- padrão \( \sigma \) são, respectivamente,
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