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Respondida
Na exposição Nem é erudito Nem é popular: arte e diversidade no Brasil (2009), o curador Bené Fontes adota aproximações conceituais, materiais e corporais.
A esse respeito, é correto afirmar que
Respondida
Quanto à leitura de imagem, assinale a alternativa correta.
Respondida
Acerca da Abordagem Triangular, sistematizada pela educadora Ana Mae Barbosa, assinale a alternativa correta.
A
Atualmente, a abordagem triangular, sistematizada no século 20, deixou de ser considerada, por sua autora, como uma metodologia, visto que são as escolhas de cada professor que caracteriza, a metodologia.
B
A Abordagem Triangular é constituída por ações complexas decorrentes do ler – fazer – criar.
C
Assim como as perspectivas estadunidenses (DBAE) e europeias (Critical Studies), a Abordagem Triangular considera o processo de crítica, produção e estudos da História da Arte disciplinas próprias.
D
A Abordagem Triangular encontra-se no nível epistemológico do direcionamento de como fazer, indicando uma práxis e apresentando o desenho de uma Epistemologia da Arte e da Arte/Educação.
E
A prática como um dos eixos da Abordagem Triangular difere-se da práxis proposta por Paulo Freire.
Respondida
Sobre as danças indígenas brasileiras, assinale a alternativa correta.
A
A dança indígena é uma linguagem ritual de profunda associação entre o cotidiano e a dança, sendo marcada por celebrar somente os ciclos da natureza e os rituais de vida e de morte.
B
Quarup é uma madeira que dá nome a um ritual indígena o qual representa a despedida dos mortos e acontece sempre em noites de lua cheia.
C
Maracá é um instrumento musical indígena, classificado como idiofone de agitamento feito com cabaça, sementes, ou grãos secos que funciona como um chocalho usado apenas para puxar as danças e os ritmos binários.
D
A danças dos praiás é própria dos terreiros pankararus, em Pernambuco, e incorpora-se somente a uma festa que acontece na cerimônia alusiva a uma entidade sagrada chamada de “encantada”.
E
Diferentes etnias praticam danças de forma circular e, durante os rituais, com os joelhos quase sempre fletidos, batem com um dos pés no chão, manifestando a ligação dos povos com seus ancestrais e, diferentemente das danças afro-diaspóricas, não existe hibridação de cultura.
Respondida
A respeito das contribuições de Mercedes Baptista para a dança, assinale a alternativa correta.
A
Em 1948, Mercedes Baptista ingressou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro como a primeira bailarina negra e, tornou-se um marco inaugural na história da dança brasileira, permanecendo no corpo de baile por toda sua carreira profissional.
B
A atuação política de Katherine Dunham, frente a ausência negra nos espaços privilegiados da dança cênica, influenciou Mercedes Baptista que encontrou nas matrizes culturais afro-brasileiras, em terreiros de candomblé, elementos norteadores para a própria dança.
C
A técnica desenvolvida por Mercedes Baptista mescla apenas elementos do balé e da dança moderna americana para a criação de uma dança moderna brasileira.
D
Em 1953, foi criado o balé folclórico de Mercedes Baptista, mas não teve reconhecimento nem possibilidades de desenvolvimento artístico por falta de apoio institucional.
E
É em um momento de formulação para a cultura brasileira, em paralelo com o crescimento e com a implantação da indústria cultural de massa no País, que se revela o movimento negro da dança moderna brasileira realizada com menor preocupação técnica, mas com grande politização.
Respondida
Quanto à dança de salão, assinale a alternativa correta.
Respondida
Acerca dos batuques de umbigada e da respectiva história no Brasil, assinale a alternativa correta.
A
Os batuques de umbigada podem ser chamados como jongo do Sudeste, tambor de crioula no Maranhão, suça no Centro-Oeste, e tem raiz na ancestralidade negra. Foram fortemente reprimidos nas festas de cultura popular no Brasil Colonial, praticamente eliminados, e voltaram a fazer parte da história da dança com as políticas públicas de inclusão de patrimônio imaterial em 2008.
B
A ancestralidade negra bantu instaura-se também a partir do som do tambor que impede o esvaziamento da memória e que busca, com o tambor nos batuques de umbigada, uma separação da fé católica em seus ritos.
C
A performance negra é a expressão do negro no mundo, atravessado por suas memórias individuais e coletivas que reverberam em caráter resiliente ao tempo e ao espaço colonial.
D
A memória dramatizada é um conjunto de procedimentos verbais e não verbais destinados a fazer aparecerem os princípios simbólicos do grupo, os quais ativam a ancestralidade apenas nesses momentos de festa e de ritual.
E
É pela via da encruzilhada que se cria sujeitos históricos que são capazes de tecer a própria identidade por meio de processos de interação entre o passado ancestral, a performance e a respectiva singularidade.
Respondida
A respeito de Jean-Georges Noverre e as respectivas contribuições para o balé, assinale a alternativa correta.
Respondida
Acerca de circuitos elétricos lineares e as respectivas grandezas, assinale a alternativa correta.
A
Uma fonte de tensão alternada é assim denominada pelo fato de inverter periodicamente a polaridade da diferença de potencial que alimenta o circuito, mas não da corrente elétrica, condição em que teria uma fonte de corrente alternada.
B
Em eletricidade básica, os circuitos são geralmente analisados em termos da corrente convencional, cujo sentido é oposto ao do fluxo de elétrons, ou seja, do ponto de potencial mais negativo para o de potencial mais positivo.
C
A diferença de potencial, cuja unidade fundamental é o volt, indica a capacidade de realizar trabalho ao se imprimir um deslocamento aos elétrons, e é denominada voltagem na terminologia técnica.
D
Para se produzir corrente elétrica, as partículas eletricamente carregadas, positiva ou negativa, em um determinado material, devem se deslocar pelo efeito de uma tensão aplicada.
E
Ao carregar um componente dielétrico, para que este acumule uma carga de 20 C após 5 s, é necessário impor uma energização com corrente elétrica não inferior a 4 A.
Respondida
Observando o estilo narrativo de Jean Renoir e de Orson Welles, André Bazin aponta uma utilização menos acidental e mais sistemática da “profundidade de campo” e do que ele denominou plano-sequência. (...). Esse fenômeno da profundidade de campo tem a sua importância dramática. (...). De modo gral, quanto maior a profundidade de campo, maior é a possibilidade de concentrar informações num único plano.
XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico: a opacidade e a transparência. 2005, Paz e Terra, p. 80.
Considerando os ensaios teóricos de André Bazin e sua compreensão do realismo cinematográfico, assinale a alternativa correta.
A
Para Bazin, tanto Jean Renoir quanto Orson Welles são cineastas profundamente vinculados à montagem do cinema mudo, influenciados sobretudo pelos conceitos de montagem vindos de Eisenstein e Dziga Vertov.
B
Segundo Bazin, a fotografia e o cinema possuem o tempo e seu índice, e mesmo a possibilidade de “embalsamento”, como um vetor singular. Por isso, a montagem deve ser, dentro de uma estética vinda do neorrealismo italiano, incentivada em detrimento de uma valorização da autonomia do plano.
C
Ainda nos anos trinta, tanto Jean Renoir como Orson Welles sofrem influência direta do neorrealismo italiano, o que leva Bazin a criar uma teoria geral do realismo cinematográfico.
D
Embora tivesse um encantamento com a profundidade de campo e o plano-sequência, Bazin, propunha, nos anos cinquenta, uma valorização da montagem como forma de conceder unidade de sentido aos planos e aos filmes. O realismo ambíguo vindo da profundidade de campo, seria uma herança indireta do fascismo e dos fantasmas do pós-guerra que ainda atormentavam os filmes e a teoria cinematográfica produzida na Europa.
E
André Bazin observa uma nova tendência de decupagem, enquadramento, duração de plano e de investigação narrativa que emerge, ao longo da história do cinema, após o advento do cinema sonoro. A montagem, segundo Bazin, exercia uma predominância e centralidade na estética cinematográfica do cinema mudo. Por isso, o ensaísta francês percebe uma relevante novidade histórica e estilística do uso dramático da profundidade de campo e do planosequência em cineastas como Renoir e Welles.