Chega ao conhecimento do Ministério Público e da Polícia Civil
que na casa de Tício estava escondido um facão que seria
instrumento de crime de homicídio ocorrido no dia anterior,
ainda sujo com sangue do autor e da vítima. O Ministério Público
entra com pedido de busca e apreensão domiciliar, sendo
deferido pelo juiz. Com base nisso, monta operação com a Chefia
da Polícia Civil para cumprimento do mandado. Lá chegando,
porém, deparam-se com policiais militares, que, sem mandado,
aproveitaram que a residência estava vazia e encontraram o
facão, que estava em cima da mesa da sala. A Polícia Civil
formaliza o cumprimento do mandado e a apreensão do
instrumento, oferecendo o Ministério Público denúncia em face
de Tício. Em defesa prévia, o acusado alega a ilicitude da prova no
que tange ao facão. No caso, é correto afirmar que:
Foi instaurado inquérito policial, no Rio de Janeiro, para apurar as
condições da morte de Maria, que foi encontrada já falecida em
seu apartamento, onde residia sozinha, vítima de morte violenta.
As investigações se estenderam por cerca de três anos, sem que
fosse identificada a autoria delitiva, apesar de ouvidos os
familiares, o namorado e os vizinhos da vítima. Em razão disso, o
inquérito policial foi arquivado, nos termos da lei, por ausência
de justa causa. Seis meses após o arquivamento, superando a dor
da perda da filha, a mãe de Maria resolve comparecer ao seu
apartamento para pegar as roupas da vítima para doação.
Encontra, então, escondida no armário uma câmera de filmagem
e verifica que havia sido gravada uma briga entre a filha e um
amigo do seu namorado dois dias antes do crime, ocasião em que
este afirmou que sempre a amou e que se Maria não terminasse
o namoro “sofreria as consequências”. Considerando a situação
narrada, é correto afirmar que a filmagem:
Ministério Público ofereceu denúncia em face de José pela
prática do crime de apropriação indébita. Encerrada a instrução,
entende o promotor que José empregou fraude em momento
pretérito ao crime, de modo que a posse do bem em momento
algum foi lícita. Em razão disso, realiza aditamento à denúncia
para modificar os fatos narrados e imputar o crime de
estelionato. O aditamento é recebido e novas provas são
produzidas. Após o promotor pedir a condenação de acordo com
o aditamento, e a defesa, a absolvição, o magistrado condena
José nos termos da imputação originária, que é menos grave.
Diante do exposto, é correto afirmar, de acordo com o Código de
Processo Penal, que, com o aditamento do Ministério Público, foi
aplicado o instituto da:
Secretaria do Ministério Público recebe representação onde se
narra a prática de um crime comum por imputável em concurso
de agentes com adolescente, além de um crime militar em
conexão com o crime comum já mencionado. Diante da conexão
existente e das regras previstas no Código de Processo Penal, é
correto afirmar que:
O Delegado de Polícia, no ano de 2015, toma conhecimento da
existência de organização criminosa que atua na área da
circunscrição de sua Delegacia, razão pela qual instaura inquérito
policial para apurar a prática de delitos considerados de grande
gravidade. No curso das investigações, determinado indiciado
procura o Ministério Público, acompanhado de seu advogado,
manifestando interesse em realizar um acordo de colaboração
premiada, de modo a auxiliar na identificação dos demais
coautores. Para tanto, solicita esclarecimentos sobre os
requisitos, pressupostos e consequências dessa colaboração. No
caso, o Promotor de Justiça deverá esclarecer, de acordo com as
previsões da Lei nº 12.850/13, que:
Promotor de Justiça com atribuição recebe autos de inquérito
policial em que se apura a prática do crime de estupro de
vulnerável, crime este de ação penal pública incondicionada.
Entendendo que não há prova de que o crime ocorreu, 05 dias
após receber os autos, promove pelo arquivamento,
encaminhando o inquérito para homologação do magistrado.
Tomando conhecimento dessa informação, a avó da vítima
apresenta queixa em ação penal privada subsidiária da pública.
Considerando o fato narrado, é correto afirmar que tal queixa:
Chega notícia através da Ouvidoria do Ministério Público da prática
de determinado crime e que possivelmente haveria omissão da
Delegacia de Polícia na apuração. Em razão disso, o Promotor de
Justiça instaura procedimento de investigação criminal no âmbito da
própria Promotoria. Sobre o poder investigatório do Ministério
Público, de acordo com a atual jurisprudência dos Tribunais
Superiores, a conduta do promotor foi:
No que concerne aos recursos em matéria criminal, analise as proposições abaixo.
I - O efeito devolutivo é comum a todos os recursos.
II - Nas infrações de competência do Juizado Especial Criminal, o recurso cabível das decisões que não recebe
a denúncia é o de apelação para a Turma Recursal.
III - Nos crimes de competência originária dos tribunais, o recurso cabível das decisões que não recebe a
denúncia é o Recurso em Sentido Estrito.
IV - O ofendido ou sucessor que não se tenham habilitado terão o prazo de 10 (dez) dias para apelar,
contados da data em que se encerrou o prazo para o Ministério Público.