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Foram encontradas 29.798 questões.

3456275 Ano: 2024
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: IGEDUC
Orgão: TJ-PE
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Julgue o item subsequente.

Suspende-se o processo quando a advogada responsável pelo processo constituir a única patrona da causa e tornar-se mãe, sem abrangência para advogados homens ao tornarem-se pais.

 

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3456272 Ano: 2024
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: IGEDUC
Orgão: TJ-PE
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Julgue o item subsequente.

O devedor sempre será intimado para cumprir a sentença por edital, mesmo que tenha sido revel na fase de conhecimento e esteja com paradeiro conhecido.

 

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3456254 Ano: 2024
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: IGEDUC
Orgão: TJ-PE
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Julgue o item subsequente.

A morte ou a perda da capacidade processual de qualquer das partes, de seu representante legal ou de seu procurador resulta na extinção do processo, conforme o Novo Código de Processo Civil.

 

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3456251 Ano: 2024
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: IGEDUC
Orgão: TJ-PE
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Julgue o item subsequente.

A extinção do processo pode ocorrer por meio de uma sentença, e não existem outras formas ou decisões judiciais que possam encerrar um processo judicial.

 

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3456246 Ano: 2024
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: IGEDUC
Orgão: TJ-PE
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Julgue o item subsequente.

No novo Código de Processo Civil brasileiro, o cumprimento de sentença é tratado como uma fase processual autônoma, que se inicia automaticamente após o trânsito em julgado da decisão condenatória, sem a necessidade de uma nova citação do devedor, simplificando e agilizando o processo de execução de decisões judiciais.

 

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3456232 Ano: 2024
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: IGEDUC
Orgão: TJ-PE
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Julgue o item subsequente.

Quando há suspeição de um juiz, ele deve declarar-se suspeito e afastar-se do processo, sendo substituído por outro magistrado. Se o juiz não se afastar voluntariamente, as partes envolvidas no processo têm o direito de arguir sua suspeição através de um incidente processual específico. A decisão sobre a suspeição do juiz é então tomada por outro juiz ou por um órgão colegiado, dependendo do caso.

 

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3453256 Ano: 2024
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FGV
Orgão: TJ-MT
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Texto 1

Caio ajuizou ação de reintegração de posse em face de Tício, tendo por objeto imóvel de sua propriedade. Alegou-se, na petição inicial, da qual constou a menção à ação possessória de “força nova”, que o esbulho fora perpetrado pelo réu havia dois meses, de modo que, sem prejuízo da tutela jurisdicional definitiva, pleiteou-se a concessão de medida liminar reintegratória.

Apreciando a peça exordial e os documentos que a instruíram, o magistrado indeferiu o pleito liminar, embora tenha procedido ao juízo positivo de admissibilidade da ação.

No entanto, logo em seguida, Caio protocolizou nova petição, na qual requeria a concessão de tutela provisória para ser reintegrado de imediato na posse do imóvel, já então invocando, como fundamento, o fumus boni iuris e o periculum in mora, consubstanciados, respectivamente, no seu prévio exercício legítimo da posse sobre o bem e na progressiva deterioração de seu estado, inclusive com o risco de desabamento.

Em relação ao caso narrado no texto 1, é correto afirmar que:

 

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3453255 Ano: 2024
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FGV
Orgão: TJ-MT
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Texto 1

Caio ajuizou ação de reintegração de posse em face de Tício, tendo por objeto imóvel de sua propriedade. Alegou-se, na petição inicial, da qual constou a menção à ação possessória de “força nova”, que o esbulho fora perpetrado pelo réu havia dois meses, de modo que, sem prejuízo da tutela jurisdicional definitiva, pleiteou-se a concessão de medida liminar reintegratória.

Apreciando a peça exordial e os documentos que a instruíram, o magistrado indeferiu o pleito liminar, embora tenha procedido ao juízo positivo de admissibilidade da ação.

No entanto, logo em seguida, Caio protocolizou nova petição, na qual requeria a concessão de tutela provisória para ser reintegrado de imediato na posse do imóvel, já então invocando, como fundamento, o fumus boni iuris e o periculum in mora, consubstanciados, respectivamente, no seu prévio exercício legítimo da posse sobre o bem e na progressiva deterioração de seu estado, inclusive com o risco de desabamento.

Apreciando o novo requerimento de Caio, o juiz da causa tornou a indeferir a tutela provisória.

Em relação ao contexto relatado no texto 1, é correto afirmar que:

 

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3453185 Ano: 2024
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FGV
Orgão: TJ-MT
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Comodoro, superendividado, requereu ao juiz da comarca do seu domicílio a instauração de processo de repactuação de dívidas, para que fosse realizada audiência de conciliação com a presença de todos os credores de dívidas de consumo.

Na audiência, presidida pelo juiz, Comodoro apresentou plano de pagamento com prazo de quatro anos, para pagamento parcelado, sem incidência de juros de mora, e extinção das ações judiciais em curso. Apenas dois dos sete credores aceitaram a proposta e repactuaram as dívidas do consumidor.

Considerando-se a situação dos demais credores que não aderiram ao plano de pagamento e não integraram o acordo, é correto afirmar que:

 

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3453184 Ano: 2024
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FGV
Orgão: TJ-MT
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Guimarães levou sua família para jantar num restaurante da rede Teles Pires, de propriedade da sociedade empresária Azevedo Participações Ltda.

O veículo automotor de Guimarães foi recepcionado pelo manobrista do restaurante e conduzido para dentro do estacionamento – um serviço prestado como cortesia aos clientes. Ao sair do restaurante, Guimarães solicitou ao manobrista a retirada do veículo e, após esperar mais de 20 minutos, foi informado de que o veículo havia sido furtado por um passante que iludiu um dos manobristas, conseguiu abrir a porta do veículo, acionar a ignição do motor e dar partida.

Considerando-se os fatos e a posição pacificada no STJ sobre a responsabilidade civil pela guarda de veículo em estacionamentos, é correto afirmar que a sociedade empresária proprietária do restaurante:

 

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