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Guilherme, 38 anos de idade, em 31 de maio de 2024, na
cidade de Tubarão-SC, adentrou um Supermercado Carrefour
para adquirir produtos de limpeza, carnes e chocolates. Ele,
percebendo os valores dos produtos, sem violência ou grave
ameaça à pessoa, subtraiu, para si, uma caixa de chocolate,
avaliada em R$ 30 (trinta) reais. Ao sair do supermercado,
Guilherme é preso em flagrante delito pelos seguranças do
estabelecimento. Com base nos fatos narrados, marque a
afirmativa correta.
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À luz do regime constitucional das empresas estatais e do
entendimento recente firmado pelo Supremo Tribunal Federal
sobre a constitucionalidade do Art. 2º, I, da Lei nº 11.101/2005, é
correto afirmar que:
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A Construtora Monforte S/A, em recuperação judicial, requereu
ao juízo da 2ª Vara Cível da Comarca Beta autorização para
alienar dois imóveis que integram seu ativo não circulante, a fim
de honrar pagamento a fornecedor de serviços necessários para a
manutenção das atividades. A alienação dos imóveis não consta
como meio de recuperação previsto no plano de recuperação
judicial.
A requerente comprovou que se trata de crédito não sujeito aos efeitos da recuperação judicial e que o fornecedor continuou a prover a devedora dos serviços mesmo após o pedido recuperacional.
Considerando-se o cenário descrito, é correto afirmar que:
A requerente comprovou que se trata de crédito não sujeito aos efeitos da recuperação judicial e que o fornecedor continuou a prover a devedora dos serviços mesmo após o pedido recuperacional.
Considerando-se o cenário descrito, é correto afirmar que:
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O empresário individual José teve sua falência requerida pelo
credor Ourém & Bragança Ltda. em razão da inércia do devedor
no processo de execução por quantia certa, ajuizado pelo credor
no Juízo de Vara Única da Comarca Beta. O executado não pagou
a dívida, não depositou o valor em juízo, tampouco nomeou bens
à penhora. O título está protestado por falta de pagamento, mas
não foi submetido ao protesto falimentar.
Considerando-se tal situação fática e as disposições da Lei nº 11.101/2005, é correto afirmar que:
Considerando-se tal situação fática e as disposições da Lei nº 11.101/2005, é correto afirmar que:
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Átila praticou crime de lesão corporal contra Maria, sua esposa,
prevalecendo-se das relações domésticas e de coabitação. Átila
não tinha sido beneficiado anteriormente com qualquer medida
despenalizadora e confessou formal e integralmente o crime
perante a autoridade policial. O juiz decretou medida protetiva
de urgência em favor da ofendida, mas Átila a descumpriu de
maneira reiterada.
Nessa hipótese, poderá:
Nessa hipótese, poderá:
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Pedro é réu em ação penal ajuizada pelo Ministério Público pela
prática do crime de lesão corporal contra a mulher, por razões da
condição do sexo feminino, tipificada no Art. 129, §13, do Código
Penal. O Ministério Público requereu a concessão de medidas
protetivas de urgência para obrigar o agressor a ser afastado do
lar e ser proibido de aproximar-se ou manter contato com a
vítima, por qualquer meio de comunicação, o que foi deferido
pelo magistrado na decisão de recebimento da denúncia, com
fundamento no Art. 22, II e III, da Lei nº 11.340/2006. Encerrada a
instrução probatória, contudo, Pedro restou absolvido, por não
existir prova suficiente para a condenação, com fundamento no
Art. 386, VII, do CPP.
Nesse caso, é correto afirmar que, proferida a sentença absolutória:
Nesse caso, é correto afirmar que, proferida a sentença absolutória:
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Aos crimes previstos no Código Penal, podem ser cominadas penas de reclusão, detenção e multa.
Acerca das citadas penas, é correto afirmar que:
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- Código PenalCrimes Contra o PatrimônioFurto (arts. 155 e 156)
- Teoria Geral das PenasConcurso de CrimesCrime Continuado
César, no dia 10 de setembro de 2025, ingressou em um mercado
e subtraiu, para si, uma garrafa de espumante, avaliada em
R$ 400,00. No dia 03 de outubro de 2025, recorrendo ao mesmo
modo de execução, César subtraiu idêntica garrafa de
espumante, no mesmo mercado. Por fim, no dia 15 de outubro
de 2025, César foi abordado por seguranças quando se dirigia à
saída do mercado com uma garrafa de espumante sem o devido
pagamento. Confrontado pelo gerente do mercado, César
efetuou o pagamento das três garrafas. Posteriormente, os fatos
foram reportados à autoridade policial.
Sobre a narrativa acima, é correto afirmar que:
Sobre a narrativa acima, é correto afirmar que:
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- Teoria Geral das PenasPenas em EspécieEspécies e Cominação das PenasPrivativas de Liberdade
- Teoria Geral das PenasPenas em EspécieDosimetriaSegunda Fase: Agravantes e Atenuantes
Sobre a posição dos Tribunais Superiores a respeito da aplicação
da atenuante genérica da confissão, analise as afirmativas a
seguir.
I. Caio confessou a prática do delito e, na primeira fase, teve a pena-base fixada no mínimo legal, não havendo a incidência de circunstâncias agravantes. Nesse caso, não faz jus à atenuação da pena pela confissão.
II. Tício confessou, em sede policial, a prática do delito. No entanto, em juízo, retratou-se da confissão, de forma que esta não foi utilizada, em nenhum momento, para a formação da convicção do julgador. Assim, faz jus à atenuante da confissão.
III. Mévio confessou a prática do delito e celebrou acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, prevendo benefício amparado na legislação de regência. Assim, faz jus ao benefício acordado, sem prejuízo da atenuante da confissão espontânea.
IV. Epaminondas, múltiplo reincidente, confessou a prática delitiva. Nesse caso, não há compensação integral entre a reincidência e a confissão espontânea.
V. Múcio confessou a prática delitiva em sede policial, o que viabilizou a colheita de diversas provas. Em juízo, ele fez uso de seu direito ao silêncio, mas as provas colhidas a partir da confissão foram úteis à condenação. Nesse caso, faz jus à atenuante da confissão.
Está correto apenas o que se afirma em:
I. Caio confessou a prática do delito e, na primeira fase, teve a pena-base fixada no mínimo legal, não havendo a incidência de circunstâncias agravantes. Nesse caso, não faz jus à atenuação da pena pela confissão.
II. Tício confessou, em sede policial, a prática do delito. No entanto, em juízo, retratou-se da confissão, de forma que esta não foi utilizada, em nenhum momento, para a formação da convicção do julgador. Assim, faz jus à atenuante da confissão.
III. Mévio confessou a prática do delito e celebrou acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, prevendo benefício amparado na legislação de regência. Assim, faz jus ao benefício acordado, sem prejuízo da atenuante da confissão espontânea.
IV. Epaminondas, múltiplo reincidente, confessou a prática delitiva. Nesse caso, não há compensação integral entre a reincidência e a confissão espontânea.
V. Múcio confessou a prática delitiva em sede policial, o que viabilizou a colheita de diversas provas. Em juízo, ele fez uso de seu direito ao silêncio, mas as provas colhidas a partir da confissão foram úteis à condenação. Nesse caso, faz jus à atenuante da confissão.
Está correto apenas o que se afirma em:
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- Código PenalCrimes Contra a Dignidade SexualCrimes Contra a Liberdade Sexual (arts. 213 ao 216-A)Estupro (art. 213)
Denis, com intenção de verificar a castidade de sua filha Mariana,
de 15 anos de idade, inseriu os dedos em sua vagina. Ao perceber
que, supostamente, Mariana não seria mais virgem, passou a
apalpar-lhe os seios, mediante violência, além de com ela praticar
conjunção carnal como forma de punição pelo comportamento
sexual da vítima.
Em relação à conduta de Denis, é correto afirmar que se trata de:
Em relação à conduta de Denis, é correto afirmar que se trata de:
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