Durante a fiscalização de uma empresa, o Auditor Fiscal identifica que o administrador determinou que fossem omitidas operações de circulação de mercadorias. Para executar o plano, o administrador orientou o contador a deixar de lançar regularmente
as operações e a manter escrituração paralela. Um funcionário do setor operacional apenas seguia instruções de armazenar documentos em local separado, sem conhecer seu conteúdo. De acordo com a Lei nº 8.137/1990, que define os crimes contra a
ordem tributária, penalmente
O Prefeito do Município "A" deliberadamente ordenou a inscrição em restos a pagar de despesas sem prévio empenho. Cinco
meses após a prática do ato, e antes da formalização da acusação pelo Ministério Público, sobreveio lei municipal que, de forma
expressa, reconheceu como regulares - para fins contábeis e orçamentários – as inscrições realizadas, conferindo-lhes validade
retroativa. A partir da vigência da lei municipal, a conduta do Prefeito
A Auditora Fiscal Maria, no exercício da função, exigiu de empresa contribuinte o pagamento imediato de imposto incidente
sobre circulação de mercadorias expressamente isentas por lei complementar nacional, apesar de ter ciência inequívoca da
isenção vigente. Além disso, vinculou a não lavratura de auto de infração com multa qualificada à quitação do tributo indevido,
advertindo que a recusa poderia ensejar representação por crime tributário contra o administrador da empresa. Nesse caso, a
conduta de Maria configura a prática do delito de
Conforme os crimes em espécie previstos no Art. 99,
da Lei 10.741 de 2003, que dispõe sobre o Estatuto da
Pessoa Idosa, expor a perigo a integridade e a saúde,
física ou psíquica, da pessoa idosa, submetendo-a a
condições desumanas ou degradantes ou privando-a
de alimentos e cuidados obrigado a fazê-lo, ou sujeitando-a a trabalho
excessivo ou inadequado, sujeita o infrator à pena de: indispensáveis, quando
Um alto funcionário de uma sociedade de economia
mista, que detinha cargo de significativa confiança e
tinha acesso a informações estratégicas e confidentes
sobre a situação financeira e operacional da
companhia, descobriu, por meio de reuniões restritas,
que a empresa estava prestes a fechar um acordo que
afetaria expressivamente seu balanço. Baseando-se
nessa informação privilegiada, o funcionário efetuou
a compra de ações da companhia na bolsa,
antecipando a valorização decorrente do anúncio
oficial.
Considerando o caso acima, assinale a alternativa que
caracteriza CORRETAMENTE a conduta do
funcionário, considerando tanto a vertente penal
quanto a ética profissional:
Um servidor público lotado na Secretaria de Urbanismo,
aproveitando-se das facilidades de seu cargo e do acesso
livre a processos internos, atua como "procurador"
informal de uma construtora de um familiar. Ele utiliza seu
prestígio funcional e conhecimento dos trâmites para
agilizar a liberação de alvarás e influenciar decisões de
colegas em favor desse interesse particular, embora não
receba qualquer vantagem financeira direta para isso.
Diante da conduta descrita, em que o servidor patrocina
interesse privado perante a administração valendo-se da
sua qualidade de funcionário, o crime configurado é: