Thor foi acusado de apropriar-se de dinheiro sobre o qual
tinha posse em decorrência do cargo que ocupou na administração
pública, sendo servidor efetivo. Nos termos do Código Penal, o
réu cometeu crime de:
V. B., holandês habituado a adquirir pequenas porções de maconha no seu país de origem para o consumo pessoal, acredita ser possível adotar a mesma conduta no Brasil, desconhecendo a existência da norma penal incriminadora (art. 28 da Lei nº 11.343/2006).
Quando um serventuário se aproveita de seu cargo para se
apropriar de valores apreendidos durante uma operação que
visava investigar suposta prática de lavagem de capitais, ele
pratica crime de:
Enquanto caminhava pela vizinhança, um jovem presencia o
momento em que, ao escapar da casa de um vizinho, um cão
bravo se coloca na iminência de atacar uma criança. De
imediato, no intuito de conter o cachorro e proteger a criança,
valendo-se de uma barra de ferro encontrada no local, ele
desfere violento golpe contra a cabeça do animal, resultando
em sua morte.
Atendendo ao pedido de um vizinho, uma senhora permitiu que,
durante o período de estiagem, o gado dele se alimentasse de
um pasto seu que se encontrava em desuso. Ocorre que, após
a engorda dos animais em sua propriedade, ela recusou-se a
devolvê-los ao proprietário.
Um rapaz, motivado por ciúmes após o término de seu
relacionamento com a namorada, efetua disparos de arma de
fogo contra ela, que não vem a óbito por circunstâncias alheias
à vontade do agente.
Diante do exposto, conforme o Código Penal, o acusado
praticou:
O servidor público que retardar ou deixar de praticar
indevidamente ato de ofício ou praticá-lo contra disposição
expressa de lei para satisfazer interesse ou sentimento
pessoal responderá pelo crime de: