Reinaldo trabalha há quinze anos na sociedade X, que contratou
plano de saúde em favor de todos os seus empregados. As
mensalidades eram suportadas pela empresa. Os empregados, a
seu turno, contribuíam com uma porcentagem dos
procedimentos cirúrgicos e das internações a que se
submetessem. Em caso de demissão sem justa causa, Reinaldo:
A defesa dos interesses e direitos dos consumidores e das vítimas
será exercida em juízo a título coletivo quando se tratar de
interesses ou direitos (i) difusos, (ii) coletivos ou (iii) individuais
homogêneos.
Consoante a categorização acima, o legislador, no Código de
Defesa do Consumidor, atribuiu efeitos distintos à coisa julgada
nas ações coletivas.
Nesse sentido, a sentença fará coisa julgada:
I. ultra partes, mas limitadamente ao grupo, categoria ou
classe, salvo improcedência por insuficiência de provas,
quando se tratar de interesses ou direitos coletivos;
II. erga omnes, apenas no caso de procedência do pedido, para
beneficiar todas as vítimas e seus sucessores, quando se
tratar de interesses ou direitos individuais homogêneos;
III. erga omnes, exceto se o pedido for julgado improcedente por
insuficiência de provas, hipótese em que qualquer legitimado
poderá intentar outra ação, com idêntico fundamento
valendo-se de nova prova, quando se tratar de interesses ou
direitos difusos.
Está correto o que se afirma em:
A Lei nº 12.414/2011, sem prejuízo das disposições do Código de
Defesa do Consumidor, disciplina a formação e consulta a bancos
de dados instituídos ou mantidos por pessoas jurídicas de direito
privado, com informações de adimplemento de pessoas naturais
ou jurídicas para formação de histórico de crédito.
Um dos conceitos trazidos pela Lei é o de fonte, isto é, a pessoa
natural ou jurídica que conceda crédito, administre operações de
autofinanciamento ou realize venda a prazo ou outras transações
comerciais e empresariais que lhe impliquem risco financeiro,
inclusive as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco
Central do Brasil e os prestadores de serviços continuados de
água, esgoto, eletricidade, gás, telecomunicações e
assemelhados. As fontes são obrigadas a:
Um juiz instaurou processo de repactuação de dívidas a
requerimento de consumidor superendividado.
Sobre essa audiência e a eventual conciliação dela decorrente, é
correto afirmar que:
Com base no Código de Defesa do Consumidor (CDC) e no
entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), julgue os
itens a seguir.
I Em se tratando de danos individuais decorrentes de atividade
empresarial poluidora, é possível a aplicação das disposições
do CDC, reconhecendo-se o acidente de consumo e o
consumidor por equiparação.
II O Ministério Público não tem legitimidade ativa para atuar na
defesa de direitos individuais homogêneos de consumidores
em decorrência da prestação de serviço público.
III Uma pessoa jurídica que integre a cadeia de fornecimento de
um produto não pode ser considerada consumidora, em
nenhuma hipótese, em relação à pessoa jurídica que lhe
fornece insumos.
Heródoto adquiriu um produto não-durável, no qual constatou um vício aparente. Cícero, por sua vez, adquiriu um produto durável, o qual apresentou um defeito de fácil constatação. Assim sendo, nessa situação hipotética, considerando o disposto no Código de Defesa do Consumidor, é correto afirmar que o direito de Heródoto e Cícero reclamarem pelos vícios caduca, respectivamente, em:
Se em uma mesma ação, uma associação constituída há pelo menos um ano requer a indenização aos consumidores em razão de defeito do produto e a proibição da venda do produto, estão resguardados os interesses