Foram encontradas 27.454 questões.
Respondida
Fatos jurídicos são situações que têm consequências jurídicas, como aquisição, modificação ou extinção de direitos e deveres, dentre os quais encontram-se os negócios jurídicos. Com base nas normas regentes dos negócios jurídicos e suas definições, assinale a alternativa INCORRETA :
Respondida
Considerando o direito das obrigações, assinale a opção
correta.
A
Se a obrigação for de restituir coisa certa, e esta,
sem culpa do devedor, se perder antes da tradição,
sofrerá o devedor a perda, e a obrigação resolver-se- á,
ressalvados os seus direitos até o dia da perda.
B
Se a coisa se perder por culpa do devedor, responderá
este pelo equivalente, mais perdas e danos.
C
Se a coisa restituível se deteriorar com culpa do
devedor, recebê-la- á o credor, tal qual se ache, sem
direito a indenização, se por culpa do devedor.
D
Nas coisas determinadas pelo gênero e pela
quantidade, a escolha pertence ao credor, se o
contrário não resultar do título da obrigação. Todavia,
não poderá dar a coisa pior, nem será obrigado a
prestar a melhor.
E
Antes da escolha, não poderá o credor alegar perda ou
deterioração da coisa, ainda que por força maior ou
caso fortuito.
Respondida
Acerca do direito das obrigações, assinale a opção correta.
A
Deteriorada a coisa, sendo o devedor culpado, poderá
o credor resolver a obrigação, ou aceitar a coisa,
abatido do seu preço o valor que perdeu.
B
Sendo culpado o devedor, poderá o credor exigir o
equivalente, ou aceitar a coisa no estado em que se
acha, sem direito a reclamar, em um ou em outro
caso, indenização de perdas e danos.
C
A obrigação de dar coisa certa abrange os acessórios
dela, embora não mencionados, salvo se o contrário
resultar do título ou das circunstâncias do caso.
D
Até a tradição pertence ao credor a coisa, com os
seus melhoramentos e acrescidos, pelos quais poderá
exigir aumento no preço. Assim, se o credor não anuir,
poderá o devedor resolver a obrigação.
E
Os frutos percebidos são do credor, cabendo ao
devedor os pendentes.
Respondida
No que concerne aos negócios jurídicos, assinale a opção
correta.
A
Não dispondo a lei em contrário, a escritura pública
é essencial à validade dos negócios jurídicos que
visem à constituição, à transferência, à modificação
ou à renúncia de direitos reais sobre imóveis de valor
superior a 100 vezes o maior salário mínimo vigente
no País.
B
A manifestação de vontade subsiste, ainda que o
seu autor haja feito a reserva mental de não querer
o que manifestou, independentemente se, dela, o
destinatário tinha conhecimento.
C
O silêncio não gera anuência.
D
As partes poderão restritivamente pactuar regras
de interpretação, de preenchimento de lacunas e
de integração dos negócios jurídicos, salvo aquelas
previstas em lei.
E
No negócio jurídico celebrado com a cláusula de não
valer sem instrumento público, este é da substância
do ato.
Respondida
Em relação aos negócios jurídicos, assinale a opção correta.
Respondida
A respeito da Lei de Introdução às Normas do Direito
Brasileiro, assinale a opção correta
A
A Lei em vigor terá efeito imediato e geral, recaindo
também sobre o ato jurídico perfeito, o direito
adquirido e a coisa julgada.
B
Consideram-se adquiridos assim os direitos que o seu
titular, ou alguém por ele, possa exercer, como aqueles
cujo começo do exercício tenha termo pós- fixo, ou
condição preestabelecida alterável, a arbítrio de
outrem.
C
Reputa-se ato jurídico perfeito o já consumado
segundo a lei vigente ao tempo em que se efetuou.
D
Chama-se coisa julgada ou caso julgado a decisão
judicial de que já não caiba recurso, devendo, para
tanto, ser certificado o trânsito em julgado.
E
A Lei brasileira determina as regras sobre o começo
e o fim da personalidade, o nome, a capacidade e os
direitos de família.
Respondida
Acerca da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro,
assinale a opção correta.
Respondida
Em relação à Lei de Introdução às Normas do Direito
Brasileiro, assinale a opção correta.
Respondida
Pedro tem 15 anos e é jogador profissional de um grande clube
de futebol brasileiro. Em maio de 2024, outro grande clube inicia
tratativas com seu pai, João, para contratá-lo, dobrando seu
salário mensal para R$ 100.000,00.
O contrato é assinado no dia seguinte ao décimo sexto
aniversário de Pedro, sem assistência de seus genitores e
representantes legais.
Nesse caso, o negócio jurídico é:
A
existente, válido e eficaz, porque, embora não tenha sido
assinado pelo representante legal de Pedro, ele participou
das tratativas, o que supre a falta de assistência na
celebração do negócio jurídico;
B
existente, válido e eficaz, porque Pedro não era mais incapaz
ao tempo de sua assinatura, já que fora emancipado ao
completar 16 anos por possuir economias próprias;
C
inválido, porque, quando da assinatura, Pedro não era
emancipado, o que só ocorreria, nessa hipótese, após
autorização judicial e registro público;
D
inválido, porque, quando da assinatura, Pedro não era
emancipado, o que só ocorreria, nessa hipótese, após registro
público, sendo desnecessária a autorização judicial;
E
inválido, porque, quando da assinatura, Pedro não era
emancipado, o que só ocorreria, nessa hipótese, após
autorização judicial, sendo desnecessário o registro público.
Respondida
Serafim, com 79 anos, desapareceu sem deixar notícias há mais
de seis anos. Embora não tenha deixado bens, interessava aos
herdeiros a imediata sucessão em contrato de locação não
residencial, visando a fundamentar ação renovatória cujo prazo
decadencial se aproximava. Por isso, ingressaram diretamente
com a sucessão definitiva.
Nesse caso, à luz da jurisprudência do Superior Tribunal de
Justiça, é correto afirmar que:
A
não é possível ingressar diretamente com a sucessão
definitiva sem antes percorrer as demais fases do
procedimento de ausência; tampouco há interesse em se
socorrer do procedimento de ausência se não há bens
arrecadáveis;
B
é possível ingressar diretamente com a sucessão definitiva
sem antes percorrer as demais fases do procedimento de
ausência, porque Serafim já teria atingido 85 anos ao tempo
do requerimento e as últimas notícias a seu respeito datam
de mais de seis anos, mas não há interesse em se socorrer do
procedimento de ausência se não há bens arrecadáveis;
C
é possível ingressar diretamente com a sucessão definitiva
sem antes percorrer as demais fases do procedimento de
ausência, porque Serafim já teria atingido 85 anos ao tempo
do requerimento e as últimas notícias a seu respeito datam
de mais de seis anos; no mais, só há interesse em se socorrer
do procedimento de ausência se há bens, ainda que a
possibilidade de sua arrecadação seja deixada ao momento
próprio;
D
não é possível ingressar diretamente com a sucessão
definitiva sem antes percorrer as demais fases do
procedimento de ausência, se, ao tempo do
desaparecimento, o ausente tinha menos de 80 anos, mas
não é necessário que existam bens, arrecadáveis ou não, para
justificar o procedimento de ausência;
E
é possível ingressar diretamente com a sucessão definitiva
sem antes percorrer as demais fases do procedimento de
ausência, porque Serafim já teria atingido 85 anos ao tempo
do requerimento e as últimas notícias a seu respeito datam
de mais de seis anos; no mais, não é necessário que existam
bens, arrecadáveis ou não, para justificar o procedimento de
ausência.