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Foram encontradas 340 questões.

1614474 Ano: 2009
Disciplina: Educação Física
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
O neurologista Sir Ludwing Poppa Guttmann foi considerado o pai dos jogos paraolímpicos. Guttmann realizou competições com veteranos da II Guerra Mundial com lesões na medula. O sucesso dessas iniciativas levou à realização de uma competição mundial nos moldes das olimpíadas. Entre as alternativas abaixo qual delas inclui somente modalidades disputadas nos Jogos Paraolímpicos Nacionais?
 

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1614470 Ano: 2009
Disciplina: Administração Geral
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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O Diagrama de Ishikawa é uma ferramenta gráfica utilizada especificamente em:
 

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1614379 Ano: 2009
Disciplina: Geologia
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
A análise granulométrica do solo (análise textural) é realizada em três etapas:
 

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1614138 Ano: 2009
Disciplina: Farmácia
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
A farmácia hospitalar é uma unidade técnico-administrativa dirigida obrigatoriamente por um farmacêutico. É considerada como um serviço de apoio essencial ao hospital. Em relação a esse assunto, assinale a alternativa que NÃO contempla uma atividade básica da farmácia hospitalar:
 

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1612126 Ano: 2009
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
No laboratório de anatomia patológica, o material a ser examinado, microscopicamente, deve ser incluído em parafina para permitir:
 

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1612094 Ano: 2009
Disciplina: Radiologia
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
Sobre os princípios de Tomografia Computadorizada (TC) assinale a alternativa INCORRETA:
 

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1611936 Ano: 2009
Disciplina: Biologia
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
Qual o método de exame parasitológico baseado no hidrotermotropismo?
 

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1611842 Ano: 2009
Disciplina: Radiologia
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
Sobre a interação dos raios-x com a matéria, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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1611715 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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TEXTO I
Por que não limitar a entrada de capital?
Na semana passada, minha mulher, que não é economista, mas psicanalista, vendo o real voltar a se valorizar, disse-me que esse vaivém era muito ruim e, usando seu bom senso, perguntou por que não se limitavam a entrada e a saída de capitais. Não se limita a entrada de capitais, respondi-lhe, porque essa política vai contra os princípios fundamentalistas neoliberais aprendidos pelos economistas nas suas escolas e porque não interessa aos países ricos que os países em desenvolvimento tenham taxas de câmbio competitivas.
Já quanto à saída de capital, a história é outra: não se deve limitá-las porque isso é sinal de fragilidade financeira do País, sinal de que ele não controlou seu déficit público e aceitou o bom conselho de crescer com poupança externa , deixando assim que o País fosse inundado de 10 dólares, euros e ienes.
A taxa de câmbio é o preço que, se os mercados funcionassem como seus fundamentalistas supõem, flutuaria mantendo-se razoavelmente estável e garantindo o equilíbrio da conta corrente do País. Entretanto, como esse excelente coordenador da economia que é o mercado não é capaz de realizar essa tarefa específica, a flutuação da taxa de câmbio nos países em desenvolvimento tem um viés para o lado da apreciação que, não sendo corrigido pelo governo, termina em crise de balanço de pagamentos. As causas dessa tendência são estruturais, associadas à doença holandesa e à maior rentabilidade dos investimentos, às quais se somam às políticas da ortodoxia convencional de crescimento com poupança externa, âncora cambial e taxas de juros elevadas.
Dada a existência dessa volatilidade e, principalmente, dessa tendência à sobreapreciação, os países em desenvolvimento bem-sucedidos administram sua taxa de câmbio evitando que a sobreapreciação ocorra. No passado, faziam isso com o regime de câmbio fixo, mas aos poucos ficou claro que era melhor deixar a moeda nacional flutuar no mercado e, ao mesmo tempo, administrá-la. Essa era a prática recomendada por Keynes; é o que o bom senso determina. A ortodoxia neoliberal, porém, chama essa prática de flutuação suja , insiste em que o mercado é bom coordenador do câmbio, apesar de todas as evidências em contrário, e, novamente contra toda evidência, afirma que é impossível administrar o câmbio, e, finalmente, condena às chamas do inferno quem defender o controle de entradas quando os influxos de capital forem muito grandes; só economistas populistas poderiam fazer isso.
O problema não é apenas ideológico. Interessa aos operadores financeiros que haja flutuações no câmbio dos países em desenvolvimento porque essa é uma origem de seus ganhos. E principalmente interessa aos países ricos de onde nos vem a verdade econômica que a taxa de câmbio nos países em desenvolvimento tenda a ser alta. Dessa forma, sua desvantagem nos mercados internacionais causada por seus salários mais altos é compensada pelo câmbio sobreaquecido nos países em desenvolvimento, principalmente nos países de renda média que são seus grandes concorrentes.
O mal maior que os países em desenvolvimento enfrentam é a fragilidade financeira internacional. Se o País adotar uma política macroeconômica correta, baseada em orçamento público equilibrado, juros moderados e câmbio competitivo, o País não precisará controlar a entrada de capitais, a não ser em momentos especiais. Se ouvir o fundamentalismo, estará sempre à beira da crise e pedindo ajuda a seus concorrentes mais ricos.
Luiz Carlos Bresser-Pereira, 74 anos, professor emérito da FGV, ex-ministro da Fazenda, da
Administração e da Ciência e Tecnologia, em A TARDE, Salvador, 25-05-2009.
No último parágrafo do texto, o autor faz uma afirmação e aponta uma condição para que o país não precise recorrer, com tanta freqüência, à entrada de capitais. Qual alternativa contempla essa condição?
 

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1611612 Ano: 2009
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UNIVASF
Orgão: UNIVASF
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Com relação à Lei de Pareto, utilizada na gestão de estoques, pode-se afirmar que o conjunto de materiais que representam 20% dos itens estocados e, aproximadamente, 80% do valor do estoque são classificados como itens do tipo:

 

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