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Questão presente nas seguintes provas
1312482 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA

A aplicação de programas de qualidade na gestão e organização de biblioteca universitária envolve a seleção de ferramentas ou instrumentos auxiliares ao bibliotecário para identificação e solução de problemas na biblioteca. Numere a Coluna 2 de acordo com a Coluna 1, associando as ferramentas para gestão da qualidade utilizadas pelos serviços de informação.

Coluna 1

1. Fluxograma.

2. Diagrama de causa e efeito.

3. Tabela de controle.

4. Brainstorming.

5. Checklist.

Coluna 2

( ) Possibilita assegurar que todas as tarefas previstas foram realizadas e pode ser utilizada de maneira individual ou coletiva.

( ) Utilizada para controlar a variação de processos e as causas que originam as variações, permitindo diferenciar as causas comuns das causas especiais.

( ) Utilizado para auxiliar um grupo de pessoas a gerar o maior número possível de ideias em um prazo mínimo possível, envolvendo a criatividade e as ideias julgadas e contempladas.

( ) Possibilita a identificação da real necessidade das rotinas administrativas e suas implicações de alteração, tendo como foco a qualidade do serviço ou produto.

( ) Visa identificar, explorar e ressaltar todas as causas possíveis de um problema ou questão.

A ordem correta do preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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1298154 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA

A análise de um grupo de pessoas com características em comum, as investigações que o bibliotecário realiza para conhecer aspectos de uma população, seus hábitos e interesses oportunizam o conhecimento da comunidade que propicia às bibliotecas indicações reais para a determinação do acervo e dos serviços a serem prestados, atendendo aos anseios e necessidades da comunidade. Esse processo diz respeito:

 

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1291386 Ano: 2013
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA

A Resolução CFB nº 42, de 11 de janeiro de 2002, dispõe sobre ________________________________ que tem por objetivo fixar normas de conduta para as pessoas físicas e jurídicas que exerçam as atividades profissionais em Biblioteconomia.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

 

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1260980 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FUNDATEC
Orgão: UNIPAMPA

A estrutura de uma capa de trabalho acadêmico, segundo a NBR 14724:2011, deve apresentar alguns elementos obrigatórios. Assinale a alternativa que apresenta alguns desses elementos obrigatórios.

 

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Os atos da Administração Pública estão sujeitos a formas de controle interno e externo. Neste contexto, o controle exercido pelo Poder Judiciário:

 

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No Microsoft Excel 2007, a fórmula “=MÉDIA(10;14)” retorna:

 

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A questão refere-se ao texto abaixo:

Ai que gafe

É como se, de repente, as palavras saltassem à nossa frente e, quando nos damos conta, já dissemos aquilo de que, no segundo seguinte, nos arrependemos. É o lapso, o “fora”, a palavra que deveria ser evitada mas parece escapar – uma situação em geral constrangedora, da qual ninguém está livre. No palco, a gafe, uma instância da comédia burguesa, faz a plateia rir. Contudo, na vida cotidiana esse tipo de erro costuma ser muito constrangedor. Segundo o psicólogo social Daniel Wegner, da Universidade Harvard, em Cambridge, que estuda esses casos há mais de 20 anos, aqueles que tinha tendência a depressão, ansiedade ou timidez (e costumam ficar constrangidos e desconfortáveis quando em grupo) são os que levam mais a sério esses lapsos – e mais sofrem com eles.

Sigmund Freud já havia descrito este fenômeno, que ele nomeou genville (que se refere a uma ação executada contra a própria vontade) em 1895 em um de seus estudos sobre dispositivo O criador da psicanálise percebeu que muitas de suas pacientes que têm medo de fazer observações sem propósito ficavam particularmente incomodadas quando isso, eventualmente, ocorria. Entre as recatadas mulheres do início do século 20, um deslize era visto, principalmente por elas mesmas, como algo grave, que assumia sérias proporções em seu psiquismo. E, curiosamente, quanto mais tinham medo de cometer uma gafe, mais isso acontecia.

Em uma experiência clássica em psicologia, Wegner pediu aos participantes de um estudo para não pensar em um urso branco durante cinco minutos – e falar sobre aquilo que eles quisessem. Caso eles pensassem assim mesmo no animal, deviam tocar um sininho cada vez que isso acontecesse. Os resultados mostraram que os voluntários tinham disparado as campainhas em média 6 vezes e alguns chegaram a tocar 15 vezes! Após os experimentos, todos admitiram que ficaram então muito frustrados (e surpresos) por perderem o controle de seus pensamentos.

Para o psicólogo, mesmo que às vezes lamentáveis, essas situações representam um efeito secundário e quase que inevitável de nosso controle mental: é o que se chama de metacognição (do grego meta: mais longe, além, e do latim cognitivo: conhecer). Dois mecanismos que geralmente agem em histeria às vezes entram em descompasso: em condições normais, uma espécie de sinergia interno sinaliza o aparecimento de pensamentos inapropriados (porque eles são inadequados ao contexto ou porque nós estamos ocupados com outra tarefa e naquele momento é melhor deixá-los de lado). Logo que o censor emite um alarme, um segundo processo é disparado – o suprimento do pensamento indesejável. Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.

Esse mecanismo costuma funcionar muito bem, mas quando estamos estressados ou quando devemos realizar duas tarefas complexas ao mesmo tempo, ele pode falhar. Esses “erros irônicos” se produzem assim que os conteúdos reprimidos fogem do nosso controle. Mesmo que o recalque e a repressão sejam estratégias eficazes, frequentemente usadas, podem causar os lapsos, pois exigem muita atenção e investimento de recursos cognitivos.

Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/ai_que_gafe_.html.

Analise as propostas de substituição de palavras do texto e assinale M, para as que mantêm o sentido, ou A, para as que alteram.

( ) ‘instância’ por instituição.

( ) ‘tendência’ por propensão.

( ) ‘lamentáveis’ por bizarras.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Para responder à questão , analise a Figura 1.

Enunciado 1244055-1

Considere a planilha do Microsoft Excel 2007 apresentada na Figura 1. Considere que a célula A4 contém a fórmula “=SE(A1+A2/2<=A3;35;40)” e a célula A5 a fórmula “=CONT.SE(A1:A3;”<=9”)”. As células A4 e A5 mostrarão, respectivamente, os valores numéricos:

 

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A questão refere-se ao texto abaixo:

Ai que gafe

É como se, de repente, as palavras saltassem à nossa frente e, quando nos damos conta, já dissemos aquilo de que, no segundo seguinte, nos arrependemos. É o lapso, o “fora”, a palavra que deveria ser evitada mas parece escapar – uma situação em geral constrangedora, da qual ninguém está livre. No palco, a gafe, uma instância da comédia burguesa, faz a plateia rir. Contudo, na vida cotidiana esse tipo de erro costuma ser muito constrangedor. Segundo o psicólogo social Daniel Wegner, da Universidade Harvard, em Cambridge, que estuda esses casos há mais de 20 anos, aqueles que tinha tendência a depressão, ansiedade ou timidez (e costumam ficar constrangidos e desconfortáveis quando em grupo) são os que levam mais a sério esses lapsos – e mais sofrem com eles.

Sigmund Freud já havia descrito este fenômeno, que ele nomeou genville (que se refere a uma ação executada contra a própria vontade) em 1895 em um de seus estudos sobre dispositivo O criador da psicanálise percebeu que muitas de suas pacientes que têm medo de fazer observações sem propósito ficavam particularmente incomodadas quando isso, eventualmente, ocorria. Entre as recatadas mulheres do início do século 20, um deslize era visto, principalmente por elas mesmas, como algo grave, que assumia sérias proporções em seu psiquismo. E, curiosamente, quanto mais tinham medo de cometer uma gafe, mais isso acontecia.

Em uma experiência clássica em psicologia, Wegner pediu aos participantes de um estudo para não pensar em um urso branco durante cinco minutos – e falar sobre aquilo que eles quisessem. Caso eles pensassem assim mesmo no animal, deviam tocar um sininho cada vez que isso acontecesse. Os resultados mostraram que os voluntários tinham disparado as campainhas em média 6 vezes e alguns chegaram a tocar 15 vezes! Após os experimentos, todos admitiram que ficaram então muito frustrados (e surpresos) por perderem o controle de seus pensamentos.

Para o psicólogo, mesmo que às vezes lamentáveis, essas situações representam um efeito secundário e quase que inevitável de nosso controle mental: é o que se chama de metacognição (do grego meta: mais longe, além, e do latim cognitivo: conhecer). Dois mecanismos que geralmente agem em histeria às vezes entram em descompasso: em condições normais, uma espécie de sinergia interno sinaliza o aparecimento de pensamentos inapropriados (porque eles são inadequados ao contexto ou porque nós estamos ocupados com outra tarefa e naquele momento é melhor deixá-los de lado). Logo que o censor emite um alarme, um segundo processo é disparado – o suprimento do pensamento indesejável. Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.

Esse mecanismo costuma funcionar muito bem, mas quando estamos estressados ou quando devemos realizar duas tarefas complexas ao mesmo tempo, ele pode falhar. Esses “erros irônicos” se produzem assim que os conteúdos reprimidos fogem do nosso controle. Mesmo que o recalque e a repressão sejam estratégias eficazes, frequentemente usadas, podem causar os lapsos, pois exigem muita atenção e investimento de recursos cognitivos.

Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/ai_que_gafe_.html.

Analise as afirmações que são feitas em relação aos sinais de pontuação.

I. A vírgula destacada no texto no primeiro parágrafo (2ª ocorrência) separa um adjunto adverbial.

II. As duas primeiras vírgulas destacadas do primeiro parágrafo separam um aposto.

III. A vírgula destacado no terceiro parágrafo poderia ser suprimida, sem causar qualquer tipo de incorreção.

Quais estão INCORRETAS?

 

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