Foram encontradas 50 questões.
O registro MARC (Machine Readable Cataloging Record) é um registro catalográfico legível por computador. Sobre os elementos que compõem o MARC, pode-se afirmar que:
I. A descrição de um item bibliográfico inclui somente o título, a edição e a descrição física.
II. A entrada principal e as entradas secundárias constituem os pontos de acesso, ou seja, o ponto de recuperação no catálogo que possibilita a procura de um item pelo usuário.
III. O cabeçalho de assunto deve ser consistente para assegurar que todos os itens estarão reunidos no mesmo lugar do catálogo.
IV. O uso do número de chamada tem como finalidade organizar o mesmo assunto dos itens agrupados nas estantes para facilitar o acesso.
Quais estão corretas?
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Sabe-se que a representação documentária é apresentada como produtos. Qual das alternativas representa esses produtos?
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O processo de busca em bases de dados (impressas ou eletrônicas) se constitui em um serviço de informação que o profissional da biblioteca universitária é solicitado. Considere as afirmativas abaixo e marque V, se verdadeira e F, se falsa.
( ) As bases de dados legíveis por máquinas são adquiridas por diversos centros de informática que desenvolveram programas convertendo as bases em um formato comum de processamento.
( ) O serviço de buscas e base de dados sofreu grandes mudanças desde o início da década de 2000.
( ) Revocação é o termo denominado para a recuperação de itens pertinentes na base de dados.
( ) Ao avaliar uma atividade de busca de dados de base em uma biblioteca universitária, torna-se importante a retroalimentação por parte dos usuários para se obter alguma forma de controle de qualidade no atendimento da necessidade de informação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A biblioteca universitária deve atender aos princípios da acessibilidade como um dos componentes importantes para a permanência do acadêmico com deficiência na universidade. Sobre os aspectos da acessibilidade, considere as assertivas abaixo:
I. O conceito de acessibilidade envolve diversos tipos de barreiras que impedem o pleno acesso e participação das pessoas com deficiência na vida social e cultural.
II. A acessibilidade metodológica e pedagógica refere-se às barreiras enfrentadas nas trocas sociais e nas modalidades comunicativas caracterizando um determinado contexto social.
III. A acessibilidade informacional refere-se à eliminação de barreiras de acesso à informação por meio da disponibilização em diferentes formatos e adaptados à variação funcional e física das pessoas.
IV. A acessibilidade se caracteriza em múltiplos aspectos e se apresenta como uma questão de direitos humanos.
Quais estão corretas?
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Conforme dispõe a Lei nº 9.784/99, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, inexistindo disposição específica, os atos do órgão ou autoridade responsável pelo processo e dos administrados que dele participam devem ser praticados no prazo de:
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A questão refere-se ao texto abaixo:
Ai que gafe
É como se, de repente, as palavras saltassem à nossa frente e, quando nos damos conta, já dissemos aquilo de que, no segundo seguinte, nos arrependemos. É o lapso, o “fora”, a palavra que deveria ser evitada mas parece escapar – uma situação em geral constrangedora, da qual ninguém está livre. No palco, a gafe, uma instância da comédia burguesa, faz a plateia rir. Contudo, na vida cotidiana esse tipo de erro costuma ser muito constrangedor. Segundo o psicólogo social Daniel Wegner, da Universidade Harvard, em Cambridge, que estuda esses casos há mais de 20 anos, aqueles que tinha tendência a depressão, ansiedade ou timidez (e costumam ficar constrangidos e desconfortáveis quando em grupo) são os que levam mais a sério esses lapsos – e mais sofrem com eles.
Sigmund Freud já havia descrito este fenômeno, que ele nomeou genville (que se refere a uma ação executada contra a própria vontade) em 1895 em um de seus estudos sobre dispositivo O criador da psicanálise percebeu que muitas de suas pacientes que têm medo de fazer observações sem propósito ficavam particularmente incomodadas quando isso, eventualmente, ocorria. Entre as recatadas mulheres do início do século 20, um deslize era visto, principalmente por elas mesmas, como algo grave, que assumia sérias proporções em seu psiquismo. E, curiosamente, quanto mais tinham medo de cometer uma gafe, mais isso acontecia.
Em uma experiência clássica em psicologia, Wegner pediu aos participantes de um estudo para não pensar em um urso branco durante cinco minutos – e falar sobre aquilo que eles quisessem. Caso eles pensassem assim mesmo no animal, deviam tocar um sininho cada vez que isso acontecesse. Os resultados mostraram que os voluntários tinham disparado as campainhas em média 6 vezes e alguns chegaram a tocar 15 vezes! Após os experimentos, todos admitiram que ficaram então muito frustrados (e surpresos) por perderem o controle de seus pensamentos.
Para o psicólogo, mesmo que às vezes lamentáveis, essas situações representam um efeito secundário e quase que inevitável de nosso controle mental: é o que se chama de metacognição (do grego meta: mais longe, além, e do latim cognitivo: conhecer). Dois mecanismos que geralmente agem em histeria às vezes entram em descompasso: em condições normais, uma espécie de sinergia interno sinaliza o aparecimento de pensamentos inapropriados (porque eles são inadequados ao contexto ou porque nós estamos ocupados com outra tarefa e naquele momento é melhor deixá-los de lado). Logo que o censor emite um alarme, um segundo processo é disparado – o suprimento do pensamento indesejável. Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.
Esse mecanismo costuma funcionar muito bem, mas quando estamos estressados ou quando devemos realizar duas tarefas complexas ao mesmo tempo, ele pode falhar. Esses “erros irônicos” se produzem assim que os conteúdos reprimidos fogem do nosso controle. Mesmo que o recalque e a repressão sejam estratégias eficazes, frequentemente usadas, podem causar os lapsos, pois exigem muita atenção e investimento de recursos cognitivos.
Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/ai_que_gafe_.html.
Associe a Coluna 1 à Coluna 2, considerando a relação entre letras e fonemas das palavras retiradas do texto.
Coluna 1
1. Mais letras que fonemas.
2. Menos letras que fonemas.
3. Número igual de letras e fonemas.
Coluna 2
( ) clássica
( ) assim
( ) resultados
( ) frustrados
( ) complexas
( ) exigem
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A internet é determinante como sistema de geração, armazenagem e disseminação da informação e influencia diretamente para um sistema informatizado de gerenciamento de bibliotecas. Com relação a esse aspecto, Almeida Jr. (2004) considera que:
I. As fontes de informação eletrônicas, via internet, possibilitam o acesso à informação e ao conhecimento e transformam-se em instrumentos de trabalho para os profissionais bibliotecários que devem prover de informações relevantes às bibliotecas.
II. A internet, como ferramenta, possui suas especificidades que determinam formas de conteúdos e posturas dos bibliotecários e usuários, por isso seus textos veiculados devem ser curtos, rápidos e sucintos.
III. A informação pública necessita de maior grau de conhecimento e de informação empresarial e tecnológica, enquanto a informação especializada pode ser disponível para todos e voltada para a cidadania.
IV. Uma das características do documento eletrônico disponível na internet é o hipertexto que deve possuir um texto estabelecendo conexões com muitos outros textos relacionados com a mesma estrutura do documento.
Quais estão corretas?
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Nos termos da Lei nº 8.112/90, que institui regime jurídico dos servidores civis da União, o afastamento do servidor para exercício de mandato eletivo:
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A questão refere-se ao texto abaixo:
Ai que gafe
É como se, de repente, as palavras saltassem à nossa frente e, quando nos damos conta, já dissemos aquilo de que, no segundo seguinte, nos arrependemos. É o lapso, o “fora”, a palavra que deveria ser evitada mas parece escapar – uma situação em geral constrangedora, da qual ninguém está livre. No palco, a gafe, uma instância da comédia burguesa, faz a plateia rir. Contudo, na vida cotidiana esse tipo de erro costuma ser muito constrangedor. Segundo o psicólogo social Daniel Wegner, da Universidade Harvard, em Cambridge, que estuda esses casos há mais de 20 anos, aqueles que tinha tendência a depressão, ansiedade ou timidez (e costumam ficar constrangidos e desconfortáveis quando em grupo) são os que levam mais a sério esses lapsos – e mais sofrem com eles.
Sigmund Freud já havia descrito este fenômeno, que ele nomeou genville (que se refere a uma ação executada contra a própria vontade) em 1895 em um de seus estudos sobre dispositivo O criador da psicanálise percebeu que muitas de suas pacientes que têm medo de fazer observações sem propósito ficavam particularmente incomodadas quando isso, eventualmente, ocorria. Entre as recatadas mulheres do início do século 20, um deslize era visto, principalmente por elas mesmas, como algo grave, que assumia sérias proporções em seu psiquismo. E, curiosamente, quanto mais tinham medo de cometer uma gafe, mais isso acontecia.
Em uma experiência clássica em psicologia, Wegner pediu aos participantes de um estudo para não pensar em um urso branco durante cinco minutos – e falar sobre aquilo que eles quisessem. Caso eles pensassem assim mesmo no animal, deviam tocar um sininho cada vez que isso acontecesse. Os resultados mostraram que os voluntários tinham disparado as campainhas em média 6 vezes e alguns chegaram a tocar 15 vezes! Após os experimentos, todos admitiram que ficaram então muito frustrados (e surpresos) por perderem o controle de seus pensamentos.
Para o psicólogo, mesmo que às vezes lamentáveis, essas situações representam um efeito secundário e quase que inevitável de nosso controle mental: é o que se chama de metacognição (do grego meta: mais longe, além, e do latim cognitivo: conhecer). Dois mecanismos que geralmente agem em histeria às vezes entram em descompasso: em condições normais, uma espécie de sinergia interno sinaliza o aparecimento de pensamentos inapropriados (porque eles são inadequados ao contexto ou porque nós estamos ocupados com outra tarefa e naquele momento é melhor deixá-los de lado). Logo que o censor emite um alarme, um segundo processo é disparado – o suprimento do pensamento indesejável. Segundo essa teoria, o controle mental evita a revelação de pensamentos indesejáveis, monitorando a atenção e fazendo com que tentemos de forma consciente nos concentrar em outra coisa.
Esse mecanismo costuma funcionar muito bem, mas quando estamos estressados ou quando devemos realizar duas tarefas complexas ao mesmo tempo, ele pode falhar. Esses “erros irônicos” se produzem assim que os conteúdos reprimidos fogem do nosso controle. Mesmo que o recalque e a repressão sejam estratégias eficazes, frequentemente usadas, podem causar os lapsos, pois exigem muita atenção e investimento de recursos cognitivos.
Fonte: texto adaptado - http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/ai_que_gafe_.html.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as conjunções ou locuções conjuntivas retiradas do texto à sua classificação gramatical, considerando o contexto de uso.
Coluna 1
1. Explicativa.
2. Concessiva.
3. Proporcional.
4. Temporal.
5. Conformidade.
Coluna 2
( ) quanto mais
( ) porque
( ) Logo que
( ) Segundo
( ) Mesmo que
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Os clássicos da Administração influenciaram com as suas teorias da qualidade o ambiente organizacional que podem ser aplicados na gestão e organização de bibliotecas, influenciando a gestão de pessoas, a gestão da qualidade e a gestão de rotinas. Daí a importância do profissional bibliotecário identificar as diferentes teorias propostas.
Numere a Coluna 2 de acordo com a Coluna 1, associando os teóricos às escolas e suas propostas.
Coluna 1
1. Taylor.
2. Fayol.
3. Mayo.
4. Deming.
5. Crosby.
6. Ishikawa.
Coluna 2
( ) Propõe a necessidade de comprometimento da cúpula da empresa, como liderança, com o programa de qualidade como uma obrigação de todos, respeitando o ciclo de busca e aperfeiçoamento contínuos de produtos e de serviços.
( ) Aponta a necessidade de especialização de funções para melhor resultado e menor custo em uma visão estruturalista na organização do trabalho, com o controle do ser humano em seu ambiente de trabalho.
( ) Defende o controle de qualidade nas instituições em todas as instâncias de hierarquia criando um modelo prático para o combate das causas de origem de perdas e desperdícios centrado na Regra dos 5S.
( ) Propõe, a partir dos seus estudos, a organização do trabalho baseada na premissa da produtividade como função direta da satisfação no trabalho centrado no ser humano, visando o bem comum e a melhor realização das suas atividades profissionais.
( ) Defende que as funções administrativas devem ser distribuídas entre a cúpula com as outras funções da organização apontando os “14 Princípios Gerais da Administração” e enfatizando o papel dos administradores profissionais para o sucesso das organizações.
( ) Propõe a qualidade como um objetivo universal estimulando a liderança como um compromisso definitivo dos administradores, prevenindo erros e possibilitando diminuição de custos e economia de recursos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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