Foram encontradas 309 questões.
Três socorristas do time de resposta rápida (TRR) do
hospital estão reanimando uma paciente de 4 anos
de idade internada em uma enfermaria, que está em
parada cardíaca por assistolia há 4 minutos. A criança
já está intubada com uma cânula sem balonete (cuff),
e a relação massagem cardíaca e ventilação não está
sendo realizada de forma sincronizada. O socorrista da
massagem está fazendo uma frequência de 110/min, e o
socorrista da ventilação com bolsa valva e reservatório
de oxigênio está fazendo 15 a 20 incursões por minuto.
O socorrista que está comprimindo o tórax, o faz com
uma profundidade de cerca de 5 cm.
Qual das orientações é a mais correta para adequar esse atendimento às recomendações mais atuais?
Qual das orientações é a mais correta para adequar esse atendimento às recomendações mais atuais?
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Enzo, um menino de 7 anos de idade, é trazido ao
médico pelos pais devido a queixas escolares crescentes nos últimos dois anos. A professora relata que Enzo
tem dificuldade em permanecer sentado por longos
períodos, interrompe as aulas frequentemente, “sonha
acordado” durante as atividades e não consegue completar as tarefas, mesmo as mais simples, por falta de
foco. Os pais descrevem-no como “ligado no 220 V”
desde os 3 anos, com energia inesgotável, dificuldade em obedecer regras e impulsividade. Relatam que,
ultimamente, ele tem se mostrado muito ansioso em
situações sociais e apresenta dificuldade para dormir.
Em alguns momentos de grande frustração com as
tarefas escolares, a mãe notou pequenos cortes superficiais que Enzo faz na coxa com uma régua. O pai do
menino revela ter tido “déficit de atenção” não tratado na
infância. Ao exame físico, Enzo é ativo e alerta, sem dismorfias, nem visceromegalias ou achados neurológicos
focais. Os pais expressam preocupação e não querem
introdução de medicação.
Qual é a conduta correta?
Qual é a conduta correta?
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Escolar, sexo masculino, com 3 anos de idade, com síndrome de Down, já recebeu o esquema de rotina com
todas as vacinas disponíveis no Programa Nacional de
Imunizações até essa idade.
De acordo com as indicações para vacinação em Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), qual vacina é indicada para esse paciente no CRIE?
De acordo com as indicações para vacinação em Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), qual vacina é indicada para esse paciente no CRIE?
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Pré-escolar, sexo feminino, com 4 anos de idade, é levada à emergência pelos pais com surgimento abrupto, há
3 dias, de petéquias, equimoses difusas e um episódio
de epistaxe leve. Há história de um quadro febril e coriza
há aproximadamente 2 semanas, já resolvido. A criança
encontra-se ativa, alerta, eupneica e corada, sem queixas de dor ou outros sintomas. Ao exame físico, não
são observadas visceromegalias ou linfonodomegalias.
Os resultados dos exames laboratoriais iniciais são:
Hemoglobina: 12.5 g/dL
Leucócitos totais: 8.500/mm3 (neutrófilos: 50%, linfócitos: 45%, monócitos: 5%) Plaquetas: 14.000/mm3
Esfregaço de sangue periférico: plaquetas presentes em número reduzido, com algumas de tamanho aumentado; ausência de blastos.
Considerando o quadro clínico e laboratorial, qual é a conduta mais adequada?
Hemoglobina: 12.5 g/dL
Leucócitos totais: 8.500/mm3 (neutrófilos: 50%, linfócitos: 45%, monócitos: 5%) Plaquetas: 14.000/mm3
Esfregaço de sangue periférico: plaquetas presentes em número reduzido, com algumas de tamanho aumentado; ausência de blastos.
Considerando o quadro clínico e laboratorial, qual é a conduta mais adequada?
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Lactente de 3 meses de idade, previamente hígido,
é trazido à emergência com história de tosse que se
intensificou nas últimas duas semanas, evoluindo para
crises paroxísticas seguidas de engasgos e episódios
de apneia, filmados e apresentados pela mãe. A mãe,
que amamenta exclusivamente, relata ter tido uma tosse “persistente e arrastada” há cerca de um mês, sem
febre, que durou mais de 6 semanas e que, agora, está
melhorando. O cartão vacinal do lactente está atualizado. Ao exame físico, o lactente encontra-se afebril,
com boa coloração de pele e a ausculta pulmonar revela sibilos esparsos bilateralmente. Hemograma mostra
leucocitose de 25.000/mm3
com 80% de linfócitos.
Considerando o quadro clínico e laboratorial, qual é a conduta correta, de acordo com as orientações atuais do Ministério da Saúde?
Considerando o quadro clínico e laboratorial, qual é a conduta correta, de acordo com as orientações atuais do Ministério da Saúde?
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Mãe comparece à emergência pediátrica com seus filhos
gêmeos de 8 meses de idade, João e Pedro, ambos
apresentando diarreia aquosa (8 episódios em 24h) e
vômitos há 24 horas. João apresenta-se irritado, com
olhos encovados e sede, bebendo solução de reidratação
oral (SRO) com avidez. Contudo, tem vomitado frequentemente (4 episódios nas últimas 3 horas) e recusa-se a
aceitar mais SRO por via oral. Seus pulsos são cheios e
seu tempo de enchimento capilar (TEC) é de 2 segundos.
Pedro encontra-se letárgico e sonolento, com olhos muito
encovados, não consegue beber nada por via oral devido
à sua condição e aos vômitos persistentes. O sinal da
prega abdominal desaparece em mais de 2 segundos.
O TEC é de 4 segundos, e não há hipotensão.
Considerando os diferentes estados de hidratação dos lactentes e as recomendações atuais do Ministério da Saúde para o manejo da diarreia e da desidratação, qual é a conduta terapêutica mais adequada e imediata para João e Pedro, respectivamente?
Considerando os diferentes estados de hidratação dos lactentes e as recomendações atuais do Ministério da Saúde para o manejo da diarreia e da desidratação, qual é a conduta terapêutica mais adequada e imediata para João e Pedro, respectivamente?
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RN, sexo masculino, com 3 dias de vida, nascido a termo, receberá alta da maternidade, sem apresentar quaisquer intercorrências durante os primeiros dias de vida.
O médico recebe a informação de que o pai da criança foi
recentemente diagnosticado com tuberculose bacilífera e
iniciou tratamento antibiótico há 5 dias.
Assinale a alternativa correta sobre a conduta para essa criança, de acordo com as recomendações atuais do Ministério da Saúde.
Assinale a alternativa correta sobre a conduta para essa criança, de acordo com as recomendações atuais do Ministério da Saúde.
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RN do sexo feminino, 2 dias de vida, nascida a termo por
parto pélvico, é avaliada no berçário. O médico, com a
RN em decúbito dorsal sobre uma superfície firme, com
quadris e joelhos fletidos a 90 graus, e pés voltados para
si, procede à realização da seguinte manobra semiológica: com o polegar posicionado na face interna da coxa
(trocânter menor) e os dedos na face externa (trocânter
maior), o médico realiza um movimento de adução forçada e pressão posterior (para trás) sobre o fêmur direito.
Nesse momento, sente-se uma sensação de deslizamento da cabeça femoral para fora do acetábulo, acompanhada pela percepção de um discreto estalido.
Assinale a alternativa correta sobre essa manobra.
Assinale a alternativa correta sobre essa manobra.
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RN de 12 dias de vida, a termo, nascido de parto vaginal, é levado à consulta de puericultura. A mãe relata que
o bebê está “muito amarelinho” desde o 5o
dia de vida.
O bebê mama exclusivamente no seio materno, com boa
pega, suga vigorosamente por 15 a 20 minutos em cada
mama, 8 a 10 vezes ao dia, e a mãe não refere dor ou
dificuldades na amamentação. Ganhou 400 g em comparação ao peso de nascimento, que foi 3.200 g, tendo chegado ao peso mínimo de 3.050 g no terceiro dia de vida.
Molha de 6 a 8 fraldas por dia, com evacuações amareladas, pastosas e abundantes. Ao exame físico, o RN
está ativo, alerta, bem hidratado e ictérico (++/4+), sem
hepatoesplenomegalia. Exames laboratoriais revelam
bilirrubina total de 15 mg/dL (bilirrubina indireta 14 mg/dL),
TSH neonatal normal e Coombs direto negativo.
Qual é a conduta mais correta para esse lactente?
Qual é a conduta mais correta para esse lactente?
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Recém-nascido de termo, com 3 dias de vida, pesando 3.200 g, é avaliado em maternidade. A mãe, de
28 anos de idade, teve sífilis primária diagnosticada
no 1o
trimestre (VDRL 1:64) e foi tratada com 3 doses
semanais de penicilina benzatina 2,4 milhões UI IM.
No prontuário, consta que a última dose da mãe foi
administrada 20 dias antes do parto. O RN teve Apgar
9/10, está em aleitamento materno exclusivo, ativo, com
exame físico completamente normal. O VDRL sérico do
RN é 1:8, e o hemograma com plaquetas, bem como a
radiografia de ossos longos, são normais. O líquor
(LCR) ainda não foi coletado, por problemas no laboratório da maternidade.
Considerando o quadro clínico materno e neonatal e as diretrizes atuais de manejo da sífilis congênita, qual é a conduta correta para esse RN?
Considerando o quadro clínico materno e neonatal e as diretrizes atuais de manejo da sífilis congênita, qual é a conduta correta para esse RN?
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