Enzo, um menino de 7 anos de idade, é trazido ao
médico pelos pais devido a queixas escolares crescentes nos últimos dois anos. A professora relata que Enzo
tem dificuldade em permanecer sentado por longos
períodos, interrompe as aulas frequentemente, “sonha
acordado” durante as atividades e não consegue completar as tarefas, mesmo as mais simples, por falta de
foco. Os pais descrevem-no como “ligado no 220 V”
desde os 3 anos, com energia inesgotável, dificuldade em obedecer regras e impulsividade. Relatam que,
ultimamente, ele tem se mostrado muito ansioso em
situações sociais e apresenta dificuldade para dormir.
Em alguns momentos de grande frustração com as
tarefas escolares, a mãe notou pequenos cortes superficiais que Enzo faz na coxa com uma régua. O pai do
menino revela ter tido “déficit de atenção” não tratado na
infância. Ao exame físico, Enzo é ativo e alerta, sem dismorfias, nem visceromegalias ou achados neurológicos
focais. Os pais expressam preocupação e não querem
introdução de medicação.
Qual é a conduta correta?
Qual é a conduta correta?
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