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Homem de 56 anos, com síndrome nefrótica secundária a diabetes mellitus tipo 2, prolapso da válvula mitral e osteoartrite, é avaliado no 3o dia após artroplastia do quadril esquerdo, com quadro de dispneia de início há 1 dia. Os seus medicamentos em uso incluem: insulina glargina, insulina lispro, atorvastatina (40 mg/dia), losartana (100 mg/dia) e enoxaparina (60 mg subcutânea, 1 x dia). Ao exame físico: temperatura: 36,8 ºC; frequência cardíaca: 112 bpm; frequência respiratória: 24 irpm; pressão arterial: 118 x 72 mmHg; saturação arterial de oxigênio: 91% com cateter nasal 2 L/min; turgência venosa jugular 2+/4; cardiovascular: ritmo regular com um sopro sistólico crescente de grau 3+/6 no ápice; ausculta pulmonar limpa; há dor e edema 2+/4 em extremidade inferior esquerda; a incisão cirúrgica está normal. A radiografia do tórax é notável pelo borramento do ângulo costofrênico direito. O painel sérico metabólico é normal. O eletrocardiograma mostra taquicardia sinusal e alterações inespecíficas da onda T.
Nesse momento, o próximo passo recomendado é
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Mulher de 79 anos de idade apresenta febre e dor de cabeça, que pioram gradualmente há 3 dias. Em seguida, desenvolve visão turva e rigidez na nuca. O líquido cefalorraquidiano mostra pleocitose leve, sem organismos à coloração pelo Gram. Uma ressonância magnética com contraste é feita e apresenta um padrão de realce que sugere rombencefalite. Todas as culturas de sangue e líquor são negativas. Considerando a principal etiologia do quadro descrito, constitui o antibiótico que tem excelente espectro contra esse germe:
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Homem de 50 anos é avaliado com o relato de 6 meses de fraqueza muscular proximal progressiva, fadiga, mialgias e parestesias em extremidades distais. Refere também obstipação e rouquidão leve. O histórico é relevante para obesidade, hiperlipidemia e hipertensão arterial, em uso de atorvastatina (10 mg/dia) e lisinopril (20 mg/dia). O exame físico confirma a presença de fraqueza na cintura pélvica e na cintura escapular; os reflexos estão normais, embora a fase de relaxamento esteja retardada. O nível de creatina quinase é de 12.000 U/L. Qual das seguintes alternativas é a mais adequada para esse paciente?
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Homem de 64 anos é atendido no hospital após tratamento de um infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST com implante de stent na artéria descendente anterior esquerda há 1 dia. Ele agora anda pelos corredores sem qualquer limitação. Atualmente, o seu regime de medicação inclui aspirina, atorvastatina, clopidogrel e succinato de metoprolol (50 mg/dia). A angiografia coronária revelou uma artéria coronária principal esquerda normal. Foi observada doença obstrutiva na coronária descendente anterior média e tratada com um stent farmacológico. A artéria coronária direita apresentava irregularidades luminais mínimas não obstrutivas. Havia uma lesão curta e tubular de 70% na circunflexa esquerda média. A taxa instantânea livre de onda (iFR) dessa lesão foi de 0,95. Nesse caso, qual exame deve ser solicitado antes da alta hospitalar?
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Homem de 45 anos, com diagnóstico prévio de cardiomiopatia não isquêmica e insuficiência cardíaca sistólica crónica, apresenta aumento de peso de 7 kg, edema periférico, agravamento da dispneia ao esforço e ortopneia. Não há dor torácica. O exame físico é notável pela distensão venosa jugular, ausculta com crepitações em bases pulmonares e edema simétrico bilateral de extremidades inferiores com cacifo (depressão). O eletrocardiograma de 12 derivações não mostra ondas Q ou alterações no segmento ST. Os exames laboratoriais iniciais são notáveis por uma creatinina sérica de 1,2 mg/dL, nível de peptídeo natriurético tipo B de 2.850 pg/mL e troponina I de 0,12 ng/mL (normal < 0,03 ng/mL). Ele é internado e recebe diuréticos por via intravenosa com furosemida. Exames laboratoriais repetidos no dia seguinte revelam um nível de troponina I de 0,11 ng/mL. A elevação da troponina desse paciente é ocasionada por
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Mulher de 25 anos é avaliada com o relato de 3 anos de dor nas articulações das mãos, com rigidez matinal que dura mais de 1 hora. Ela também apresenta erupção cutânea facial fotossensível intermitente, fadiga e febre subjetiva intermitente. Ao exame físico: os sinais vitais estão normais; há sensibilidade à palpação com edema das articulações metacarpofalângicas bilateralmente. Hemograma completo, nível de creatinina sérica e análise da urina estão normais. A velocidade de sedimentação é de 35 mm/h. Em face do exposto, qual teste diagnóstico é o mais adequado a ser realizado a seguir?
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Mulher de 65 anos é atendida com relato de mal-estar geral há 1 semana. Ela iniciou o tratamento com omeprazol, sinvastatina e aspirina cinco semanas antes, após um ataque isquêmico transitório. O seu nível sérico de creatinina era de 1,38 mg/dL, e a análise da urina era normal à época. Ao exame físico: temperatura: 37,1 ºC; pressão arterial: 133 x 81 mmHg; frequência respiratória: 18 irpm; saturação de oxigênio em ar ambiente: 97%; nota-se edema leve simétrico nos pés 1+/4. A análise da urina revela proteína 2+/4, leucócitos 1+/4 e sangue negativo. Exames séricos atuais: creatinina: 3,88 mg/dL; proteína C reativa: 53 mg/L (normal: < 10); hemoglobina 11,5 g/dL. Ultrassom abdominal com rins de tamanho normal, sem obstruções. Nessa paciente, considerando o quadro renal, o mecanismo mais provável para a alteração é proteinúria
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Homem de 48 anos é avaliado com quadro de hipertensão arterial de difícil de controle, apesar do uso regular das medicações (anlodipino: 10 mg/dia; clortalidona: 25 mg/dia; losartana: 100 mg/dia). Não há dor torácica, dispneia ou palpitações. Ele pratica exercício físico (caminha 45 minutos, três vezes por semana) e nega tabagismo, uso de bebida alcoólica ou consumo de substâncias ilícitas. Ao exame físico: frequência cardíaca: 78 bpm; pressão arterial: 178/102 mmHg em ambos os braços; ausculta cardíaca e pulmonar normais; extremidades sem edema. Exames séricos: sódio: 145 mEq/L; potássio 3,5 mEq/L; bicarbonato arterial: 34 mEq/L; creatinina 1,0 mg/dL. A atividade da renina plasmática é 0,5 ng/mL/h (normal: 0,3 a 5,8), concentração plasmática de aldosterona: 18 ng/dL (normal: 1 a 16). Para esse paciente, o próximo passo de escolha deve ser:
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Homem de 32 anos é avaliado por causa do que ele chama de dor de cabeça em região frontal e “sinusal”. A dor de cabeça ocorre 2 ou 3 vezes por mês e é acompanhada por pressão facial e rinorreia ocasional. Descansar em um quarto escuro e silencioso proporciona algum alívio. Os sintomas desaparecem em 1 ou 2 dias, independentemente do tratamento. Ele já tentou vários tipos de descongestionantes e anti-histamínicos, sem sucesso. Preparações de acetaminofeno-aspirina-cafeína proporcionam alívio mínimo. Ele está atualmente sintomático. O paciente está ansioso com seu quadro; o rosto está sensível à palpação; os sinais vitais são normais; exame neurológico sem alterações. Diante do exposto, o diagnóstico mais provável para esse paciente é:
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Homem de 35 anos apresenta dor torácica progressiva há três semanas, de intensidade 6+/10, contínua, e localizada em região anterior do tórax. A dor piora à inspiração e é aliviada ao sentar-se para a frente. Não há antecedente médico relevante. Ao exame físico: temperatura: 38,1 ºC; frequência cardíaca: 104 bpm; pressão arterial: 118 x 68 mmHg; frequência respiratória: 20 irpm; exame cardíaco com 1a e 2a bulhas normais, sem 3a bulha, com atrito pericárdico; pulmões normais; não há edema periférico. A avaliação laboratorial é notável pela contagem de leucócitos de 17.000/mm3 e proteína C reativa de 98 mg/L (normal: até 10). O teste para HIV é negativo. Nesse cenário, o manejo inicial recomendado é
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