Foram encontradas 100 questões.


Tendo as figuras acima como motivadoras e em relação às artes, julgue o item a seguir.
O repente (conhecido também como desafio) é uma tradição brasileira cuja origem remonta aos trovadores medievais. Especialmente forte no Nordeste brasileiro, é uma mescla entre poesia e música, na qual predomina o improviso – a criação de versos “de repente”. O repente possui diversos modelos de métrica e rima, e seu canto costuma ser acompanhado de instrumentos musicais (violão, viola, pandeiro, acordeon).
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Tendo as figuras acima como motivadoras e em relação às artes, julgue o item a seguir.
A Catedral de Brasília, projetada por Lúcio Costa, é um monumento representativo do período Art Noveau, por seu equilíbrio, suas curvas e sua configuração espacial.
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Tendo as figuras acima como motivadoras e em relação às artes, julgue o item a seguir.
O Bumba meu boi é uma manifestação folclórica que envolve elementos próprios da linguagem teatral, como dramaturgia, personagens, enredo, diálogos, adereços, música, espaço cênico, indumentária.
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Tendo as figuras acima como motivadoras e em relação às artes, julgue o item a seguir.
A música sertaneja surgiu apenas na década de 60 do século passado, e é derivada do fado, música triste e sentimental, trazida para o Brasil por imigrantes portugueses.
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Acocorada junto às pedras que serviam de trempe, a saia de ramagens entalada entre as coxas, sinha Vitória soprava o fogo. Uma nuvem de cinza voou dos tições e cobriu-lhe a cara, a fumaça inundou-lhe os olhos, o rosário de contas brancas e azuis desprendeu-se do cabeção e bateu na panela. Sinha Vitória limpou as lágrimas com as costas das mãos, encarquilhou as pálpebras, meteu o rosário no seio e continuou a soprar com vontade, enchendo muito as bochechas. Labaredas lamberam as achas de angico, esmoreceram, tornaram a levantar-se e espalharam-se entre as pedras. Sinha Vitória aprumou o espinhaço e agitou o abano. Uma chuva de faíscas mergulhou num banho luminoso a cachorra Baleia, que se enroscava no calor e cochilava embalada pelas emanações da comida. Sentindo a deslocação do ar e a crepitação dos gravetos, Baleia despertou, retirou-se prudentemente, receosa de sapecar o pêlo, e ficou observando maravilhada as estrelinhas vermelhas que se apagavam antes de tocar o chão. Aprovou com um movimento de cauda aquele fenômeno e desejou expressar a sua admiração à dona. Chegou-se a ela em saltos curtos, ofegando ergueu-se nas pernas traseiras, imitando gente. Mas sinha Vitória não queria saber de elogios.
– Arreda!
Deu um pontapé na cachorra, que se afastou humilhada e com sentimentos revolucionários.
Graciliano Ramos. Vidas Secas. Rio de Janeiro: Record, 2003.
Considerando a obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos, e o fragmento acima, julgue os item seguinte.
É correto afirmar que a personagem da cadela Baleia sofre, no texto, um processo de desumanização graças à maneira como o autor descreve as suas ações.
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Acocorada junto às pedras que serviam de trempe, a saia de ramagens entalada entre as coxas, sinha Vitória soprava o fogo. Uma nuvem de cinza voou dos tições e cobriu-lhe a cara, a fumaça inundou-lhe os olhos, o rosário de contas brancas e azuis desprendeu-se do cabeção e bateu na panela. Sinha Vitória limpou as lágrimas com as costas das mãos, encarquilhou as pálpebras, meteu o rosário no seio e continuou a soprar com vontade, enchendo muito as bochechas. Labaredas lamberam as achas de angico, esmoreceram, tornaram a levantar-se e espalharam-se entre as pedras. Sinha Vitória aprumou o espinhaço e agitou o abano. Uma chuva de faíscas mergulhou num banho luminoso a cachorra Baleia, que se enroscava no calor e cochilava embalada pelas emanações da comida. Sentindo a deslocação do ar e a crepitação dos gravetos, Baleia despertou, retirou-se prudentemente, receosa de sapecar o pêlo, e ficou observando maravilhada as estrelinhas vermelhas que se apagavam antes de tocar o chão. Aprovou com um movimento de cauda aquele fenômeno e desejou expressar a sua admiração à dona. Chegou-se a ela em saltos curtos, ofegando ergueu-se nas pernas traseiras, imitando gente. Mas sinha Vitória não queria saber de elogios.
– Arreda!
Deu um pontapé na cachorra, que se afastou humilhada e com sentimentos revolucionários.
Graciliano Ramos. Vidas Secas. Rio de Janeiro: Record, 2003.
Considerando a obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos, e o fragmento acima, julgue os item seguinte.
Conforme a construção ficcional do texto, sinha Vitória tem com o fogo uma relação basicamente utilitária, enquanto Baleia o configura de forma estética.
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Acocorada junto às pedras que serviam de trempe, a saia de ramagens entalada entre as coxas, sinha Vitória soprava o fogo. Uma nuvem de cinza voou dos tições e cobriu-lhe a cara, a fumaça inundou-lhe os olhos, o rosário de contas brancas e azuis desprendeu-se do cabeção e bateu na panela. Sinha Vitória limpou as lágrimas com as costas das mãos, encarquilhou as pálpebras, meteu o rosário no seio e continuou a soprar com vontade, enchendo muito as bochechas. Labaredas lamberam as achas de angico, esmoreceram, tornaram a levantar-se e espalharam-se entre as pedras. Sinha Vitória aprumou o espinhaço e agitou o abano. Uma chuva de faíscas mergulhou num banho luminoso a cachorra Baleia, que se enroscava no calor e cochilava embalada pelas emanações da comida. Sentindo a deslocação do ar e a crepitação dos gravetos, Baleia despertou, retirou-se prudentemente, receosa de sapecar o pêlo, e ficou observando maravilhada as estrelinhas vermelhas que se apagavam antes de tocar o chão. Aprovou com um movimento de cauda aquele fenômeno e desejou expressar a sua admiração à dona. Chegou-se a ela em saltos curtos, ofegando ergueu-se nas pernas traseiras, imitando gente. Mas sinha Vitória não queria saber de elogios.
– Arreda!
Deu um pontapé na cachorra, que se afastou humilhada e com sentimentos revolucionários.
Graciliano Ramos. Vidas Secas. Rio de Janeiro: Record, 2003.
Considerando a obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos, e o fragmento acima, julgue os item seguinte.
A palavra “lágrimas” refere-se certamente ao sentimento de sinha Vitória diante da miséria em que se achava.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Acocorada junto às pedras que serviam de trempe, a saia de ramagens entalada entre as coxas, sinha Vitória soprava o fogo. Uma nuvem de cinza voou dos tições e cobriu-lhe a cara, a fumaça inundou-lhe os olhos, o rosário de contas brancas e azuis desprendeu-se do cabeção e bateu na panela. Sinha Vitória limpou as lágrimas com as costas das mãos, encarquilhou as pálpebras, meteu o rosário no seio e continuou a soprar com vontade, enchendo muito as bochechas. Labaredas lamberam as achas de angico, esmoreceram, tornaram a levantar-se e espalharam-se entre as pedras. Sinha Vitória aprumou o espinhaço e agitou o abano. Uma chuva de faíscas mergulhou num banho luminoso a cachorra Baleia, que se enroscava no calor e cochilava embalada pelas emanações da comida. Sentindo a deslocação do ar e a crepitação dos gravetos, Baleia despertou, retirou-se prudentemente, receosa de sapecar o pêlo, e ficou observando maravilhada as estrelinhas vermelhas que se apagavam antes de tocar o chão. Aprovou com um movimento de cauda aquele fenômeno e desejou expressar a sua admiração à dona. Chegou-se a ela em saltos curtos, ofegando ergueu-se nas pernas traseiras, imitando gente. Mas sinha Vitória não queria saber de elogios.
– Arreda!
Deu um pontapé na cachorra, que se afastou humilhada e com sentimentos revolucionários.
Graciliano Ramos. Vidas Secas. Rio de Janeiro: Record, 2003.
Considerando a obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos, e o fragmento acima, julgue os item seguinte.
O texto pode ser dividido em três partes, tendo em vista a ação dos personagens, conforme a ordem a seguir:
I) apresentação de ações de Baleia;
II) apresentação de ações de sinha Vitória;
III) conflito entre sinha Vitória e Baleia.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Acocorada junto às pedras que serviam de trempe, a saia de ramagens entalada entre as coxas, sinha Vitória soprava o fogo. Uma nuvem de cinza voou dos tições e cobriu-lhe a cara, a fumaça inundou-lhe os olhos, o rosário de contas brancas e azuis desprendeu-se do cabeção e bateu na panela. Sinha Vitória limpou as lágrimas com as costas das mãos, encarquilhou as pálpebras, meteu o rosário no seio e continuou a soprar com vontade, enchendo muito as bochechas. Labaredas lamberam as achas de angico, esmoreceram, tornaram a levantar-se e espalharam-se entre as pedras. Sinha Vitória aprumou o espinhaço e agitou o abano. Uma chuva de faíscas mergulhou num banho luminoso a cachorra Baleia, que se enroscava no calor e cochilava embalada pelas emanações da comida. Sentindo a deslocação do ar e a crepitação dos gravetos, Baleia despertou, retirou-se prudentemente, receosa de sapecar o pêlo, e ficou observando maravilhada as estrelinhas vermelhas que se apagavam antes de tocar o chão. Aprovou com um movimento de cauda aquele fenômeno e desejou expressar a sua admiração à dona. Chegou-se a ela em saltos curtos, ofegando ergueu-se nas pernas traseiras, imitando gente. Mas sinha Vitória não queria saber de elogios.
– Arreda!
Deu um pontapé na cachorra, que se afastou humilhada e com sentimentos revolucionários.
Graciliano Ramos. Vidas Secas. Rio de Janeiro: Record, 2003.
Considerando a obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos, e o fragmento acima, julgue os item seguinte.
Como autor do regionalismo, Graciliano Ramos preocupa-se em empregar no seu texto uma linguagem literária sempre muito próxima da fala do sertanejo.
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Tecendo a manhã
Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito que um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.
E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.
A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que, tecido, se eleva por si: luz balão.
João Cabral de Melo Neto. A educação pela pedra.
Rio de Janeiro: Alfaguara /Objetiva, 2007, p. 219.
Com base no fragmento de texto acima, julgue o item.
Os “fios dos gritos dos galos”, no poema, são independentes dos “fios de sol”, com os quais, por isso mesmo, não mantêm relação nenhuma de sentido.
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