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O momento seguinte da expansão da economia industrial foi desencadeado pelo advento da chamada Segunda Revolução Industrial, também intitulada de Revolução Científico-Tecnológica, ocorrida de meados do século à sua plena configuração em 1870. Apesar de ser comumente denominada de “segundo momento da industrialização”, a Revolução Científico-Tecnológica, na realidade, é muito mais complexa, ampla e profunda do que um mero desdobramento da primeira, como o nome poderia sugerir. Ela representava, de fato, um salto enorme, tanto em termos qualitativos quanto quantitativos, em relação à primeira manifestação da economia mecanizada. Resultando da aplicação das mais recentes descobertas científicas aos processos produtivos, ela possibilitou, entre outros eventos, o desenvolvimento nas áreas da microbiologia, da bacteriologia e da bioquímica, com efeitos dramáticos sobre a produção e conservação de alimentos, e na farmacologia, medicina, higiene e profilaxia, com um impacto decisivo sobre o controle das moléstias, a natalidade e o prolongamento da vida.
No curso de seus desdobramentos, surgiram, apenas para se ter uma breve idéia: a seringa hipodérmica, a anestesia, a penicilina, o estetoscópio, o medidor de pressão arterial, os processos de pasteurização e esterilização, os adubos artificiais, os vasos sanitários com descarga automática e o papel higiênico, a escova de dente e o dentifrício, o sabão em pó, os refrigerantes gasosos, o fogão a gás, o aquecedor elétrico, o refrigerador e os sorvetes, as comidas enlatadas, as cervejas engarrafadas.
Nicolau Sevcenko. História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, p. 9-11 (com adaptações).
Tendo por referência o texto acima e os contextos a que ele remete, julgue os itens seguintes.
Contrariamente ao que ocorreu no Brasil, os outros países da América Latina, assim que se tornaram independentes da Espanha, industrializaram-se graças à abolição do trabalho escravo, à efetivação da reforma agrária e à opção pelo regime monárquico.
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O momento seguinte da expansão da economia industrial foi desencadeado pelo advento da chamada Segunda Revolução Industrial, também intitulada de Revolução Científico-Tecnológica, ocorrida de meados do século à sua plena configuração em 1870. Apesar de ser comumente denominada de “segundo momento da industrialização”, a Revolução Científico-Tecnológica, na realidade, é muito mais complexa, ampla e profunda do que um mero desdobramento da primeira, como o nome poderia sugerir. Ela representava, de fato, um salto enorme, tanto em termos qualitativos quanto quantitativos, em relação à primeira manifestação da economia mecanizada. Resultando da aplicação das mais recentes descobertas científicas aos processos produtivos, ela possibilitou, entre outros eventos, o desenvolvimento nas áreas da microbiologia, da bacteriologia e da bioquímica, com efeitos dramáticos sobre a produção e conservação de alimentos, e na farmacologia, medicina, higiene e profilaxia, com um impacto decisivo sobre o controle das moléstias, a natalidade e o prolongamento da vida.
No curso de seus desdobramentos, surgiram, apenas para se ter uma breve idéia: a seringa hipodérmica, a anestesia, a penicilina, o estetoscópio, o medidor de pressão arterial, os processos de pasteurização e esterilização, os adubos artificiais, os vasos sanitários com descarga automática e o papel higiênico, a escova de dente e o dentifrício, o sabão em pó, os refrigerantes gasosos, o fogão a gás, o aquecedor elétrico, o refrigerador e os sorvetes, as comidas enlatadas, as cervejas engarrafadas.
Nicolau Sevcenko. História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, p. 9-11 (com adaptações).
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Embora ainda não industrializada, a sociedade brasileira oitocentista teve acesso a diversos produtos manufaturados, oriundos dos países exportadores da Europa, especialmente Inglaterra e França.
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O momento seguinte da expansão da economia industrial foi desencadeado pelo advento da chamada Segunda Revolução Industrial, também intitulada de Revolução Científico-Tecnológica, ocorrida de meados do século à sua plena configuração em 1870. Apesar de ser comumente denominada de “segundo momento da industrialização”, a Revolução Científico-Tecnológica, na realidade, é muito mais complexa, ampla e profunda do que um mero desdobramento da primeira, como o nome poderia sugerir. Ela representava, de fato, um salto enorme, tanto em termos qualitativos quanto quantitativos, em relação à primeira manifestação da economia mecanizada. Resultando da aplicação das mais recentes descobertas científicas aos processos produtivos, ela possibilitou, entre outros eventos, o desenvolvimento nas áreas da microbiologia, da bacteriologia e da bioquímica, com efeitos dramáticos sobre a produção e conservação de alimentos, e na farmacologia, medicina, higiene e profilaxia, com um impacto decisivo sobre o controle das moléstias, a natalidade e o prolongamento da vida.
No curso de seus desdobramentos, surgiram, apenas para se ter uma breve idéia: a seringa hipodérmica, a anestesia, a penicilina, o estetoscópio, o medidor de pressão arterial, os processos de pasteurização e esterilização, os adubos artificiais, os vasos sanitários com descarga automática e o papel higiênico, a escova de dente e o dentifrício, o sabão em pó, os refrigerantes gasosos, o fogão a gás, o aquecedor elétrico, o refrigerador e os sorvetes, as comidas enlatadas, as cervejas engarrafadas.
Nicolau Sevcenko. História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, p. 9-11 (com adaptações).
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A Revolução Industrial, cuja primeira característica foi a mecanização, modificou a face das cidades, o ritmo de trabalho e a vida das pessoas, ao promover a substituição da economia capitalista de mercado pela economia artesanal familiar.
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O momento seguinte da expansão da economia industrial foi desencadeado pelo advento da chamada Segunda Revolução Industrial, também intitulada de Revolução Científico-Tecnológica, ocorrida de meados do século à sua plena configuração em 1870. Apesar de ser comumente denominada de “segundo momento da industrialização”, a Revolução Científico-Tecnológica, na realidade, é muito mais complexa, ampla e profunda do que um mero desdobramento da primeira, como o nome poderia sugerir. Ela representava, de fato, um salto enorme, tanto em termos qualitativos quanto quantitativos, em relação à primeira manifestação da economia mecanizada. Resultando da aplicação das mais recentes descobertas científicas aos processos produtivos, ela possibilitou, entre outros eventos, o desenvolvimento nas áreas da microbiologia, da bacteriologia e da bioquímica, com efeitos dramáticos sobre a produção e conservação de alimentos, e na farmacologia, medicina, higiene e profilaxia, com um impacto decisivo sobre o controle das moléstias, a natalidade e o prolongamento da vida.
No curso de seus desdobramentos, surgiram, apenas para se ter uma breve idéia: a seringa hipodérmica, a anestesia, a penicilina, o estetoscópio, o medidor de pressão arterial, os processos de pasteurização e esterilização, os adubos artificiais, os vasos sanitários com descarga automática e o papel higiênico, a escova de dente e o dentifrício, o sabão em pó, os refrigerantes gasosos, o fogão a gás, o aquecedor elétrico, o refrigerador e os sorvetes, as comidas enlatadas, as cervejas engarrafadas.
Nicolau Sevcenko. História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, p. 9-11 (com adaptações).
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Apesar de ter sido o berço da Revolução Industrial, a Europa não abrigou as descobertas científicas da Revolução Científico- Tecnológica a que se refere o texto, em razão da prioridade dada ao cercamento dos campos e à mecanização.
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No curso de seus desdobramentos, surgiram, apenas para se ter uma breve idéia: a seringa hipodérmica, a anestesia, a penicilina, o estetoscópio, o medidor de pressão arterial, os processos de pasteurização e esterilização, os adubos artificiais, os vasos sanitários com descarga automática e o papel higiênico, a escova de dente e o dentifrício, o sabão em pó, os refrigerantes gasosos, o fogão a gás, o aquecedor elétrico, o refrigerador e os sorvetes, as comidas enlatadas, as cervejas engarrafadas.
Nicolau Sevcenko. História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, p. 9-11 (com adaptações).
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Com a Revolução Científico-Tecnológica, foram introduzidas, no Brasil, nas três primeiras décadas do século XX, linhas de produção de aparelhos eletroeletrônicos, instrumentos cirúrgicos e dentários, produtos químicos e farmacêuticos, bem como de armamentos e munição de guerra.
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O momento seguinte da expansão da economia industrial foi desencadeado pelo advento da chamada Segunda Revolução Industrial, também intitulada de Revolução Científico-Tecnológica, ocorrida de meados do século à sua plena configuração em 1870. Apesar de ser comumente denominada de “segundo momento da industrialização”, a Revolução Científico-Tecnológica, na realidade, é muito mais complexa, ampla e profunda do que um mero desdobramento da primeira, como o nome poderia sugerir. Ela representava, de fato, um salto enorme, tanto em termos qualitativos quanto quantitativos, em relação à primeira manifestação da economia mecanizada. Resultando da aplicação das mais recentes descobertas científicas aos processos produtivos, ela possibilitou, entre outros eventos, o desenvolvimento nas áreas da microbiologia, da bacteriologia e da bioquímica, com efeitos dramáticos sobre a produção e conservação de alimentos, e na farmacologia, medicina, higiene e profilaxia, com um impacto decisivo sobre o controle das moléstias, a natalidade e o prolongamento da vida.
No curso de seus desdobramentos, surgiram, apenas para se ter uma breve idéia: a seringa hipodérmica, a anestesia, a penicilina, o estetoscópio, o medidor de pressão arterial, os processos de pasteurização e esterilização, os adubos artificiais, os vasos sanitários com descarga automática e o papel higiênico, a escova de dente e o dentifrício, o sabão em pó, os refrigerantes gasosos, o fogão a gás, o aquecedor elétrico, o refrigerador e os sorvetes, as comidas enlatadas, as cervejas engarrafadas.
Nicolau Sevcenko. História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, p. 9-11 (com adaptações).
Tendo por referência o texto acima e os contextos a que ele remete, julgue os itens seguintes.
A unificação alemã no século XIX alterou o mapa político da Europa, tendo os alemães, posteriormente, justificado a expansão das fronteiras pela necessidade de novos espaços que lhes garantissem o domínio sobre os recursos naturais.
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A malária, de forma endêmica ou epidêmica, manifestou-se desde o início da colonização. A referência mais antiga está em uma carta do padre Manuel da Nóbrega, datada de 1549, na qual ele se refere a outro religioso que “se acha mal das pernas, que lhe arrebentaram depois das maleitas que teve”. Essa doença recebia vários nomes: terçã (ou febre terçã, que se repetia a cada três dias), quartã, sezão, maleita, paludismo e carneirada.
A malária grassou do extremo norte ao sul e nos limites do sertão, oeste adentro. Nos últimos anos do século XVIII, Vilhena ainda afirmava, sem hesitar, que o clima do Brasil “pouco ou nada difere hoje do de Angola, sujeito até às mesmas carneiradas, com que morre gente infinita”.
Emanuel Araújo. O teatro dos vícios: transgressões e transigência na sociedade urbana colonial. Rio de Janeiro: José Olympio, 1993, p. 55.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens subseqüentes, relativos ao processo histórico da colonização brasileira.
A questão ambiental se integra aos estudos de saúde como uma questão básica para o entendimento de epidemias e endemias.
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A malária, de forma endêmica ou epidêmica, manifestou-se desde o início da colonização. A referência mais antiga está em uma carta do padre Manuel da Nóbrega, datada de 1549, na qual ele se refere a outro religioso que “se acha mal das pernas, que lhe arrebentaram depois das maleitas que teve”. Essa doença recebia vários nomes: terçã (ou febre terçã, que se repetia a cada três dias), quartã, sezão, maleita, paludismo e carneirada.
A malária grassou do extremo norte ao sul e nos limites do sertão, oeste adentro. Nos últimos anos do século XVIII, Vilhena ainda afirmava, sem hesitar, que o clima do Brasil “pouco ou nada difere hoje do de Angola, sujeito até às mesmas carneiradas, com que morre gente infinita”.
Emanuel Araújo. O teatro dos vícios: transgressões e transigência na sociedade urbana colonial. Rio de Janeiro: José Olympio, 1993, p. 55.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens subseqüentes, relativos ao processo histórico da colonização brasileira.
Comparada com outras regiões brasileiras, a região Norte apresenta baixos índices de saneamento básico, o que propicia a proliferação de doenças.
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A malária, de forma endêmica ou epidêmica, manifestou-se desde o início da colonização. A referência mais antiga está em uma carta do padre Manuel da Nóbrega, datada de 1549, na qual ele se refere a outro religioso que “se acha mal das pernas, que lhe arrebentaram depois das maleitas que teve”. Essa doença recebia vários nomes: terçã (ou febre terçã, que se repetia a cada três dias), quartã, sezão, maleita, paludismo e carneirada.
A malária grassou do extremo norte ao sul e nos limites do sertão, oeste adentro. Nos últimos anos do século XVIII, Vilhena ainda afirmava, sem hesitar, que o clima do Brasil “pouco ou nada difere hoje do de Angola, sujeito até às mesmas carneiradas, com que morre gente infinita”.
Emanuel Araújo. O teatro dos vícios: transgressões e transigência na sociedade urbana colonial. Rio de Janeiro: José Olympio, 1993, p. 55.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens subseqüentes, relativos ao processo histórico da colonização brasileira.
Na América Espanhola, apesar da recusa dos colonizadores em explorar a mão-de-obra indígena e em praticar guerras de conquista, grande parte dessa população foi dizimada por doenças transmitidas pelos europeus.
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A malária, de forma endêmica ou epidêmica, manifestou-se desde o início da colonização. A referência mais antiga está em uma carta do padre Manuel da Nóbrega, datada de 1549, na qual ele se refere a outro religioso que “se acha mal das pernas, que lhe arrebentaram depois das maleitas que teve”. Essa doença recebia vários nomes: terçã (ou febre terçã, que se repetia a cada três dias), quartã, sezão, maleita, paludismo e carneirada.
A malária grassou do extremo norte ao sul e nos limites do sertão, oeste adentro. Nos últimos anos do século XVIII, Vilhena ainda afirmava, sem hesitar, que o clima do Brasil “pouco ou nada difere hoje do de Angola, sujeito até às mesmas carneiradas, com que morre gente infinita”.
Emanuel Araújo. O teatro dos vícios: transgressões e transigência na sociedade urbana colonial. Rio de Janeiro: José Olympio, 1993, p. 55.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens subseqüentes, relativos ao processo histórico da colonização brasileira.
O Tratado de Madri, celebrado entre Portugal e Espanha no século XVIII, garantiu ao Estado português o direito de posse de mais extensão territorial, aumentando seus domínios na América.
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