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Quando comecei a me interessar pela Idade Média, era ela uma época definida como um período intermediário entre a Antiguidade e os Tempos Modernos. Dava-se como seu início a queda institucional do Império Romano do Ocidente, em 476, e como seu fim, a tomada de Constantinopla pelos turcos em 1453, ou a descoberta (inconsciente) da América por Colombo em 1492.
Até o fim do século XVIII, a imagem dominante da Idade Média, elaborada e imposta pelos humanistas e depois pelos filósofos das luzes, era a de uma idade bárbara e obscurantista, dominada pelos senhores incultos e predadores e por uma Igreja opressiva e que desprezava o verdadeiro saber.
Resisti à imagem cinzenta e cansativa de uma Idade Média dominada por uma concepção essencialmente jurídica do regime feudal e por camponeses. Acredito numa longa Idade Média, porque não vejo a ruptura do Renascimento. É preciso esperar o fim do século XVIII para que a ruptura se produza: a Revolução Industrial na Inglaterra e, depois, a Revolução Francesa, nos domínios político, social e mental, trancam com chave o fim do período medieval.
Jacques Le Goff. Uma longa Idade Média. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008, p. 12-14 (com adaptações).
Tendo como referência inicial o fragmento de texto precedente, bem como acerca de aspectos marcantes da trajetória histórica ocidental, julgue o item.
A Revolução Industrial e a Revolução Francesa correram, por algum tempo, em paralelo: na economia e na política, buscaram superar o antigo regime ao ampliarem, exponencialmente, o sistema produtivo e ao combaterem o absolutismo.
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Quando comecei a me interessar pela Idade Média, era ela uma época definida como um período intermediário entre a Antiguidade e os Tempos Modernos. Dava-se como seu início a queda institucional do Império Romano do Ocidente, em 476, e como seu fim, a tomada de Constantinopla pelos turcos em 1453, ou a descoberta (inconsciente) da América por Colombo em 1492.
Até o fim do século XVIII, a imagem dominante da Idade Média, elaborada e imposta pelos humanistas e depois pelos filósofos das luzes, era a de uma idade bárbara e obscurantista, dominada pelos senhores incultos e predadores e por uma Igreja opressiva e que desprezava o verdadeiro saber.
Resisti à imagem cinzenta e cansativa de uma Idade Média dominada por uma concepção essencialmente jurídica do regime feudal e por camponeses. Acredito numa longa Idade Média, porque não vejo a ruptura do Renascimento. É preciso esperar o fim do século XVIII para que a ruptura se produza: a Revolução Industrial na Inglaterra e, depois, a Revolução Francesa, nos domínios político, social e mental, trancam com chave o fim do período medieval.
Jacques Le Goff. Uma longa Idade Média. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008, p. 12-14 (com adaptações).
Tendo como referência inicial o fragmento de texto precedente, bem como acerca de aspectos marcantes da trajetória histórica ocidental, julgue o item.
Depreende-se do texto que o autor concorda com a visão tradicional acerca da Idade Média, identificando-a como uma autêntica idade das trevas.
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Quando comecei a me interessar pela Idade Média, era ela uma época definida como um período intermediário entre a Antiguidade e os Tempos Modernos. Dava-se como seu início a queda institucional do Império Romano do Ocidente, em 476, e como seu fim, a tomada de Constantinopla pelos turcos em 1453, ou a descoberta (inconsciente) da América por Colombo em 1492.
Até o fim do século XVIII, a imagem dominante da Idade Média, elaborada e imposta pelos humanistas e depois pelos filósofos das luzes, era a de uma idade bárbara e obscurantista, dominada pelos senhores incultos e predadores e por uma Igreja opressiva e que desprezava o verdadeiro saber.
Resisti à imagem cinzenta e cansativa de uma Idade Média dominada por uma concepção essencialmente jurídica do regime feudal e por camponeses. Acredito numa longa Idade Média, porque não vejo a ruptura do Renascimento. É preciso esperar o fim do século XVIII para que a ruptura se produza: a Revolução Industrial na Inglaterra e, depois, a Revolução Francesa, nos domínios político, social e mental, trancam com chave o fim do período medieval.
Jacques Le Goff. Uma longa Idade Média. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008, p. 12-14 (com adaptações).
Tendo como referência inicial o fragmento de texto precedente, bem como acerca de aspectos marcantes da trajetória histórica ocidental, julgue o item.
Uma espécie de simbiose entre instituições romanas e germânicas formatou o feudalismo, uma forma de organização social, política e econômica de parte da Europa medieval, essencialmente marcada pelo domínio de uma aristocracia fundiária e guerreira, pela agricultura de subsistência e pelo trabalho servil.
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Quando comecei a me interessar pela Idade Média, era ela uma época definida como um período intermediário entre a Antiguidade e os Tempos Modernos. Dava-se como seu início a queda institucional do Império Romano do Ocidente, em 476, e como seu fim, a tomada de Constantinopla pelos turcos em 1453, ou a descoberta (inconsciente) da América por Colombo em 1492.
Até o fim do século XVIII, a imagem dominante da Idade Média, elaborada e imposta pelos humanistas e depois pelos filósofos das luzes, era a de uma idade bárbara e obscurantista, dominada pelos senhores incultos e predadores e por uma Igreja opressiva e que desprezava o verdadeiro saber.
Resisti à imagem cinzenta e cansativa de uma Idade Média dominada por uma concepção essencialmente jurídica do regime feudal e por camponeses. Acredito numa longa Idade Média, porque não vejo a ruptura do Renascimento. É preciso esperar o fim do século XVIII para que a ruptura se produza: a Revolução Industrial na Inglaterra e, depois, a Revolução Francesa, nos domínios político, social e mental, trancam com chave o fim do período medieval.
Jacques Le Goff. Uma longa Idade Média. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008, p. 12-14 (com adaptações).
Tendo como referência inicial o fragmento de texto precedente, bem como acerca de aspectos marcantes da trajetória histórica ocidental, julgue o item.
A Roma Antiga, que deixou como grande legado cultural o direito, viu seu império desintegrar-se após o apogeu dos séculos I e II da Era Cristã: o desfecho se deu com sucessivas penetrações de povos germânicos em seu território.
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Julgue o item subsequente, acerca das ideias e dos aspectos linguísticos da tirinha apresentada.
No último balão, o personagem emprega verbos que surgiram com a tecnologia digital, como “abrir”, “conectar” e “navegar”.
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Julgue o item subsequente, acerca das ideias e dos aspectos linguísticos da tirinha apresentada.
A pergunta presente no segundo balão evoca o fato de os jovens terem mais familiaridade com tecnologias digitais e seus produtos do que com livros.
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Julgue o item subsequente, acerca das ideias e dos aspectos linguísticos da tirinha apresentada.
O nível de formalidade do período apresentado no último balão seria alterado se a expressão “é só” fosse substituída pela forma verbal basta.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
A minha ama-de-leite Guilhermina
Furtava as moedas que o Doutor me dava.
Sinhá-Mocinha, minha Mãe, ralhava...
Via naquilo a minha própria ruína!
Minha ama, então, hipócrita, afetava
Suscetibilidade de menina:
“— Não, não fora ela! —“ E maldizia a sina,
Que ela absolutamente não furtava.
Vejo, entretanto, agora, em minha cama,
Que a mim somente cabe o furto feito...
Tu só furtaste a moeda, o ouro que brilha.
Furtaste a moeda só, mas eu, minha ama,
Eu furtei mais, porque furtei o peito
Que dava leite para a tua filha!
Augusto dos Anjos. Ricordanza della mia gioventú. Internet: <www.biblio.com.br/>.
A partir do poema Ricordanza Della Mia Gioventú, de Augusto dos Anjos, julgue o item a seguir.
O soneto Ricordanza della mia Gioventú estreita a concretude exemplar do questionamento moral que implica a escravidão, que perdurava na infância do poeta, e não deixa espaço para a fluidez sensorial simbolista.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
A minha ama-de-leite Guilhermina
Furtava as moedas que o Doutor me dava.
Sinhá-Mocinha, minha Mãe, ralhava...
Via naquilo a minha própria ruína!
Minha ama, então, hipócrita, afetava
Suscetibilidade de menina:
“— Não, não fora ela! —“ E maldizia a sina,
Que ela absolutamente não furtava.
Vejo, entretanto, agora, em minha cama,
Que a mim somente cabe o furto feito...
Tu só furtaste a moeda, o ouro que brilha.
Furtaste a moeda só, mas eu, minha ama,
Eu furtei mais, porque furtei o peito
Que dava leite para a tua filha!
Augusto dos Anjos. Ricordanza della mia gioventú. Internet: <www.biblio.com.br/>.
A partir do poema Ricordanza Della Mia Gioventú, de Augusto dos Anjos, julgue o item a seguir.
Nos tercetos do soneto, as rimas são toantes, dando espaço para que sinestesias e jogos fonéticos, que garantem o ritmo da poesia, ofusquem a cadeia lógica argumentativa em detrimento do caráter racional do poema.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
A minha ama-de-leite Guilhermina
Furtava as moedas que o Doutor me dava.
Sinhá-Mocinha, minha Mãe, ralhava...
Via naquilo a minha própria ruína!
Minha ama, então, hipócrita, afetava
Suscetibilidade de menina:
“— Não, não fora ela! —“ E maldizia a sina,
Que ela absolutamente não furtava.
Vejo, entretanto, agora, em minha cama,
Que a mim somente cabe o furto feito...
Tu só furtaste a moeda, o ouro que brilha.
Furtaste a moeda só, mas eu, minha ama,
Eu furtei mais, porque furtei o peito
Que dava leite para a tua filha!
Augusto dos Anjos. Ricordanza della mia gioventú. Internet: <www.biblio.com.br/>.
A partir do poema Ricordanza Della Mia Gioventú, de Augusto dos Anjos, julgue o item a seguir.
Não se enquadrando entre os poetas de princípios parnasianos, Augusto dos Anjos é muitas vezes associado ao simbolismo, embora a influência do cientificismo faça com que ele seja um importante nome no pré-modernismo.
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