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O Quadro 01 abaixo refere-se ao transporte da referência de nível a partir do marco denominado de PQ3=E03, com cota altimétrica igual a Z = 6,000 m, para os demais marcos implantados no terreno, onde foi utilizado o método das visadas iguais, com o levantamento do tipo Nivelamento Geométrico Composto. O quadro 01 será referência para responder à questão.
Quadro 01: Método das visadas iguais para o transporte da referência de nível - Nivelamento Geométrico Composto.
| Pontos Nivelados | Leitura na Mira Ré Vante | Altura Aparelho (m) | Cotas Calc. (m) | Correções |
Cotas
Ajustadas (m)
|
|
| PQ03=E03 | 0,535 | 6,535 | 6,000 | 0,000 | 6,000 | |
| PQ04=E04 | 2,228 | 4,307 | -0,0006667 | 4,306 | ||
| P01 (APOIO) | 3,336 | 3,199 | -0,0006667 | 3,198 | ||
| P01 (APOIO) | 0,995 | 4,194 | 3,199 | -0,0006667 | 3,198 | |
| E00 | 0,715 | 3,479 | -0,0013333 | 3,478 | ||
| PQ01=E01 | 1,131 | -0,0013333 | ||||
| PQ01=E01 | 1,121 | 4,184 | -0,0013333 | |||
| PQ02=E02 | 1,310 | 2,874 | -0,002 | 2,872 | ||
| PQ02=E02 | 1,314 | 4,188 | 2,874 | -0,002 | 2,872 | |
| PQ01=E01 | 1,124 | -0,0026667 | ||||
| PQ01=E01 | 1,106 | 4,170 | -0,0026667 | |||
| E00 | 0,687 | 3,483 | -0,00333 | 3,479 | ||
| P01 (APOIO) | 0,965 | 3,205 | -0,00333 | 3.202 | ||
| P01 (APOIO) | 3,154 | 6,359 | 3,205 | -0,00333 | 3,202 | |
| E05 | 0,458 | 5,901 | -0,004 | 5,897 | ||
| PQ03=E03 | 0,355 | 6,004 | -0,004 | 6,000 | ||
De acordo com o Quadro 01, determine a cota ajustada do marco PQ01=E01 e assinale a alternativa CORRETA.
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Com as respectivas coordenadas UTM (E,N) dos pontos levantados P1 (746522,861; 6944221,262), P2 (746557,169; 6944161,686) e P3 (746572,860; 6944161,862), os dois alinhamentos formados têm os seguintes azimutes da quadrícula: Azq1-2 = 150º03’49,23” e Azq2-3 = 89º21’26,5”. Os pontos encontram-se próximos à borda do fuso 22, meridiano 48º W Greenwich, no hemisfério Sul, cuja convergência do meridiano no local do levantamento é C= -1º09’28,81”.
Assinale a alternativa que apresenta os azimutes VERDADEIROS dos alinhamentos Azv1-2 e Azv2-3, respectivamente.
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Texto 2
Municípios não atingem nem metas modestas de educação
Relatório da ONG Todos Pela Educação revela que maior parte das cidades está longe
de ensinar o que deve a alunos em língua portuguesa e matemática
de ensinar o que deve a alunos em língua portuguesa e matemática
Por Nathalia Goulart
A língua portuguesa representa o maior desafio para alunos e professores no fim do primeiro ciclo do ensino fundamental, que se encerra no 5º ano (antiga 4ª série). Já ao fim do segundo ciclo, que se encerra no 9º ano (antiga 8ª série), é a matemática que se torna um obstáculo. É isso que conclui o movimento independente Todos Pela Educação, que estabelece metas de aprendizado para alunos de todos os 5.557 municípios brasileiros.
De acordo com o relatório De Olho Nas Metas 2011, divulgado em fevereiro deste ano, em São Paulo, 52% das cidades do país não atingiram, em 2009, os objetivos determinados pelo Todos Pela Educação relativos ao desempenho de estudantes do 5o ano em língua portuguesa – as metas variam de cidade para cidade e levam em conta a situação prévia de cada uma delas. É uma péssima notícia, levando-se em conta que, em muitos casos, a meta já era modesta.
Já em matemática, 75,2% dos municípios brasileiros cumpriram as metas estabelecidas. Entre as capitais, todas evoluíram segundo o esperado. Macapá (AP), por exemplo, atingiu o objetivo para 2009, mas ele era modestíssimo: ali, só 13,2% dos estudantes detêm os conhecimentos mínimos esperados ao fim do 5º ano. Em Belo Horizonte, que também apresentou evolução satisfatória, pouco mais da metade do número de estudantes (51%) ainda não sabe calcular adequadamente.
No fim do 9º ano, segundo ciclo do ensino fundamental, a situação é inversa: matemática é o bicho-papão dos estudantes. Mais da metade dos municípios, exatos 56,1%, incluindo 21 capitais e o Distrito Federal, não atingiu as metas previstas. Exemplos assustadores são Salvador (BA), onde apenas 5,4% dos estudantes do 9o ano dominam conhecimentos básicos na disciplina. Em Florianópolis (SC), que também não registrou avanço, só 16,7% dos alunos aprenderam o que deveriam.
Em língua portuguesa, 81,9% das cidades brasileiras ultrapassaram a meta estabelecida pelo Todos Pela Educação, incluindo todas as capitais e o Distrito Federal. Outra vez, os resultados, embora alcançados, chamam a atenção pela modéstia. Em Recife, 15,5% dos concluintes do ensino fundamental têm um aprendizado adequado à sua série.
Se todos os municípios atingirem os objetivos propostos pelo movimento ao longo da década, em 2022 cerca de 70% de todos os estudantes brasileiros terão um aprendizado adequado ao seu estágio escolar. A julgar pela prévia divulgada neste ano, é difícil acreditar que isso vá acontecer.
Revista Veja online, publicado em 07 de fevereiro de 2012, acesso em 20 de fevereiro de 2012, disponível em http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/municipios-brasileiros-nao-atingem-nem-as-metas-modestasde- educacao [adaptado]
Considere as afirmativas abaixo.
I. Os alunos do 5º ano de todas as capitais brasileiras atingiram as metas previstas relativamente ao seu desempenho em língua portuguesa, enquanto os alunos do 9º ano, somente em algumas capitais o fizeram.
II. Os alunos do 9º ano de Florianópolis, em sua maioria, não atingiram as metas previstas relativamente ao seu desempenho em matemática.
III. A maioria das cidades brasileiras avaliadas está longe de ensinar aos alunos o que deveria, tanto em matemática quanto em língua portuguesa.
De acordo com o Texto 2, assinale a alternativa CORRETA.
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Texto 1
Universalizar pré-escola e ensino médio ainda é desafio
Por Nathalia Goulart
O Brasil possui um número elevado de crianças e jovens dentro das salas de aula, mas a universalização do ensino ainda é um desafio nacional. De acordo com dados divulgados nesta terça-feira pelo movimento independente Todos Pela Educação relativos a 2010, 91,5% dos jovens entre 4 e 17 anos estão na escola. Isso significa que 3,8 milhões ainda não têm acesso à educação, sendo que 2,9 milhões deles deveriam cursar pré-escola ou ensino médio. Enquanto o ensino fundamental atende 96,7% das crianças, as taxas da pré-escola e do ensino médio ainda deixam muito a desejar: 80,1% e 83,3%, respectivamente.
A região com menor oferta de educação é a Norte, onde apenas 69% das crianças entre 4 e 5 anos estão na escola. Também no ensino médio, a região aparece com o pior indicador: só 81,3% dos jovens de 15 a 17 anos estão na escola. O Nordeste, com atendimento de 86,3%, figura como a área com maior abrangência da pré-escola. O Sudeste apresenta o maior índice de inclusão no ensino médio: 85%.
"O problema vai além da ampliação do número de vagas. Temas como evasão e atraso escolar deverão figurar nas agendas políticas", afirma o relatório De Olho Nas Metas 2011, do Todos Pela Educação. De acordo com um estudo coordenado por Marcelo Neri, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), 67,4% dos jovens entre 15 e 17 anos que estão fora da escola dizem que a falta de interesse ou a necessidade de trabalhar os afastaram dos bancos escolares. "Fatores relacionados à oferta de educação, como falta de vaga e transporte escolar, foram apontados por somente 10,9% da amostra", ressalta o Todos Pela Educação.
Outro ponto de destaque do relatório divulgado nesta terça-feira aponta para o fracasso da alfabetização durante os primeiros anos escolares. Os dados mostram que, em média, 43,9% dos estudantes deixam o ciclo de alfabetização sem aprender o que deveriam em leitura. Na lanterna, estão as escolas públicas do Nordeste, onde a taxa chega a 63,5%. Em matéria de escrita, 46,6% não têm o desempenho esperado, sendo que nas unidades públicas nordestinas apenas uma em cada quatro crianças domina a competência. Em matemática, os números são ainda piores: 57,2% dos estudantes do país não conseguem fazer contas elementares de soma e subtração. Nas escolas públicas da região Norte, três em cada quatro crianças falham na tarefa.
Parte da explicação para esse cenário está no baixo atendimento da pré-escola, já que a educação infantil favorece a permanência do aluno no sistema escolar e tem impactos comprovados no seu desempenho acadêmico futuro.
Revista Veja online, publicado em 07 de fevereiro de 2012,
acesso em 20 de fevereiro de 2012, disponível em http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/municipios-brasileiros-nao-atingem-nem-as-metas-modestas-de-educacao [adaptado]
A respeito do gênero do Texto 1, é CORRETO afirmar que se trata de:
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O processamento digital de imagens permite melhorar a visualização dos dados para a interpretação dos alvos principais – solos, vegetação e sombras (ou águas) – usados na classificação de imagens. Existem várias técnicas de processamento, dentre as quais destacam-se:
I. a fusão de imagens de satélites de diferentes resoluções para melhorar a resolução espacial e manter a qualidade espectral.
II. a rotação espectral, isolando os componentes principais para diminuir o número de bandas espectrais e, com isso, o tempo de computação.
III. a imagem NDVI (Índice de Vegetação Diferença Normalizada), ressaltando o comportamento espectral da vegetação em relação aos solos.
IV. a restauração da imagem para diminuir o borramento e aumentar o realce de imagens obtidas por sensores com um certo tempo de operação.
Assinale a alternativa CORRETA.
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De acordo com as normas e a legislação brasileira, o transporte de coordenadas na implantação de marcos de georreferenciamento em propriedades rurais deve ser feito por levantamentos de GPS. Sobre o assunto, assinale com F (falso) ou V (verdadeiro) as afirmativas abaixo.
( ) O GPS serve para o transporte de coordenadas a partir de redes geodésicas de referência (Nacional, Estadual, Municipal).
( ) Na Engenharia, qualquer tipo de GPS (Navegação, Geodésico e Topográfico) pode ser utilizado na locação de obras.
( ) O GPS é a técnica mais precisa para o georreferenciamento de levantamentos topográficos.
( ) Para o georreferenciamento, o rastreio e o processamento dos dados obtidos por GPS não necessitam dos referenciais das redes geodésicas implantadas no país, no estado e nos municípios.
( ) A técnica do rastreio de sinais dos receptores GPS pelo método Estático e Diferencial necessita da utilização simultânea de estações fixas (coordenadas conhecidas) e de estações móveis (pontos a serem implantados).
Assinale a alternativa CORRETA.
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Texto 1
Universalizar pré-escola e ensino médio ainda é desafio
Por Nathalia Goulart
O Brasil possui um número elevado de crianças e jovens dentro das salas de aula, mas a universalização do ensino ainda é um desafio nacional. De acordo com dados divulgados nesta terça-feira pelo movimento independente Todos Pela Educação relativos a 2010, 91,5% dos jovens entre 4 e 17 anos estão na escola. Isso significa que 3,8 milhões ainda não têm acesso à educação, sendo que 2,9 milhões deles deveriam cursar pré-escola ou ensino médio. Enquanto o ensino fundamental atende 96,7% das crianças, as taxas da pré-escola e do ensino médio ainda deixam muito a desejar: 80,1% e 83,3%, respectivamente.
A região com menor oferta de educação é a Norte, onde apenas 69% das crianças entre 4 e 5 anos estão na escola. Também no ensino médio, a região aparece com o pior indicador: só 81,3% dos jovens de 15 a 17 anos estão na escola. O Nordeste, com atendimento de 86,3%, figura como a área com maior abrangência da pré-escola. O Sudeste apresenta o maior índice de inclusão no ensino médio: 85%.
"O problema vai além da ampliação do número de vagas. Temas como evasão e atraso escolar deverão figurar nas agendas políticas", afirma o relatório De Olho Nas Metas 2011, do Todos Pela Educação. De acordo com um estudo coordenado por Marcelo Neri, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), 67,4% dos jovens entre 15 e 17 anos que estão fora da escola dizem que a falta de interesse ou a necessidade de trabalhar os afastaram dos bancos escolares. "Fatores relacionados à oferta de educação, como falta de vaga e transporte escolar, foram apontados por somente 10,9% da amostra", ressalta o Todos Pela Educação.
Outro ponto de destaque do relatório divulgado nesta terça-feira aponta para o fracasso da alfabetização durante os primeiros anos escolares. Os dados mostram que, em média, 43,9% dos estudantes deixam o ciclo de alfabetização sem aprender o que deveriam em leitura. Na lanterna, estão as escolas públicas do Nordeste, onde a taxa chega a 63,5%. Em matéria de escrita, 46,6% não têm o desempenho esperado, sendo que nas unidades públicas nordestinas apenas uma em cada quatro crianças domina a competência. Em matemática, os números são ainda piores: 57,2% dos estudantes do país não conseguem fazer contas elementares de soma e subtração. Nas escolas públicas da região Norte, três em cada quatro crianças falham na tarefa.
Parte da explicação para esse cenário está no baixo atendimento da pré-escola, já que a educação infantil favorece a permanência do aluno no sistema escolar e tem impactos comprovados no seu desempenho acadêmico futuro.
Revista Veja online, publicado em 07 de fevereiro de 2012,
acesso em 20 de fevereiro de 2012, disponível em http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/municipios-brasileiros-nao-atingem-nem-as-metas-modestas-de-educacao [adaptado]
Assinale a alternativa CORRETA, na qual o vocábulo à direita É ANTÔNIMO do termo sublinhado no Texto 1.
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Texto 1
Universalizar pré-escola e ensino médio ainda é desafio
Por Nathalia Goulart
O Brasil possui um número elevado de crianças e jovens dentro das salas de aula, mas a universalização do ensino ainda é um desafio nacional. De acordo com dados divulgados nesta terça-feira pelo movimento independente Todos Pela Educação relativos a 2010, 91,5% dos jovens entre 4 e 17 anos estão na escola. Isso significa que 3,8 milhões ainda não têm acesso à educação, sendo que 2,9 milhões deles deveriam cursar pré-escola ou ensino médio. Enquanto o ensino fundamental atende 96,7% das crianças, as taxas da pré-escola e do ensino médio ainda deixam muito a desejar: 80,1% e 83,3%, respectivamente.
A região com menor oferta de educação é a Norte, onde apenas 69% das crianças entre 4 e 5 anos estão na escola. Também no ensino médio, a região aparece com o pior indicador: só 81,3% dos jovens de 15 a 17 anos estão na escola. O Nordeste, com atendimento de 86,3%, figura como a área com maior abrangência da pré-escola. O Sudeste apresenta o maior índice de inclusão no ensino médio: 85%.
"O problema vai além da ampliação do número de vagas. Temas como evasão e atraso escolar deverão figurar nas agendas políticas", afirma o relatório De Olho Nas Metas 2011, do Todos Pela Educação. De acordo com um estudo coordenado por Marcelo Neri, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), 67,4% dos jovens entre 15 e 17 anos que estão fora da escola dizem que a falta de interesse ou a necessidade de trabalhar os afastaram dos bancos escolares. "Fatores relacionados à oferta de educação, como falta de vaga e transporte escolar, foram apontados por somente 10,9% da amostra", ressalta o Todos Pela Educação.
Outro ponto de destaque do relatório divulgado nesta terça-feira aponta para o fracasso da alfabetização durante os primeiros anos escolares. Os dados mostram que, em média, 43,9% dos estudantes deixam o ciclo de alfabetização sem aprender o que deveriam em leitura. Na lanterna, estão as escolas públicas do Nordeste, onde a taxa chega a 63,5%. Em matéria de escrita, 46,6% não têm o desempenho esperado, sendo que nas unidades públicas nordestinas apenas uma em cada quatro crianças domina a competência. Em matemática, os números são ainda piores: 57,2% dos estudantes do país não conseguem fazer contas elementares de soma e subtração. Nas escolas públicas da região Norte, três em cada quatro crianças falham na tarefa.
Parte da explicação para esse cenário está no baixo atendimento da pré-escola, já que a educação infantil favorece a permanência do aluno no sistema escolar e tem impactos comprovados no seu desempenho acadêmico futuro.
Revista Veja online, publicado em 07 de fevereiro de 2012,
acesso em 20 de fevereiro de 2012, disponível em http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/municipios-brasileiros-nao-atingem-nem-as-metas-modestas-de-educacao [adaptado]
De acordo com o Texto 1, é possível afirmar que:
1. os níveis de leitura e escrita das crianças das unidades públicas do Nordeste estão abaixo do esperado.
2. em relação à alfabetização, a região Nordeste apresenta aspectos positivos que a destacam das demais regiões.
3. a falta de vagas e o transporte escolar são fatores predominantes quando o assunto é acesso à educação.
4. a região Norte é a menos favorecida em relação à oferta de educação, tanto na pré-escola quanto no ensino médio.
5. a falta de interesse e a necessidade de trabalhar são fatores apontados pelos jovens que não frequentam a escola.
2. em relação à alfabetização, a região Nordeste apresenta aspectos positivos que a destacam das demais regiões.
3. a falta de vagas e o transporte escolar são fatores predominantes quando o assunto é acesso à educação.
4. a região Norte é a menos favorecida em relação à oferta de educação, tanto na pré-escola quanto no ensino médio.
5. a falta de interesse e a necessidade de trabalhar são fatores apontados pelos jovens que não frequentam a escola.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Com os seguintes azimutes: Azv = 45º; 195º; 300º e 165º, assinale a alternativa que corresponde CORRETAMENTE aos rumos destes alinhamentos, respectivamente.
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Os SIGs apresentam várias ferramentas de análise geográfica de dados. Analise as alternativas abaixo e assinale a que apresenta as ferramentas MAIS IMPORTANTES.
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