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A Lei 8.112/90 institui o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias, inclusive as em regime especial, e das fundações públicas federais, conceitua servidor como a pessoa legalmente investida em cargo público. No que se refere à lei 8.112/90, é INCORRETO afirmar que:
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Carlos Gomes foi um importante compositor de óperas. Marque a opção que contém uma de sua autoria.
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Considerando o exemplo da questão anterior, indique o acorde do grau da dominante.
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No que se refere ao regime jurídico do servidor público federal disposto na lei 8.112/90 e levando-se também em consideração que a nomeação para cargo de carreira ou cargo isolado de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos, obedecidos a ordem de classificação e o prazo de sua validade, é INCORRETO afirmar que:
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Termo da musicologia que representa um padrão rítmico no qual dois compassos ternários são articulados como se houvesse três compassos binários.
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Heitor Villa-Lobos é considerado o maior compositor brasileiro. Dentre suas obras mais famosas, está a série de composições em homenagem a João Sebastião Bach, constante na opção:
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A tradução correta para o termo “Affektenlehre”, que era utilizado para descrever um conceito teórico da era barroca é
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Associe as formas musicais brasileiras (coluna 1) às respectivas características (coluna 2).
- Lundu
- Choro
- Samba
- Maxixe
- Modinha
( ) Dança de salão brasileira criada por afrodescendentes que esteve em moda entre o fim do século XIX e o início do século XX. Teve a sua origem no Rio de Janeiro na segunda metade do século XIX, mais ou menos quando o tango também dava os seus primeiros passos na Argentina e no Uruguai, do qual sofreria algumas influências. Dançada a um ritmo rápido de 2/4, notam-se também influências do lundu, das polcas e das habaneras.
( ) É uma canção sentimental marcada pela influência da ópera italiana. Surgiu provavelmente das elites governantes no Brasil Colonial. Por volta do século XVII já se ouvia pelas ruas da Bahia uma música tocada na viola com marcação em staccato que tinha letra de caráter pagão.
( ) Dança brasileira de natureza híbrida, criada a partir dos batuques dos escravos bantos trazidos de Angola. Da África, o lundu trouxe a base rítmica, uma certa malemolência e seu aspecto lascivo, evidenciado pela umbigada, pelos rebolados e por outros gestos que imitam o ato sexual.
( ) Gênero musical, que deriva de um tipo de dança, de raízes africanas, surgido no Brasil e considerado uma das principais manifestações culturais populares brasileiras. Dentre suas características originais, possui dança acompanhada por pequenas frases melódicas e refrãos de criação anônima. Apesar de ser um gênero musical resultante das estruturas musicais europeias e africanas, foi com os símbolos da cultura negra brasileira que este gênero se alastrou pelo território nacional.
( ) Este gênero pode ser considerado como a primeira música urbana tipicamente brasileira e ao longo dos anos se transformou em um dos gêneros mais prestigiados da música popular nacional, reconhecido em excelência e requinte. Tem como origens estilísticas o lundu, ritmo de inspiração africana à base de percussão, com gêneros europeus. A composição instrumental dos primeiros grupos era baseada na trio flauta, violão e cavaquinho.
Assinale a opção que contém a sequência CORRETA.
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O QUE É OBJETIFICAÇÃO DA MULHER?
Em muitas discussões sobre o papel da mulher na sociedade, exploramos diversos aspectos das desigualdades que persistem entre homens e mulheres. Diferenças de oportunidades de acesso ao mercado de trabalho, disparidade salarial e acesso à esfera pública em geral são algumas dimensões onde percebemos as desigualdades de gênero.
Outras dimensões, no entanto, são mais subjetivas e manifestam-se na forma como enxergamos as mulheres e em que medida as consideramos indivíduos autônomos, donas de seus próprios corpos. É aqui que entra a objetificação do corpo feminino.
OBJETIFICAR ALGUÉM? COMO ASSIM?
Primeiramente, o que significa objetificar alguém? Segundo Belmiro et al (2015): “A objetificação, termo cunhado no início dos anos 70, consiste em analisar um indivíduo a nível de objeto, sem considerar seu emocional ou psicológico.”
Quando falamos de objetificação do corpo feminino estamos nos referindo à banalização da imagem da mulher, ou seja: a aparência das mulheres importa mais do que todos os outros aspectos que as definem enquanto indivíduos.
E COMO OBSERVAMOS ISSO HOJE?
A objetificação está presente nos mais diversos setores da sociedade. Um exemplo clássico é a forma como a mulher é retratada em peças publicitárias. Em muitas campanhas, com destaque para as de cerveja, mulheres são estereotipadas e hipersexualizadas. Em pesquisa recente do Instituto Patrícia Galvão e Instituto Data Popular, 84% dos respondentes concordam que o corpo da mulher é usado para a venda de produtos nas propagandas de TV e 58% entendem que a mulher é representada como objeto sexual nessas campanhas.
[...] a nossa sociedade do início do século XXI entendia o homem como provedor e a mulher como dependente dele. A cultura patriarcal refere-se ao comportamento esperado das mulheres nesse contexto em que elas eram economicamente dependentes dos homens. O “contrato tácito de troca” previa que as mulheres, por serem sustentadas pelos maridos, cuidassem dos afazeres domésticos e os satisfizessem sexualmente.
Atualmente, por mais que as mulheres tenham alcançado mais independência financeira, uma das características da cultura patriarcal que ainda permanece é a objetificação do corpo feminino, uma vez que essa objetificação está intimamente ligada à função do corpo da mulher enquanto mero objeto de prazer sexual masculino.
A objetificação do corpo feminino tem várias consequências danosas. A primeira delas é a estereotipação da mulher e o estabelecimento de padrões estéticos irreais. Uma vez que o julgamento inicial de uma pessoa se dá pela aparência, existe uma expectativa do que é bom ou ruim, certo ou errado e, consequentemente, a exclusão e depreciação de mulheres que não atendem a esses padrões. Muitas vezes, vemos em ambientes familiares ou profissionais mulheres sendo hostilizadas pelo seu peso, altura, cabelo, depilação, formato de corpo e demais atributos físicos.
Outra consequência danosa desse fenômeno é a auto-objetificação da mulher. Mulheres que vivem em ambientes de objetificação tendem a se auto-objetificar e também a objetificar outras mulheres, sofrendo, assim, danos de autoestima e de socialização. Em pesquisa publicada na Psychological Science em 2013, sugeriu-se que mulheres que apresentam altos níveis de auto-objetificação tendem a ser menos ativas socialmente.
Por que a mulher se auto-objetificaria? Quando lembramos que parte da cultura patriarcal compreende a satisfação sexual que a mulher precisa dar ao homem, o impacto disso no comportamento de muitas mulheres é de se empenhar em tornar seus corpos sexualmente atraentes para os homens em detrimento de suas próprias expectativas. Enxergar seu próprio corpo e o corpo de outras mulheres como objetos de satisfação do desejo sexual masculino é parte do processo de auto-objetificação.
E o que ativismo social tem a ver com isso? Ora, como explicamos no início, se a objetificação consiste em desconsiderar atributos psicológicos e emocionais que nos caracterizam enquanto indivíduos, a mulher que se auto-objetifica não se compreende totalmente como um indivíduo e não se dá conta de todas as suas capacidades e possibilidades, o que influencia no seu grau de engajamento como profissional e cidadã.
Combater a objetificação é, portanto, mostrar para as mulheres que elas são indivíduos completos e capazes, que podem ser muito mais do que objetos de prazer masculino. O primeiro passo para isso é identificar atitudes que reforçam essa cultura e combatê-las no dia a dia.
Adaptado de: http://www.politize.com.br/atualidades/o-que-e-objetificacao-da-mulher/. Acesso em 24/06/2016.
O uso do hífen na palavra “auto-objetificação” se deve basicamente por:
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Tradicionalmente, desde a era romântica, a era encarada como dependendo da visão que o intérprete tinha da obra e de sua capacidade para apresentar essa visão de forma plausível a uma plateia.
A opção que preenche corretamente a lacuna é:
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