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Foram encontradas 60 questões.

Tanto a Lei 8.112/1990 quanto o decreto 1.171/94 preveem princípios éticos e responsabilidades aplicáveis a todo e qualquer servidor público. No que diz respeito à ética e às responsabilidades do servidor público, assinale a assertiva verdadeira.

 

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Quanto ao exercício e à posse do servidor público aprovado em concurso, assinale a alternativa correta.

 

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A cessão (ou afastamento) de servidor público para servir a outro órgão ou entidade é permitida pela Lei 8.112/1990 (e suas alterações) sob condições. Desta forma, assinale a alternativa correta.

 

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2438020 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: UFGD

A casa da fazenda

Era o casarão clássico das antigas fazendas negreiras. Assobradado, erguia-se em alicerces o muramento, de pedra até meia altura e, dali em diante, de pau-a-pique. Esteios de cabriúva entremostravam-se, picados a emxó, nos trechos donde se esboroara o reboco. Janelas e portas em arco, de bandeiras em pandarecos. Pelos interstícios da pedra, amoitavam-se samambaias e, nas faces de Noruega, avenquinhas raquíticas. Num cunhal, crescia anosa figueira, enlaçando as pedras na terrível cordoalha tentacular. À porta da entrada ia ter uma escadaria dupla, com alpendre e parapeito esborcinado.

(LOBATO, Monteiro. Os negros. In. . Negrinha. São Paulo: Globo, 2008.)

Amoitavam-se” e “raquítica” são palavras empregadas em sentido

 

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2438019 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: UFGD

A casa da fazenda

Era o casarão clássico das antigas fazendas negreiras. Assobradado, erguia-se em alicerces o muramento, de pedra até meia altura e, dali em diante, de pau-a-pique. Esteios de cabriúva entremostravam-se, picados a emxó, nos trechos donde se esboroara o reboco. Janelas e portas em arco, de bandeiras em pandarecos. Pelos interstícios da pedra, amoitavam-se samambaias e, nas faces de Noruega, avenquinhas raquíticas. Num cunhal, crescia anosa figueira, enlaçando as pedras na terrível cordoalha tentacular. À porta da entrada ia ter uma escadaria dupla, com alpendre e parapeito esborcinado.

(LOBATO, Monteiro. Os negros. In. . Negrinha. São Paulo: Globo, 2008.)

Pelo contexto, pode-se depreender que o vocábulo “anosa” tem o sentido de

 

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2438018 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: UFGD

A casa da fazenda

Era o casarão clássico das antigas fazendas negreiras. Assobradado, erguia-se em alicerces o muramento, de pedra até meia altura e, dali em diante, de pau-a-pique. Esteios de cabriúva entremostravam-se, picados a emxó, nos trechos donde se esboroara o reboco. Janelas e portas em arco, de bandeiras em pandarecos. Pelos interstícios da pedra, amoitavam-se samambaias e, nas faces de Noruega, avenquinhas raquíticas. Num cunhal, crescia anosa figueira, enlaçando as pedras na terrível cordoalha tentacular. À porta da entrada ia ter uma escadaria dupla, com alpendre e parapeito esborcinado.

(LOBATO, Monteiro. Os negros. In. . Negrinha. São Paulo: Globo, 2008.)

O texto acima, de autoria de Monteiro Lobato, é constituído por

 

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2438017 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: UFGD

O ministro empobreceu

Que não aconteça com o patrimônio dos trabalhadores brasileiros o que aconteceu com o do recém-empossado ministro do Trabalho, Brizola Neto. Candidato a deputado federal em 2006, o pedetista declarou ao TRE possuir bens no valor de 298 230 reais. Na eleição de 2010, estava mais pobre. Dizia ter 129 734 reais. Apesar das contas bancárias, pelo menos na aparência Brizola Neto melhorou. Em 2006, dirigia um Ford Focus; na eleição seguinte, já andava com um Tucson GLS.

(JARDIM, Lauro. Revista Veja On line. Acesso em: 25 mai 2012).

Pode-se afirmar que as palavras e enunciados (gêneros de textos) de uma língua operam em dois eixos de significação: o eixo denotativo ou referencial e o eixo conotativo ou afetivo. Das alternativas a seguir, assinale a única que apresenta o eixo comotativo/afetivo.

 

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2438016 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: UFGD

O ministro empobreceu

Que não aconteça com o patrimônio dos trabalhadores brasileiros o que aconteceu com o do recém-empossado ministro do Trabalho, Brizola Neto. Candidato a deputado federal em 2006, o pedetista declarou ao TRE possuir bens no valor de 298 230 reais. Na eleição de 2010, estava mais pobre. Dizia ter 129 734 reais. Apesar das contas bancárias, pelo menos na aparência Brizola Neto melhorou. Em 2006, dirigia um Ford Focus; na eleição seguinte, já andava com um Tucson GLS.

(JARDIM, Lauro. Revista Veja On line. Acesso em: 25 mai 2012).

Este fragmento apresenta uma figura de linguagem que exprime um “conceito contrário do que se pensa ou do que realmente se quer dizer” (MESQUITA, 1994, p. 542), denominada

 

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2438014 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: UFGD

Censo de problemas

Dados detalhados do IBGE confirmam o retrato de um país que se acomoda com crescimento da economia como solução para tudo.

As melhorias sociais e econômicas e a tranquilidade política dos anos 2000 parecem ter eliminado o sentido de urgência diante das carências brasileiras: de educação, de 9 renda, de saúde, de segurança - entre tantos problemas sociais.

Ouve-se o louvor uníssono do crescimento, como se ele, por si só, resolvesse toda a iniquidade. Lamenta-se a mediocridade da educação, em especial na falta de mão de obra qualificada, mas não se vê pressa nem inventividade nas providências para melhorar a escola.

A mais recente publicação dos dados detalhados do Censo 2010 evidencia quão incivilizado ainda é o Brasil. No país da "nova classe média", em mais de 28% das casas a renda mensal por pessoa mão passava de meio salário mínimo: R$ 8,50 por dia, o valor de algumas passagens de ônibus. No Nordeste, em 48,4% dos domicílios ela ainda era inferior a isso.

Na idade de cursar ou concluir o ensino médio, 1 em cada 6 jovens de 15 a 17 anos estava fora da escola. Metade dos brasileiros com mais de 25 anos fazia parte do grupo de pessoas sem instrução, ou não havia completado o ensino fundamental (oito anos de estudo) - pessoas que dificilmente chegariam ao ensino secundário.

Já foi pior, costuma-se dizer: em 2000, eram 64% os maiores de 25 anos que tinham menos de oito anos de estudo.

A mortalidade infantil caiu pela metade em uma década. Um feito notável, mas em 2010 era ainda o dobro da americana, ou o quádruplo da registrada na Europa ocidental.

A taxa de fecundidade média declinou a níveis escandinavos. É como se boa parte da população tivesse tomado a iniciativa de racionalizar o uso de seus recursos escassos tendo menos filhos. Sem contar com serviços públicos de qualidade para as crianças, resta a opção de reduzir seu número e investir mais em cada uma delas.

O país que começa a envelhecer pode se tornar maduro sem ter ido em massa à escola. Está à beira de chegar ao período demográfico mais favorável ao progresso econômico e social, aquele em que há mais trabalhadores por crianças e idosos, sem que o trabalho seja qualificado e produtivo o bastante para permitir que a economia dê um salto definitivo para o grupo das nações desenvolvidas.

Os avanços suscitam um clima de autoindulgência, de descaso com mudanças institucionais, de conforto na banalidade das pequenas vitórias. Um consenso acomodatício em torno dos paliativos e da falta de imaginação política e social, seja na oposição, seja no governo liderado pelo PT.

(http: www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/40563-censo-de-problemas.shtm1. Acesso em maio 2012).

A estratégia discursiva da Folha de S.Paulo, neste editorial, para ocultar e preservar a face do produtor do texto, foi

 

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2438013 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: UFGD

Censo de problemas

Dados detalhados do IBGE confirmam o retrato de um país que se acomoda com crescimento da economia como solução para tudo.

As melhorias sociais e econômicas e a tranquilidade política dos anos 2000 parecem ter eliminado o sentido de urgência diante das carências brasileiras: de educação, de 9 renda, de saúde, de segurança - entre tantos problemas sociais.

Ouve-se o louvor uníssono do crescimento, como se ele, por si só, resolvesse toda a iniquidade. Lamenta-se a mediocridade da educação, em especial na falta de mão de obra qualificada, mas não se vê pressa nem inventividade nas providências para melhorar a escola.

A mais recente publicação dos dados detalhados do Censo 2010 evidencia quão incivilizado ainda é o Brasil. No país da "nova classe média", em mais de 28% das casas a renda mensal por pessoa mão passava de meio salário mínimo: R$ 8,50 por dia, o valor de algumas passagens de ônibus. No Nordeste, em 48,4% dos domicílios ela ainda era inferior a isso.

Na idade de cursar ou concluir o ensino médio, 1 em cada 6 jovens de 15 a 17 anos estava fora da escola. Metade dos brasileiros com mais de 25 anos fazia parte do grupo de pessoas sem instrução, ou não havia completado o ensino fundamental (oito anos de estudo) - pessoas que dificilmente chegariam ao ensino secundário.

Já foi pior, costuma-se dizer: em 2000, eram 64% os maiores de 25 anos que tinham menos de oito anos de estudo.

A mortalidade infantil caiu pela metade em uma década. Um feito notável, mas em 2010 era ainda o dobro da americana, ou o quádruplo da registrada na Europa ocidental.

A taxa de fecundidade média declinou a níveis escandinavos. É como se boa parte da população tivesse tomado a iniciativa de racionalizar o uso de seus recursos escassos tendo menos filhos. Sem contar com serviços públicos de qualidade para as crianças, resta a opção de reduzir seu número e investir mais em cada uma delas.

O país que começa a envelhecer pode se tornar maduro sem ter ido em massa à escola. Está à beira de chegar ao período demográfico mais favorável ao progresso econômico e social, aquele em que há mais trabalhadores por crianças e idosos, sem que o trabalho seja qualificado e produtivo o bastante para permitir que a economia dê um salto definitivo para o grupo das nações desenvolvidas.

Os avanços suscitam um clima de autoindulgência, de descaso com mudanças institucionais, de conforto na banalidade das pequenas vitórias. Um consenso acomodatício em torno dos paliativos e da falta de imaginação política e social, seja na oposição, seja no governo liderado pelo PT.

(http: www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/40563-censo-de-problemas.shtm1. Acesso em maio 2012).

O texto “Censo de Problemas”é um exemplar do gênero Editorial. Seu objetivo é discutir problemas controversos/ polêmicos e expor a opinião da empresa jornalística; neste caso, o da Folha de S.Paulo, edição de 03/05/2012. A tese central defendida no editorial revela que

 

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