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Em paciente com bexiga neurogênica, o exame que deve ser solicitado para estudar as disfunções vesico-esfincterianas, é:
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São sintomas do trato urinário inferior, provocados pela hiperplasia prostática benigna, classificados como sintomas de esvaziamentos, EXCETO,
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Com relação a tromboprofilaxia, é CORRETO afirmar que:
I. A maior parte dos pacientes em UTI é considerada de alto risco para trombose e deveria receber profilaxia química e mecânica.
II. Pacientes em uso de AAS e outros antiplaquetários não necessitam de tromboprofilaxia com heparina.
III. Deve ser evitada em pacientes com acidente vascular encefálico hemorrágico nas primeiras 72 horas.
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A hiperplasia prostática benigna consiste em alterações histológicas representadas por proliferações de nódulos glandulares e estromais, que se desenvolvem em qual(is) região(ões) da próstata?
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Medicação usada para tratamento de hiperplasia prostática benigna, que atua inibindo seletivamente a isoenzima tipo II da enzima 5- alfa-redutase (5AR):
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Os sintomas do trato urinário inferior constituem uma síndrome clínica que pode ser causada por várias condições. Em homens com mais de 40 anos, dentre as citadas abaixo, qual a mais frequente?
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Qual das situações abaixo exige intubação orotraqueal?
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Quanto às urgências urológicas, podemos afirmar que:
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Paciente João, 30 anos, em diálise há 3 anos, deseja realizar transplante renal. Levando em consideração a sua família demonstrada abaixo, marque a alternativa CORRETA.

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Com relação à resolução do Conselho Federal de Medicina publicada em 2017 e referente à sequência de prioridade para ocupação de leitos de UTI, escolha a alternativa CORRETA:
I. Pacientes que necessitam de intervenções de suporte à vida, com alta probabilidade de recuperação e sem nenhuma limitação de suporte terapêutico.
II. Pacientes que necessitam de monitorização intensiva, pelo alto risco de precisarem de intervenção imediata, e sem nenhuma limitação de suporte terapêutico.
III. Pacientes que necessitam de intervenções de suporte à vida, com baixa probabilidade de recuperação ou com limitação de intervenção terapêutica.
IV. Pacientes que necessitam de monitorização intensiva, pelo alto risco de precisarem de intervenção imediata, mas com limitação de intervenção terapêutica.
V. Pacientes com doença em fase de terminalidade, ou moribundos, sem possibilidade de recuperação. Em geral, esses pacientes não são apropriados para admissão na UTI (exceto se forem potenciais doadores de órgãos). No entanto, seu ingresso pode ser justificado em caráter excepcional, considerando as peculiaridades do caso e condicionado ao critério do médico intensivista.
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