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O SUS tem inúmeros desafios a enfrentar para consolidar seus princípios. A Política Nacional de Humanização da Atenção e da gestão do SUS, HumanizaSUS, apresenta-se com o compromisso de sua efetivação real.
Dentre as diretrizes do HumanizaSUS, pode-se apontar:
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Uma mulher de 45 anos de idade chega ao ambulatório com encaminhamento para realização de preventivo ginecológico. Apresenta marcas violáceas puntiformes em MMII compatíveis com picadas por agulha. Reside com namorado, 10 anos mais jovem, e filha adolescente.
Essa usuária, além de acolhimento, atendimento individualizado de enfermagem, demanda de:
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As curvas de peso e idade anotadas no Cartão da Criança correspondem ao padrão do National Center Health Statistic, adotado pela OMS.
Na avaliação do crescimento individual de uma criança, recomendada pelo MS, o percentil da primeira medição e sua classificação são, respectivamente.
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A Organização Mundial de Saúde, OMS e o Ministério da Saúde, MS, recomendam que as crianças sejam amamentadas de forma exclusiva durante os seis primeiros meses de vida. A pega e o posicionamento adequados do bebê são elementos importantes para o sucesso da amamentação.
Os sinais que indicam uma boa pega do bebê durante a amamentação, além da boca bem aberta, são os seguintes:
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Dentre as medidas q u e devem ser realizadas pelo profissional de enfermagem, a fim de evitar possíveis falhas no processo de verificação de pressão arterial, PA, estão a verificação do:
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As sobras diárias dos imunobiológicos contra BCG, febre amarela, tríplice viral, dupla viral e rotavírus, disponíveis na sala de vacinação de uma Unidade de Saúde, devem ser:
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Uma menina com um ano e seis meses de idade, com crescimento e desenvolvimento adequados para a idade, foi atendida em consulta de enfermagem em um ambulatório de pediatria, na companhia de sua mãe. O enfermeiro constatou que a criança estava letárgica e com tiragem subcostal. FR = 62 irpm; Tax = 39ºC; FC = 80 bpm. A mãe referiu que a criança apresentava dificuldades para ingerir líquidos.
Pelo Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância, AIDPI, nesse caso há a suspeita de que a criança esteja com a seguinte doença:
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O desdesign da mamadeira:
por uma avaliação periódica da produção industrial (fragmento)
A tese aqui defendida é a necessidade de serem adotados princípios e métodos que viabilizem a avaliação periódica da produção industrial. Essa é nossa contribuição para que o consumo possa se dar a partir de posturas racionais, conforme exigem as novas diretrizes sociais e ambientais.
Sem dúvida, esse é um alvo ainda distante. Para alcançá-lo, será necessária uma grande determinação social, fortes mudanças empresariais e estatais. O alvo envolve uma alteração tão radical de conduta que se poderá até indagar se atingi-lo pertence à ordem da possibilidade. Entretanto, se para além dos inegáveis esforços e mudanças que já vêm sendo realizados, e se a base do problema sob a responsabilidade dos designers for ajustada, tudo indica que ocorrerão transformações importantes.
Sigamos um raciocínio. Os produtos industriais estão associados a conjuntos de áreas profissionais. Um instrumento cirúrgico, por exemplo, está associado à medicina, à enfermagem, à química, à engenharia de materiais, ao design etc. É coerente que iniciativas de concepção, produção e possível reavaliação de produtos relacionados a essas áreas contem com a participação de seus profissionais.
Diante de tudo o que foi aqui exposto sobre as mamadeiras, é preciso ressaltar que mais do que a ideia de coautoria, acompanhamento ou avaliação, é indispensável haver claros valores regendo a formação e a atuação dos profissionais de todas as áreas relacionadas aos produtos.
A adesão dos designers a correntezas de mercado e de consumo que concedem status de eficiência ao produto tende a atuar como motor de propulsão do processo de permanência da mamadeira como meio “seguro” de alimentar bebês. Se, ao contrário, sinalizassem a existência dos problemas, estariam contribuindo para que as consequências do uso da mamadeira fossem freadas ou desaceleradas.
Áreas da saúde vêm capitaneando os esforços pró-amamentação e trabalhando com as redes montadas pela sociedade civil para monitorar os códigos de controle de comercialização de produtos como o leite em pó e as mamadeiras, além de realizar intenso esforço de treinamento profissional para a implantação das diretrizes da OMS nas práticas médicas. Apesar disso, enfrentam diversas resistências e obstáculos internos e externos à área, e com eles defrontam-se numa tal dinâmica de ação que merece a denominação (mais coloquial) de luta. O componente político da expressão é assumido pela classe e por todos os envolvidos na questão, pois se trata de um combate a uma cultura instalada na sociedade e a correntezas empresariais muito poderosas, que apenas podem ser enfrentadas com transformações de comportamento promovidas e respaldadas por medidas governamentais. O componente ideológico da expressão tem o sentido de defesa dos direitos humanos, sendo também assumido pelos militantes da causa e por membros da sociedade que absorveram as condutas de apoio à amamentação.
Enquanto isso, a área profissional responsável por configurar as mamadeiras parece estar praticamente alheia ao problema, dedicando-se a modernizar o produto.
Como alterar tal quadro? Como fazer com que os profissionais do design se inteirem da questão e aceitem o desafio de conceber produtos coerentes com o paradigma científico alcançado sobre a administração de alimentos a bebês? E, para além das mamadeiras, como incluir na conduta estrutural desses profissionais a postura projetual de sempre refletir sobre a validade e adequação de produtos em geral?
O exame da situação sinaliza a necessidade de se dar um passo preliminar, mesmo que seus resultados não consigam alterar o quadro na velocidade e intensidade necessárias. A saída é a inserção da prática acadêmica de reavaliação de produtos industriais como passo metodológico na formação de profissionais de design. Assumir, por conduta, o hábito de desconstruir o produto com a finalidade de checar seu nível de adequação às condutas preconizadas aos produtos, seu potencial de aprimoramento ou sinais de exigência de re-concepção.
Esses pontos serão aqui defendidos, partindo-se do âmbito geral das práticas de consumo em direção ao âmbito específico do ensino de design.
(NOGUEIRA, Cristine. O desdesign da mamadeira: por uma avaliação periódica da produção industrial.
2010. 232 p. Tese de Doutorado (Departamento de Artes e Design) -
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010. p.164-165)
Em “está associado à medicina, à enfermagem, à química, à engenharia de materiais, ao design etc.”, as vírgulas são utilizadas para:
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Assinale a opção que contém a definição cirúrgica correta para cada termo a seguir.
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O desdesign da mamadeira:
por uma avaliação periódica da produção industrial (fragmento)
A tese aqui defendida é a necessidade de serem adotados princípios e métodos que viabilizem a avaliação periódica da produção industrial. Essa é nossa contribuição para que o consumo possa se dar a partir de posturas racionais, conforme exigem as novas diretrizes sociais e ambientais.
Sem dúvida, esse é um alvo ainda distante. Para alcançá-lo, será necessária uma grande determinação social, fortes mudanças empresariais e estatais. O alvo envolve uma alteração tão radical de conduta que se poderá até indagar se atingi-lo pertence à ordem da possibilidade. Entretanto, se para além dos inegáveis esforços e mudanças que já vêm sendo realizados, e se a base do problema sob a responsabilidade dos designers for ajustada, tudo indica que ocorrerão transformações importantes.
Sigamos um raciocínio. Os produtos industriais estão associados a conjuntos de áreas profissionais. Um instrumento cirúrgico, por exemplo, está associado à medicina, à enfermagem, à química, à engenharia de materiais, ao design etc. É coerente que iniciativas de concepção, produção e possível reavaliação de produtos relacionados a essas áreas contem com a participação de seus profissionais.
Diante de tudo o que foi aqui exposto sobre as mamadeiras, é preciso ressaltar que mais do que a ideia de coautoria, acompanhamento ou avaliação, é indispensável haver claros valores regendo a formação e a atuação dos profissionais de todas as áreas relacionadas aos produtos.
A adesão dos designers a correntezas de mercado e de consumo que concedem status de eficiência ao produto tende a atuar como motor de propulsão do processo de permanência da mamadeira como meio “seguro” de alimentar bebês. Se, ao contrário, sinalizassem a existência dos problemas, estariam contribuindo para que as consequências do uso da mamadeira fossem freadas ou desaceleradas.
Áreas da saúde vêm capitaneando os esforços pró-amamentação e trabalhando com as redes montadas pela sociedade civil para monitorar os códigos de controle de comercialização de produtos como o leite em pó e as mamadeiras, além de realizar intenso esforço de treinamento profissional para a implantação das diretrizes da OMS nas práticas médicas. Apesar disso, enfrentam diversas resistências e obstáculos internos e externos à área, e com eles defrontam-se numa tal dinâmica de ação que merece a denominação (mais coloquial) de luta. O componente político da expressão é assumido pela classe e por todos os envolvidos na questão, pois se trata de um combate a uma cultura instalada na sociedade e a correntezas empresariais muito poderosas, que apenas podem ser enfrentadas com transformações de comportamento promovidas e respaldadas por medidas governamentais. O componente ideológico da expressão tem o sentido de defesa dos direitos humanos, sendo também assumido pelos militantes da causa e por membros da sociedade que absorveram as condutas de apoio à amamentação.
Enquanto isso, a área profissional responsável por configurar as mamadeiras parece estar praticamente alheia ao problema, dedicando-se a modernizar o produto.
Como alterar tal quadro? Como fazer com que os profissionais do design se inteirem da questão e aceitem o desafio de conceber produtos coerentes com o paradigma científico alcançado sobre a administração de alimentos a bebês? E, para além das mamadeiras, como incluir na conduta estrutural desses profissionais a postura projetual de sempre refletir sobre a validade e adequação de produtos em geral?
O exame da situação sinaliza a necessidade de se dar um passo preliminar, mesmo que seus resultados não consigam alterar o quadro na velocidade e intensidade necessárias. A saída é a inserção da prática acadêmica de reavaliação de produtos industriais como passo metodológico na formação de profissionais de design. Assumir, por conduta, o hábito de desconstruir o produto com a finalidade de checar seu nível de adequação às condutas preconizadas aos produtos, seu potencial de aprimoramento ou sinais de exigência de re-concepção.
Esses pontos serão aqui defendidos, partindo-se do âmbito geral das práticas de consumo em direção ao âmbito específico do ensino de design.
(NOGUEIRA, Cristine. O desdesign da mamadeira: por uma avaliação periódica da produção industrial.
2010. 232 p. Tese de Doutorado (Departamento de Artes e Design) -
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010. p.164-165)
No parágrafo, o uso de alguns termos em itálico tem o objetivo de:
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