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Por serem formados por sedimentos bem finos, que se deslocam facilmente, os solos dos mangues são mais instáveis. Árvores encontradas nesse ambiente apresentam adaptações que garantem sua sobrevivência, como o formato diferenciado de suas raízes, ilustrado na imagem.

O formato diferenciado de raiz desses vegetais contribui para o seguinte processo:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
A questão refere-se ao Romance A Hora da Estrela, de Clarice Lispector.

Quando o narrador do romance afirma que a história é verdadeira embora inventada, ele faz alusão a um conceito importante em literatura.
Esse conceito é denominado:
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Considere a sequência de mapas a seguir, que apresenta a expansão da mancha urbana na cidade do Rio de Janeiro e seu entorno em cinco momentos, tendo como base a divisão municipal atual.

O período no qual se identifica a formação de áreas conurbadas, que caracterizam a metropolização fluminense, foi:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
A questão refere-se ao Romance A Hora da Estrela, de Clarice Lispector.

Vejo a nordestina se olhando ao espelho e – um rufar de tambor – no espelho aparece o meu rosto cansado e barbudo.
Com essa frase, o narrador manifesta pela protagonista o sentimento de:
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ADAPTACIÓN: LA CLAVE DE NUESTRA ESPECIE
Evolución quiere decir cambio a lo largo del tiempo. En esta definición se basó Charles Darwin para escribir su famoso libro y desarrollar su idea sobre el origen de las especies. Una idea que parece que ha tenido gran impacto en la forma de entender y estudiar el pasado de la vida en la Tierra. ¡Y vaya que si tuvo impacto! La idea de evolución impregnó muchos campos del saber y permitió el estudio del pasado del ser humano desde otra perspectiva.
Con el paso del tiempo se puede observar un cambio en los aspectos físicos del ser humano. Pero no sólo se ha cambiado por fuera sino que el comportamiento del ser humano también ha protagonizado cambios significativos a lo largo de la historia de su evolución.
Uno de los primeros pasos evolutivos hacia el humano moderno se le otorga al bipedismo. La habilidad de caminar sobre las dos piernas empezó hace unos 4 millones de años. Desde entonces, los cambios que se han producido en nuestra línea evolutiva han sido significativos. La introducción de tecnología de piedra, el cambio en la dieta, la capacidad del lenguaje, etc. Y siempre con una capacidad de adaptación sorprendente a nuevas formas de vida.
Si nos fijamos en la historia de la tecnología de piedra y en la de las telecomunicaciones centrándonos en los teléfonos móviles, podemos observar un patrón común que se reproduce en ambas: la tendencia a minimizar las dimensiones de las piezas y a hacerlas más finas. De verdaderos bloques a objetos delicados y estilísticos.
La diferencia más notable entre una y otra tecnología es la rapidez del cambio entre diferentes modelos. Mientras el desarrollo tecnológico de la piedra en los primeros seres humanos se prolongó durante millones de años, en la era de las tecnologías tan solo se necesita poco más de una década para evolucionar considerablemente.
Por tanto, pese a que lo más llamativo e impactante puede ser el cambio físico, el cambio de comportamiento, el clima y evolución tecnológica quizás sean lo más determinante. Lo cual me hace formularme la siguiente pregunta: ¿el cambio de comportamiento supuso el cambio físico o fue al contrario? En cualquier caso, tanto un aspecto como el otro suponen evolución del ser humano, y esto, hasta llegar hasta nuestros días, ha tenido muchos aspectos determinantes. Uno de los más importantes sin lugar a dudas ha sido la inestabilidad climática que ha puesto a la humanidad ante innumerables retos desde el inicio de la especie. Esto ha permitido desarrollar en el género homo una capacidad abrumadora de adaptabilidad a los cambios del medio ambiente.
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no sólo se ha cambiado por fuera sino que el comportamiento del ser humano también ha protagonizado cambios significativos
En el enunciado, los términos subrayados indican valor de:
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LUCY CAIU DA ÁRVORE
Conta a lenda que, na noite de 24 de novembro de 1974, as estrelas brilhavam na beira do rio Awash, no interior da Etiópia. Um gravador K7 repetia a música dos Beatles “Lucy in the Sky with Diamonds”. Inspirados, os paleontólogos decidiram que a fêmea AL 288-1, cujo esqueleto havia sido escavado naquela tarde, seria apelidada carinhosamente de Lucy.
Lucy tinha 1,10 m e pesava 30 kg. Altura e peso de um chimpanzé. Mas não se iluda, Lucy não pertence à linhagem que deu origem aos macacos modernos.A) Ela já andava ereta sobre os membros inferiores. Lucy pertence à linhagem que deu origem ao animal que escreve esta crônica e ao animal que a está lendo, eu e você.
Os ossos foram datados. Lucy morreu 3,2 milhões de anos atrás. Ela viveu 2 milhões de anos antes do aparecimento dos primeiros animais do nosso gênero, o Homo habilis. A enormidade de 3 milhões de anos separa Lucy dos mais antigos esqueletos de nossa espécie, o Homo sapiens, que surgiu no planeta faz meros 200 mil anos. Lucy, da espécie Australopithecus afarensis, é uma representante das muitas espécies que existiram na época em que a linhagem que deu origem aos homens modernos se separou da que deu origem aos macacos modernos. Lucy já foi chamada de elo perdido, o ponto de bifurcação que nos separou dos nossos parentes mais próximos.B)
Uma das principais dúvidas sobre a vida de Lucy é a seguinte: ela já era um animal terrestre, como nós, ou ainda subia em árvores?
Muitos ossos de Lucy foram encontrados quebrados, seus fragmentos espalhados pelo chão.C) Até agora, se acreditava que isso se devia ao processo de fossilização e às diversas forças às quais esses ossos haviam sido submetidos. Mas os cientistas resolveram estudar em detalhes as fraturas.
As fraturas, principalmente no braço, são de compressão, aquela que ocorre quando caímos de um local alto e apoiamos os membros para amortecer a queda. Nesse caso, a força é exercida ao longo do eixo maior do osso, causando um tipo de fratura que é exatamente o encontrado em Lucy. Usando raciocínios como esse, os cientistas foram capazes de explicar todas as fraturas a partir da hipótese de que Lucy caiu do alto de uma árvore de pé, se inclinou para frente e amortizou a queda com o braço.
Uma queda de 20 a 30 metros e Lucy atingiria o solo a 60 km/h, o suficiente para matar uma pessoa e causar esse tipo de fratura.D) Como existiam árvores dessa altura onde Lucy vivia e muitos chimpanzés sobem até 150 metros para comer, uma queda como essa é fácil de imaginar.
A conclusão é que Lucy morreu ao cair da árvore. E se caiu era porque estava lá em cima. E se estava lá em cima era porque sabia subir. Enfim, sugere que Lucy habitava árvores.
Mas na minha mente ficou uma dúvida. Quando criança, eu subia em árvores. E era por não sermos grandes escaladores de árvores que eu e meus amigos vivíamos caindo, alguns quebrando braços e pernas. Será que Lucy morreu exatamente por tentar fazer algo que já não era natural para sua espécie?
Fernando Reinach adaptado de O Estado de S. Paulo, 24/09/2016.
Um exemplo de metalinguagem, que é o uso de uma linguagem para descrever a si mesma, encontra-se em:
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Um jogo consiste em lançar cinco vezes um dado cúbico, cujas faces são numeradas de 1 a 6, cada uma com a mesma probabilidade de ocorrer. Um jogador é considerado vencedor se obtiver pelo menos três resultados pares.
A probabilidade de um jogador vencer é:
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Lucy morreu há 3,2 milhões de anos e o tempo de existência da espécie humana é de 200 mil anos. Para comparar esses intervalos de tempo, admita uma escala linear na qual 3,2 milhões de anos correspondem a 4 metros.
Nessa escala, o tempo de existência da espécie humana, em centímetros, é igual a:
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A imagem a seguir ilustra um prisma triangular regular. Sua aresta da base mede b e sua aresta lateral mede h.

Esse prisma é seccionado por um plano BCP, de modo que o volume da pirâmide ABCP seja exatamente !$ { \large 1 \over 9} !$ do volume total do prisma.
Logo, a medida de !$ \overline {AP} !$ é igual a:
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DE LA CAVERNE À LA MAISON
Il y a cinquante mille ans vivaient sur Terre deux espèces d’homme: Homo sapiens en Afrique et l’homme de Neandertal en Europe. Comme les périodes glaciaires venaient régulièrement geler les orteils de Neandertal en Europe, ce fier chasseur était très adapté au climat froid. Homo sapiens quant à lui se prélassait dans la savane. Or, voilà qu’Homo sapiens quitte l’Afrique et vient en Europe.
Quand deux espèces occupent la même niche écologique, l’une des deux disparaît en général. D’Homo sapiens ou de Neandertal, lequel va survivre, lequel va disparaître? La loi de la nature est la survie du plus adapté. Donc en Europe, Homo sapiens va disparaître et Neandertal survivre.
Les objets qu’ont laissés ces deux espèces montrent un Homo sapiens plus créatif, plus intelligent, plus stratège que Neandertal. Autrement dit, l’homme a mis en échec la loi de la survie du plus adapté pour en imposer une autre: la loi de la survie du plus intelligent. L’homme n’est pas qu’être de nature, il transcende la nature par l’irruption de la culture dans la nature. Ainsi Homo sapiens, ce grand singe qui n’a ni la force du gorille ni l’agilité du chimpanzé, se répand sur Terre. Bizarre, bizarre.
Nous avons tous entendu dire que l’homme intelligent s’adapte à son environnement, donc au changement, et que l’imbécile cherche à adapter son environnement à lui. On peut tirer comme conclusion que tous les progrès de l’humanité ont été faits par des imbéciles.
Comment passer de la caverne à la maison? Il faut imaginer la maison avant de l’avoir réalisée, la conception doit précéder la réalisation matérielle et la guider. Ce qui distingue l’homme de l’animal et prend toute sa force dans le changement est cette capacité de penser ce qui n’est pas.
La capacité de changement de l’homme se fait par la projection qui est assez différente de l’adaptation. Dans l’idée d’adaptation, je prends le monde tel qu’il est et j’essaie de faire avec. Dans l’idée de projection, j’essaie de changer le monde à partir de l’idée de quelque chose qui n’existe pas encore. Que serions-nous sans ce qui n’existe pas?
Nous avons tendance à opposer adaptation et projection. Pourtant, il vaut mieux éviter cette opposition qui niche dans notre esprit mais pas dans la réalité. Ce n’est pas l’un ou l’autre, un changement réussi c’est l’un et l’autre. Depuis les philosophes grecs, la pensée occidentale oppose des contraires, parfois de façon illusoire.
Un changement réussi consiste d’une part à prendre en compte toutes les contraintes, et d’autre part à élaborer un projet à partir d’une idée qui peut changer certaines des contraintes de la réalité. C’est la capacité à faire les deux en même temps qui donne à un changement de bonnes chances de réussir. Celui qui ne pratique que la projection sans capacité d’adaptation ne sort pas de l’utopie; et celui qui ne connaît que l’adaptation sans projet court à la mort stratégique.
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Les deuxième et troisième paragraphes présentent des idées sur la survie et la disparition des espèces. Relativement aux idées du deuxième paragraphe, celles du troisième établissent un rapport de:
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