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Foram encontradas 346 questões.

275505 Ano: 2007
Disciplina: Arquivologia
Banca: FCC
Orgão: TRE-MS

Quando o arquivo de uma entidade passa a conviver com o de outras, nas instituições de guarda permanente de documentos, recebe o nome de

 

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275504 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: TRE-MS

Com relação ao Outlook Express, considere as afirmativas abaixo.

I. Para alterar senhas ou protocolos, é preciso seguir o caminho Ferramentas>Contas>Email>(conta de email)>Propriedades.

II. Para acessar opções de classificação de mensagens é preciso clicar em Classificar por no menu Exibir.

III. O Outlook importa catálogos de endereços somente no formato LDIF.

É correto o que se afirma em

 

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275503 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: TRE-MS

O termo SE em fórmulas do Excel é utilizado para

 

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275502 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: TRE-MS

São funções dos menus Inserir e Formatar no Microsoft Word, respectivamente:

 

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275501 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: TRE-MS

Considerando o correto procedimento de remover e/ou adicionar programas no Windows XP, é certo afirmar que

 

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275500 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: TRE-MS

Considerando o conceito de hardware, é correto o que se afirma em:

 

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Atenção: As questões de números 10 a 15 baseiam-se no texto apresentado abaixo.

Um fator até pouco tempo negligenciado deve entrar na conta do desmatamento da Amazônia dentro de alguns anos. As chamadas florestas secundárias, produto da regeneração da mata após a derrubada, devem começar a ser contabilizadas pelo Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (Prodes).

O rebrotamento de florestas não reconstitui toda a biodiversidade, mas pode ser relevante no longo prazo. Sabese, por exemplo, que florestas secundárias podem reabsorver até 15% do carbono emitido pela perda da mata primária – o que ajuda a reduzir o efeito estufa. Só que esse dado não entra na conta dos milhões de toneladas de carbono que a destruição da Amazônia lança no ar por ano, porque ainda não se mediu a capacidade de “ressurreição” da floresta.

Estudos mostram que alguns proprietários de terras abandonam certas áreas ao longo do tempo e nelas a vegetação pode começar a regenerar-se. Não se sabe ainda com que intensidade esse fenômeno acontece na Amazônia. Entender o que ocorre nas florestas secundárias também é importante, porque elas podem ser cortadas novamente para suprir parte da demanda por madeira e voltar a receber pasto.

Os fatores que influenciam o grau de regeneração das matas, porém, são inúmeros, e não é tão simples prever como uma área desmatada e depois abandonada se comportará. Tudo isso depende, por exemplo, do tipo de uso que a terra teve antes. Um terreno desgastado por pastagens durante muito tempo pode se recuperar mais lentamente do que outro, submetido à agricultura com rotação de culturas. A proximidade do trecho desmatado com áreas de floresta primária também conta. Terras muito isoladas não estão sujeitas a processos de polinização e semeadura naturais. “Se houver um banco de sementes próximo, em uma área florestal ainda grande, com pássaros, ou algum vetor que possa trazer sementes, ela pode recuperar parte da biodiversidade”, explica um pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

(Adaptado de Rafael Garcia. Folha de S. Paulo, Mais!, 11 de junho de 2006, p. 10)

Proprietários de terras abandonam certas áreas ao longo do tempo.

A vegetação pode regenerar-se nas áreas abandonadas.

A extensão do processo de recuperação depende de vários fatores.

O uso anterior da terra tem influência no processo de recuperação.

As frases acima articulam-se em um único período com clareza, correção e lógica, da seguinte maneira:

 

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Atenção: As questões de números 10 a 15 baseiam-se no texto apresentado abaixo.

Um fator até pouco tempo negligenciado deve entrar na conta do desmatamento da Amazônia dentro de alguns anos. As chamadas florestas secundárias, produto da regeneração da mata após a derrubada, devem começar a ser contabilizadas pelo Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (Prodes).

O rebrotamento de florestas não reconstitui toda a biodiversidade, mas pode ser relevante no longo prazo. Sabese, por exemplo, que florestas secundárias podem reabsorver até 15% do carbono emitido pela perda da mata primária – o que ajuda a reduzir o efeito estufa. Só que esse dado não entra na conta dos milhões de toneladas de carbono que a destruição da Amazônia lança no ar por ano, porque ainda não se mediu a capacidade de “ressurreição” da floresta.

Estudos mostram que alguns proprietários de terras abandonam certas áreas ao longo do tempo e nelas a vegetação pode começar a regenerar-se. Não se sabe ainda com que intensidade esse fenômeno acontece na Amazônia. Entender o que ocorre nas florestas secundárias também é importante, porque elas podem ser cortadas novamente para suprir parte da demanda por madeira e voltar a receber pasto.

Os fatores que influenciam o grau de regeneração das matas, porém, são inúmeros, e não é tão simples prever como uma área desmatada e depois abandonada se comportará. Tudo isso depende, por exemplo, do tipo de uso que a terra teve antes. Um terreno desgastado por pastagens durante muito tempo pode se recuperar mais lentamente do que outro, submetido à agricultura com rotação de culturas. A proximidade do trecho desmatado com áreas de floresta primária também conta. Terras muito isoladas não estão sujeitas a processos de polinização e semeadura naturais. “Se houver um banco de sementes próximo, em uma área florestal ainda grande, com pássaros, ou algum vetor que possa trazer sementes, ela pode recuperar parte da biodiversidade”, explica um pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

(Adaptado de Rafael Garcia. Folha de S. Paulo, Mais!, 11 de junho de 2006, p. 10)

A forma verbal que, além de corretamente flexionada, indica fato passado anterior a outro, também passado, está grifada na frase:

 

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275497 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRE-MS

Atenção: As questões de números 10 a 15 baseiam-se no texto apresentado abaixo.

Um fator até pouco tempo negligenciado deve entrar na conta do desmatamento da Amazônia dentro de alguns anos. As chamadas florestas secundárias, produto da regeneração da mata após a derrubada, devem começar a ser contabilizadas pelo Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (Prodes).

O rebrotamento de florestas não reconstitui toda a biodiversidade, mas pode ser relevante no longo prazo. Sabese, por exemplo, que florestas secundárias podem reabsorver até 15% do carbono emitido pela perda da mata primária – o que ajuda a reduzir o efeito estufa. Só que esse dado não entra na conta dos milhões de toneladas de carbono que a destruição da Amazônia lança no ar por ano, porque ainda não se mediu a capacidade de “ressurreição” da floresta.

Estudos mostram que alguns proprietários de terras abandonam certas áreas ao longo do tempo e nelas a vegetação pode começar a regenerar-se. Não se sabe ainda com que intensidade esse fenômeno acontece na Amazônia. Entender o que ocorre nas florestas secundárias também é importante, porque elas podem ser cortadas novamente para suprir parte da demanda por madeira e voltar a receber pasto.

Os fatores que influenciam o grau de regeneração das matas, porém, são inúmeros, e não é tão simples prever como uma área desmatada e depois abandonada se comportará. Tudo isso depende, por exemplo, do tipo de uso que a terra teve antes. Um terreno desgastado por pastagens durante muito tempo pode se recuperar mais lentamente do que outro, submetido à agricultura com rotação de culturas. A proximidade do trecho desmatado com áreas de floresta primária também conta. Terras muito isoladas não estão sujeitas a processos de polinização e semeadura naturais. “Se houver um banco de sementes próximo, em uma área florestal ainda grande, com pássaros, ou algum vetor que possa trazer sementes, ela pode recuperar parte da biodiversidade”, explica um pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

(Adaptado de Rafael Garcia. Folha de S. Paulo, Mais!, 11 de junho de 2006, p. 10)

A concordância verbo-nominal está inteiramente correta na frase:

 

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275496 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: TRE-MS

Atenção: As questões de números 10 a 15 baseiam-se no texto apresentado abaixo.

Um fator até pouco tempo negligenciado deve entrar na conta do desmatamento da Amazônia dentro de alguns anos. As chamadas florestas secundárias, produto da regeneração da mata após a derrubada, devem começar a ser contabilizadas pelo Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (Prodes).

O rebrotamento de florestas não reconstitui toda a biodiversidade, mas pode ser relevante no longo prazo. Sabese, por exemplo, que florestas secundárias podem reabsorver até 15% do carbono emitido pela perda da mata primária – o que ajuda a reduzir o efeito estufa. Só que esse dado não entra na conta dos milhões de toneladas de carbono que a destruição da Amazônia lança no ar por ano, porque ainda não se mediu a capacidade de “ressurreição” da floresta.

Estudos mostram que alguns proprietários de terras abandonam certas áreas ao longo do tempo e nelas a vegetação pode começar a regenerar-se. Não se sabe ainda com que intensidade esse fenômeno acontece na Amazônia. Entender o que ocorre nas florestas secundárias também é importante, porque elas podem ser cortadas novamente para suprir parte da demanda por madeira e voltar a receber pasto.

Os fatores que influenciam o grau de regeneração das matas, porém, são inúmeros, e não é tão simples prever como uma área desmatada e depois abandonada se comportará. Tudo isso depende, por exemplo, do tipo de uso que a terra teve antes. Um terreno desgastado por pastagens durante muito tempo pode se recuperar mais lentamente do que outro, submetido à agricultura com rotação de culturas. A proximidade do trecho desmatado com áreas de floresta primária também conta. Terras muito isoladas não estão sujeitas a processos de polinização e semeadura naturais. “Se houver um banco de sementes próximo, em uma área florestal ainda grande, com pássaros, ou algum vetor que possa trazer sementes, ela pode recuperar parte da biodiversidade”, explica um pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

(Adaptado de Rafael Garcia. Folha de S. Paulo, Mais!, 11 de junho de 2006, p. 10)

Não se sabe ainda com que intensidade esse fenômeno acontece na Amazônia. (3° parágrafo)

A expressão grifada retoma corretamente, considerando-se o contexto, a

 

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