Foram encontradas 68 questões.
Considere as assertivas abaixo.
I - Dentre as formas de provimento de cargo público, incluem-se a readaptação, a avulsão e a recondução.
II - No processo administrativo, instaurado contra servidor, é assegurada a vista do processo, na repartição, tanto ao servidor indiciado como a seu procurador.
III - Não será concedida nova licença para tratar de interesse particular antes de decorridos 2 (dois) anos do término da anterior, contados desde a data em que o servidor tenha reassumido o exercício do cargo.
Quais estão de acordo com o estabelecido na Lei nº 10.098/1994?
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Instrução: Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A Grande Viagem
Cada vez fica mais fácil deslocar-se de um ponto a outro do globo. No mundo antigo, mesmo a viagem mais curta transformava-se numa aventura de contornos imprevisíveis; hoje, ao contrário, visitamos com facilidade os lugares mais distantes, já informados de tudo que vamos encontrar – o clima, a comida, o caráter dos nativos e as coisas que devemos fotografar. A não ser pelo capricho de algum vulcão intrometido, tudo está previsto – menos, é claro, o que vamos descobrir sobre nós mesmos.
O pior é que podemos partir sem partir. Há os que percorrem longos trajetos de ida e de volta sem acrescentar uma gota à experiência ou ao conhecimento ______ saíram de casa; para eles vale o comentário de Sócrates, quando foram lhe dizer que alguém, apesar das inúmeras viagens que fazia, não tinha melhorado em nada: “Nem poderia, pois ele sempre leva a si mesmo consigo”. Não se trata, é claro – como se fosse possível! – de deixar para trás aquilo que somos, assim como deixamos com o vizinho nosso gato ou nossa samambaia, mas de abrandar nossos preconceitos, a fim de enxergar com um jeito novo aquilo que for oferecido a nossos olhos.
Esta é a verdadeira arte de viajar – abrir-se para o mundo, adotar uma atitude atenta e receptiva para o espetáculo do universo. Os pensadores gregos, por exemplo, visitavam o Egito sempre dispostos a aprender; o contato com uma civilização muito mais antiga do que a sua constituía, para eles, uma salutar lição de humildade e modéstia, virtudes que consideravam indispensáveis para atingir a sabedoria. Foi com esse mesmo espírito que os jovens aristocratas britânicos, do século 18 em diante, passaram a completar sua educação com uma peregrinação cultural através do continente europeu – especialmente da Itália, por causa do legado clássico e .......... . Dependendo das posses e do tempo disponíveis, esta viagem – significativamente denominada de “Grand Tour” – durava de um a vários anos e era vista como um fator indispensável para o crescimento interior dos jovens .........., futuros dirigentes do império que dominava o planeta.
Nunca sabemos o que a viagem vai fazer de nós. Ela pode formar, pode transformar, pode apontar um caminho que não tínhamos percebido, como fez com Zênon, filósofo estoico. Aos 30 anos, trabalhava com o pai, transportando mercadorias entre a Ásia e a Grécia, numa rotina deprimente. Um dia, seu navio naufragou já perto de Atenas; nadando, Zênon conseguiu chegar à cidade e subitamente se viu numa livraria, a .......... o livro que Xenofonte escreveu sobre a vida de Sócrates. Encantado, exclamou: “Como eu gostaria de conhecer um homem assim!”. “Pois então segue aquele lá”, disse o livreiro, apontando um filósofo que passava por ali. Esse encontro mudou para sempre a vida de Zênon, que costumava dizer – e não estava brincando: “Tive uma péssima travessia, mas um excelente naufrágio”.
(Adaptado de MORENO, Cláudio. Zero Hora, junho de 2010)
Considere as sugestões de alteração em frases do texto.
I - Substituição de A não ser pelo por Salvo o
II - Acréscimo de melhorar após poderia
III - Acréscimo de evitar entre de e abrandar
Quais delas mantêm o significado das frases correspondentes?
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Instrução: Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A Grande Viagem
Cada vez fica mais fácil deslocar-se de um ponto a outro do globo. No mundo antigo, mesmo a viagem mais curta transformava-se numa aventura de contornos imprevisíveis; hoje, ao contrário, visitamos com facilidade os lugares mais distantes, já informados de tudo que vamos encontrar – o clima, a comida, o caráter dos nativos e as coisas que devemos fotografar. A não ser pelo capricho de algum vulcão intrometido, tudo está previsto – menos, é claro, o que vamos descobrir sobre nós mesmos.
O pior é que podemos partir sem partir. Há os que percorrem longos trajetos de ida e de volta sem acrescentar uma gota à experiência ou ao conhecimento ______ saíram de casa; para eles vale o comentário de Sócrates(a), quando foram lhe(a) dizer que alguém, apesar das inúmeras viagens(b) que(b) fazia, não tinha melhorado em nada: “Nem poderia, pois ele sempre leva a si mesmo consigo”. Não se trata, é claro – como se fosse possível! – de deixar para trás aquilo que somos, assim como deixamos com o vizinho nosso gato ou nossa samambaia, mas de abrandar nossos preconceitos, a fim de enxergar com um jeito novo aquilo que for oferecido a nossos olhos.
Esta é a verdadeira arte de viajar – abrir-se para o mundo, adotar uma atitude atenta e receptiva para o espetáculo do universo. Os pensadores gregos(c), por exemplo, visitavam o Egito sempre dispostos a aprender; o contato com uma civilização muito mais antiga do que a sua(c) constituía, para eles, uma salutar lição de humildade e modéstia, virtudes que consideravam indispensáveis para atingir a sabedoria. Foi com esse mesmo espírito que os jovens aristocratas britânicos, do século 18 em diante, passaram a completar sua educação com uma peregrinação cultural através do continente europeu – especialmente da Itália, por causa do legado clássico e .......... . Dependendo das posses e do tempo disponíveis, esta viagem – significativamente denominada de “Grand Tour” – durava de um a vários anos e era vista como um fator indispensável para o crescimento interior dos jovens .........., futuros dirigentes(d) do império que(d) dominava o planeta.
Nunca sabemos o que a viagem vai fazer de nós. Ela pode formar, pode transformar, pode apontar um caminho que não tínhamos percebido, como fez com Zênon(e), filósofo estoico. Aos 30 anos, trabalhava com o pai, transportando mercadorias entre a Ásia e a Grécia, numa rotina deprimente. Um dia, seu(e) navio naufragou já perto de Atenas; nadando, Zênon conseguiu chegar à cidade e subitamente se viu numa livraria, a .......... o livro que Xenofonte escreveu sobre a vida de Sócrates. Encantado, exclamou: “Como eu gostaria de conhecer um homem assim!”. “Pois então segue aquele lá”, disse o livreiro, apontando um filósofo que passava por ali. Esse encontro mudou para sempre a vida de Zênon, que costumava dizer – e não estava brincando: “Tive uma péssima travessia, mas um excelente naufrágio”.
(Adaptado de MORENO, Cláudio. Zero Hora, junho de 2010)
Assinale a alternativa em que se estabelece uma relação incorreta entre o pronome e o segmento por ele retomado.
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
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Instrução: Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A Grande Viagem
Cada vez fica mais fácil deslocar-se de um ponto a outro do globo. No mundo antigo, mesmo a viagem mais curta transformava-se numa aventura de contornos imprevisíveis; hoje, ao contrário, visitamos com facilidade os lugares mais distantes, já informados de tudo que vamos encontrar – o clima, a comida, o caráter dos nativos e as coisas que devemos fotografar. A não ser pelo capricho de algum vulcão intrometido, tudo está previsto – menos, é claro, o que vamos descobrir sobre nós mesmos.
O pior é que podemos partir sem partir. Há os que percorrem longos trajetos de ida e de volta sem acrescentar uma gota à experiência ou ao conhecimento ______ saíram de casa; para eles vale o comentário de Sócrates, quando foram lhe dizer que alguém, apesar das inúmeras viagens que fazia, não tinha melhorado em nada: “Nem poderia, pois ele sempre leva a si mesmo consigo”. Não se trata, é claro – como se fosse possível! – de deixar para trás aquilo que somos, assim como deixamos com o vizinho nosso gato ou nossa samambaia, mas de abrandar nossos preconceitos, a fim de enxergar com um jeito novo aquilo que for oferecido a nossos olhos.
Esta é a verdadeira arte de viajar – abrir-se para o mundo, adotar uma atitude atenta e receptiva para o espetáculo do universo. Os pensadores gregos, por exemplo, visitavam o Egito sempre dispostos a aprender; o contato com uma civilização muito mais antiga do que a sua constituía, para eles, uma salutar lição de humildade e modéstia, virtudes que consideravam indispensáveis para atingir a sabedoria. Foi com esse mesmo espírito que os jovens aristocratas britânicos, do século 18 em diante, passaram a completar sua educação com uma peregrinação cultural através do continente europeu – especialmente da Itália, por causa do legado clássico e .......... . Dependendo das posses e do tempo disponíveis, esta viagem – significativamente denominada de “Grand Tour” – durava de um a vários anos e era vista como um fator indispensável para o crescimento interior dos jovens .........., futuros dirigentes do império que dominava o planeta.
Nunca sabemos o que a viagem vai fazer de nós. Ela pode formar, pode transformar, pode apontar um caminho que não tínhamos percebido, como fez com Zênon, filósofo estoico. Aos 30 anos, trabalhava com o pai, transportando mercadorias entre a Ásia e a Grécia, numa rotina deprimente. Um dia, seu navio naufragou já perto de Atenas; nadando, Zênon conseguiu chegar à cidade e subitamente se viu numa livraria, a .......... o livro que Xenofonte escreveu sobre a vida de Sócrates. Encantado, exclamou: “Como eu gostaria de conhecer um homem assim!”. “Pois então segue aquele lá”, disse o livreiro, apontando um filósofo que passava por ali. Esse encontro mudou para sempre a vida de Zênon, que costumava dizer – e não estava brincando: “Tive uma péssima travessia, mas um excelente naufrágio”.
(Adaptado de MORENO, Cláudio. Zero Hora, junho de 2010)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas do texto (linhas 14, 16 e 20).
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Instrução: Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A Grande Viagem
Cada vez fica mais fácil deslocar-se de um ponto a outro do globo. No mundo antigo, mesmo a viagem mais curta transformava-se numa aventura de contornos imprevisíveis; hoje, ao contrário, visitamos com facilidade os lugares mais distantes, já informados de tudo que vamos encontrar – o clima, a comida, o caráter dos nativos e as coisas que devemos fotografar. A não ser pelo capricho de algum vulcão intrometido, tudo está previsto – menos, é claro, o que vamos descobrir sobre nós mesmos.
O pior é que podemos partir sem partir. Há os que percorrem longos trajetos de ida e de volta sem acrescentar uma gota à experiência ou ao conhecimento ______ saíram de casa; para eles vale o comentário de Sócrates, quando foram lhe dizer que alguém, apesar das inúmeras viagens que fazia, não tinha melhorado em nada: “Nem poderia, pois ele sempre leva a si mesmo consigo”. Não se trata, é claro – como se fosse possível! – de deixar para trás aquilo que somos, assim como deixamos com o vizinho nosso gato ou nossa samambaia, mas de abrandar nossos preconceitos, a fim de enxergar com um jeito novo aquilo que for oferecido a nossos olhos.
Esta é a verdadeira arte de viajar – abrir-se para o mundo, adotar uma atitude atenta e receptiva para o espetáculo do universo. Os pensadores gregos, por exemplo, visitavam o Egito sempre dispostos a aprender; o contato com uma civilização muito mais antiga do que a sua constituía, para eles, uma salutar lição de humildade e modéstia, virtudes que consideravam indispensáveis para atingir a sabedoria. Foi com esse mesmo espírito que os jovens aristocratas britânicos, do século 18 em diante, passaram a completar sua educação com uma peregrinação cultural através do continente europeu – especialmente da Itália, por causa do legado clássico e .......... . Dependendo das posses e do tempo disponíveis, esta viagem – significativamente denominada de “Grand Tour” – durava de um a vários anos e era vista como um fator indispensável para o crescimento interior dos jovens .........., futuros dirigentes do império que dominava o planeta.
Nunca sabemos o que a viagem vai fazer de nós. Ela pode formar, pode transformar, pode apontar um caminho que não tínhamos percebido, como fez com Zênon, filósofo estoico. Aos 30 anos, trabalhava com o pai, transportando mercadorias entre a Ásia e a Grécia, numa rotina deprimente. Um dia, seu navio naufragou já perto de Atenas; nadando, Zênon conseguiu chegar à cidade e subitamente se viu numa livraria, a .......... o livro que Xenofonte escreveu sobre a vida de Sócrates. Encantado, exclamou: “Como eu gostaria de conhecer um homem assim!”. “Pois então segue aquele lá”, disse o livreiro, apontando um filósofo que passava por ali. Esse encontro mudou para sempre a vida de Zênon, que costumava dizer – e não estava brincando: “Tive uma péssima travessia, mas um excelente naufrágio”.
(Adaptado de MORENO, Cláudio. Zero Hora, junho de 2010)
Os nexos pois , mas e como introduzem, respectivamente, id eias de
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