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De todas as pessoas que preencheram a declaração do Imposto de Renda em uma comunidade, num determinado ano fiscal, sabe-se que: 10% incluíram deduções que elas sabiam ser ilegais, 5% preencheram a declaração fazendo deduções ilegais por não conhecerem as instruções exatas, enquanto que as demais pessoas a preencheram de forma correta. Sabe-se que 95% das declarações que continham erros propositais e 90% das que continham erros por desconhecimento, foram barradas na malha fina (todas as preenchidas corretamente não foram barradas). Uma declaração é escolhida aleatoriamente dentre as citadas e sabe-se que ela foi barrada na malha fina. A probabilidade da declaração ser de um contribuinte que errou propositalmente é
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Dos 8 caminhões de entrega de uma loja de departamento, três emitem excesso de poluentes. Selecionados aleatoriamente, para a inspeção, 4 dos 8 caminhões, a probabilidade dessa amostra incluir exatamente 2 caminhões que emitem excesso de poluentes é
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Texto I
O Ministro do Meio Ambiente lançou um conjunto de
medidas para tentar interromper a devastação do Cerrado, que
é o segundo bioma da América do Sul, depois da Amazônia, e a
savana de maior biodiversidade do mundo. O novo plano prevê
um acompanhamento anual das atividades de desmatamento, a
exemplo do que é feito na Amazônia. De acordo com o Diretor
do Departamento de Conservação da Biodiversidade do
Ministério, um dos desafios está relacionado com o longo
período de seca, em que a vegetação perde boa parte das
folhas. "Isso torna um pouco mais difícil diferenciar o que é
seca, o que é devastação."
(Lígia Formenti. O Estado de S. Paulo, Vida&, A17, 11 de setembro de 2009, com adaptações)
Texto II
Já era hora de se prestar atenção – de verdade – no
desmatamento do Cerrado. Os dados de emissão de carbono
divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) colocam o
bioma de braços dados com a Amazônia na lista de prioridades
na agenda climática brasileira.
O Cerrado, valorizado muito mais como uma fronteira
agrícola a ser explorada do que como um tesouro biológico a
ser preservado, nunca foi prioridade nas políticas públicas de
pesquisa e conservação. Consequentemente, faltam dados
científicos básicos sobre o bioma, necessários para entender
sua biologia, seu clima e seus serviços ambientais – que in-
cluem, entre outras coisas, estocagem e reciclagem de carbono.
Os novos dados do MMA começam a preencher essa
lacuna, mostrando que o desmatamento do Cerrado pode ser
tão prejudicial para o clima quanto o da Amazônia. Portanto,
precisa ser combatido com o mesmo empenho.
Não há dúvida de que as medições do Ministério serão
revisadas e refeitas por acadêmicos muitas vezes nos próximos
anos. É possível que mudem bastante nesse processo. Calcular
as emissões de carbono é ainda mais complicado do que na
Amazônia, porque sua cobertura vegetal varia imensamente no
tempo e no espaço. E, mesmo na Amazônia, os números são
difíceis.
Seja como for, o MMA dá um passo importante ao
colocar o Cerrado no mapa das mudanças climáticas. O Minis-
tério da Ciência e Tecnologia também faz suas contas para in-
cluir o bioma no novo inventário das emissões no país, que de-
verá estar concluído até o final do ano. Agora, quando o Brasil
falar de sua contribuição para o aquecimento global, não poderá
mais falar só da Amazônia. Terá de falar do Cerrado também.
(Herton Escobar. O Estado de S. Paulo, Vida&, A17, 11 de setembro de 2009, com adaptações)
A expressão grifada acima substitui corretamente, no texto,
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36 candidatos a um emprego submetem-se a um teste em uma determinada data. Após um treinamento de 3 meses, aplica-se um segundo teste e observa-se que 27 candidatos apresentaram melhora e 9 foram melhores no primeiro teste. Para decidir se o treinamento funcionou, a um nível de significância \( \alpha \), utilizou-se o teste dos sinais, considerando que ocorreram 27 sinais positivos para os que apresentaram melhora e 9 negativos para os restantes. Seja p a proporção populacional de sinais positivos e as hipóteses H0: p = 0,50 (hipótese nula) e H1: p > 0,50 (hipótese alternativa). O valor do escore reduzido utilizado para comparação com o valor crítico z da distribuição normal padrão (Z), tal que P(Z > z) = \( \alpha \) é igual a
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Para resolver à questão a seguir considere uma amostra aleatória de 10 pares de observações (Xi,Yi), i = 1, 2, 3, . . . , 10, em que
\( \sum_{i=1}^{10} Y_i = 480 \) \( \sum_{i=1}^{10} X_i = 50 \) \( \sum_{i=1}^{10} X_i Y_i = 4.000 \) \( \sum_{i=1}^{10} Y_i^2 = 29.560 \) \( \sum_{i=1}^{10} X_i^2 = 650 \)
Utilizando o resultado apresentado e com o objetivo de analisar a relação entre X e Y adotou-se o modelo \( Y_i = \alpha + \beta X_i + ε_i \), em que \( \alpha \) e \( \beta \) são parâmetros desconhecidos e \( ε_i \) o erro aleatório com as hipóteses consideradas para a regressão linear simples. A partir dos métodos dos mínimos quadrados, obteve-se as estimativas para \( \alpha \) e \( \beta \).
Pelo quadro da análise de variância correspondente, a variação residual e o valor da estimativa S2 da variância do modelo teórico (\( \sigma^2 \)) são, respectivamente,
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Texto I
O Ministro do Meio Ambiente lançou um conjunto de
medidas para tentar interromper a devastação do Cerrado, que
é o segundo bioma da América do Sul, depois da Amazônia, e a
savana de maior biodiversidade do mundo. O novo plano prevê
um acompanhamento anual das atividades de desmatamento, a
exemplo do que é feito na Amazônia. De acordo com o Diretor
do Departamento de Conservação da Biodiversidade do
Ministério, um dos desafios está relacionado com o longo
período de seca, em que a vegetação perde boa parte das
folhas. "Isso torna um pouco mais difícil diferenciar o que é
seca, o que é devastação."
(Lígia Formenti. O Estado de S. Paulo, Vida&, A17, 11 de setembro de 2009, com adaptações)
Texto II
Já era hora de se prestar atenção – de verdade – no
desmatamento do Cerrado. Os dados de emissão de carbono
divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) colocam o
bioma de braços dados com a Amazônia na lista de prioridades
na agenda climática brasileira.
O Cerrado, valorizado muito mais como uma fronteira
agrícola a ser explorada do que como um tesouro biológico a
ser preservado, nunca foi prioridade nas políticas públicas de
pesquisa e conservação. Consequentemente, faltam dados
científicos básicos sobre o bioma, necessários para entender
sua biologia, seu clima e seus serviços ambientais – que in-
cluem, entre outras coisas, estocagem e reciclagem de carbono.
Os novos dados do MMA começam a preencher essa
lacuna, mostrando que o desmatamento do Cerrado pode ser
tão prejudicial para o clima quanto o da Amazônia. Portanto,
precisa ser combatido com o mesmo empenho.
Não há dúvida de que as medições do Ministério serão
revisadas e refeitas por acadêmicos muitas vezes nos próximos
anos. É possível que mudem bastante nesse processo. Calcular
as emissões de carbono é ainda mais complicado do que na
Amazônia, porque sua cobertura vegetal varia imensamente no
tempo e no espaço. E, mesmo na Amazônia, os números são
difíceis.
Seja como for, o MMA dá um passo importante ao
colocar o Cerrado no mapa das mudanças climáticas. O Minis-
tério da Ciência e Tecnologia também faz suas contas para in-
cluir o bioma no novo inventário das emissões no país, que de-
verá estar concluído até o final do ano. Agora, quando o Brasil
falar de sua contribuição para o aquecimento global, não poderá
mais falar só da Amazônia. Terá de falar do Cerrado também.
(Herton Escobar. O Estado de S. Paulo, Vida&, A17, 11 de setembro de 2009, com adaptações)
(4º parágrafo, texto II)
É correto inferir, das informações obtidas nos textos I e
II, que a afirmativa acima se justifica pelo fato de que
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I. Embora ache saudável a denúncia das barbaridades do mundo, o autor se espanta com o prazer que isso dá a intelectuais e jornalistas que gostam de cultivar a desesperança.
II. Os doutores do pessimismo parecem atribuir a si mesmos, segundo o autor do texto, a qualidade de realistas, que fazem questão de se opor a quem alimenta esperanças de um mundo melhor.
III. No último parágrafo, com alguma ironia, o autor apresenta uma réplica à ideia de que todos os seres humanos estão, igualmente, condenados à infelicidade.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
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Texto I
O Ministro do Meio Ambiente lançou um conjunto de
medidas para tentar interromper a devastação do Cerrado, que
é o segundo bioma da América do Sul, depois da Amazônia, e a
savana de maior biodiversidade do mundo. O novo plano prevê
um acompanhamento anual das atividades de desmatamento, a
exemplo do que é feito na Amazônia. De acordo com o Diretor
do Departamento de Conservação da Biodiversidade do
Ministério, um dos desafios está relacionado com o longo
período de seca, em que a vegetação perde boa parte das
folhas. "Isso torna um pouco mais difícil diferenciar o que é
seca, o que é devastação."
(Lígia Formenti. O Estado de S. Paulo, Vida&, A17, 11 de setembro de 2009, com adaptações)
Texto II
Já era hora de se prestar atenção – de verdade – no
desmatamento do Cerrado. Os dados de emissão de carbono
divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) colocam o
bioma de braços dados com a Amazônia na lista de prioridades
na agenda climática brasileira.
O Cerrado, valorizado muito mais como uma fronteira
agrícola a ser explorada do que como um tesouro biológico a
ser preservado, nunca foi prioridade nas políticas públicas de
pesquisa e conservação. Consequentemente, faltam dados
científicos básicos sobre o bioma, necessários para entender
sua biologia, seu clima e seus serviços ambientais – que in-
cluem, entre outras coisas, estocagem e reciclagem de carbono.
Os novos dados do MMA começam a preencher essa
lacuna, mostrando que o desmatamento do Cerrado pode ser
tão prejudicial para o clima quanto o da Amazônia. Portanto,
precisa ser combatido com o mesmo empenho.
Não há dúvida de que as medições do Ministério serão
revisadas e refeitas por acadêmicos muitas vezes nos próximos
anos. É possível que mudem bastante nesse processo. Calcular
as emissões de carbono é ainda mais complicado do que na
Amazônia, porque sua cobertura vegetal varia imensamente no
tempo e no espaço. E, mesmo na Amazônia, os números são
difíceis.
Seja como for, o MMA dá um passo importante ao
colocar o Cerrado no mapa das mudanças climáticas. O Minis-
tério da Ciência e Tecnologia também faz suas contas para in-
cluir o bioma no novo inventário das emissões no país, que de-
verá estar concluído até o final do ano. Agora, quando o Brasil
falar de sua contribuição para o aquecimento global, não poderá
mais falar só da Amazônia. Terá de falar do Cerrado também.
(Herton Escobar. O Estado de S. Paulo, Vida&, A17, 11 de setembro de 2009, com adaptações)
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