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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: PlanejamentoPlanejamento Estratégico, Tático e Operacional
Estabelecer a missão organizacional é parte importante da tarefa da administração. Abaixo estão enumeradas proposições acerca da declaração de missão e afirmativas referentes às mesmas. Numere a coluna da direita com base nas informações da coluna da esquerda.
1. Concentrar o esforço das pessoas para uma direção comum.
2. Servir de lógica geral para a alocação dos recursos organizacionais.
3. Estabelecer áreas amplas de responsabilidades por tarefa dentro da organização.
4. Atuar como base para o desenvolvimento organizacional.
( ) As organizações usam diversos recursos para produzir bens e serviços e torná-los disponíveis aos consumidores.
( ) Uma declaração de missão serve como ponto de partida para políticas de desenvolvimento organizacional.
( ) A missão torna explicito os principais alvos que a organização está buscando atingir.
( ) As pessoas executam tarefas específicas dentro das organizações, interligadas por atividades chave.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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Considerando os conceitos de cabos destinados e usados em redes de computadores e ligações que suportem transmissão de dados, numere a coluna da direita de acordo com a coluna da esquerda.
1. Cabo UTP Categoria 1 e Categoria 2
2. Cabo UTP Categoria 3
3. Cabo UTP Categoria 4
4. Cabo UTP Categoria 5
( ) É utilizado por redes 10BaseT, isto é, por redes utilizando par trançado operando a 10Mbps. Também utilizado em redes Token Ring.
( ) É utilizado por sistema de telefonia.
( ) Permite comunicações até 20 Mbps.
( ) Permite comunicações até 100Mbps, utilizado por redes 100BaseT, podendo ser utilizado em redes 1000BaseT.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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Numere a coluna da direita de acordo com a coluna da esquerda.
1. Ativo Circulante
2. Imobilizado
3. Investimentos
4. Diferido
5. Patrimônio Líquido
( ) veículos
( ) gastos pré-operacionais
( ) capital a integralizar
( ) aplicações de curto prazo
( ) participação em coligadas
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (table em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras.
Indique a alternativa em que as duas frases acima foram reunidas em uma única, com pontuação adequada.
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (t able em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
Entre as expressões usadas para assinalar as relações de sentido no texto, podem-se destacar : porque, tanto assim que, portanto. As relações de sentido que essas expressões indicam seriam mantidas se elas fossem substituídas, respectivamente, por:
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (table em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
Perini inicia seu texto com a afirmação de que “Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa”.
A expressão grifada aponta que o autor não pode garantir que sua afirmação sobre o osco seja verdadeiro, embora ele acredite em sua veracidade. Indique a expressão que poderia substituir a expressão grifada no texto, conservando o mesmo efeito de sentido.
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (table em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
No texto, Perini afirma: “O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua”. Sobre vocabulário, considere os seguintes dados:
1. A fruta tropical que chamamos de “banana” recebe esse mesmo nome na maioria das línguas.
2. Em galês (língua falada no país de Gales), o arco-íris é descrito com duas cores: “gwyrdd” (roxo, azul e verde) e “glas” (do amarelo ao vermelho).
3. A palavra “ruka”, em russo, designa a parte do corpo que vai do ombro até a ponta dos dedos: inclui o que chamamos “braço” e “mão”.
4. Para os falantes de português, há uma variedade de frutas designadas com a palavra “limão”; no inglês, o limão amarelo se chama “lemon” e o limão verde “lime”.
5. As declarações de amor se equivalem em várias línguas: “Eu te amo”, “je t’ aime”, “I love you”, “te quiero”.
Exemplificam a afirmação acima de Perini os dados apresentados em:
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (table em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
Ao afirmar que tinha “três almas”, o poeta Ênio procurava enfatizar que:
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A produção animal no estado do Paraná, de acordo com os dados do IBGE no ano de 2004, apresentou os seguintes destaques em ordem decrescente em relação ao número cabeças:
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