Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

1387544 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Não é preciso ser um especialista para saber que poluição faz mal à saúde. Até agora, no entanto, ninguém havia conseguido medir com precisão o impacto de um dos poluentes mais nocivos, o ozônio. Estudos americanos acabam de relacionar a grande concentração desse gás a mortes prema turas por doenças respiratórias e cardiovasculares.
O primeiro levantamento científico sobre os malefícios causados por esse gás é da década de 50. Oito anos atrás, quando a Organização Mundial da Saúde publicou as primeiras recomendações contra os efeitos nocivos da substância, não havia provas de que em excesso ela poderia matar. A comprovação tardia da relação entre altos níveis de ozônio e o aumento da mortalidade explica-se pelo fato de que o gás é um poluente de difícil medição e controle. Ele não é emitido por motores, mas é subproduto de várias reações químicas entre diversos poluentes, e o principal acelerador desse processo é o calor.
O aumento da concentração de ozônio no ar é fruto de um paradoxo. Nos últimos dez anos, várias cidades do mundo passaram a controlar a emissão de poluentes. Ao mesmo tempo, muitas dessas medidas favoreceram o aparecimento de outros gases tóxicos. Um bom exemplo é o que aconteceu recentemente com o lançamento dos automóveis com motores que funcionam indistintamente com gasolina, álcool ou com uma mistura em qualquer proporção de ambos os combustíveis. Os carros bicombustíveis, que hoje respondem por metade das vendas no Brasil, de fato diminuíram a emissão de gases tóxicos. Por outro lado, porém, passaram a jogar no ar mais resíduos de álcool, que são a matéria-prima do ozônio.
Nos anos 70, as projeções sobre o impacto da poluição eram catastróficas. Até o fim do século, dizia-se, seria preciso usar máscaras de oxigênio nas cidades para sobreviver a substâncias tóxicas. Ao contrário dessas previsões, houve uma redução da poluição atmosférica por causa das medidas de controle de emissão de poluentes − principalmente dos automóveis, a grande fonte da sujeira lançada no ar. Apesar disso, uma outra previsão acabou se confirmando: mais e mais pessoas morrem em virtude disso. A razão é o crescimento exponencial do número de automóveis em circulação. Em menos de trinta anos, a frota de carros brasileiros mais do que duplicou. Por causa de tal expansão o ganho em saúde obtido com veículos menos poluidores não é t ão grande quanto poderia ser.
(Adaptado de Anna Paula Buchalla, Veja, 29 de junho de 2005, p.110-112)
... mais e mais pessoas morrem em virtude disso. (último parágrafo)
A expressão pronominal está empregada, no texto, para substituir o segmento
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1386191 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Pesquisas sobre benefícios e malefícios de alimentos e produtos se acumulam nas revistas científicas, em reportagens e na internet. Assim é a construção do conhecimento, que segue etapas fragmentadas até que um consenso seja formado. Tais etapas refletem o quanto a sociedade sabe naquele momento e o que deseja descobrir. “Um estudo é uma tese a ser defendida sob determinados parâmetros. Ele responde a uma pergunta, que pode mudar em função do conhecimento e da interpretação”, explica uma pesquisadora.
No meio de informações aparentemente desencontradas, como fica a população? Fica com a pesquisa que diz que carne ajuda no crescimento das crianças ou com a que alerta para os riscos de câncer no intestino? Os objetos de dúvida não são poucos: telefone celular, leite, soja, ovo, café, vitamina, chocolate...
Segundo o Presidente da Sociedade Brasileira de História da Ciência, essas discussões só se resolvem ao longo do tempo. A idéia de que a ciência é a dona da verdade surgiu no século XVIII, no período conhecido como Iluminismo. Foi naquela época que se passou a considerar a razão o instrumento para se chegar ao conhecimento. Opunha-se à religião − sinônimo de ignorância, por se basear em hipóteses não demonstráveis. Com o passar do tempo, principalmente a partir de meados do século passado, a quantidade de pesquisas científicas sofreu uma explosão. Mitos foram construídos, mitos foram derrubados e mitos foram construídos para logo serem derrubados. “As controvérsias ficaram endêmicas. Mas a população não deixou de ver a ciência como autoridade inquestionável e capaz de só dizer verdades absolutas e definitivas”, afirma ele.
(Adaptado de Ricardo Westin e Cristina Amorim, Vida&, O Estado de S. Paulo, 13 de agosto de 2006, A27).
... essas discussões só se resolvem ao longo do tempo. (3° parágrafo)
A forma verbal correta, equivalente à grifada acima e de mesmo sentido, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1385672 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Passatempo ou obsessão? Desde que o mundo é mundo, há pessoas que se dedicam a juntar bugigangas. Por que é preciso possuí-las, e não só saber que elas existem? Apesar de não colecionar objetos, o historiador alemão Philipp Blom coleciona teorias para explicar essa mania. Segundo ele, o hábito de juntar quinquilharias tem justificativas históricas, filosóficas e psicológicas − todas tratam o colecionismo como algo mais que um simples passatempo de adolescentes. Tem a ver com sentimento de grupo, competição, medos, fracassos,
desejos não realizados, vontade de se isolar num mundo e ser capaz de comandá-lo.
Mas não pense que todo colecionador é um sujeito mal amado, reprimido, solitário. Colecionar quando criança tem lá suas vantagens. Ensina a organizar e controlar as coisas, decidir a vida e a morte de cada objeto. Eis uma boa forma de aprender a tomar decisões e a lidar com o mundo exterior. Quem passa da adolescência e continua colecionando pode ter sido fisgado pelo saudosismo, na tentativa de reviver o tempo em que jogava bafo com o vizinho ou ia de mãos dadas com o pai comprar brinquedos.
Sabe-se hoje que já existiam colecionadores na Roma antiga e até no Egito − o faraó Tutancâmon tinha o seu acervo de porcelanas finas. Mas o colecionismo só saiu das mãos dos reis quando a visão medieval do mundo se enfraqueceu, no século XVI. Depois de perceber que poderia perseguir a eternidade neste mundo e não no céu, o homem passou a prestar mais atenção em si mesmo − uma onda de auto-retratos invadiu a Europa − e nas coisas da natureza. É aí que entram a ciência e, na garupa, o colecionismo.
Na euforia de conhecer a natureza e juntar objetos curiosos, os nobres enviavam marinheiros mundo afora para adquirir tudo que fosse digno de nota. Os portos de Roterdã e Amsterdã enchiam-se de coisas maravilhosas e exóticas. Essas expedições fizeram a Europa conhecer tecnologias diferentes e se modernizar. Sem elas, até mesmo a paisagem de alguns países seria diferente. Destacado para encontrar plantas exóticas pelo planeta para enfeitar o palácio de Buckingham, o jardineiro inglês John Tradescant percorria o mundo em navios caça-piratas no século XVIII. Na volta levava ao país espécies como a castanha, a tulipa e o limão − além de artigos de vestuário, urnas e o que mais se poderia imaginar.
(Adaptado de Superinteressante, abril de 2004, p.60-63)
O segmento grifado está substituído pelo pronome correspondente de modo INCORRETO somente em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1385267 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Passatempo ou obsessão? Desde que o mundo é mundo, há pessoas que se dedicam a juntar bugigangas. Por que é preciso possuí-las, e não só saber que elas existem? Apesar de não colecionar objetos, o historiador alemão Philipp Blom coleciona teorias para explicar essa mania. Segundo ele, o hábito de juntar quinquilharias tem justificativas históricas, filosóficas e psicológicas − todas tratam o colecionismo como algo mais que um simples passatempo de adolescentes. Tem a ver com sentimento de grupo, competição, medos, fracassos,
desejos não realizados, vontade de se isolar num mundo e ser capaz de comandá-lo.
Mas não pense que todo colecionador é um sujeito mal amado, reprimido, solitário. Colecionar quando criança tem lá suas vantagens. Ensina a organizar e controlar as coisas, decidir a vida e a morte de cada objeto. Eis uma boa forma de aprender a tomar decisões e a lidar com o mundo exterior. Quem passa da adolescência e continua colecionando pode ter sido fisgado pelo saudosismo, na tentativa de reviver o tempo em que jogava bafo com o vizinho ou ia de mãos dadas com o pai comprar brinquedos.
Sabe-se hoje que já existiam colecionadores na Roma antiga e até no Egito − o faraó Tutancâmon tinha o seu acervo de porcelanas finas. Mas o colecionismo só saiu das mãos dos reis quando a visão medieval do mundo se enfraqueceu, no século XVI. Depois de perceber que poderia perseguir a eternidade neste mundo e não no céu, o homem passou a prestar mais atenção em si mesmo − uma onda de auto-retratos invadiu a Europa − e nas coisas da natureza. É aí que entram a ciência e, na garupa, o colecionismo.
Na euforia de conhecer a natureza e juntar objetos curiosos, os nobres enviavam marinheiros mundo afora para adquirir tudo que fosse digno de nota. Os portos de Roterdã e Amsterdã enchiam-se de coisas maravilhosas e exóticas. Essas expedições fizeram a Europa conhecer tecnologias diferentes e se modernizar. Sem elas, até mesmo a paisagem de alguns países seria diferente. Destacado para encontrar plantas exóticas pelo planeta para enfeitar o palácio de Buckingham, o jardineiro inglês John Tradescant percorria o mundo em navios caça-piratas no século XVIII. Na volta levava ao país espécies como a castanha, a tulipa e o limão − além de artigos de vestuário, urnas e o que mais se poderia imaginar.
(Adaptado de Superinteressante, abril de 2004, p.60-63)
A concordância verbo-nominal está inteiramente correta na frase:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1384008 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Seja N o menor número inteiro positivo que multiplicado por 33 dá um produto cujos algarismos são todos iguais a 7. É correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1383566 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Não é preciso ser um especialista para saber que poluição faz mal à saúde. Até agora, no entanto, ninguém havia conseguido medir com precisão o impacto de um dos poluentes mais nocivos, o ozônio. Estudos americanos acabam de relacionar a grande concentração desse gás a mortes prema turas por doenças respiratórias e cardiovasculares.
O primeiro levantamento científico sobre os malefícios causados por esse gás é da década de 50. Oito anos atrás, quando a Organização Mundial da Saúde publicou as primeiras recomendações contra os efeitos nocivos da substância, não havia provas de que em excesso ela poderia matar. A comprovação tardia da relação entre altos níveis de ozônio e o aumento da mortalidade explica-se pelo fato de que o gás é um poluente de difícil medição e controle. Ele não é emitido por motores, mas é subproduto de várias reações químicas entre diversos poluentes, e o principal acelerador desse processo é o calor.
O aumento da concentração de ozônio no ar é fruto de um paradoxo. Nos últimos dez anos, várias cidades do mundo passaram a controlar a emissão de poluentes. Ao mesmo tempo, muitas dessas medidas favoreceram o aparecimento de outros gases tóxicos. Um bom exemplo é o que aconteceu recentemente com o lançamento dos automóveis com motores que funcionam indistintamente com gasolina, álcool ou com uma mistura em qualquer proporção de ambos os combustíveis. Os carros bicombustíveis, que hoje respondem por metade das vendas no Brasil, de fato diminuíram a emissão de gases tóxicos. Por outro lado, porém, passaram a jogar no ar mais resíduos de álcool, que são a matéria-prima do ozônio.
Nos anos 70, as projeções sobre o impacto da poluição eram catastróficas. Até o fim do século, dizia-se, seria preciso usar máscaras de oxigênio nas cidades para sobreviver a substâncias tóxicas. Ao contrário dessas previsões, houve uma redução da poluição atmosférica por causa das medidas de controle de emissão de poluentes − principalmente dos automóveis, a grande fonte da sujeira lançada no ar. Apesar disso, uma outra previsão acabou se confirmando: mais e mais pessoas morrem em virtude disso. A razão é o crescimento exponencial do número de automóveis em circulação. Em menos de trinta anos, a frota de carros brasileiros mais do que duplicou. Por causa de tal expansão o ganho em saúde obtido com veículos menos poluidores não é t ão grande quanto poderia ser.
(Adaptado de Anna Paula Buchalla, Veja, 29 de junho de 2005, p.110-112)
O paradoxo apontado no texto (3° parágrafo) é percebido como
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1382973 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Dona Marieta quer dividir igualmente entre seus 6 filhos a quantia de R$ 15,00 e, para tal, pretende trocar essa quantia em moedas de um único valor. Se cada filho deverá receber mais do que 5 moedas e menos do que 50 moedas, então ela poderá trocar o dinheiro por moedas que tenham apenas um dos seguintes valores:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1381159 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Quantos algarismos são usados para numerar de 1 a 150 todas as páginas de um livro?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1380792 Ano: 2006
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Na questão abaixo é dada uma sucessão de figuras que têm um padrão de formação. Você deve descobrir em qual das alternativas se encontra a figura que, seguindo o mesmo padrão, substitui o ponto de interrogação.
Enunciado 1380792-1 ?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1380690 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Não é preciso ser um especialista para saber que poluição faz mal à saúde. Até agora, no entanto, ninguém havia conseguido medir com precisão o impacto de um dos poluentes mais nocivos, o ozônio. Estudos americanos acabam de relacionar a grande concentração desse gás a mortes prema turas por doenças respiratórias e cardiovasculares.
O primeiro levantamento científico sobre os malefícios causados por esse gás é da década de 50. Oito anos atrás, quando a Organização Mundial da Saúde publicou as primeiras recomendações contra os efeitos nocivos da substância, não havia provas de que em excesso ela poderia matar. A comprovação tardia da relação entre altos níveis de ozônio e o aumento da mortalidade explica-se pelo fato de que o gás é um poluente de difícil medição e controle. Ele não é emitido por motores, mas é subproduto de várias reações químicas entre diversos poluentes, e o principal acelerador desse processo é o calor.
O aumento da concentração de ozônio no ar é fruto de um paradoxo. Nos últimos dez anos, várias cidades do mundo passaram a controlar a emissão de poluentes. Ao mesmo tempo, muitas dessas medidas favoreceram o aparecimento de outros gases tóxicos. Um bom exemplo é o que aconteceu recentemente com o lançamento dos automóveis com motores que funcionam indistintamente com gasolina, álcool ou com uma mistura em qualquer proporção de ambos os combustíveis. Os carros bicombustíveis, que hoje respondem por metade das vendas no Brasil, de fato diminuíram a emissão de gases tóxicos. Por outro lado, porém, passaram a jogar no ar mais resíduos de álcool, que são a matéria-prima do ozônio.
Nos anos 70, as projeções sobre o impacto da poluição eram catastróficas. Até o fim do século, dizia-se, seria preciso usar máscaras de oxigênio nas cidades para sobreviver a substâncias tóxicas. Ao contrário dessas previsões, houve uma redução da poluição atmosférica por causa das medidas de controle de emissão de poluentes − principalmente dos automóveis, a grande fonte da sujeira lançada no ar. Apesar disso, uma outra previsão acabou se confirmando: mais e mais pessoas morrem em virtude disso. A razão é o crescimento exponencial do número de automóveis em circulação. Em menos de trinta anos, a frota de carros brasileiros mais do que duplicou. Por causa de tal expansão o ganho em saúde obtido com veículos menos poluidores não é t ão grande quanto poderia ser.
(Adaptado de Anna Paula Buchalla, Veja, 29 de junho de 2005, p.110-112)
Há palavras escritas de modo INCORRETO na frase:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas