Foram encontradas 60 questões.
Na figura abaixo, as letras foram dispostas em forma de um triângulo segundo determinado critério.

Considerando que na ordem alfabética usada são excluídas as letras K, W e Y, então, segundo tal critério, a letra que deverá substituir o ponto de interrogação é
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Para fazer um orçamento doméstico, por exemplo, somar os proventos recebidos, subtrair as despesas e consultar o saldo, é recomendável que se use especificamente um programa de computador do tipo
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Pesquisas sobre benefícios e malefícios de alimentos e produtos se acumulam nas revistas científicas, em reportagens e na internet. Assim é a construção do conhecimento, que segue etapas fragmentadas até que um consenso seja formado. Tais etapas refletem o quanto a sociedade sabe naquele momento e o que deseja descobrir. “Um estudo é uma tese a ser defendida sob determinados parâmetros. Ele responde a uma pergunta, que pode mudar em função do conhecimento e da interpretação”, explica uma pesquisadora.
No meio de informações aparentemente desencontradas, como fica a população? Fica com a pesquisa que diz que carne ajuda no crescimento das crianças ou com a que alerta para os riscos de câncer no intestino? Os objetos de dúvida não são poucos: telefone celular, leite, soja, ovo, café, vitamina, chocolate...
Segundo o Presidente da Sociedade Brasileira de História da Ciência, essas discussões só se resolvem ao longo do tempo. A idéia de que a ciência é a dona da verdade surgiu no século XVIII, no período conhecido como Iluminismo. Foi naquela época que se passou a considerar a razão o instrumento para se chegar ao conhecimento. Opunha-se à religião − sinônimo de ignorância, por se basear em hipóteses não demonstráveis. Com o passar do tempo, principalmente a partir de meados do século passado, a quantidade de pesquisas científicas sofreu uma explosão. Mitos foram construídos, mitos foram derrubados e mitos foram construídos para logo serem derrubados. “As controvérsias ficaram endêmicas. Mas a população não deixou de ver a ciência como autoridade inquestionável e capaz de só dizer verdades absolutas e definitivas”, afirma ele.
(Adaptado de Ricardo Westin e Cristina Amorim, Vida&, O Estado de S. Paulo, 13 de agosto de 2006, A27).
A ciência produz resultados passo ...... passo, como se fosse um quebra-cabeça ...... ser devidamente montado, para chegar-se ...... confirmação de uma hipótese qualquer.
As lacunas da frase acima estão corretamente preenchidas, respectivamente, por
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Não é preciso ser um especialista para saber que poluição faz mal à saúde. Até agora, no entanto, ninguém havia conseguido medir com precisão o impacto de um dos poluentes mais nocivos, o ozônio. Estudos americanos acabam de relacionar a grande concentração desse gás a mortes prema turas por doenças respiratórias e cardiovasculares.
O primeiro levantamento científico sobre os malefícios causados por esse gás é da década de 50. Oito anos atrás, quando a Organização Mundial da Saúde publicou as primeiras recomendações contra os efeitos nocivos da substância, não havia provas de que em excesso ela poderia matar. A comprovação tardia da relação entre altos níveis de ozônio e o aumento da mortalidade explica-se pelo fato de que o gás é um poluente de difícil medição e controle. Ele não é emitido por motores, mas é subproduto de várias reações químicas entre diversos poluentes, e o principal acelerador desse processo é o calor.
O aumento da concentração de ozônio no ar é fruto de um paradoxo. Nos últimos dez anos, várias cidades do mundo passaram a controlar a emissão de poluentes. Ao mesmo tempo, muitas dessas medidas favoreceram o aparecimento de outros gases tóxicos. Um bom exemplo é o que aconteceu recentemente com o lançamento dos automóveis com motores que funcionam indistintamente com gasolina, álcool ou com uma mistura em qualquer proporção de ambos os combustíveis. Os carros bicombustíveis, que hoje respondem por metade das vendas no Brasil, de fato diminuíram a emissão de gases tóxicos. Por outro lado, porém, passaram a jogar no ar mais resíduos de álcool, que são a matéria-prima do ozônio.
Nos anos 70, as projeções sobre o impacto da poluição eram catastróficas. Até o fim do século, dizia-se, seria preciso usar máscaras de oxigênio nas cidades para sobreviver a substâncias tóxicas. Ao contrário dessas previsões, houve uma redução da poluição atmosférica por causa das medidas de controle de emissão de poluentes − principalmente dos automóveis, a grande fonte da sujeira lançada no ar. Apesar disso, uma outra previsão acabou se confirmando: mais e mais pessoas morrem em virtude disso. A razão é o crescimento exponencial do número de automóveis em circulação. Em menos de trinta anos, a frota de carros brasileiros mais do que duplicou. Por causa de tal expansão o ganho em saúde obtido com veículos menos poluidores não é t ão grande quanto poderia ser.
(Adaptado de Anna Paula Buchalla, Veja, 29 de junho de 2005, p.110-112)
A razão é o crescimento exponencial do número de automóveis em circulação. (último parágrafo)
A comprovação, no contexto, para a afirmativa transcrita acima está no fato de que
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Considere que a seguinte seqüência de figuras foi construída segundo determinado padrão.

Mantido tal padrão, o total de pontos da figura de número 25 deverá ser igual a
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Instruções: Na questão abaixo, é dado um conjunto de palavras que foi formado segundo determinado critério. Deve-se observar que as palavras de cada linha têm uma relação em comum entre si e descobrir qual palavra deveria estar no lugar do ponto de interrogação para completar corretamente o conjunto.
MAGRO GORDO OBESO
ANÃO BAIXO ALTO
PEQUENO GRANDE ?
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Um grande número de documentos foi encontrado em um depósito de uma instituição pública, sem nenhuma ordem. Para saber se são documentos de arquivo, ou seja, documentos que precisam ser guardados e organizados, uma das primeiras medidas a tomar é
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Para possibilitar a recuperação de informações e prevenir contra possíveis perdas de dados em um computador é recomendável
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Estabelecido um certo padrão de formação, foram obtidos os termos da seguinte seqüência numérica:
43,2 − 44,4 − 45,6 − 46,8 − 47,0 − 48,2 − 49,4 − 50,6 − . . .
A soma do nono e décimo termos da seqüência assim obtida é
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Não é preciso ser um especialista para saber que poluição faz mal à saúde. Até agora, no entanto, ninguém havia conseguido medir com precisão o impacto de um dos poluentes mais nocivos, o ozônio. Estudos americanos acabam de relacionar a grande concentração desse gás a mortes prema turas por doenças respiratórias e cardiovasculares.
O primeiro levantamento científico sobre os malefícios causados por esse gás é da década de 50. Oito anos atrás, quando a Organização Mundial da Saúde publicou as primeiras recomendações contra os efeitos nocivos da substância, não havia provas de que em excesso ela poderia matar. A comprovação tardia da relação entre altos níveis de ozônio e o aumento da mortalidade explica-se pelo fato de que o gás é um poluente de difícil medição e controle. Ele não é emitido por motores, mas é subproduto de várias reações químicas entre diversos poluentes, e o principal acelerador desse processo é o calor.
O aumento da concentração de ozônio no ar é fruto de um paradoxo. Nos últimos dez anos, várias cidades do mundo passaram a controlar a emissão de poluentes. Ao mesmo tempo, muitas dessas medidas favoreceram o aparecimento de outros gases tóxicos. Um bom exemplo é o que aconteceu recentemente com o lançamento dos automóveis com motores que funcionam indistintamente com gasolina, álcool ou com uma mistura em qualquer proporção de ambos os combustíveis. Os carros bicombustíveis, que hoje respondem por metade das vendas no Brasil, de fato diminuíram a emissão de gases tóxicos. Por outro lado, porém, passaram a jogar no ar mais resíduos de álcool, que são a matéria-prima do ozônio.
Nos anos 70, as projeções sobre o impacto da poluição eram catastróficas. Até o fim do século, dizia-se, seria preciso usar máscaras de oxigênio nas cidades para sobreviver a substâncias tóxicas. Ao contrário dessas previsões, houve uma redução da poluição atmosférica por causa das medidas de controle de emissão de poluentes − principalmente dos automóveis, a grande fonte da sujeira lançada no ar. Apesar disso, uma outra previsão acabou se confirmando: mais e mais pessoas morrem em virtude disso. A razão é o crescimento exponencial do número de automóveis em circulação. Em menos de trinta anos, a frota de carros brasileiros mais do que duplicou. Por causa de tal expansão o ganho em saúde obtido com veículos menos poluidores não é t ão grande quanto poderia ser.
(Adaptado de Anna Paula Buchalla, Veja, 29 de junho de 2005, p.110-112)
O ozônio é composto de partículas minúsculas.
Em quantidades muito pequenas o ozônio é capaz de inflamar os pulmões.
A inalação de ozônio dificulta o transporte de oxigênio pelo sangue.
As frases acima organizam-se em um único período, com lógica, correção e clareza da seguinte forma:
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