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Question is about the following text:

In the World Economy, the Ditch Is Never Far Away

WHEN you see a car being driven firmly within its lane and well under the speed limit, there’s nothing to worry about. Or is there? If you’re David A. Rosenberg, the glass-halfempty economist, there most certainly is. He says the world economy is like that car. And where others see stability and recovery, he sees “a car being driven by a drunk, lurching from side to side on the road, narrowly avoiding the ditches each time.”

At this particular moment, he says, the car happens to be in the middle of the road. But he can’t help but ask, “Is that because the driver has sobered up, or is it because the car is just passing through the middle on its way to the ditch on the other side?” Mr. Rosenberg isn’t certain of the answer. But despite the cheer pervading the stock market and the relatively upbeat perspective of most economists, he says he isn’t convinced that the car will remain safely out of those ditches.

Formerly the chief North American economist at Merrill Lynch, and now proudly back in his native Canada as chief economist and strategist at Gluskin Sheff in Toronto, Mr. Rosenberg writes a market newsletter that is always provocative, often cantankerous and frequently out of step with the Wall Street consensus. “I’d say I’m as pragmatic as possible and not locked into one position,” he says, “but I do understand that I have a much better record forecasting rain than in predicting the return of sunshine.”
Source: Jeff Sommer, in The New York Times, February 2, 2013 (adapted)

The sentence that best sums up the main idea in the passage is:
 

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1095414 Ano: 2013
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: ESAF
Orgão: STN
A Empresa necessita decidir qual é o melhor projeto de investimento de acordo com o quadro abaixo. A empresa utiliza para tomada de decisão de investimentos os critérios; “VPL” e “Payback”, nesta ordem de importância. Embora a empresa não utilize a “TIR” para tomada de decisão, esta foi calculada, chegando a 4,5%, tanto para o projeto A quanto para o projeto B.

Nos cálculos do VPL, a empresa utiliza como expectativa de taxa mínima para manutenção do valor da empresa 4,5%.
Período R$ PROJ. A R$ PROJ. B
SAÍDAS 0 -R$ 200.000 -R$ 220.000
ENTRADAS 1 R$ 24.740 R$ 20.000
ENTRADAS 2 R$ 29.500 R$ 20.500
ENTRADAS 3 R$ 20.200 R$ 20.000
ENTRADAS 4 R$ 39.600 R$ 25.000
ENTRADAS 5 R$ 30.000 R$ 19.216
ENTRADAS 6 R$ 25.000 R$ 25.000
ENTRADAS 7 R$ 10.000 R$ 30.000
ENTRADAS 8 R$ 30.500 R$ 30.000
ENTRADAS 9 R$ 20.000 R$ 50.000
ENTRADAS 10 R$ 20.000 R$ 50.000
TOTAL DE
ENTRADAS
R$ 249.540 R$ 289.716

Tomando-se como base, somente, os dados acima, a decisão da empresa irá optar pelo:

 

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A questão toma por base o seguinte texto.

A entidade estatal, para atender às suas finalidades, necessita de dinheiro. O ingresso deste nos cofres públicos caracteriza o que se denomina de entrada, contudo esta não corresponde obrigatoriamente à receita pública.

De fato, algumas entradas(a) provisórias devem ser(a), oportunamente, devolvidas, a exemplo das cauções, das fianças, dos depósitos recolhidos ao Tesouro etc. Já a receita pública é a entrada(b) que, integrando-se(b) no patrimônio público sem quaisquer reservas, condições ou correspondência no passivo, vem acrescer o seu vulto, como elemento novo e positivo. A entrada, destarte, é o gênero de que a receita(c) pública é uma espécie. As receitas originárias resultam da atuação do Estado na exploração de atividade econômica, como uma empresa privada na busca do lucro. Embora o exercício de tal atividade ocorra sob o regime de direito privado, não há um total afastamento(d) das normas de direito público. Na verdade, as empresas estatais não podem deixar de observar, no que a elas(e) se aplicar, os princípios gerais da atividade econômica que estão dispostos no Capítulo I do Título VII da Constituição Federal.

(Adaptado de Lucas Clemente de Brito Pereira http://jus.com.br/revista/texto/10256/nocoes-gerais-acerca-das-financaspublicas, acesso em 25/01/2013)

Assinale a opção correta a respeito do uso das estruturas linguísticas no texto.

 

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Un motor exterior que se debe respaldar

El sector exterior se ha convertido en uno de los escasos motores de empuje con los que puede contar la economía española en esta crisis. La demanda interna se encuentra bajo mínimos -como consecuencia de la funesta conjunción del paro, la rebaja de los salarios, la inestabilidad laboral y la contracción del crédito-, de ahí que los mercados internacionales aparezcan como una gran oportunidad para aquellas empresas capaces de vender sus productos fuera de nuestras fronteras. Los últimos datos sobre exportaciones, correspondientes al mes de noviembre, revelan una leve caída -un 0,6%- por primera vez desde el pasado mes de abril. Sin embargo, el déficit comercial español disminuyó algo más del 47% respecto a noviembre de 2011 y alcanzó su nivel más bajo desde 1997. Una aparente contradicción, dado que ese descenso lo explica el desplome de las compras, no la mejora de las ventas, que están sufriendo los efectos coyunturales de una zona euro en pleno enfriamiento. Las cifras concuerdan con los datos generales de nuestra balanza, que indican que en los 11 primeros meses de 2012 el saldo comercial negativo de España volvió a reducirse un 29,5%.

Ni este ni otros indicadores pueden calificarse todavía de brotes verdes -término acuñado por la exministra Elena Salgado que el Gobierno no quiere utilizar- ni deben dar lugar a triunfalismos excesivos. Pese a ello, datos como el de la caída del déficit exterior constituyen señales que apuntan -o anticipan- esa incipiente y esperada recuperación. El desempeño actual del comercio exterior español se asienta principalmente en cinco sectores -bienes de equipo, alimentos, productos químicos, autos y semimanufacturas-, así como en el esfuerzo de unas empresas españolas que apuestan por mantener e incluso incrementar sus relaciones y su presencia en el exterior. Se trata de un esfuerzo que el Gobierno debe respaldar con firmeza, sin tratar de ocupar un papel que corresponde al sector privado, pero poniendo todos los medios a su alcance para allanar un camino que resulta vital para la recuperación de nuestra economía.
Adaptado de Cinco días, 22/01/13. Disponible en: http://www.cincodias.com/ articulo/opinion/motor-exterior-debe-respalda /20130121cdscdsopi_10/

En el texto se dice que, en la presente crisis española, el sector exterior:
 

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Considere o texto abaixo para responder à questão.

Após um ano de grandes desafios na economia e, em consequência, também para os investidores, as avaliações para 2013 indicam um pouco mais de otimismo. Mas, diante de tantas modalidades e opções de investimentos disponíveis no mercado financeiro, a escolha(a) será definida em parte pelo grau de endividamento, o objetivo a ser atingido(b) com o planejamento financeiro e o foco na possibilidade de obter a melhor rentabilidade para o montante aplicado(c).

No mercado de ações, que sofreu com os altos e baixos dos movimentos econômicos tanto no Brasil como no exterior, a aposta dos especialistas permanece nos papéis de empresas com atuação voltada ao consumo interno, que são, em tese, menos suscetíveis às turbulências(d) internacionais. Outra opção que vem ganhando terreno no mercado financeiro, os títulos do Tesouro Direto seguem sendo apontados como uma boa opção, principalmente os títulos que são indexados à inflação. Os especialistas ainda apontam outras alternativas(e) mais interessantes, como debêntures sem imposto de renda, Fundos de Investimento em Direitos Creditórios com incentivos tributários, fundos de investimento imobiliários e Certificados de Recebíveis Imobiliários.

(Adaptado de Onde você investirá suas economias em 2013? http:// economia.ig.com.br/mercados/2013-01-07/onde-voce-investira-suaseconomias-em-2013.html,acesso em 26/1/2013)

Da relação entre as ideias do texto, infere-se o termo

 

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No que diz respeito ao uso dos sinais de pontuação no texto abaixo, assinale a opção correta.

Na Ata do Copom(a) divulgada em janeiro, o Banco Central passou o recado de que o problema da economia brasileira não é falta de consumo; é falta de oferta, que não se resolve com mais afrouxamento monetário(b) (política de juros(b)). Antes de verificar quais políticas podem ser acionadas pelo governo para garantir um PIB mais alentado(c) em 2013 e 2014(c), é preciso sublinhar que o Banco Central se recusa a desempenhar dupla função(d): a de combater a inflação e, ao mesmo tempo, a de garantir o aumento do emprego e da produção(e). E isso contraria o que têm pedido setores importantes do governo federal.

(Adaptado de Celso Ming. Estadão, 26 de janeiro de 2013 http://blogs.estadao.com.br/celso-ming, acesso em 26/1/2013)

 

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China concentra el 21% del intercambio comercial chileno El intercambio comercial con China ascendió a US$32.364 millones durante 2012, cifra que representó el 21% del comercio exterior de Chile. Aunque durante el año pasado las exportaciones al país asiático sólo subieron un 1,2% y se redujo el superávit comercial, es llamativo el fuerte crecimiento de la actividad con esa nación. En cuatro años, las ventas a la República Popular subieron 121%, mientras que las compras se incrementaron en 78% en igual período. De la cartera de productos que enviamos a China, el 81% del monto corresponde a cobre, seguido de celulosa y papel, con el 4,8%. Alimentos y frutas, en conjunto, representan un modesto 4%. Mirado desde otra perspectiva, las ventas de cobre al exterior ascienden a US$42.723 millones, cifras que reflejó una baja de 3,9% en comparación a 2011, y de todos los compradores de metal rojo, China lleva por lejos el liderazgo, pues adquirió US$15.241 millones, equivalentes al 35,7%.

Nuestro segundo socio comercial, EE.UU, tiene una cuota de 17% del intercambio chileno, con US$26.455 millones. También, representa el tercer comprador de cobre, con US$3.553 millones, aunque es el primero si se trata de frutas o salmón. De los envíos por US$4.235 millones de fruta, el mercado estadounidense se queda con el 33,8%, implicando US$1.431 millones. Asimismo, de los US$1.985 millones exportados en salmón, el 36% se dirige a la nación norteamericana, totalizando US$717 millones. Es interesante constatar que Países Bajos es el segundo comprador de celulosa y papel, al registrar US$301 millones y una participación de 9,1% en los envíos.
Tomado de Estrategia, 25/01/13. Disponible en: http://www.estrategia.cl/detalle_noticia.php?cod=72256

Se mantiene el sentido del enunciado en el que aparece la palabra “Aunque” (línea 2) si se sustituye por:
 

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1061336 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: ESAF
Orgão: STN
Levando-se em consideração o quadro a seguir, a alavancagem operacional, financeira e combinada são, respectivamente:
DRE nível base 1,5 1,2
Vendas em unidades 20.000 30.000 24.000
Receitas de Vendas R$ 5,00
unit.
R$100.000 R$150.000 R$ 120.000
Menos: Custo operac.
variável
R$ 2,00
unit.
R$ 40.000 R$ 60.000 R$ 48.000
Menos: Custo opera-
cional fixo
R$ 10.000 R$ 10.000 R$ 10.000
Lucro antes do I. de
Renda (lajir)
R$ 50.000 R$ 80.000 R$ 62.000
Juros R$ 20.000 R$ 20.000 R$ 20.000
Lucro líquido antes do
I. Renda
R$ 30.000 R$ 60.000 R$ 42.000
IR 40% R$ 12.000 R$ 24.000 R$ 16.800
Lucro líquido depois
do IR
R$ 18.000 R$ 36.000 R$ 25.200
Dividendos ações pre-
ferenciais
R$ 12.000 R$ 12.000 R$ 12.000
Lucro disponível ações
ordinárias
R$ 6.000 R$ 24.000 R$ 13.200
Lucro p/ ação (5.000
ações ordin.)
5.000 R$ 1,20 R$ 4,80 R$ 2,64
 

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Un motor exterior que se debe respaldar

El sector exterior se ha convertido en uno de los escasos motores de empuje con los que puede contar la economía española en esta crisis. La demanda interna se encuentra bajo mínimos -como consecuencia de la funesta conjunción del paro, la rebaja de los salarios, la inestabilidad laboral y la contracción del crédito-, de ahí que los mercados internacionales aparezcan como una gran oportunidad para aquellas empresas capaces de vender sus productos fuera de nuestras fronteras. Los últimos datos sobre exportaciones, correspondientes al mes de noviembre, revelan una leve caída -un 0,6%- por primera vez desde el pasado mes de abril. Sin embargo, el déficit comercial español disminuyó algo más del 47% respecto a noviembre de 2011 y alcanzó su nivel más bajo desde 1997. Una aparente contradicción, dado que ese descenso lo explica el desplome de las compras, no la mejora de las ventas, que están sufriendo los efectos coyunturales de una zona euro en pleno enfriamiento. Las cifras concuerdan con los datos generales de nuestra balanza, que indican que en los 11 primeros meses de 2012 el saldo comercial negativo de España volvió a reducirse un 29,5%.

Ni este ni otros indicadores pueden calificarse todavía de brotes verdes -término acuñado por la exministra Elena Salgado que el Gobierno no quiere utilizar- ni deben dar lugar a triunfalismos excesivos. Pese a ello, datos como el de la caída del déficit exterior constituyen señales que apuntan -o anticipan- esa incipiente y esperada recuperación. El desempeño actual del comercio exterior español se asienta principalmente en cinco sectores -bienes de equipo, alimentos, productos químicos, autos y semimanufacturas-, así como en el esfuerzo de unas empresas españolas que apuestan por mantener e incluso incrementar sus relaciones y su presencia en el exterior. Se trata de un esfuerzo que el Gobierno debe respaldar con firmeza, sin tratar de ocupar un papel que corresponde al sector privado, pero poniendo todos los medios a su alcance para allanar un camino que resulta vital para la recuperación de nuestra economía.
Adaptado de Cinco días, 22/01/13. Disponible en: http://www.cincodias.com/ articulo/opinion/motor-exterior-debe-respalda /20130121cdscdsopi_10/

En la línea 3 del texto, la locución conjuntiva “de ahí que” expresa un sentido de:
 

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1051390 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: ESAF
Orgão: STN
Com base nos dados abaixo, responder à questão.

O departamento de análise de crédito da empresa Comércio Geral S.A. apresenta ao comitê de políticas contábeis, da empresa, o relatório a seguir, relativo ao comportamento dos recebíveis nos últimos quatro anos.
(Valores em R$)
Descrição dos itens 2009 2010 2011 2012
Saldo Final de Clientes 100.000 200.000 350.000 500.000
Provisão para Estimativa
de Perdas em Crédito
de Liquidação Duvidosa
(PECLD)
7.000 8.000 15.750 20.000
Valores considerados como
Perdas por Incobráveis
0 3.000 0 12.750
Recuperação de Perdas
ocorridas em períodos
anteriores
0 0 14.000 0
Reversão da Provisão de
Estimativa de Crédito de
Liquidação Duvidosa
0 0 8.000 3.000

Na apuração do resultado de 2011, a empresa registrou:

 

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