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A micro história coloca no seu centro perguntas sobre o funcionamento da racionalidade humana que governa os comportamentos – nesse sentido, colide com a literatura – e tem a pretensão de contribuir para criação e a crítica das ciências humanas em geral, no lugar de utilizá-las passivamente. Digamos, em resumo, que não elimina nada do geral nem do específico. A contraposição entre global e local e entre o coletivo e o individual não tem sentido porque a micro história, apesar de utilizar um lugar ou uma vicissitude individual ou um evento particular, os usa como reduzindo a escala de observação e concentrando a atenção através de um microscópio, identifica aspectos importantes invisíveis a um olhar e uma leitura de grandes dimensões. A micro história nasceu como crítica das generalizações simplificadoras e imóveis do estrutural funcionalismo e inclusive como crítica política dos automatismos sociais das leituras e das conceptualizações sociológicas do tipo “a classe operária é de esquerda.”
Adaptado de: LEVI, Giovanni. Microhistoria e História Global, Historia crítica, n. 69, 2018, pp 21-35.
Com base na interpretação de Giovani Levi, é correto afirmar que a Micro História
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Que é o tempo histórico? Essa é uma das perguntas mais difíceis de se responder no campo da historiografia. A questão nos leva necessariamente a adentrar o terreno da teoria da história, sob uma perspectiva ainda mais profunda do que a habitual. Para tentar responder a essa questão, recorrente no campo dos estudos da história, precisaremos lançar mão de uma abordagem teórica, pois os testemunhos da tradição e do passado têm-se mostrado insuficientes. As análises semânticas não têm por objetivo primeiro um estudo de caráter linguístico-histórico. Em vez disso, elas pretendem investigar a constituição linguística das experiencias temporais, ali onde elas se manifestaram. Assim, as análises ampliam-se cada vez mais, seja com o intuito de esclarecer o contexto histórico-social, seja para acompanhar o traçado da orientação linguístico- pragmática ou linguístico política dos autores os oradores, ou ainda com o intuito de fazer deduções, a partir da semântica dos conceitos, sobre a dimensão histórica e antropológica inerente a toda conceptualização e a todo ato de linguagem.
Adaptado de: KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado, Contribuição à semântica dos tempos históricos, Rio de Janeiro: Contraponto, Editora PUC RIO, 2006, p. 13
Com base no trecho, analise as afirmativas a seguir sobre o tempo histórico.
I. O tempo histórico é composto por sobreposição de domínios temporais, os quais podem ser revelados pelos historiadores a partir da análise semântica dos documentos históricos.
II. No tempo histórico, as projeções futuras contidas na linguagem dos documentos não devem ser consideradas pelos historiadores, que não devem fazer prognósticos mensuráveis.
III. O tempo histórico é percebido como linear, seguindo as determinações temporais compreendidas de maneira física ou astronômica, que transcende o simbolismo observado nas fontes históricas.
Está correto o que se afirma em
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A respeito da relação entre História e outras ciências, assinale a afirmativa correta.
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O passado é algo que nunca poderemos possuir. Porque quando percebemos o que aconteceu, os fatos já estão inacessíveis para nós: não podemos revivê-los, recuperá-los, ou retornar no tempo como um experimento de laboratório ou simulação de computador. Salvo com a invenção de uma máquina do tempo, nunca retornaremos para ter certeza. Contudo, a experiência direta de eventos não é necessariamente o melhor caminho para entendê-los, porque nosso campo de visão não vai mais além de nossos sentidos imediatos. Falta-nos a capacidade, quando imaginamos como sobreviver à escassez de víveres, ou fugir de um bando de criminosos, ou lutar dentro de uma armadura, para assumir nosso papel de historiador. O mero ato de representação, todavia, nos faz sentir superiores porque nós mesmos estamos encarregados desta ação: somos nós que tornamos a complexidade compreensível, primeiro para nós mesmos, depois para os outros.
Adaptado de: GADDIS, John Lewis. Paisagens da História, como os historiadores mapeiam o passado, Rio de Janeiro: Campus, 2003, pp. 19- 22.
Com base na leitura do trecho, assinale a afirmativa que descreve corretamente a perspectiva do autor sobre a relação entre historiadores e eventos passados.
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I. O Conselho de Saúde é um órgão colegiado responsável por avaliar a situação de saúde e propor diretrizes para formulação da política de saúde.
II. Um dos requisitos para que Estados e Municípios recebam os recursos destinados à cobertura das ações e serviços de saúde é a elaboração do Plano de Saúde.
III. Os Municípios poderão estabelecer consórcio para execução de ações e serviços de saúde.
Está correto o que se afirma em
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( ) Em serviços de saúde com mais de vinte trabalhadores é obrigatória a instituição de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA.
( ) O serviço de saúde deve garantir que o prontuário contenha registros relativos à identificação e todos os procedimentos prestados ao paciente.
( ) O serviço de saúde deve garantir que os trabalhadores sejam avaliados, no mínimo, uma vez ao ano em relação à saúde ocupacional.
As afirmativas são, respectivamente,
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