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O equilíbrio entre desafio e frustração é crucial no ensino. O problema é que estudantes têm talentos variados e diferentes. A mesma aula pode ser fácil demais e entediar certos alunos e, ao mesmo tempo, parecer intransponível a outros.
É óbvio que não somos todos iguais, mas custamos a admitir isso. Uma consequência da ideia de que somos todos iguais é que a diferença entre os alunos que terão sucesso na escola e os que não terão não pode ser questão de mais ou menos inteligência, predisposição ou preguiça.
A diferença entre os que conseguem e os que não, para muitos, reside apenas na capacidade de resistir à frustração.
Ou seja, os que conseguem são os que não desistem, e não desistem porque não se deixam derrubar pela frustração. Os que não conseguem têm as mesmas habilidades, mas perdem coragem quando frustrados. Consequência: o que é preciso ensinar às crianças é resistência à frustração, que os estudos e a vida em geral necessariamente lhes prometem.
Não deixa de ser paradoxal: nossa cultura pensa que a chave do sucesso está na capacidade de se frustrar. Sempre tem alguém para se indignar porque seríamos hedonistas e imediatistas. Na verdade, somos uma das culturas menos hedonistas da história do Ocidente: somos apologistas da frustração, que, aliás, tornou-se mérito.
É raro encontrar pais que não estejam convencidos de que não é bom dar a uma criança o que ela quer. É claro que, se faz manhas para obter algo que está fora do orçamento familiar, é preciso dizer não. E talvez seja bom que ela aprenda, assim, que a realidade resiste ao desejo.
Mas nossa pedagogia frustradora não depende do orçamento: uma criança de classe média, nem obesa nem pré-diabética, pede um sorvete (valor insignificante). Em regra, a resposta será negativa: agora é tarde ou cedo demais, é muito doce, e por aí vai... Produzir uma frustração é considerado um ato pedagógico, que ajudará a criança a crescer.
Amadurecer, na nossa cultura, significa aprender a renunciar. Por isso, presume-se que o idoso seja mais sábio que o jovem, porque saberia "naturalmente" que a vida é renúncia.
Mas e se o essencial da vida forem os sorvetes que não tomamos, todos os pequenos (grandes) prazeres aos quais renunciamos em nome de uma propedêutica à suposta grande frustração da vida? Pior: e se estivermos educando as crianças para que queiram desde pequenas renunciar aos prazeres da vida?
Obviamente, não é preciso dar à criança tudo o que pede. Mas também não é preciso lhe negar o que ela pede sob pretexto de que estaríamos treinando-a para alguma preciosa sabedoria.
(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Disponível em: folha.uol.com.br, 21/12/2017)
... o que é preciso ensinar às crianças é resistência à frustração, que os estudos e a vida em geral necessariamente lhes prometem. (4º parágrafo)
Os elementos sublinhados acima referem-se, respectivamente, a:
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Considere uma mulher aposentada de 65 anos de idade, e que recebe mensalmente R$ 2.000,00 de benefício, pagos postecipadamente.
Dados de comutação:
D65 = 387,7234; N65 = 5.170,7089; N66 = 4.782,9855
Utilizando-se a tábua atuarial AT-2000 feminina, taxa de juros de 5% a.a. e sabendo-se que ela recebe 12 pagamentos por ano, a reserva matemática de benefício concedido, em R$, será igual a
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Uma determinada pessoa deseja comprar uma televisão e a loja ofereceu as seguintes condições:
a. Preço à vista = R$ 3.200,00.
b. Condições a prazo = entrada de R$ 1.000,00 e R$ 2.497,00 em 90 dias.
A taxa de juros simples mensal cobrada na venda a prazo é, em % ao mês,
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Uma empresa obteve um empréstimo à taxa de juros compostos de 2% ao mês e ainda restam duas parcelas trimestrais de mesmo valor para sua liquidação. O valor de cada parcela é R$ 30.000,00 e a primeira das duas parcelas vencerá em 90 dias. A empresa pretende alterar a forma de pagamento, mantendo a mesma taxa de juros, e propõe à instituição financeira a liquidação da seguinte forma:
− Uma parcela de R$ 25.000,00, na data de hoje.
− Uma parcela complementar, daqui a 60 dias.
A equação que permite calcular corretamente o valor da parcela complementar identificada pela incógnita x, é
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Abaixo são apresentados os valores presentes líquidos − VPL de quatro projetos de investimento, admitindo-se diferentes taxas de desconto (taxa mínima de atratividade − TMA):

Com base nas informações acima,
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Para comprar um caminhão, o Sr. Luiz realizou uma pesquisa em 3 concessionárias e obteve as seguintes propostas de financiamento:
− Concessionária Alfa: Entrada de R$ 48.000,00 + 1 prestação de R$ 106.090,00 após 30 dias da entrada.
− Concessionária Beta: Entrada de R$ 49.000,00 + 1 prestação de R$ 106.090,00 após 60 dias da entrada.
− Concessionária Gama: Entrada de R$ 49.000,00 + 2 prestações de R$ 53.045,00 para 30 e 60 dias após a entrada, respectivamente.
Sabendo que a taxa de juros compostos era de 3% ao mês, a melhor proposta para a aquisição do caminhão foi a da concessionária
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Considere um homem de 35 anos de idade que deseja contratar um plano de previdência para receber uma renda anual no valor de R$ 12.000,00, vitalícia, antecipada, que será paga quando este se aposentar aos 60 anos de idade.
Dados de comutação:
D35 = 1.774,6334; D60 = 487,2322; N35 = 32.534,2508; N36 = 30.759,6175; N60 = 6.674,8699; N61 = 6.187,6377.
Utilizando-se a tábua atuarial AT-2000M e taxa de juros de 5% a.a., o valor da contribuição única pura a ser paga pelo participante no momento da contratação do plano, será, em R$, igual a
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