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Foram encontradas 60 questões.

2290114 Ano: 2014
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Assinale a alternativa correta sobre as formas de produção protegidas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos a que todo ser humano tem direito quanto aos interesses morais e materiais dela decorrentes.
 

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2290110 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Os componentes básicos que compõem um computador são o monitor, teclado, mouse e gabinete. De acordo com essa informação, são Verdadeiras (V) ou Falsas (F) as seguintes características:
( ) O monitor é o dispositivo que nos permite visualizar as tarefas a serem executadas.
( ) O teclado é o componente utilizado para entrada de dados no computador.
( ) O gabinete é uma caixa metálica onde estão dispostos todos os componentes para navegação na internet.
( ) O mouse é um dispositivo apontador, utilizado como auxiliar no processo de entrada/digitação de dados no computador.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
 

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2290105 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Na era da tecnologia é fundamental que todos interajam com a utilização da Internet. Um meio para troca e socialização de informação é o e-mail, e para isso é importante alguns cuidados com o login e senha para acessar sua conta. Assinale a alternativa correta:
 

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2290104 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Fobias
Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até a treikaidesafobia (medo do número 13), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palava impressa. Na falta dela, qualquer palavra, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham "Frio" e "Quente" escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri uma lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
[...] Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
- Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
- Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
- Infelizmente, não tenho nenhum revista.
- Não é possível! O que você faz durante a noite?
- Tricô.
Uma esperança!
- Com manual?
- Não.
Danação.
- Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
- Manda!
(VERISSIMO, Luiz Fernardo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003. p. 97-98)
Os advérbios estabelecem importantes relações lógico-discursivas nos textos dependendo dos termos a que fazem referência. Considere o seguinte fragmento do texto:
" - Infelizmente, não tenho nenhuma revista." (5º§)
O termo destacado revela:
 

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2290103 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Fobias
Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até a treikaidesafobia (medo do número 13), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palava impressa. Na falta dela, qualquer palavra, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham "Frio" e "Quente" escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri uma lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
[...] Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
- Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
- Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
- Infelizmente, não tenho nenhum revista.
- Não é possível! O que você faz durante a noite?
- Tricô.
Uma esperança!
- Com manual?
- Não.
Danação.
- Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
- Manda!
(VERISSIMO, Luiz Fernardo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003. p. 97-98)
A compreensão do sentido global do texto de Veríssimo permite concluir que o tema da leitura está sendo destacadamente desenvolvido:
 

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2290101 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG

O Artigo 5º da Constituição da República Federativa do Brasil diz que "todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza" e no termo que "homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações". Se homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, não pode haver qualquer tipo de discriminação na família, no trabalho e na sociedade. Considerando esse contexto, são estabelecidos os seguintes componenetes

1. Família

2. Trabalho

3. Sociedade

Correlacione esses componentes com as afirmativas a seguir.

( ) A maternidade é uma função da mulher, mas o marido tem direito a cinco dias de licença paternidade.

( ) As mulheres e homens devem ser tratados com igual respeito em qualquer situação e ambiente.

( ) As mulheres não podem receber uma remuneração menor que um homem para realizar a mesma função

( ) A mulher tem o mesmo direito do marido ou companheiro com relação às decisões que devem ser tomadas referente aos filhos.

( ) Os trabalhos domésticos devem ser divididos entre ambos, de comum acordo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência respectivamente correta de cima para baixo.

 

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2290100 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Fobias
Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até a treikaidesafobia (medo do número 13), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palava impressa. Na falta dela, qualquer palavra, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham "Frio" e "Quente" escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri uma lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
[...] Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
- Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
- Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
- Infelizmente, não tenho nenhum revista.
- Não é possível! O que você faz durante a noite?
- Tricô.
Uma esperança!
- Com manual?
- Não.
Danação.
- Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
- Manda!
(VERISSIMO, Luiz Fernardo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003. p. 97-98)
No fragmento "O vício que lhe á origem é a gutembergomania.", presente no primeiro parágrafo; o pronome em destaque cumpre papel coesivo e regasta o seguinte vocábulo:
 

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2290096 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Um crescente avanço na alfabetização é identificado no país, mas ainda há um número elevado de jovens brasileiros que se mostram aquém do esperado quanto ao sucesso na aprendizagem da leitura e da escrita. Diante dessa afirmação, assinale a alternativa correta:
 

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2290095 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento o educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho, conforme o LDB/96.
Nesse sentido, o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I. Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.
II. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber.
III. O respeito à liberdade e apreço à tolerância.
IV. Gratuidade no ensino público em estabelecimento oficiais.
V. Valorização do profissional da educação escolar.
VI. Gestão democrática do ensino público, na forma da lei e da legislação dos sistemas de ensino.
VII. Concepções pedagógicas únicas e singulares, reforçando o apreço ao ensino unificado.
Estão corretos apenas os itens:
 

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2290093 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: SEE-MG
Texto
Ninguém nasce sabendo ler: aprende-se à medida que vive. Se "ler livros" geralmente se aprende nos bancos da cola, outras leituras se aprendem por aí, na chamada escola da vida: a leitura do voo das arribações que indicam a seca [...] independe da aprendizagem formal e se perfaz na interação cotidiana como o mundo das coisas e dos outros.
Como entre tais coisas e tais outros incluem-se também livros e leitores, fecha-se o círculo: lê-se para entender o mundo, para viver melhor. em nossa cultura, quanto mais abrangente a concepção de mundo e de vida, mais intensamente se lê, numa espiral quase sem fim, que pode e deve começar na escola, mas não pode (nem costuma) encerrar-se nela.
Do mundo da leitura à leitura do mundo, o trajeto se cumpre sempre refazendo-se, inclusive, por um vice-versa que transforma a leitura em prática circular e infinita. Como fonte de saber e de sabedoria, a leitura não esgota seu poder de sedução nos estreitos círculos da escola.
(Marisa Lajolo. Do mundo da Leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 1993. p.7)
No primeiro parágrafo do texto, a autora fala em "outras leituras" que podem ser entendidas como:
 

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