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De acordo com o Currículo Paulista: etapa ensino médio
(2020), considerando-se as práticas contemporâneas de
linguagem, no Ensino Médio devem ganhar destaque,
por exemplo,
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Os exemplos de textos jornalísticos foram apresentados
numa unidade temática sobre drogas num supletivo básico
(equivalente às 1a
e 2a
séries) para adultos. Em consequência
da pouca familiaridade dos alunos com a escrita em cursos
desse tipo, em que a maioria são adultos que voltam à escola
depois de ter passado uns poucos meses na escola quando
crianças, é necessário, primeiro, explorar com os alunos os
acordos tácitos anteriores à leitura do jornal, entre jornalista
e leitor.
Em primeiro lugar, o texto jornalístico deve ser aceito como fonte de informações pertinentes e de novidades, quer dizer, preenchendo funções que, nas culturas não letradas, são preenchidas, primordialmente, pelos membros da família e pela comunidade imediata, oralmente. Em segundo lugar, é preciso deixar claro para o aluno a ampla variedade de informações e notícias que um jornal da imprensa séria, de circulação nacional traz, o que implica uma maneira seletiva de procura de textos interessantes, mediante a leitura da manchete e do resumo destacado na primeira página, ou na seção pertinente ao assunto tratado.
A familiarização com a forma do jornal e do texto jornalístico poderia ser, de fato, um dos primeiros objetivos da aula e, nesse caso, poder-se-ia focalizar a relação entre a manchete, o resumo ou chamada e o texto propriamente dito dentro do jornal. Ligada também à leitura do jornal está a maneira de abordar a leitura do jornal para aquilo que nos interessa. Poder-se-ia, então, demonstrar para o aluno a função da manchete em relação ao relato da notícia, bem como a leitura tipo sondagem (também conhecida por seu nome inglês, “scanning”), assim, efetivamente, demonstrando a relação existente entre objetivo de leitura e estratégias de abordar o texto, de ler
De acordo com Angela Kleiman (Oficina de leitura: teoria & prática, 2017), relaciona-se a uma estratégia cognitiva da leitura o fato de
Em primeiro lugar, o texto jornalístico deve ser aceito como fonte de informações pertinentes e de novidades, quer dizer, preenchendo funções que, nas culturas não letradas, são preenchidas, primordialmente, pelos membros da família e pela comunidade imediata, oralmente. Em segundo lugar, é preciso deixar claro para o aluno a ampla variedade de informações e notícias que um jornal da imprensa séria, de circulação nacional traz, o que implica uma maneira seletiva de procura de textos interessantes, mediante a leitura da manchete e do resumo destacado na primeira página, ou na seção pertinente ao assunto tratado.
A familiarização com a forma do jornal e do texto jornalístico poderia ser, de fato, um dos primeiros objetivos da aula e, nesse caso, poder-se-ia focalizar a relação entre a manchete, o resumo ou chamada e o texto propriamente dito dentro do jornal. Ligada também à leitura do jornal está a maneira de abordar a leitura do jornal para aquilo que nos interessa. Poder-se-ia, então, demonstrar para o aluno a função da manchete em relação ao relato da notícia, bem como a leitura tipo sondagem (também conhecida por seu nome inglês, “scanning”), assim, efetivamente, demonstrando a relação existente entre objetivo de leitura e estratégias de abordar o texto, de ler
De acordo com Angela Kleiman (Oficina de leitura: teoria & prática, 2017), relaciona-se a uma estratégia cognitiva da leitura o fato de
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Seguramente, este critério é o mais óbvio de todos,
pois, se um texto é coerente é porque desenvolve
algum tópico, ou seja, refere conteúdos. O essencial
desse princípio é postular que num texto deve ser possível distinguir entre o que ele quer transmitir e o que é
possível extrair dele, e o que não é pretendido.
(Luiz Antônio Marcuschi, Produção textual, análise de gêneros e compreensão, 2008)
O critério de textualidade descrito por Marcuschi é a
(Luiz Antônio Marcuschi, Produção textual, análise de gêneros e compreensão, 2008)
O critério de textualidade descrito por Marcuschi é a
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Com base em Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto, 2011), o encadeamento por justaposição
com conexão causal está devidamente exemplificado
em:
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Leia o texto para responder à questão:
O texto é uma proposta de sentido e se acha aberto a
várias alternativas de compreensão. Mas todo cuidado aqui
é pouco, pois o texto não é uma caixinha de surpresas ou
algum tipo de caixa preta. Se assim fosse, ninguém se entenderia e viveríamos em eterna confusão. Há, pois, limites para
a compreensão textual.
(Luiz Antônio Marcuschi, Produção textual,
análise de gêneros e compreensão, 2008)
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Leia o texto para responder à questão:
O texto é uma proposta de sentido e se acha aberto a
várias alternativas de compreensão. Mas todo cuidado aqui
é pouco, pois o texto não é uma caixinha de surpresas ou
algum tipo de caixa preta. Se assim fosse, ninguém se entenderia e viveríamos em eterna confusão. Há, pois, limites para
a compreensão textual.
(Luiz Antônio Marcuschi, Produção textual,
análise de gêneros e compreensão, 2008)
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De acordo com Koch e Elias (Ler e compreender: os
sentidos do texto, São Paulo: Contexto, 2011), que
afirmam que os gêneros textuais são produtos sociais,
conclui-se que eles
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Para responder à questão, leia o texto em que
Alfredo Bosi comenta a prosa de Guimarães Rosa e ilustra
com trecho do próprio escritor:
Sujeito e objeto opõem-se na aparência, mas no fundo
partilham de algo infinitamente mutável: o devir:
“É e não é. O senhor ache e não ache. Tudo é e não é…
Quase todo mais grave criminoso feroz, sempre é muito bom
marido, bom filho, bom pai, e é bom amigo-de-seus-amigos!
Sei desses. Só que tem os depois – e Deus, junto. Vi muitas
nuvens.
Mire e veja: o mais importante e bonito, do mundo é isto:
que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram
terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam e
desafinam.”
(Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015)
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Para responder à questão, leia o texto em que
Alfredo Bosi comenta a prosa de Guimarães Rosa e ilustra
com trecho do próprio escritor:
Sujeito e objeto opõem-se na aparência, mas no fundo
partilham de algo infinitamente mutável: o devir:
“É e não é. O senhor ache e não ache. Tudo é e não é…
Quase todo mais grave criminoso feroz, sempre é muito bom
marido, bom filho, bom pai, e é bom amigo-de-seus-amigos!
Sei desses. Só que tem os depois – e Deus, junto. Vi muitas
nuvens.
Mire e veja: o mais importante e bonito, do mundo é isto:
que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram
terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam e
desafinam.”
(Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015)
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No que tange ao campo da atuação na vida pública,
o Currículo Paulista: ensino fundamental (2019), retomando a BNCC, explica que o objetivo desse campo é
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