Foram encontradas 1.020 questões.
Um chinês (ou era um indiano?) ajudava um grupo de arqueiros a melhorarem sua pontaria. Trabalharam durante alguns meses, e chegou o dia da prova. A cada um que se apresentava, o mestre fazia as mesmas perguntas, nesta mesma ordem:
a) Você vê aquela floresta?
b) Você vê aquela árvore?
c) Você vê aquele galho?
d) Você vê aquele passarinho naquele galho?
Todos respondiam “sim” a todas essas perguntas e eram dispensados pelo mestre, que lhes dizia: “Se você vê tudo isto, não adianta tentar: vai errar! Terá que voltar aos treinamentos”.
Apenas um respondeu negativamente a todas as perguntas do mestre. Este, então, acrescentou mais uma pergunta:
“O que você vê?”
– Vejo, respondeu o discípulo, o olho de um passarinho.
– Vai, disse o mestre, não precisa tentar: não é possível que você erre.
(Extraído de Gandin, 2011. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida (Letramentos, mídias, linguagens.
2019), “O conceito de letramento, repetimos, passa ao
plural: deixamos de falar em ‘letramento’ e passamos a
falar em ‘letramentoS’.” Segundo os autores, essa mudança conceitual deve-se ao fato de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Schneuwly (em Bernard Schneuwly & Joaquim Dolz.
Gêneros orais e escritos na escola. 2004), retomando
Bakhtin, explica que este designa os gêneros primários
como
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com Luiz Antônio Marcuschi (Produção
textual, análise de textos e compreensão. 2008), no domínio discursivo jornalístico, são exemplos de gêneros
da oralidade e de gêneros da escrita, correta e respectivamente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias
de produção textual. 2011), a produção de um texto escrito é uma atividade complexa, diferenciando-se de uma
produção oral pelo fato de ser
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal
O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento
feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis
Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente
a R$ 853 milhões.
O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no
Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior
demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.
Vários percalços foram superados, como a liberação
da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da
substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis
oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas
(ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal
e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte
de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial
(que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com
isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz
respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil.
Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições
– geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior
parte das instituições e dos estudos até o momento.
Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram
seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.
Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal
continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind.
Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado
brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano.
Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas
no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por
produtos.
(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
• Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual... (3° parágrafo)
• Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro... (6° parágrafo)
Os termos destacados estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal
O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento
feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis
Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente
a R$ 853 milhões.
O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no
Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior
demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.
Vários percalços foram superados, como a liberação
da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da
substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis
oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas
(ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal
e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte
de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial
(que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com
isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz
respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil.
Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições
– geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior
parte das instituições e dos estudos até o momento.
Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram
seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.
Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal
continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind.
Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado
brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano.
Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas
no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por
produtos.
(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal
O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento
feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis
Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente
a R$ 853 milhões.
O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no
Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior
demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.
Vários percalços foram superados, como a liberação
da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da
substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis
oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas
(ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal
e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte
de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial
(que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com
isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz
respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil.
Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições
– geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior
parte das instituições e dos estudos até o momento.
Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram
seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.
Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal
continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind.
Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado
brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano.
Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas
no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por
produtos.
(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal
O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento
feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis
Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente
a R$ 853 milhões.
O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no
Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior
demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.
Vários percalços foram superados, como a liberação
da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da
substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis
oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas
(ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal
e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte
de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial
(que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com
isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz
respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil.
Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições
– geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior
parte das instituições e dos estudos até o momento.
Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram
seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.
Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal
continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind.
Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado
brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano.
Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas
no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por
produtos.
(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal
O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento
feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis
Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente
a R$ 853 milhões.
O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no
Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior
demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.
Vários percalços foram superados, como a liberação
da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da
substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis
oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas
(ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal
e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte
de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial
(que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com
isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz
respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil.
Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições
– geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior
parte das instituições e dos estudos até o momento.
Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram
seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.
Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal
continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind.
Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado
brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano.
Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas
no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por
produtos.
(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container