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As leis da educação são as primeiras que recebemos. E, como elas nos preparam para sermos cidadãos, cada família particular deve ser governada no mesmo plano da grande família que compreende todas. Se o povo em geral tem um princípio, as partes que o compõem, isto é, as famílias, também o terão. As leis da educação serão, portanto, diferentes nas monarquias, nas repúblicas e no despotismo.
(Montesquieu, 2000)Para Montesquieu, as leis da educação em estados despóticos deverão cultivar
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Quando, em uma república, o povo em conjunto possui o poder soberano, trata-se de uma Democracia. Quando o poder soberano está nas mãos de uma parte do povo, chama-se uma Aristocracia. O povo, na democracia, é, sob certos aspectos, o monarca; sob outros, é súdito.
(Montesquieu, 2000)Segundo o autor, o poder soberano do povo está condicionado
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Uma das primeiras qualidades que o “olhar sociológico” supõe é uma capacidade de descrição e de narração daquilo que é possível observar diretamente (paisagens, lugares, ambientações, objetos, personagens, maneiras de falar ou de fazer), quando estamos armados de nossos sentidos e de nossas categorias de percepção do mundo social. A descrição e a narração de cenas observadas são, portanto, a ocasião de aprender a nomear as coisas, a discriminar as situações, a designar gestos, mímicas ou atitudes. É também a ocasião de mostrar que os comportamentos individuais não se compreendem de maneira isolada, mas sempre “em relação a”, “em reação frente a”, “em interação com”, outros elementos do contexto (outros indivíduos, objetos, palavras ou gestos).
(Lahire, 2014. Adaptado)
Segundo Bernard Lahire, o “olhar sociológico” permite ao professor/pesquisador descrever adequadamente a realidade observada a partir de sua
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Ao discutir a possibilidade de o ensino de Sociologia ser introduzido desde o ensino fundamental, Bernard Lahire levanta a seguinte pergunta: “Pelo seu conteúdo e sua forma, essas ciências sociais não seriam intrinsecamente voltadas a intervir apenas ao nível de uma formação superior?
(2014. Adaptado)
Segundo o autor, a resposta a essa interrogação é a de que
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Contra as injunções multiformes de produção de um “saber útil”, os cientistas sempre lutaram pela “curiosidade gratuita” ou a “pesquisa da verdade” nela mesma e por ela mesma. Ao mesmo tempo, não se pode deixar de pensar que atrás de fortes reações frente à exigência de ser “útil” e de “servir”, se esconde uma defesa de uma outra forma de utilidade.
(Lahire, 2014. Adaptado)
Essa outra forma de utilidade refere-se a
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Para que e para quem serve a Sociologia? A Sociologia deve necessariamente “servir” a algo ou a alguém? E se ela tiver utilidade, qualquer que seja ela, qual deve ser sua natureza: (i) política (formar o pesquisador-expert, pesquisador conselheiro do príncipe, pesquisador dando armas de lutas aos dominados de toda natureza); (ii) terapêutica (analisar como diminuir os sofrimentos individuais pela compreensão do mundo social e de seus determinismos); (iii) cognitivo-científica (produzir o conhecimento mais verdadeiro possível)? Eis uma série de questões que giram em torno da utilidade e da inutilidade efetivas ou desejadas da Sociologia, com as quais os pesquisadores são sempre e inevitavelmente confrontados.
(Lahire, 2014. Adaptado)
As questões levantadas pelo autor
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Não é vocação nem tarefa da sociologia impor escolhas de valores. Além disso, mesmo que quisesse, a sociologia não tem esse poder. A vocação da sociologia é tornar a escolha de valores viável e plausível, assim como colocá-la ao alcance do indivíduo que tem sobre si a obrigação de encontrar soluções adequadas para problemas existenciais socialmente produzidos.
(Bauman, 2015. Adaptado)
Segundo Zigmunt Bauman, cabe efetivamente à Sociologia
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Segundo Zygmunt Bauman: “Há uma diferença muito grande, na verdade a mais profunda oposição que se possa conceber, entre analisar criticamente nossas próprias práticas de vida e impor a outras pessoas práticas que não são de sua escolha” (2015). Zygmunt Bauman acrescenta, ademais, que concorda com Cornelius Castoriadis, que qualifica como um “apaixonado defensor da genuína democracia”.
Para Bauman e Castoriadis, o que estaria errado em nossa sociedade, e a manteria distante da democracia genuína, é que ela
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Diferentes pesquisas do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística trazem informações relevantes relacionadas ao patrimônio das famílias. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua de 2019, ano da investigação mais recente com dados disponíveis sobre o tema, fornecem uma série de elementos sobre o local de moradia – que constitui um dos principais ativos do patrimônio de muitas famílias.
Um primeiro elemento, a condição de ocupação do domicílio, apresenta apenas pequenas diferenças segundo a cor ou raça da população. Em 2019, 73,1% da população branca residia em domicílios próprios, proporção que era de 71,8% para a população parda e de 71,1% para a população preta.
(BRASIL – IBGE, 2022)
Os dados apresentados no texto permitem inferir que, no Brasil atual,
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Em 2021, enquanto o rendimento médio de pessoas ocupadas brancas atingiu R$ 19,00 por hora, os valores para pretas (R$ 10,90) ou pardas (R$ 11,30) foram inferiores. Observou-se que, quanto mais alto o nível de instrução, maior o rendimento, sendo significativo para quem possui o ensino superior completo. Entretanto, as disparidades de rendimentos do trabalho, sob a ótica da cor ou raça, estão presentes em todos os níveis de instrução. Com ensino superior completo ou mais, as pessoas brancas ganharam, em média, 50% a mais do que as de cor ou raça preta e cerca de 40% a mais do que as pardas.
(BRASIL – IBGE, 2022, Adaptado)
A partir dos dados apresentados no excerto, cabe afirmar que
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