Na obra de Williams (2005), dois pais discutem a respeito
das tentativas de utilizar feedbacks positivos com seus
filhos. Um deles sugere ao outro que experimente oferecer esse tipo de feedback enquanto brinca, junto com a
criança, de jogos eletrônicos que ela tem como favoritos.
Para Linhares (In: Silva Junior, 2004), a ampliação da escola deve considerar também a ampliação dos espaços
de atuação de sujeitos. Nesse contexto, Linhares defende o ponto de vista de que o sujeito é sempre
Ao debater a crise da escola pública, Linhares (In: Silva
Junior, 2004) observa que, ante esse “desastre educacional produzido dentro da escola”, tem-se dado pouca
atenção
Santos e Araújo (2011) afirmam que a Educação Inclusiva “assume que diferenças humanas são normais, com a
concepção de que aprendizagem e ensino são necessidades do sujeito no processo de ensinagem”, ideia que
resgatam de Léa Anastasiou.
Ferreira (In: Rangel, 2001), discutindo aspectos históricos da supervisão educacional, observa que, em
determinado momento, “os supervisores passaram a ser
chamados de ‘pessoal de apoio’, ‘personagens escolares’, ‘parceiros’ […]”, o que a autora considera que
Cora é supervisora e tem se ocupado de refletir sobre
a questão dos métodos e técnicas de ensino. Se seguir
o que propõe Rangel (2001), Cora, em sua ação supervisora, pode incentivar
Ferreira (In: Rangel, 2013) propõe-se a discutir o “trabalho de supervisão e orientação educacional na totalidade
do fenômeno educativo”. A autora observa que “dependendo da concepção que norteia um conceito, pode-se
defini-lo diferenciadamente, fundamentando os seus
pressupostos também de forma diferenciada”. A respeito
do conceito de totalidade, comenta uma concepção que o
entende como “‘soma das partes’ que interagem, mesmo
que sejam de naturezas diferentes”.