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A questão toma por base o texto abaixo:
O desemprego causado por tecnologia(b) não é exclusividade do nosso tempo. O modelo de máquinas tomando o lugar das pessoas vem desde pelo menos 350 a. C., com Aristóteles perguntando o que seria do servo(a) quando a lira tocasse sozinha. Mas foi dois mil anos depois do filósofo(a), com a Revolução Industrial(e), que a coisa(b) ficou séria. Na Inglaterra do século 19, os operários destruíram fábricas que substituíam trabalhadores braçais por máquinas a vapor. A maior parte dos economistas(c) apontaria que não adianta se revoltar porque a história das “revoluções produtivas” é uma história de desemprego momentâneo. Quando as máquinas começaram a tomar os empregos em fábricas, essas pessoas(c) foram para o campo dos serviços. Essa foi a receita(d) de progresso econômico até aqui: a tecnologia tirava empregos em um primeiro momento, depois o aumento da produtividade(d) criava mais riqueza; e essa riqueza(e) dava à luz mais empregos.
(Adaptado de Pedro Burgos, O fim dos empregos. Superinteressante, setembro de 2013)
Nas relações de coesão do texto,
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
O aumento do fluxo de passageiros no desembarque internacional intensificou(a) o trabalho(a) na Alfândega. O tamanho da equipe cresceu nos últimos dois anos, mas não tem sido suficiente para acompanhar o ritmo de serviço. As pessoas que viajam com o intuito de trazer produtos para revenda adotam(b) táticas(b) cada vez mais sofisticadas. Além das pesquisas virtuais(c), o treinamento dos funcionários e a tecnologia auxiliam(c) a fiscalização. Um aplicativo instalado em smartphones usados pelos fiscais ajuda a identificar o preço de produtos comprados no exterior e, assim, contrapor com as informações repassadas por passageiros que tentam burlar as regras da Receita. Comercializar produtos trazidos do exterior como bagagem configura(d) crime de descaminho. Além de as mercadorias serem apreendidas, o transportador pode ser preso. Mesmo que não se enquadre(e) nas características de “muambeiro”, quem(e) extrapola a cota de US$ 500 e tenta driblar a fiscalização fica sujeito a penalidades que vão além da multa prevista pela omissão de informações. Servidores públicos, em último caso, se condenados, podem ser exonerados.
(Adaptado de Diego Amorim, Alfândega de Brasília usa redes sociais para fiscalizar mercadoria ilegal do exterior Correio Braziliense http://www. em.com.br/app/noticia/nacional/2012/03/12, acesso em 14/10/2013)
Assinale a opção correta a respeito das relações de concordância verbal no desenvolvimento do texto.
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A questão toma por base o seguinte texto:
Diariamente deparamos com noticiários de casos de fraudes, golpes, corrupção e toda sorte de escândalos. Abalada por sucessivos escândalos, a sociedade está se tornando cada vez mais intolerante e menos indulgente com a desonestidade. Ninguém mais acredita em “pecadores arrependidos”(a). A análise superficial costuma enquadrar as pessoas envolvidas em atos de desonestidade como as “maçãs podres”(b) do barril. Entretanto, na prática, vivemos batalhando contra a tentação de comportamento incorreto, mas vantajoso, de modo similar ao de banqueiros e políticos(c) pegos em escândalos. O que já é senso comum ganhou respaldo com pesquisas recentes de psicólogos e sociólogos comportamentais, que revelaram que todos estamos a um passo(d) de cometer deslizes morais o tempo todo. Ao contrário do que imaginamos, atos desonestos não são, necessariamente, cometidos por pessoas sem escrúpulos, mas por pessoas menos escrupulosas. O comportamento escandaloso está apenas a alguns degraus(e) de condescendência do comportamento moral. Em um dos estudos, evoca-se a imagem de uma bússola(a) para analisar o funcionamento do senso moral. Por mais que a agulha interna(b) esteja constantemente apontando para a direção certa, são muitas as forças capazes de confundir o “aparelho”. O senso moral(e) não nasce pronto. Desenvolve-se ao longo da vida. Se, por um lado, a racionalização e a relativização flexibilizam os valores, o mesmo processo induz a um olhar mais honesto sobre nós mesmos: devemos evitar generalizações entre pessoas “mais normais”(c) e “mais boazinhas”(d).
(Adaptado de Camilo Gomide, As duas faces do caráter. Planeta, outubro/2013)
Assinale a opção em que as duas expressões são usadas com sentido metafórico, ou não literal, na argumentação do texto.
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A questão toma por base o seguinte texto:
Diariamente deparamos com noticiários de casos de fraudes, golpes, corrupção e toda sorte de escândalos. Abalada por sucessivos escândalos, a sociedade está se tornando cada vez mais intolerante e menos indulgente com a desonestidade. Ninguém mais acredita em “pecadores arrependidos”. A análise superficial costuma enquadrar as pessoas envolvidas em atos de desonestidade como as “maçãs podres” do barril. Entretanto, na prática, vivemos batalhando contra a tentação de comportamento incorreto, mas vantajoso, de modo similar ao de banqueiros e políticos pegos em escândalos. O que já é(b) senso comum ganhou respaldo com pesquisas(c) recentes de psicólogos e sociólogos comportamentais, que revelaram que todos estamos a um passo de cometer deslizes morais o tempo todo. Ao contrário do que imaginamos, atos desonestos não são, necessariamente, cometidos por pessoas sem escrúpulos, mas por pessoas menos escrupulosas. O comportamento escandaloso está apenas a alguns degraus de condescendência do comportamento moral. Em um dos estudos, evoca-se a imagem de uma bússola para analisar o funcionamento do senso moral. Por mais que a agulha interna esteja(d) constantemente apontando para a direção(e) certa, são muitas as forças capazes de confundir o “aparelho”. O senso moral não nasce pronto. Desenvolve-se ao longo da vida. Se, por um lado, a racionalização e a relativização flexibilizam os valores, o mesmo processo induz a um olhar mais honesto sobre nós mesmos: devemos evitar generalizações entre pessoas “mais normais” e “mais boazinhas”.
(Adaptado de Camilo Gomide, As duas faces do caráter. Planeta, outubro/2013)
Provoca-se erro gramatical e incoerência entre os argumentos ao fazer a seguinte alteração nas estruturas linguísticas do texto.
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