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CLIMA ORGANIZACIONAL
O clima organizacional pode ser definido como os reflexos de um conjunto de valores, comportamentos e padrões formais e informais que existem em uma organização e, representa a forma como cada colaborador percebe a empresa e sua cultura, e como ele reage a isso. Resumindo, clima organizacional é a percepção coletiva que as pessoas têm da empresa.
Essa percepção pode ser boa ou ruim de acordo com a interpretação pessoal que cada colaborador faz das políticas, normas e conduta da empresa frente às diversas questões, tanto referentes ao mercado em que ela atua, como com relação às pessoas e a sociedade.
O clima organizacional influi diretamente na motivação da equipe, no seu grau de satisfação e, consequentemente, na qualidade de seu trabalho. Por isso, é tão importante para as empresas mensurar essa percepção que os colaboradores têm dela, ou seja, o clima organizacional.
Por meio de uma pesquisa de clima organizacional busca-se obter repostas que auxiliem as empresas a identificar possíveis falhas ou oportunidades de melhoria.
Esse tipo de pesquisa tem se tornado mais comum, devido aos cada vez mais utilizados processos de automação, que reduzem o quadro de funcionários, ao chamado downsizing, às fusões e privatizações que misturam culturas organizacionais completamente diferentes, gerando, todos eles, muitas vezes, instabilidade e insegurança aos funcionários, o que prejudica seu desempenho e, consequentemente o desempenho da organização como um todo.
O clima organizacional então age como um indicador de como as mudanças estão afetando a organização.
Outro ponto que favorece a realização da pesquisa de clima organizacional é a questão da imagem da empresa. Os colaboradores são os primeiros clientes que a empresa precisa conquistar para que, depois possa conquistar o mercado.
De nada adianta, por exemplo, uma empresa fazer uma campanha publicitária milionária a respeito da sua responsabilidade social ou ambiental para os clientes externos, se seus clientes internos não estão satisfeitos com as condições de trabalho ou não sabem de nada que empresa realiza a respeito destas questões.
O clima organizacional pode ser medido, também, através da percepção e alguns “sintomas”: quando o clima é bom, existe alegria no ambiente de trabalho, aplicação e surgimento de ideias novas, os funcionários se sentem confiáveis, engajados, e
predominam atitudes positivas; já quando o clima é ruim, existe tensão, rivalidades, desinteresse, erros constantes, desobediência às ordens, falta de comunicação, alto índice de absenteísmo, greves, desperdício de materiais e turnover alto (rotatividade de funcionários).
(Disponível em:<http://www.infoescola.com/administracao_/clima-organizacional> Acesso em:1 set.2014)
Leia o fragmento a seguir para responder a questão abaixo.
“O clima organizacional pode ser definido como os reflexos de um conjunto de valores, comportamentos e padrões formais e informais que existem em uma organização e, representa a forma como cada colaborador percebe a empresa e sua cultura, e como ele reage a isso.”
A alternativa que apresenta a reescritura do fragmento acima, mantendo-se o mesmo sentido, é:
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TEXTO II
Proibir publicidade infantil não evita obesidade e erotização precoce
Marcelo C. P. Diniz
São frequentes, hoje em dia, apelos relacionados à necessidade de proibir mensagens mercadológicas dirigidas a crianças, fazendo coro com a Resolução nº 163 do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), que pretende transformar em lei essa proibição. Colocaram no pacote os anúncios impressos, comerciais televisivos, spots de rádio, internet, embalagens, promoções, merchandising, shows e apresentações, e a disposição dos produtos nos pontos de vendas.
Trocando em miúdos, as embalagens não terão qualquer personagem ou apelo colorido: devemos tapar as vitrines das lojas de brinquedos como se fossem sex shops e cercar as seções de ovos de Páscoa nos supermercados, onde só poderão entrar maiores de 12 anos.
Também será proibido o acesso dos menores à internet, pois eles já são milhões nas redes sociais e, a exemplo das suas interações pessoais com os amiguinhos e parentes, hoje são emissores de mensagens, são influenciadores. A propósito, a Bienal do Livro deverá ser igualmente proibida, pois expõe livros do Menino Maluquinho, da Turma da Mônica e de vários outros personagens infantis que são licenciados para produtos e serviços, até mesmo viagens à Disneyworld.
Peço licença para afirmar que a publicidade dirigida a crianças, tal como é permitida hoje pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), não é abusiva. A Resolução nº 163 do Conanda é que está em descompasso com as crianças do século XXI e seu meio cultural.
Os que são contrários ao mercado acusam anunciantes de provocar obesidade, erotização precoce, estresse familiar, violência, tabagismo e alcoolismo, entre outros males. Mas não consideram que a obesidade atinge todas as idades (Censo 2010). Nem verificam que 82,6% dos açúcares adicionados à alimentação vêm das cozinhas domésticas, além dos restaurantes que copiam aquelas receitas, conforme nossa tradição culinária.
Frituras, então, nem se fala! Também não verificam que, segundo a OMS, na Suécia - onde a publicidade infantil foi proibida há mais de 30 anos -, as pessoas são bem mais gordas do que no Japão, onde tudo que o Conanda quer proibir é permitido. Quanto à erotização, não percebem que o consumo é fator de identificação com o grupo. Será que as crianças vão deixar de admirar como se vestem suas mães e tias? E a dramaturgia, que espelha a sociedade e vice-versa?
Não podemos pensar que problemas médicos, genéticos, psicológicos, sociais ou econômicos deixarão a realidade das famílias com a simples proibição da publicidade.
Vejamos, então, os brinquedos. Dos brasileiros, 84% são urbanos e não há quadras de esportes em mais de 50% das escolas públicas. Pais trabalham fora e não podem deixar seus filhos cruzando grandes distâncias para encontrar uma área de lazer porque é perigoso. Queremos ver os pequenos no playground do prédio? Fazendo o quê? Pulando corda e amarelinha o ano inteiro?
Então vamos verificar o que a neurociência nos ensina: a novidade domina a atenção do ser humano, e isso as telinhas e telonas eletrônicas oferecem a todo tempo. Tem gente que diz que só fazem mal, mas já sabemos que não. Matthew Gentzkow, professor da Universidade de Chicago, declarou: "Cruzamos dados de exposição à televisão com resultados escolares de 300 mil alunos para verificar seu impacto no desenvolvimento. Os que tiveram mais tempo de vivência com a TV tiveram notas significativamente melhores".
Desnecessário argumentar que a TV aberta domina a audiência e reserva um quarto do seu tempo às propagandas, o que certamente contribuiu para o aprendizado desses 300 mil alunos. E o Medical Research Council, órgão do governo britânico, depois de estudar 11 mil alunos em escolas primárias, concluiu que não é correto associar o mau comportamento das crianças com o tempo que passam vendo TV ou se divertindo com os jogos.
Presenteie os filhos com livros, álbuns de atividades ilustrados com os personagens que eles mais gostam, tablets e videogames. São como brinquedos: educam, desenvolvem habilidades e proporcionam o relacionamento de múltiplas informações, o que gera mais criatividade. A vida moderna exige inovações, eles vão precisar desse conhecimento.
(DINIZ, Marcelo C. P. Proibir publicidade infantil não evita obesidade e erotização precoce.
Disponível em: <http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2014/09/08/proibir-publicidade-infantil-nao-resolve-problemas-como-obesidade-e-erotizacao-precoce.htm>. Acesso em: 12 Set. 2014. Adaptado).
A alternativa em que a função sintática do termo destacado NÃO foi indicada corretamente entre parênteses é:
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Texto I
Bem-estar do adulto é determinado pela capacidade de manter relações sociais quando jovem, e não pela inteligência
O que faz uma pessoa sentir-se bem não é sua inteligência, mas a qualidade de relações pessoais que mantém. Esse é o resultado da pesquisa feita pelo professor Craig Olsson, da Universidade de Melbourne. Segundo o pesquisador, a capacidade de estabelecer e manter tais relações pessoais é aprendida na juventude. Para isso, é essencial que as escolas foquem não só no desenvolvimento intelectual, mas também no aprendizado de habilidades sociais: "Podemos desenvolver todas as maravilhas tecnológicas imagináveis através de nossas habilidades acadêmicas, mas isso não satisfaz nossa necessidade de criarmos relações saudáveis com os outros e com o mundo, o que é essencial para nosso bem-estar", diz Olsson, que é o doutor em psicologia e especialista na prevenção de desvios comportamentais.
Leia abaixo os principais trechos da entrevista exclusiva ao Pensando Direito:
Sua pesquisa indica que as primeiras relações de uma criança e adolescente, e não sua inteligência, é que são fundamentais para a felicidade na vida adulta. Por que isso acontece?
Primeiro precisamos entender o que é bem-estar e felicidade. O conceito de bem-estar tem dois significados. O primeiro é o sentir-se bem, maximizando nossos prazeres e minimizando nosso sofrimento (hedonismo). Essa é a primeira ideia que vem à mente da maior parte das pessoas quando pensam no que é felicidade.
O segundo conceito de bem-estar é em relação ao propósito que temos na vida (eudemonismo), o qual foca em valores universais como o cuidado com o outro, bondade, compaixão e compromisso. Essencialmente, diz que na vida há coisas mais importantes do que o prazer em si.
Em nossa pesquisa, nós estudamos esse segundo significado de bem-estar. Focamos especificamente no que nos faz encarar a vida de forma positiva. Descobrimos que valores pró-sociais funcionam como uma ‘cola’ que fortalece relações positivas ao longo de nossas vidas, e que é na juventude que formamos o alicerce desses valores, quando os aprendemos e assimilamos.
Mas a inteligência não estaria correlacionada com a capacidade de construir e manter relação pessoais?
Nossos resultados sugerem que desenvolvimento acadêmico não está correlacionado com o desenvolvimento de relacionamentos positivos ao longo da vida. Se estivesse, apenas pessoas bem educadas teriam relações sociais saudáveis, o que não é verdade. Relacionamentos saudáveis podem florescer em todos os tipos de configurações, incluindo aquelas baseadas na deficiência intelectual e em extremos de pobreza. E isso é uma boa notícia porque significa que um relacionamento positivo está potencialmente disponível a todos.
Mas nossos resultados também indicam que, no fim da adolescência há, sim, uma relação entre desempenho acadêmico e relações humanas. E isso sugere que, naquele período da vida, a melhora do desempenho acadêmico aumenta a capacidade de conexões sociais. Isso significa que o sucesso acadêmico no final da adolescência leva a melhores conexões sociais, o que, por sua vez, aumenta o bem-estar daquela pessoa quando ela chega à fase adulta.
Tradicionalmente, a escola enfatiza o mérito intelectual e não os relacionamentos sociais.
As escolas são essenciais para estabelecer nossa capacidade de nos relacionarmos de forma saudável. Elas precisam oferecer ao aluno um currículo social, oferecido em paralelo ao currículo acadêmico tradicional.
Além disso, as escolas são mais do que meros lugares de ensino, elas são ambientes em si. Esses ambientes podem modelar valores competitivos e elitistas ou valores de fraternidade e generosidade. Mas note – e isso é muito importante – ensinar tais valores sociais não impede o sucesso dos jovens: apenas os ensina a não buscarem o sucesso a qualquer preço.
Uma sólida formação acadêmica é importante para a vida, mas uma educação que seja capaz de desenvolver nossa capacidade de nos relacionarmos com os outros é ainda mais crítica. Podemos desenvolver todas as maravilhas tecnológicas imagináveis através de nossas habilidades acadêmicas, mas isso não satisfaz nossa necessidade de criarmos relações saudáveis com os outros e com o mundo, o que é essencial para nosso bem-estar.
Existe um risco causado pela atual tendência de enfatizar competição ao invés da cooperação entre as crianças?
Cooperação não deveria ser vista como o oposto de sucesso. Na verdade, o sucesso é muito mais provável de surgir em um ambiente de cooperação do que em um ambiente de competição. Quando se compete, há sempre vencedores e perdedores; existe uma hierarquia de valores com base no desempenho: você só tem valor se vencer.
Mas se compreendermos que bem-estar depende da qualidade de nossas interações sociais, chegamos a um resultado radicalmente diferente. A longo prazo, relacionamentos sociais, e não posse ou status, são muito mais importantes para o bem-estar. Além disso, esses valores alimentam nossa automotivação, o que nos faz buscar a excelência, e não apenas o sucesso. Passamos a focar no resultado e não simplesmente em um objetivo.
(Para entender direito. Folha de S.Paulo. Uol.com.br.Disponível em: <http://direito.folha.uol.com.br/6/post/2012/09/bem-estar-do-adulto-determinado-pela-capacidade-de-manter-relaes-sociais-quando-jovem-e-no-pela-inteligencia.html>. Acesso em: 12 set. 2014.)
A pesquisa conclui que:
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TEXTO II
Proibir publicidade infantil não evita obesidade e erotização precoce
Marcelo C. P. Diniz
São frequentes, hoje em dia, apelos relacionados à necessidade de proibir mensagens mercadológicas dirigidas a crianças, fazendo coro com a Resolução nº 163 do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), que pretende transformar em lei essa proibição. Colocaram no pacote os anúncios impressos, comerciais televisivos, spots de rádio, internet, embalagens, promoções, merchandising, shows e apresentações, e a disposição dos produtos nos pontos de vendas.
Trocando em miúdos, as embalagens não terão qualquer personagem ou apelo colorido: devemos tapar as vitrines das lojas de brinquedos como se fossem sex shops e cercar as seções de ovos de Páscoa nos supermercados, onde só poderão entrar maiores de 12 anos.
Também será proibido o acesso dos menores à internet, pois eles já são milhões nas redes sociais e, a exemplo das suas interações pessoais com os amiguinhos e parentes, hoje são emissores de mensagens, são influenciadores. A propósito, a Bienal do Livro deverá ser igualmente proibida, pois expõe livros do Menino Maluquinho, da Turma da Mônica e de vários outros personagens infantis que são licenciados para produtos e serviços, até mesmo viagens à Disneyworld.
Peço licença para afirmar que a publicidade dirigida a crianças, tal como é permitida hoje pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), não é abusiva. A Resolução nº 163 do Conanda é que está em descompasso com as crianças do século XXI e seu meio cultural.
Os que são contrários ao mercado acusam anunciantes de provocar obesidade, erotização precoce, estresse familiar, violência, tabagismo e alcoolismo, entre outros males. Mas não consideram que a obesidade atinge todas as idades (Censo 2010). Nem verificam que 82,6% dos açúcares adicionados à alimentação vêm das cozinhas domésticas, além dos restaurantes que copiam aquelas receitas, conforme nossa tradição culinária.
Frituras, então, nem se fala! Também não verificam que, segundo a OMS, na Suécia - onde a publicidade infantil foi proibida há mais de 30 anos -, as pessoas são bem mais gordas do que no Japão, onde tudo que o Conanda quer proibir é permitido. Quanto à erotização, não percebem que o consumo é fator de identificação com o grupo. Será que as crianças vão deixar de admirar como se vestem suas mães e tias? E a dramaturgia, que espelha a sociedade e vice-versa?
Não podemos pensar que problemas médicos, genéticos, psicológicos, sociais ou econômicos deixarão a realidade das famílias com a simples proibição da publicidade.
Vejamos, então, os brinquedos. Dos brasileiros, 84% são urbanos e não há quadras de esportes em mais de 50% das escolas públicas. Pais trabalham fora e não podem deixar seus filhos cruzando grandes distâncias para encontrar uma área de lazer porque é perigoso. Queremos ver os pequenos no playground do prédio? Fazendo o quê? Pulando corda e amarelinha o ano inteiro?
Então vamos verificar o que a neurociência nos ensina: a novidade domina a atenção do ser humano, e isso as telinhas e telonas eletrônicas oferecem a todo tempo. Tem gente que diz que só fazem mal, mas já sabemos que não. Matthew Gentzkow, professor da Universidade de Chicago, declarou: "Cruzamos dados de exposição à televisão com resultados escolares de 300 mil alunos para verificar seu impacto no desenvolvimento. Os que tiveram mais tempo de vivência com a TV tiveram notas significativamente melhores".
Desnecessário argumentar que a TV aberta domina a audiência e reserva um quarto do seu tempo às propagandas, o que certamente contribuiu para o aprendizado desses 300 mil alunos. E o Medical Research Council, órgão do governo britânico, depois de estudar 11 mil alunos em escolas primárias, concluiu que não é correto associar o mau comportamento das crianças com o tempo que passam vendo TV ou se divertindo com os jogos.
Presenteie os filhos com livros, álbuns de atividades ilustrados com os personagens que eles mais gostam, tablets e videogames. São como brinquedos: educam, desenvolvem habilidades e proporcionam o relacionamento de múltiplas informações, o que gera mais criatividade. A vida moderna exige inovações, eles vão precisar desse conhecimento.
(DINIZ, Marcelo C. P. Proibir publicidade infantil não evita obesidade e erotização precoce.
Disponível em: <http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2014/09/08/proibir-publicidade-infantil-nao-resolve-problemas-como-obesidade-e-erotizacao-precoce.htm>. Acesso em: 12 Set. 2014. Adaptado).
Analise as proposições.
I - “Vejamos, então, os brinquedos. Dos brasileiros, 84% são urbanos e não há quadras de esportes em mais de 50% das escolas públicas.”
II - “São como brinquedos: educam, desenvolvem habilidades e proporcionam o relacionamento de múltiplas informações, o que gera mais criatividade. A vida moderna exige inovações, eles vão precisar desse conhecimento.”
III – “Desnecessário argumentar que a TV aberta domina a audiência e reserva um quarto do seu tempo às propagandas, o que certamente contribuiu para o aprendizado desses 300 mil alunos.”
Coloque V para verdadeiro e F para falso.
( ) Em I há problema de coesão, pois pode-se supor que o adjetivo “brasileiro” refere-se a “brinquedos”, já que foi o tema inicialmente apresentado.
( ) Em II, o primeiro período contém orações que exercem função correspondente a aposto.
( ) Em II, mesmo considerando- se todo o contexto, não se pode afirmar qual seja o referente de “eles”.
( ) Em II, não há falta de coesão.
( ) Em III, há incoerência argumentativa, pois o termo “certamente” relativiza o argumento apresentado, atribuindo-lhe um caráter de possibilidade, que se opõe à expressão “desnecessário argumentar”.
A alternativa correspondente é:
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NÃO é um princípio fundamental que rege a atuação de conciliadores e mediadores judiciais:
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TEXTO II
Proibir publicidade infantil não evita obesidade e erotização precoce
Marcelo C. P. Diniz
São frequentes, hoje em dia, apelos relacionados à necessidade de proibir mensagens mercadológicas dirigidas a crianças, fazendo coro com a Resolução nº 163 do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), que pretende transformar em lei essa proibição. Colocaram no pacote os anúncios impressos, comerciais televisivos, spots de rádio, internet, embalagens, promoções, merchandising, shows e apresentações, e a disposição dos produtos nos pontos de vendas.
Trocando em miúdos, as embalagens não terão qualquer personagem ou apelo colorido: devemos tapar as vitrines das lojas de brinquedos como se fossem sex shops e cercar as seções de ovos de Páscoa nos supermercados, onde só poderão entrar maiores de 12 anos.
Também será proibido o acesso dos menores à internet, pois eles já são milhões nas redes sociais e, a exemplo das suas interações pessoais com os amiguinhos e parentes, hoje são emissores de mensagens, são influenciadores. A propósito, a Bienal do Livro deverá ser igualmente proibida, pois expõe livros do Menino Maluquinho, da Turma da Mônica e de vários outros personagens infantis que são licenciados para produtos e serviços, até mesmo viagens à Disneyworld.
Peço licença para afirmar que a publicidade dirigida a crianças, tal como é permitida hoje pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), não é abusiva. A Resolução nº 163 do Conanda é que está em descompasso com as crianças do século XXI e seu meio cultural.
Os que são contrários ao mercado acusam anunciantes de provocar obesidade, erotização precoce, estresse familiar, violência, tabagismo e alcoolismo, entre outros males. Mas não consideram que a obesidade atinge todas as idades (Censo 2010). Nem verificam que 82,6% dos açúcares adicionados à alimentação vêm das cozinhas domésticas, além dos restaurantes que copiam aquelas receitas, conforme nossa tradição culinária.
Frituras, então, nem se fala! Também não verificam que, segundo a OMS, na Suécia - onde a publicidade infantil foi proibida há mais de 30 anos -, as pessoas são bem mais gordas do que no Japão, onde tudo que o Conanda quer proibir é permitido. Quanto à erotização, não percebem que o consumo é fator de identificação com o grupo. Será que as crianças vão deixar de admirar como se vestem suas mães e tias? E a dramaturgia, que espelha a sociedade e vice-versa?
Não podemos pensar que problemas médicos, genéticos, psicológicos, sociais ou econômicos deixarão a realidade das famílias com a simples proibição da publicidade.
Vejamos, então, os brinquedos. Dos brasileiros, 84% são urbanos e não há quadras de esportes em mais de 50% das escolas públicas. Pais trabalham fora e não podem deixar seus filhos cruzando grandes distâncias para encontrar uma área de lazer porque é perigoso. Queremos ver os pequenos no playground do prédio? Fazendo o quê? Pulando corda e amarelinha o ano inteiro?
Então vamos verificar o que a neurociência nos ensina: a novidade domina a atenção do ser humano, e isso as telinhas e telonas eletrônicas oferecem a todo tempo. Tem gente que diz que só fazem mal, mas já sabemos que não. Matthew Gentzkow, professor da Universidade de Chicago, declarou: "Cruzamos dados de exposição à televisão com resultados escolares de 300 mil alunos para verificar seu impacto no desenvolvimento. Os que tiveram mais tempo de vivência com a TV tiveram notas significativamente melhores".
Desnecessário argumentar que a TV aberta domina a audiência e reserva um quarto do seu tempo às propagandas, o que certamente contribuiu para o aprendizado desses 300 mil alunos. E o Medical Research Council, órgão do governo britânico, depois de estudar 11 mil alunos em escolas primárias, concluiu que não é correto associar o mau comportamento das crianças com o tempo que passam vendo TV ou se divertindo com os jogos.
Presenteie os filhos com livros, álbuns de atividades ilustrados com os personagens que eles mais gostam, tablets e videogames. São como brinquedos: educam, desenvolvem habilidades e proporcionam o relacionamento de múltiplas informações, o que gera mais criatividade. A vida moderna exige inovações, eles vão precisar desse conhecimento.
(DINIZ, Marcelo C. P. Proibir publicidade infantil não evita obesidade e erotização precoce.
Disponível em: <http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2014/09/08/proibir-publicidade-infantil-nao-resolve-problemas-como-obesidade-e-erotizacao-precoce.htm>. Acesso em: 12 Set. 2014. Adaptado).
A alternativa em que a mudança realizada na pontuação acarreta alteração de sentido é:
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“(...) a permanente oposição entre felicidade humana versus materialismo, quiçá destinada a afastar os bons cristãos do capitalismo, se bem que como já defendia Cícero e o estoicismo médio, corrente que, em ética, atenuou o rigorismo da primitiva escola estoica, os bens materiais corretamente usados são úteis para a perfeição e felicidade humanas”.
(MOREIRA, José Manuel. Equivocos sobre o capitalismo e a globalização.p.96/in:revista_economia_11.pdf Disponível em:< http://www.faap.br/revista_faap/rel_internacionais/pdf/ >.Acesso em: 4 set.2014)
A locução se bem que destacada no texto pode ser substituída, sem prejuízo ao conteúdo original, por:
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A proposta de reescrita que NÃO altera o sentido do excerto original é:
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Leia o texto a seguir para responder a ques
“Nenhum homem conseguiu fazer uma máquina tão perfeita como o coração, mas ele precisa de cuidados essenciais para funcionar por bastante tempo sem falhar. Aprenda a cuidá-lo para ontem.”
(Disponível em:<http://www.mundodastribos.com/aprenda-a-cuidar-da-saude-cardiaca.html.>. Adaptado. Acesso em: 8 set.2014.)
A expressão “para ontem”, no texto, em referência a uma ação que ainda não aconteceu, remete ao uso social da expressão para indicar:
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TEXTO II
Proibir publicidade infantil não evita obesidade e erotização precoce
Marcelo C. P. Diniz
São frequentes, hoje em dia, apelos relacionados à necessidade de proibir mensagens mercadológicas dirigidas a crianças, fazendo coro com a Resolução nº 163 do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), que pretende transformar em lei essa proibição. Colocaram no pacote os anúncios impressos, comerciais televisivos, spots de rádio, internet, embalagens, promoções, merchandising, shows e apresentações, e a disposição dos produtos nos pontos de vendas.
Trocando em miúdos, as embalagens não terão qualquer personagem ou apelo colorido: devemos tapar as vitrines das lojas de brinquedos como se fossem sex shops e cercar as seções de ovos de Páscoa nos supermercados, onde só poderão entrar maiores de 12 anos.
Também será proibido o acesso dos menores à internet, pois eles já são milhões nas redes sociais e, a exemplo das suas interações pessoais com os amiguinhos e parentes, hoje são emissores de mensagens, são influenciadores. A propósito, a Bienal do Livro deverá ser igualmente proibida, pois expõe livros do Menino Maluquinho, da Turma da Mônica e de vários outros personagens infantis que são licenciados para produtos e serviços, até mesmo viagens à Disneyworld.
Peço licença para afirmar que a publicidade dirigida a crianças, tal como é permitida hoje pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), não é abusiva. A Resolução nº 163 do Conanda é que está em descompasso com as crianças do século XXI e seu meio cultural.
Os que são contrários ao mercado acusam anunciantes de provocar obesidade, erotização precoce, estresse familiar, violência, tabagismo e alcoolismo, entre outros males. Mas não consideram que a obesidade atinge todas as idades (Censo 2010). Nem verificam que 82,6% dos açúcares adicionados à alimentação vêm das cozinhas domésticas, além dos restaurantes que copiam aquelas receitas, conforme nossa tradição culinária.
Frituras, então, nem se fala! Também não verificam que, segundo a OMS, na Suécia - onde a publicidade infantil foi proibida há mais de 30 anos -, as pessoas são bem mais gordas do que no Japão, onde tudo que o Conanda quer proibir é permitido. Quanto à erotização, não percebem que o consumo é fator de identificação com o grupo. Será que as crianças vão deixar de admirar como se vestem suas mães e tias? E a dramaturgia, que espelha a sociedade e vice-versa?
Não podemos pensar que problemas médicos, genéticos, psicológicos, sociais ou econômicos deixarão a realidade das famílias com a simples proibição da publicidade.
Vejamos, então, os brinquedos. Dos brasileiros, 84% são urbanos e não há quadras de esportes em mais de 50% das escolas públicas. Pais trabalham fora e não podem deixar seus filhos cruzando grandes distâncias para encontrar uma área de lazer porque é perigoso. Queremos ver os pequenos no playground do prédio? Fazendo o quê? Pulando corda e amarelinha o ano inteiro?
Então vamos verificar o que a neurociência nos ensina: a novidade domina a atenção do ser humano, e isso as telinhas e telonas eletrônicas oferecem a todo tempo. Tem gente que diz que só fazem mal, mas já sabemos que não. Matthew Gentzkow, professor da Universidade de Chicago, declarou: "Cruzamos dados de exposição à televisão com resultados escolares de 300 mil alunos para verificar seu impacto no desenvolvimento. Os que tiveram mais tempo de vivência com a TV tiveram notas significativamente melhores".
Desnecessário argumentar que a TV aberta domina a audiência e reserva um quarto do seu tempo às propagandas, o que certamente contribuiu para o aprendizado desses 300 mil alunos. E o Medical Research Council, órgão do governo britânico, depois de estudar 11 mil alunos em escolas primárias, concluiu que não é correto associar o mau comportamento das crianças com o tempo que passam vendo TV ou se divertindo com os jogos.
Presenteie os filhos com livros, álbuns de atividades ilustrados com os personagens que eles mais gostam, tablets e videogames. São como brinquedos: educam, desenvolvem habilidades e proporcionam o relacionamento de múltiplas informações, o que gera mais criatividade. A vida moderna exige inovações, eles vão precisar desse conhecimento.
(DINIZ, Marcelo C. P. Proibir publicidade infantil não evita obesidade e erotização precoce.
Disponível em: <http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2014/09/08/proibir-publicidade-infantil-nao-resolve-problemas-como-obesidade-e-erotizacao-precoce.htm>. Acesso em: 12 Set. 2014. Adaptado).
Comparando-se os Textos I e II, pode-se afirmar que:
I – No Texto I o registro adotado é mais formal que no Texto II.
II – Enquanto a persuasão no Texto I ocorre de forma comedida, baseada em resultados de pesquisa empírica; no Texto II o debate é promovido de forma acalorada e as argumentações baseiam-se apenas na opinião do autor.
III – Apenas o Texto II pode ser considerado um texto argumentativo.
Assinale a alternativa que apresenta a análise CORRETA:
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