Foram encontradas 40 questões.
TEXTO3
"O nosso primeiro natal de família, depois da morte de meu pai acontecida cinco meses antes, foi de
consequências decisivas pra a felicidade familiar. Nós sempre fôramos familiarmente felizes, nesse
sentido muito abstrato da felicidade: gente honesta, sem crimes, lar sem brigas internas nem graves
dificuldades econômicas. Mas, devido principalmente à natureza cinzenta de meu pai, ser desprovido de
qualquer lirismo, duma exemplaridade incapaz, alcoachoada no medríocre, sempre nos faltara aquele
aproveitamento da vida, aquele gosto pelas coisas materiais, um vinho bom, uma estação de águas,
aquisição de geladeira, coisas assim. Meu pai de um bom errado, quase dramático, o puro sangue do
desmancha-prazeres."
(Andrade, Mario. O peru de natal. In: Contos novos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015, p.74)
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TEXTO3
"O nosso primeiro natal de família, depois da morte de meu pai acontecida cinco meses antes, foi de
consequências decisivas pra a felicidade familiar. Nós sempre fôramos familiarmente felizes, nesse
sentido muito abstrato da felicidade: gente honesta, sem crimes, lar sem brigas internas nem graves
dificuldades econômicas. Mas, devido principalmente à natureza cinzenta de meu pai, ser desprovido de
qualquer lirismo, duma exemplaridade incapaz, alcoachoada no medríocre, sempre nos faltara aquele
aproveitamento da vida, aquele gosto pelas coisas materiais, um vinho bom, uma estação de águas,
aquisição de geladeira, coisas assim. Meu pai de um bom errado, quase dramático, o puro sangue do
desmancha-prazeres."
(Andrade, Mario. O peru de natal. In: Contos novos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015, p.74)
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TEXTO2
"O analfabetismo não é uma chaga, nem uma erva daninha que se deve extirpar, mas uma das
expressões concretas de uma realidade social injusta. Erradicar o analfabetismo significa muito mais do
que ensinar a ler e a escrever: significa transformar as condições sociais que o produzem."
(Freire, Paulo, A importância do ato de ler: em três artigos que se completam, São Paulo: Cortez, 1989.)
I. O pronome "o" refere-se ao termo "analfabetismo".
II. A forma verbal "transformar" encontra-se no particípio.
III. O vocábulo que exerce a função de pronome relativo.
IV. A forma verbal produzem encontra-se no presente do subjuntivo.
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TEXTO2
"O analfabetismo não é uma chaga, nem uma erva daninha que se deve extirpar, mas uma das
expressões concretas de uma realidade social injusta. Erradicar o analfabetismo significa muito mais do
que ensinar a ler e a escrever: significa transformar as condições sociais que o produzem."
(Freire, Paulo, A importância do ato de ler: em três artigos que se completam, São Paulo: Cortez, 1989.)
I. Apresenta linguagem denotativa.
II. A palavra analfabetismo é formada por derivação prefixal e sufixal.
III. A palavra nem exerce a função gramatical de advérbio.
IV. As expressões chaga e erva daninha têm sentido metafórico.
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TEXTO2
"O analfabetismo não é uma chaga, nem uma erva daninha que se deve extirpar, mas uma das
expressões concretas de uma realidade social injusta. Erradicar o analfabetismo significa muito mais do
que ensinar a ler e a escrever: significa transformar as condições sociais que o produzem."
(Freire, Paulo, A importância do ato de ler: em três artigos que se completam, São Paulo: Cortez, 1989.)
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TEXTO1
Falando em leitura, podemos ter em mente alguém lendo jornal, revista, folheto, mas o mais comum é
pensarmos na leitura de livros. E quando se diz que uma pessoa gosta de ler, "vive lendo", talvez seja
rato de biblioteca ou consumidor de romances, histórias em quadrinhos, fotonovelas. Se "passa em
cima dos livros", na certa estuda muito. Sem dúvida, o ato de ler é usualmente relacionado com a
escrita, e o leitor visto como decodificador da letra. Bastará, porém, decifrar palavras para acontecer a
leitura? Como explicaríamos as expressões de uso corrente "fazer a leitura" de um gesto, de uma
situação, "ler a mão", "ler o olhar de alguém", "ler o tempo", "ler o espaço", indicando que o ato de ler vai
além da escrita?
(Martins, Maria Helena. Falando em leitura. In:O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 2000, p.7)
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TEXTO1
Falando em leitura, podemos ter em mente alguém lendo jornal, revista, folheto, mas o mais comum é
pensarmos na leitura de livros. E quando se diz que uma pessoa gosta de ler, "vive lendo", talvez seja
rato de biblioteca ou consumidor de romances, histórias em quadrinhos, fotonovelas. Se "passa em
cima dos livros", na certa estuda muito. Sem dúvida, o ato de ler é usualmente relacionado com a
escrita, e o leitor visto como decodificador da letra. Bastará, porém, decifrar palavras para acontecer a
leitura? Como explicaríamos as expressões de uso corrente "fazer a leitura" de um gesto, de uma
situação, "ler a mão", "ler o olhar de alguém", "ler o tempo", "ler o espaço", indicando que o ato de ler vai
além da escrita?
(Martins, Maria Helena. Falando em leitura. In:O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 2000, p.7)
I. Provocar reflexão sobre o verdadeiro sentido do ato de ler.
II. Insinuar que a leitura ocorre apenas com o domínio da escrita.
III. Introduzir a ideia de que ler não se limita a decodificar.
IV. Reforçar a ideia de que ler se restringe ao livro.
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TEXTO1
Falando em leitura, podemos ter em mente alguém lendo jornal, revista, folheto, mas o mais comum é
pensarmos na leitura de livros. E quando se diz que uma pessoa gosta de ler, "vive lendo", talvez seja
rato de biblioteca ou consumidor de romances, histórias em quadrinhos, fotonovelas. Se "passa em
cima dos livros", na certa estuda muito. Sem dúvida, o ato de ler é usualmente relacionado com a
escrita, e o leitor visto como decodificador da letra. Bastará, porém, decifrar palavras para acontecer a
leitura? Como explicaríamos as expressões de uso corrente "fazer a leitura" de um gesto, de uma
situação, "ler a mão", "ler o olhar de alguém", "ler o tempo", "ler o espaço", indicando que o ato de ler vai
além da escrita?
(Martins, Maria Helena. Falando em leitura. In:O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 2000, p.7)
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“O domínio das tradições e expressões orais abrange uma enorme variedade de formas faladas,
incluindo provérbios, adivinhas, contos, rimas infantis, lendas, mitos, canções e poemas épicos,
encantamentos, orações, cânticos, músicas, apresentações dramáticas e muito mais. As tradições e
expressões orais são usadas para transmitir conhecimento, valores culturais e sociais e memória
coletiva. Elas desempenham um papel crucial na preservação das culturas.
Algumas formas de expressão oral são comuns e podem ser usadas por comunidades inteiras, enquanto outras se restringem a grupos sociais específicos, talvez apenas a homens ou mulheres, ou somente aos idosos.”
https://ich.unesco.org/en/oral-traditions-and-expressions-00053- adaptado. Acessado em 09/11/2025.
O Piauí tem muitas tradições, mitos e lendas que são passados de gerações em gerações. São exemplos de tradições orais, mitos e lendas em Teresina:
Algumas formas de expressão oral são comuns e podem ser usadas por comunidades inteiras, enquanto outras se restringem a grupos sociais específicos, talvez apenas a homens ou mulheres, ou somente aos idosos.”
https://ich.unesco.org/en/oral-traditions-and-expressions-00053- adaptado. Acessado em 09/11/2025.
O Piauí tem muitas tradições, mitos e lendas que são passados de gerações em gerações. São exemplos de tradições orais, mitos e lendas em Teresina:
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4103143
Ano: 2026
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Teresina-PI
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Teresina-PI
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”2000: agora o skyline (panorama urbano) muda de verdade. A torre laranja dispara para cima, vibrante.
A torre azul escura ainda está alta, mas já perdeu exclusividade. Aparece uma torre verde mais robusta
(sem religião), trazendo linhas contemporâneas.
2010: o contraste aumenta. A torre católica perde andares, a evangélica quase rivaliza em altura, e a torre verde (sem religião) amplia seu terreno. As torres amarela e verde-clara mantêm suas fachadas delicadas.
2022: o horizonte religioso vira metrópole. A torre azul-escura ainda é alta, mas não é mais o gigantesco monolito inicial. A torre laranja sobe vigorosa, quase ombro a ombro com a azul. A torre verde (sem religião) agora é um arranha-céu reconhecível, enquanto amarelo, verde-claro e azul-celeste (Outras) completam o mosaico urbano.”
https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/media/com_mediaibge/arquivos/3f1708b5d315aca50d5a7d8764469c45.pdf – . Acessado em 09/11/2025.
Ao analisar a tabela do último censo, feito pelo IBGE em 2022, percebemos uma mudança no panorama urbano do Basil: começam aparecimento de vários grupos religiosos. Acerca dessas informações, avalie as seguintes afirmações:
I. Os sem religião é um fenômeno mundial e em 2022 fica mais evidente.
II. Os católicos e evangélicos ainda são a grande maioria no Brasil, formando uma grande base da sociedade brasileira.
III. As demais religiões são irrelevantes, no cenário atual do censo do Brasil.
IV. Houve um decréscimo dos sem religião em 2010, e somente o crescimento dos evangélicos.
Assinale a alternativa que contém APENAS as afirmações corretas.
2010: o contraste aumenta. A torre católica perde andares, a evangélica quase rivaliza em altura, e a torre verde (sem religião) amplia seu terreno. As torres amarela e verde-clara mantêm suas fachadas delicadas.
2022: o horizonte religioso vira metrópole. A torre azul-escura ainda é alta, mas não é mais o gigantesco monolito inicial. A torre laranja sobe vigorosa, quase ombro a ombro com a azul. A torre verde (sem religião) agora é um arranha-céu reconhecível, enquanto amarelo, verde-claro e azul-celeste (Outras) completam o mosaico urbano.”
https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/media/com_mediaibge/arquivos/3f1708b5d315aca50d5a7d8764469c45.pdf – . Acessado em 09/11/2025.
Ao analisar a tabela do último censo, feito pelo IBGE em 2022, percebemos uma mudança no panorama urbano do Basil: começam aparecimento de vários grupos religiosos. Acerca dessas informações, avalie as seguintes afirmações:
I. Os sem religião é um fenômeno mundial e em 2022 fica mais evidente.
II. Os católicos e evangélicos ainda são a grande maioria no Brasil, formando uma grande base da sociedade brasileira.
III. As demais religiões são irrelevantes, no cenário atual do censo do Brasil.
IV. Houve um decréscimo dos sem religião em 2010, e somente o crescimento dos evangélicos.
Assinale a alternativa que contém APENAS as afirmações corretas.
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