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331138 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Leia o trecho a seguir.

Ontem Eduardo acordou ___ 8h30 em ponto. ___ vezes tinha dificuldades para dormir, mas havia tido uma boa noite. Olhou-se no espelho e gostou do que viu, cultivava uma barba ___ Che Guevara. Saiu de casa e foi para o ponto, ___ espera de seu ônibus.

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas anteriores.

 

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331135 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Você pode mudar, mas o seu histórico da internet não
Após publicar uma piada extremamente racista sobre Kylian Mbappé, jogador da seleção francesa, a batata esquentou na mão do youtuber Júlio Cocielo, apontado como um dos maiores influenciadores brasileiros na internet. A princípio, Cocielo apostou na retórica de acusar quem o chamou de racista de “mimimi” e se resguardou na desculpa esfarrapada de que se tratava de uma piada mal interpretada. Porém, esse argumento durou pouquíssimo quando os internautas resgataram outras piadas racistas que o youtuber fez em 2013.
Observando as marcas que o patrocinaram saindo de cena após seu racismo ser escancarado e a conta bancária diminuindo, Cocielo apagou mais de 50 mil tuítes da sua conta e pediu desculpas pela atitude por meio de um texto e também gravando um vídeo no seu canal. Não convenceu muito o pessoal, já que parece que as desculpas foram mais uma obrigação para não perder a possibilidade de ganhar dinheiro com publicidade.
[...]
Porém, fica a pergunta. Alguém se salvaria caso vasculhassem nossas redes sociais de cinco, seis, 10 anos atrás?
Eu não me salvaria em 2009. E redescobri isso quando fui rever o que escrevia com 18, 19 anos no Facebook, Twitter e em blogs. Senti vergonha. Eu fiz muita piada machista. Ri do caso da Geisy Arruda, tirava sarro de mulheres que andavam com pouca roupa [...]. Também achei comentários meus achando graça em piadas racistas feitas por amigos virtuais. Eu já sabia ler e interpretar texto na época. Não há desculpas para quem eu era 10 anos atrás: uma imbecil.
Só que eu mudei. Não concordo com as coisas que falei antes e nunca reproduziria elas novamente. Isso prova que, sim, é possível deixar de ser preconceituosa. É possível mudar e tentar ser uma pessoa melhor. A minha ignorância e burrice também refletiram como as coisas eram cinco, 10 anos atrás. Não se falava de feminismo como hoje em dia. Pouco se discutia sobre o racismo estrutural da sociedade brasileira. O que reinava era a ignorância escondida atrás de piadas “inocentes”.
Minha mudança de pensamento não aconteceu porque sou perfeita e iluminada. Não não, eu aprendi porque tive contato com pessoas negras e / ou LGBTs no trabalho, faculdade, em círculos de amizades e na internet. Foram elas que chamaram a atenção sobre meu comportamento e sobre a violência que é rir ou fazer uma piada racista. Levei bronca ao vivo dessas pessoas ou levei bronca lendo textos, entrevistas e vendo vídeos produzidos pelas mesmas pessoas que antes achava válido fazer piada – mesmo que fosse “sem intenção de ofender”.
Hoje, embora ser ainda muito pouco, há sim uma obrigação na publicidade e no entretenimento em falar sobre esses assuntos. De, no mínimo, chamar pessoas negras e / ou LGBTs para falar sobre esses assuntos e educar os espectadores sobre o preconceito. Também há muito mais jovens colocando a cara para bater e criando conteúdo independente para discutir sobre isso. Há 10 anos, essas pessoas mal existiam para a internet.
[...]
Tenho certeza de que a maioria do pessoal acima de 25 anos tem um passado feio na internet de maior ou menor escala. Até porque há 10 anos ninguém pensava muito em como as coisas que você falou sem pensar numa rede social permanecem lá. E que isso sirva de lição para a nova geração da internet não fazer piada preconceituosa, não falar sem pensar ou difundir mentiras. Você pode mudar, mas seu histórico de internet não.
Disponível em:<https://tinyurl.com/yyjh3wls>. Acesso em: 22 jul. 2019 (Adaptação)
Ao realizar a seguinte pergunta retórica: “Porém, fica a pergunta.Alguém se salvaria caso vasculhassem nossas redes sociais de cinco, seis, 10 anos atrás?”, é correto afirmar que o objetivo da autora é
 

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331134 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder.
Você pode mudar, mas o seu histórico da
internet não
Após publicar uma piada extremamente racista sobre Kylian Mbappé, jogador da seleção francesa, a batata esquentou na mão do youtuber Júlio Cocielo, apontado como um dos maiores influenciadores brasileiros na internet. A princípio, Cocielo apostou na retórica de acusar quem o chamou de racista de “mimimi” e se resguardou na desculpa esfarrapada de que se tratava de uma piada mal interpretada. Porém, esse argumento durou pouquíssimo quando os internautas resgataram outras piadas racistas que o youtuber fez em 2013.
Observando as marcas que o patrocinaram saindo de cena após seu racismo ser escancarado e a conta bancária diminuindo, Cocielo apagou mais de 50 mil tuítes da sua conta e pediu desculpas pela atitude por meio de um texto e também gravando um vídeo no seu canal. Não convenceu muito o pessoal, já que parece que as desculpas foram mais uma obrigação para não perder a possibilidade de ganhar dinheiro com publicidade.
[...]
Porém, fica a pergunta. Alguém se salvaria caso vasculhassem nossas redes sociais de cinco, seis, 10 anos atrás?
Eu não me salvaria em 2009. E redescobri isso quando fui rever o que escrevia com 18, 19 anos no Facebook, Twitter e em blogs. Senti vergonha. Eu fiz muita piada machista. Ri do caso da Geisy Arruda, tirava sarro de mulheres que andavam com pouca roupa [...]. Também achei comentários meus achando graça em piadas racistas feitas por amigos virtuais. Eu já sabia ler e interpretar texto na época. Não há desculpas para quem eu era 10 anos atrás: uma imbecil.
Só que eu mudei. Não concordo com as coisas que falei antes e nunca reproduziria elas novamente. Isso prova que, sim, é possível deixar de ser preconceituosa. É possível mudar e tentar ser uma pessoa melhor. A minha ignorância e burrice também refletiram como as coisas eram cinco, 10 anos atrás. Não se falava de feminismo como hoje em dia. Pouco se discutia sobre o racismo estrutural da sociedade brasileira. O que reinava era a ignorância escondida atrás de piadas “inocentes”.
Minha mudança de pensamento não aconteceu porque sou perfeita e iluminada. Não não, eu aprendi porque tive contato com pessoas negras e / ou LGBTs no trabalho, faculdade, em círculos de amizades e na internet. Foram elas que chamaram a atenção sobre meu comportamento e sobre a violência que é rir ou fazer uma piada racista. Levei bronca ao vivo dessas pessoas ou levei bronca lendo textos, entrevistas e vendo vídeos produzidos pelas mesmas pessoas que antes achava válido fazer piada – mesmo que fosse “sem intenção de ofender”.
Hoje, embora ser ainda muito pouco, há sim uma obrigação na publicidade e no entretenimento em falar sobre esses assuntos. De, no mínimo, chamar pessoas negras e / ou LGBTs para falar sobre esses assuntos e educar os espectadores sobre o preconceito. Também há muito mais jovens colocando a cara para bater e criando conteúdo independente para discutir sobre isso. Há 10 anos, essas pessoas mal existiam para a internet.
[...]
Tenho certeza de que a maioria do pessoal acima de 25 anos tem um passado feio na internet de maior ou menor escala. Até porque há 10 anos ninguém pensava muito em como as coisas que você falou sem pensar numa rede social permanecem lá. E que isso sirva de lição para a nova geração da internet não fazer piada preconceituosa, não falar sem pensar ou difundir mentiras. Você pode mudar, mas seu histórico de internet não.
Disponível em: <https://tinyurl.com/yyjh3wls>.
Acesso em: 22 jul. 2019 (Adaptação)
Ao realizar a seguinte pergunta retórica: “Porém, fica a pergunta.Alguém se salvaria caso vasculhassem nossas redes sociais de cinco, seis, 10 anos atrás?”, é correto afirmar que o objetivo da autora é
 

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331131 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG

Óleo de rícino

Trinta anos atrás, uma senhora que sofria de reumatismo me contou ter sido tratada com óleo de rícino. Duas vezes por semana, ela ia ao consultório, e o médico perguntava: “Hoje a senhora prefere o vermelho ou o alaranjado?”. Vermelha era a cor no pote que continha óleo de rícino com groselha; no outro, o óleo vinha misturado com essência de laranja, para disfarçar o gosto insuportável do purgativo.

Até aí, nenhuma novidade; em tantos anos de profissão, já vi os tratamentos mais estapafúrdios prescritos tanto por médicos tradicionais como pela autodenominada medicina alternativa; o curioso, nesse caso, é que a receita vinha de um renomado professor universitário, autor de um tratado de clínica médica adotado em várias faculdades. E, mais desconcertante: a senhora estava convencida de que, graças à ação do famigerado óleo, as dores entravam em períodos de acalmia.

Óleo de rícino é dotado de atividade antirreumática? É muito pouco provável que seja, mas a medicina daquele tempo oferecia poucos recursos e não era baseada em evidências experimentais. Os médicos adotavam condutas e receitavam remédios com base em teorias jamais comprovadas cientificamente ou de acordo com ideias pré-concebidas e experiências pessoais. Parte expressiva desse entulho do empirismo ainda se acotovela nas prateleiras das farmácias sob o rótulo de protetores do fígado, fortificantes, revitalizadores, complexos vitamínicos e de mirabolantes associações de panaceias que apregoam, no rádio e na TV, curar males tão diversos quanto falta de memória, fraqueza, irregularidades menstruais, gripes e doenças do fígado.

A explosão do conhecimento científico, que revolucionou a forma de praticar medicina na segunda metade do século 20, implantou o paradigma de que qualquer tratamento médico só pode ser adotado depois de haver demonstrado eficácia estatisticamente significante em estudos conduzidos com absoluto rigor científico. A experiência pessoal ou de terceiros é importante para ajudar o médico a interpretar resultados e referendar ou não as conclusões tiradas nesses estudos, mas não é suficiente para substituí-los.

Por que a exigência desse rigor? Primeiro, porque as doenças evoluem de forma imprevisível: curas e recaídas podem suceder-se sem qualquer relação com o tratamento instituído. Segundo, porque cada organismo reage de acordo com suas idiossincrasias: o remédio que cura um pode matar outro. Terceiro, por causa da existência do efeito placebo, isto é, do alívio que o simples ato de ir ao médico e de tomar remédio pode trazer para algumas pessoas.

O caso da vitamina C é um bom exemplo. Nos anos 1970, o cientista Linus Pauling lançou a ideia de que vitamina C em doses altas melhoraria a imunidade, preveniria gripes, resfriados e até câncer.

Por falta de apenas um, Pauling havia sido agraciado com dois prêmios Nobel: o de Química e o da Paz, mas entendia de medicina tanto quanto eu de pontes e de barragens.

O resultado foi o uso indiscriminado de vitamina C, porque usuários contumazes que passam dois anos sem gripe atribuem à vitamina o poder protetor; quem teve um resfriado que foi embora em dois ou três dias, enquanto o do vizinho levou cinco, faz o mesmo.

O uso de vitamina C alardeado por Pauling ainda rende centenas de milhões de dólares em vendas anuais, mas não foi suficiente para livrá-lo do câncer de próstata no fim da vida nem demonstrou qualquer eficácia na prevenção ou tratamento de gripes e resfriados, em nenhum estudo realizado.

[...]

A medicina baseada em evidências decretou o fim do médico lacônico, que impõe tratamentos prescritos em hieróglifos. Na medicina moderna, o papel do profissional é apresentar as evidências e ajudar o doente a decidir qual das opções é a mais adequada para seu caso.

Disponível em:<https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/oleo-de-ricino/>. Acesso em: 22 jul. 2019.

O texto propõe uma contraposição entre a medicina científica e a medicina antiga. A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.

I. Segundo o texto, a experiência de outros pacientes não é importante para a conduta do médico na atualidade.

II. Até hoje utilizam-se práticas relacionadas à saúde que não têm comprovação científica.

III. O conhecimento científico corrobora a ideia de uma prática da medicina baseada em teorias pré-concebidas.

Está correto o que se afirma em

 

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331129 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Analise o trecho a seguir.

“Existem razões para você assistir A Órfã? Sim. E a principal, claro, é se você faz parte dos cinéfilos que gostam de suspense.”

Disponível em: . Acesso em: <http://www.adorocinema.com/filmes/

filme-132783>. 23 jul. 2019.

A palavra destacada é acentuada segundo a mesma regra de:

 

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331127 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Você pode mudar, mas o seu histórico da internet não
Após publicar uma piada extremamente racista sobre Kylian Mbappé, jogador da seleção francesa, a batata esquentou na mão do youtuber Júlio Cocielo, apontado como um dos maiores influenciadores brasileiros na internet. A princípio, Cocielo apostou na retórica de acusar quem o chamou de racista de “mimimi” e se resguardou na desculpa esfarrapada de que se tratava de uma piada mal interpretada. Porém, esse argumento durou pouquíssimo quando os internautas resgataram outras piadas racistas que o youtuber fez em 2013.
Observando as marcas que o patrocinaram saindo de cena após seu racismo ser escancarado e a conta bancária diminuindo, Cocielo apagou mais de 50 mil tuítes da sua conta e pediu desculpas pela atitude por meio de um texto e também gravando um vídeo no seu canal. Não convenceu muito o pessoal, já que parece que as desculpas foram mais uma obrigação para não perder a possibilidade de ganhar dinheiro com publicidade.
[...]
Porém, fica a pergunta. Alguém se salvaria caso vasculhassem nossas redes sociais de cinco, seis, 10 anos atrás?
Eu não me salvaria em 2009. E redescobri isso quando fui rever o que escrevia com 18, 19 anos no Facebook, Twitter e em blogs. Senti vergonha. Eu fiz muita piada machista. Ri do caso da Geisy Arruda, tirava sarro de mulheres que andavam com pouca roupa [...]. Também achei comentários meus achando graça em piadas racistas feitas por amigos virtuais. Eu já sabia ler e interpretar texto na época. Não há desculpas para quem eu era 10 anos atrás: uma imbecil.
Só que eu mudei. Não concordo com as coisas que falei antes e nunca reproduziria elas novamente. Isso prova que, sim, é possível deixar de ser preconceituosa. É possível mudar e tentar ser uma pessoa melhor. A minha ignorância e burrice também refletiram como as coisas eram cinco, 10 anos atrás. Não se falava de feminismo como hoje em dia. Pouco se discutia sobre o racismo estrutural da sociedade brasileira. O que reinava era a ignorância escondida atrás de piadas “inocentes”.
Minha mudança de pensamento não aconteceu porque sou perfeita e iluminada. Não não, eu aprendi porque tive contato com pessoas negras e / ou LGBTs no trabalho, faculdade, em círculos de amizades e na internet. Foram elas que chamaram a atenção sobre meu comportamento e sobre a violência que é rir ou fazer uma piada racista. Levei bronca ao vivo dessas pessoas ou levei bronca lendo textos, entrevistas e vendo vídeos produzidos pelas mesmas pessoas que antes achava válido fazer piada – mesmo que fosse “sem intenção de ofender”.
Hoje, embora ser ainda muito pouco, há sim uma obrigação na publicidade e no entretenimento em falar sobre esses assuntos. De, no mínimo, chamar pessoas negras e / ou LGBTs para falar sobre esses assuntos e educar os espectadores sobre o preconceito. Também há muito mais jovens colocando a cara para bater e criando conteúdo independente para discutir sobre isso. Há 10 anos, essas pessoas mal existiam para a internet.
[...]
Tenho certeza de que a maioria do pessoal acima de 25 anos tem um passado feio na internet de maior ou menor escala. Até porque há 10 anos ninguém pensava muito em como as coisas que você falou sem pensar numa rede social permanecem lá. E que isso sirva de lição para a nova geração da internet não fazer piada preconceituosa, não falar sem pensar ou difundir mentiras. Você pode mudar, mas seu histórico de internet não.
Disponível em:<https://tinyurl.com/yyjh3wls>. Acesso em: 22 jul. 2019 (Adaptação)
Segundo o texto em questão, são causas da retratação do youtuber Júlio Cocielo a respeito do fato de ter feito uma piada racista, exceto:
 

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Leia o texto a seguir.

Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a última

E cada filho seu como se fosse o único

E atravessou a rua com seu passo tímido

Subiu a construção como se fosse máquina

Ergueu no patamar quatro paredes sólidas

Tijolo com tijolo num desenho mágico

Seus olhos embotados de cimento e lágrima

Sentou pra descansar como se fosse sábado

Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe

Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago

Dançou e gargalhou como se ouvisse música

E tropeçou no céu como se fosse um bêbado

E flutuou no ar como se fosse um pássaro

E se acabou no chão feito um pacote flácido

Agonizou no meio do passeio público

Morreu na contramão, atrapalhando o tráfego

[...] (“Construção” – Chico Buarque)

Quanto à relação entre o gênero desse texto e sua tipologia, assinale a alternativa correta.

 

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331124 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG

Analise as sentenças a seguir.

I. Fui ao aniversário de Ana, __________ comi brigadeiros.

II. ___________ goste de Camila, não sei se ela é confiável.

III. Instalei a máquina de lavar _________instruía o manual.

IV. Vou embora dessa festa _________ já estou muito cansada.

Considerando a manutenção da coerência, assinale a alternativa em que as conjunções correspondentes às lacunas nas sentenças estão correta e respectivamente indicadas.

 

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331123 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
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Você pode mudar, mas o seu histórico da
internet não
Após publicar uma piada extremamente racista sobre Kylian Mbappé, jogador da seleção francesa, a batata esquentou na mão do youtuber Júlio Cocielo, apontado como um dos maiores influenciadores brasileiros na internet. A princípio, Cocielo apostou na retórica de acusar quem o chamou de racista de “mimimi” e se resguardou na desculpa esfarrapada de que se tratava de uma piada mal interpretada. Porém, esse argumento durou pouquíssimo quando os internautas resgataram outras piadas racistas que o youtuber fez em 2013.
Observando as marcas que o patrocinaram saindo de cena após seu racismo ser escancarado e a conta bancária diminuindo, Cocielo apagou mais de 50 mil tuítes da sua conta e pediu desculpas pela atitude por meio de um texto e também gravando um vídeo no seu canal. Não convenceu muito o pessoal, já que parece que as desculpas foram mais uma obrigação para não perder a possibilidade de ganhar dinheiro com publicidade.
[...]
Porém, fica a pergunta. Alguém se salvaria caso vasculhassem nossas redes sociais de cinco, seis, 10 anos atrás?
Eu não me salvaria em 2009. E redescobri isso quando fui rever o que escrevia com 18, 19 anos no Facebook, Twitter e em blogs. Senti vergonha. Eu fiz muita piada machista. Ri do caso da Geisy Arruda, tirava sarro de mulheres que andavam com pouca roupa [...]. Também achei comentários meus achando graça em piadas racistas feitas por amigos virtuais. Eu já sabia ler e interpretar texto na época. Não há desculpas para quem eu era 10 anos atrás: uma imbecil.
Só que eu mudei. Não concordo com as coisas que falei antes e nunca reproduziria elas novamente. Isso prova que, sim, é possível deixar de ser preconceituosa. É possível mudar e tentar ser uma pessoa melhor. A minha ignorância e burrice também refletiram como as coisas eram cinco, 10 anos atrás. Não se falava de feminismo como hoje em dia. Pouco se discutia sobre o racismo estrutural da sociedade brasileira. O que reinava era a ignorância escondida atrás de piadas “inocentes”.
Minha mudança de pensamento não aconteceu porque sou perfeita e iluminada. Não não, eu aprendi porque tive contato com pessoas negras e / ou LGBTs no trabalho, faculdade, em círculos de amizades e na internet. Foram elas que chamaram a atenção sobre meu comportamento e sobre a violência que é rir ou fazer uma piada racista. Levei bronca ao vivo dessas pessoas ou levei bronca lendo textos, entrevistas e vendo vídeos produzidos pelas mesmas pessoas que antes achava válido fazer piada – mesmo que fosse “sem intenção de ofender”.
Hoje, embora ser ainda muito pouco, há sim uma obrigação na publicidade e no entretenimento em falar sobre esses assuntos. De, no mínimo, chamar pessoas negras e / ou LGBTs para falar sobre esses assuntos e educar os espectadores sobre o preconceito. Também há muito mais jovens colocando a cara para bater e criando conteúdo independente para discutir sobre isso. Há 10 anos, essas pessoas mal existiam para a internet.
[...]
Tenho certeza de que a maioria do pessoal acima de 25 anos tem um passado feio na internet de maior ou menor escala. Até porque há 10 anos ninguém pensava muito em como as coisas que você falou sem pensar numa rede social permanecem lá. E que isso sirva de lição para a nova geração da internet não fazer piada preconceituosa, não falar sem pensar ou difundir mentiras. Você pode mudar, mas seu histórico de internet não.
Disponível em: : <https://tinyurl.com/yyjh3wls>.
Acesso em: 22 jul. 2019 (Adaptação).

Segundo o texto em questão, são causas da retratação do youtuber Júlio Cocielo a respeito do fato de ter feito uma piada racista, exceto:
 

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Questão presente nas seguintes provas
331120 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Teixeiras-MG
Provas:
Você pode mudar, mas o seu histórico da
internet não
Após publicar uma piada extremamente racista sobre Kylian Mbappé, jogador da seleção francesa, a batata esquentou na mão do youtuber Júlio Cocielo, apontado como um dos maiores influenciadores brasileiros na internet. A princípio, Cocielo apostou na retórica de acusar quem o chamou de racista de “mimimi” e se resguardou na desculpa esfarrapada de que se tratava de uma piada mal interpretada. Porém, esse argumento durou pouquíssimo quando os internautas resgataram outras piadas racistas que o youtuber fez em 2013.
Observando as marcas que o patrocinaram saindo de cena após seu racismo ser escancarado e a conta bancária diminuindo, Cocielo apagou mais de 50 mil tuítes da sua conta e pediu desculpas pela atitude por meio de um texto e também gravando um vídeo no seu canal. Não convenceu muito o pessoal, já que parece que as desculpas foram mais uma obrigação para não perder a possibilidade de ganhar dinheiro com publicidade.
[...]
Porém, fica a pergunta. Alguém se salvaria caso vasculhassem nossas redes sociais de cinco, seis, 10 anos atrás?
Eu não me salvaria em 2009. E redescobri isso quando fui rever o que escrevia com 18, 19 anos no Facebook, Twitter e em blogs. Senti vergonha. Eu fiz muita piada machista. Ri do caso da Geisy Arruda, tirava sarro de mulheres que andavam com pouca roupa [...]. Também achei comentários meus achando graça em piadas racistas feitas por amigos virtuais. Eu já sabia ler e interpretar texto na época. Não há desculpas para quem eu era 10 anos atrás: uma imbecil.
Só que eu mudei. Não concordo com as coisas que falei antes e nunca reproduziria elas novamente. Isso prova que, sim, é possível deixar de ser preconceituosa. É possível mudar e tentar ser uma pessoa melhor. A minha ignorância e burrice também refletiram como as coisas eram cinco, 10 anos atrás. Não se falava de feminismo como hoje em dia. Pouco se discutia sobre o racismo estrutural da sociedade brasileira. O que reinava era a ignorância escondida atrás de piadas “inocentes”.
Minha mudança de pensamento não aconteceu porque sou perfeita e iluminada. Não não, eu aprendi porque tive contato com pessoas negras e / ou LGBTs no trabalho, faculdade, em círculos de amizades e na internet. Foram elas que chamaram a atenção sobre meu comportamento e sobre a violência que é rir ou fazer uma piada racista. Levei bronca ao vivo dessas pessoas ou levei bronca lendo textos, entrevistas e vendo vídeos produzidos pelas mesmas pessoas que antes achava válido fazer piada – mesmo que fosse “sem intenção de ofender”.
Hoje, embora ser ainda muito pouco, há sim uma obrigação na publicidade e no entretenimento em falar sobre esses assuntos. De, no mínimo, chamar pessoas negras e / ou LGBTs para falar sobre esses assuntos e educar os espectadores sobre o preconceito. Também há muito mais jovens colocando a cara para bater e criando conteúdo independente para discutir sobre isso. Há 10 anos, essas pessoas mal existiam para a internet.
[...]
Tenho certeza de que a maioria do pessoal acima de 25 anos tem um passado feio na internet de maior ou menor escala. Até porque há 10 anos ninguém pensava muito em como as coisas que você falou sem pensar numa rede social permanecem lá. E que isso sirva de lição para a nova geração da internet não fazer piada preconceituosa, não falar sem pensar ou difundir mentiras. Você pode mudar, mas seu histórico de internet não.
Disponível em: : <https://tinyurl.com/yyjh3wls>.
Acesso em: 22 jul. 2019 (Adaptação).

Releia este trecho.
“Levei bronca ao vivo dessas pessoas ou levei bronca lendo textos, entrevistas e vendo vídeos produzidos pelas mesmas pessoas que antes achava válido fazer piada – mesmo que fosse ‘sem intenção de ofender’.” Analisando esse trecho e o contexto no qual ele se encontra, é correto afirmar que os termos em destaque fazem referência a
 

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